quinta-feira, 7 de novembro de 2013

ALGUNS RECENTES DESCOBRIMENTOS RELACIONADOS COM O TEMPO

Harold S. Slusher

Este artigo comenta alguns dados, observações e descobrimentos recentes, que são significativos em relação ao tempo. Se a terra e o Universo são bastante jovens, as implicações são tremendas, uma vez que todas as teorias evolucionistas tornam-se sem sentido sem a imensidão do tempo.

A MASSA "AUSENTE"
As galáxias e os aglomerados das galáxias estão sendo minuciosamente estudadas nos dias de hoje. As galáxias aglomeradas mantêm-se unidas através de forças gravitacionais e, assim, fornecem uma espécie de laboratório para observação das interações de incríveis quantidades de matéria. As galáxias nunca aparecem sozinhas. Encontram-se aos pares ou em aglomerados maiores. Alguns pares ou galáxias múltiplas encontram-se ligadas por meio de pontes de matéria luminosa. Em alguns poucos casos as velocidades das galáxias ao longo da direção radial são da ordem de muitos milhares de quilômetros por segundo de modo que não é provável que essas galáxias estejam gravitacionalmente ligadas. Por isso poderiam ter-se originado bastante recentemente. De um modo geral, a massa das galáxias que são membros de um grupo fisicamente bem isolado ou um aglomerado parece ser menor do que a massa que seria necessária para manter essas galáxias gravitacionalmente unidas.

Uma galáxia é uma coleção de algumas centenas de milhares de estrelas mantidas juntas pela gravidade. A nossa galáxia, a Via Láctea, faz parte de um aglomerado que consiste de cerca de vinte galáxias ao todo, chamado Grupo Local. O Grupo Local é muito pequeno quando comparado com a maioria das centenas de aglomerados assim observados e catalogados.

Um aglomerado médio tem de uma a duas centenas de membros, enquanto que o maior contém diversos milhares de galáxias.

O aglomerado mais aproximado fora do Grupo Local pensa-se que se encontra cerca de 500 bilhões de quilômetros distante no espaço euclidiano. Os aglomerados mais distantes conhecidos encontram-se cerca de 200 vezes mais longe, no limite do universo observável. As distâncias são obtidas através de métodos mais ou menos indiretos com base em pressuposições difíceis de serem comprovadas. Isso deveria sempre ser mantido em mente quando se apresentam distâncias de objetos astronômicos. Dois dos mais ricos aglomerados, um na direção da constelação da Virgem e outro na Cabeleira de Berenice, encontram-se a relativamente pequenas distâncias e têm sido cuidadosamente estudados.

Nas galáxias estudadas no aglomerado da Cabeleira, a velocidade média de recessão é de cerca de 7.000 quilômetros por segundo. Isso é determinado através de estudos dos deslocamentos vermelhos da luz dessas galáxias, que se consideram indicarem um movimento radial na direção do observador ou afastando-se dele, presumindo-se que o deslocamento vermelho da luz estelar é um verdadeiro efeito de Doppler-Fizeau. Cada galáxia individual tem originalmente um movimento menor, fortuito dentro do aglomerado. Essa velocidade é de cerca de diversas centenas de quilômetros por segundo com referência às galáxias vizinhas. Assim, os membros deveriam finalmente escapar do aglomerado da Cabeleira e vagar pelo espaço intergalático se não houver força suficiente para mantê-los aglomerados. Se o Universo tem pelo menos 4,5 bilhões de anos de idade, os fortuitos das galáxias deveriam há muito tempo ter desfeito os aglomerados e as galáxias não poderiam estar tão unidas como se encontram atualmente. Na verdade, não haveria mais aglomerados. A força que neutralizaria esta tendência de fuga é a força da gravidade da massa do aglomerado na galáxia. A força da gravidade da matéria na terra puxa de volta unia bola que é jogada de sua superfície.

No aglomerado da Cabeleira, os movimentos fortuitos das galáxias deveriam ser equilibradas pela atração gravitacional da matéria no aglomerado para que fique coeso. Este movimento fortuito das galáxias no aglomerado é chamado de dispersão de velocidade.

A dispersão de velocidade do aglomerado pode ser calculado medindo-se os deslocamentos vermelhos das galáxias. A massa de uma galáxia está relacionada com a sua luminosidade. Quando a massa total de todas as galáxias no aglomerado fica determinada, a força da gravidade pode ser calculada e comparada com a dispersão da velocidade observada. O resultado tem surpreendido e assustado os astrônomos imensamente. No aglomerado da Cabeleira a massa é muito pequena para contrabalançar a dispersão da velocidade, por um fator de sete. Em outras palavras, para cada 7 quilogramas de massa necessários para manter o aglomerado unido, apenas um quilograma pode ser considerado. Não é um assunto sem impor Há apenas quatorze por cento da matéria no aglomerado que deveria estar ali para que o aglomerado se mantivesse coeso. Os astrônomos têm procurado por toda parte essa "massa ausente" mas não se encontra em parte alguma. As coisas pioram nessa pesquisa quando outros aglomerados além da Cabeleira são estudados: duas vezes em cada dez a massa está ausente.

Há quem pense que a " massa ausente" encontra-se no espaço intergalático. Para ser detectada, a matéria deveria emitir alguma forma de radiação eletromagnética como o raio X, luz visível, ou ondas de rádio. A radiação X inócua que incide na atmosfera terrestre pode ser explicada por outros meios além da presença de um material intergalático difuso que permeia o espaço emitindo raios-x. Se existe matéria fria entre as galáxias, ondas de rádio poderiam ser emitidas e os rádio-astrônomos poderiam detectá-las. Contudo, não é o que tem sido observado, e se pequenas quantidades de matéria fria escaparam à detecção seriam muitíssimo pequenas para manter os aglomerados coesos.

Um gás quente emitiria raios-x. Certamente a radiação X tem sido notada em associação com algumas galáxias. Mas a presença de radiação tem sido muito bem explicada em termos de não envolvimento de um meio intergalático. Um material levemente quente seria difícil de detectar uma vez que a radiação se encontraria nos limites ultravioleta do comprimento das ondas, que são principalmente expelidas por nossa atmosfera. Contudo, o uso de equipamento de detecção em foguetes de elevadas, altitudes, balões e satélites não indicou um gás levemente quente entre as galáxias. A "massa ausente" não está na forma de um gás difuso no espaço intergalático.
Outras condições têm sido aplicadas a essa "massa ausente". Um estudo da dinâmica da dispersão das galáxias indicaria que a matéria não pode ser postulada como se existisse em um objeto muito maciço que não tem luminosidade. A matéria tem de ser distribuída como um constituinte comum do espaço intergalático. Se alguém diz que os alegados "buracos negros" (que, se existem realmente, teriam um empuxo gravitacional tão tremendamente forte que a luz não poderia escapar de sua superfície e, assim, seriam invisíveis) explicam esta matéria, teriam de supor que esses "buracos negros" sejam tão comuns quanto as galáxias. Como Margon 1, destaca, deveria haver centenas de milhares deles. Não há evidência dessa situação. Novamente é Margon 2 quem diz que a mesma objeção pode ser aplicada às galáxias "mortas" (não luminosas) ou ao grande número de estrelas frias.

A conclusão óbvia parece ser que a "massa ausente" não está realmente ausente uma vez que provavelmente não estava lá desde o princípio. O Universo poderia ser bastante jovem, e outras linhas de evidência dão fortes indícios disso. O momento da dispersão desses aglomerados (o momento em que as galáxias se dispersam deixando de haver aglomerados) é muito, muito mais recente do que a alegada idade evolucionista do Universo.

Isto significa que os aglomerados, considerando que não foram destruídos, são jovens, como também as galáxias que os formam. Essas galáxias contêm estrelas que os evolucionistas alegam ser os objetos mais antigos do Universo (de nove a vinte bilhões de anos de idade no esquema evolucionista). Essa rápida dispersão dos aglomerados junto com a sua presença ainda no Universo indicariam que essas estrelas supostamente antigas não são nada antigas. O aglomerado da Cabeleira não poderia ser mais jovem do que a Via Láctea. Portanto, se o aglomerado é jovem, a galáxia é jovem e os objetos dentro da galáxia são jovens. Os momentos de dispersão dos aglomerados encontram-se em apenas alguns poucos milhares de anos no máximo. Portanto a atual existência de aglomerados conclui que o Universo ainda não atingiu em ponto algum essa idade, muito menos a idade exigida pelos evolucionistas.

Tem-se notado que os movimentos do s aglomerados parecem os movimentos dos sistemas fechados que não estão se dispersando. Nesse caso, então, os aglomerados certamente seriam jovens, não tendo atingido um estágio no qual indicassem frouxidão de organização comprovando idade avançada.

Para evitar conclusões quanto ao tempo que constitui o ponto central das hipóteses evolucionistas, os astrônomos avançam inventando explicações quanto à "massa ausente". Margon 3, sugere que "chegamos a uni impasse, quase ao ponto que Thomas Kuhn chamou de revolução científica. Aparentemente, a não ser que os dados experimentais estejam espafalhatosamente errados, é inevitável que algum princípio astronômico ou físico acalentado tenha de ruir. Pareceria que o machado teria de cair sobre a idade avançada que é atribuída a priori ao Universo, ao Sistema Solar, à Terra, pois este conceito de imensos períodos de tempo leva a uma posição contraditória e ilógica em certos aspectos da astrofísica.

AS "CONSTANTES" VARIÁVEIS
A radioatividade foi descoberta no final do século passado. Foi declarado logo que nenhum efeito externo poderia alterar as constantes desintegrações dos elementos radioativos. Os elementos radioativos são aqueles elementos químicos que se decompõem em elementos filhos através da emissão ou absorção de energia e partículas no núcleo de seus átomos. Com base em evidências experimentais naqueles primeiros anos de estudo desses elementos concluí-se que a decomposição radioativa não se altera, que a sua taxa não pode ser afetada por meios externos, e que apenas o núcleo dos átomos desses elementos radioativos estavam envolvidos nos processos de decomposição.

Os geólogos imediatamente apoderaram-se desses processos de decomposição como se constituíssem relógios para determinar quando os eventos geológicos ocorreram e qual é a idade da terra. Se o urânio se decompõe em chumbo a uma taxa constante e se a rocha de determinada montanha contém urânio e chumbo, a idade da rocha e da montanha talvez pudesse ser descoberta simplesmente calculando o tempo para se obter o chumbo pela decomposição do urânio. Naturalmente há mais coisas envolvidas, mas essa é a essência do método pelo qual os "relógios" radiométricos funcionam.

Entre as diversas exigências para que um elemento radioativo e seu derivado constituam um "relógio" para os eventos geológicos encontra-se a necessidade de que o "relógio" opere sem variações. Bem, os geólogos evolucionistas há muito ignoraram a evidência da variabilidade no rádio dos halos pleocróicos que indicam que as taxas de decomposição não são constantes e poderiam, assim, negar que alguns elementos radioativos, tais como o urânio, constituíssem relógios. Mas agora temos excelentes evidências de laboratórios de que influências extemas podem alterar as taxas de decomposição. 4

Quatorze diferentes radionuclídeos tiveram suas propriedades de decomposição alteradas, através de efeitos tais como pressão, temperatura, campos elétricos e magnéticos, tensão na disposição monomolecular etc. 5.

Dudley 6 propôs: "Em vez de aceitar que a radioatividade é uma série de acontecimentos não relacionados (expontâneos) que ocorrem sem uma causa anterior, foi criado um método teórico que traduz o conceito do "mar neutrino" da astrofísica e da cosmologia em física nuclear. Este admite que um átomo radiativo é um "sistema ressonante linear sujeito à excitação paramétrica". Assim, a decomposição constantemente usada nas equações para se obter idades dos eventos geológicos torna-se uma variável dependente do estado da energia de todo o átomo e não apenas do núcleo. Meias-vidas não poderiam ser constantes. A constante decomposição seria em vez disso um índice da estabilidade do elemento.

Nesse caso, como as evidências parecem demonstrar, as forças e as tremendas porções de energia envolvidas em alguns processos e acontecimentos no universo poderiam alterar fortemente as taxas de "decomposição". Os supostos "relógios" radiométricos não são, nesse caso, realmente úteis como determinadores de idade. Contudo, na realidade, eles têm sido usados como disfarces, principalmente pelos geólogos, considerando que os pontos de vista preconceituosos da geologia histórico-teórica da fé evolucionista estabelecem a idade da história da terra antes mesmo da descoberta da radioatividade.

QUANTO TEMPO LEVA PARA FORMAR UMA PARTÍCULA INTERSTELAR?
O espaço entre as estrelas é composto de átomos, moléculas e partículas de matéria. As estrelas são supostamente formadas pelo colapso gravitacional das nuvens desse material. É um tanto desconcertante como uma partícula interstelar de matéria se forme considerando que a densidade da matéria no espaço interstelar é tão baixa.

Considere a taxa de crescimento de uma partícula que começa com um pouco de rádio que, naturalmente, vai mudar com o tempo. Se esta partícula se forma no espaço pelo ajuntamento de átomos e moléculas interstelares com esse núcleo quando eles colidem a determinada velocidade, a taxa de crescimento pode ser calculada. Na mais favoráveis condições e com a capacidade máxima possível de junção das partículas, Harwil determinou uma taxa de crescimento de (10) 22 centímetros por segundo (ou dez mil bilhões de bilionésimos de centímetros por segundo). Para atingir o tamanho de apenas cem milionésimos de um centímetro de raio sob tais condições muito favoráveis levaria cerca de três bilhões de anos. Aplicando valores mais prováveis para a capacidade de adesão das partículas, levaria mais tempo do que a alegada idade da galáxia - mais de vinte bilhões de anos. Naturalmente, na suposição da partícula se formar, embora pareça impossível, uma vez que o hidrogênio que estaria depositado sobre a partícula naturalmente se evaporaria muito rapidamente. Os espirros dos prótons que se movimentam rapidamente podem facilmente soltar os átomos da superfície da partícula mesmo depois de fixados. A formação de moléculas apresenta uma tão grande dificuldade quanto a formação de partículas de pó. E fácil destruí-las mas muito difícil, se não impossível, formá-las no espaço interstelar.

Se leva tanto tempo para formar um objeto tão simples como uma partícula interstelar como indicam os cálculos sob as condições mais aspiciosas (que na verdade não existem), como poderiam as imensas idades das estrelas e galáxias terem qualquer credibilidade se levadas a sério? Efeitos tais como a evaporação,, os "espirros" e a pressão do vapor destruiriam quaisquer partículas que se formassem.

CONCLUSÕES
O mito de que um tempo ilimitado está à disposição para os evolucionistas estruturarem os seus esquemas para explicar as coisas tem rolado por aí durante algum tempo. Contudo, as evidências científicas continuam acumulando etiquetas com idades imensas no universo, no sistema solar e na terra, como uma fábula não uma conclusão alcançada pelo apego a uma prova científica.

BIBLIOGRAFIA
1 Margon. Bruce, TU V MISSING MASS, Mercury, January/February 1975, p.6.
2. Ibid. p.6.
3. Ibid. p.6.
4. Emery, G.T. PERTURBATIONS OF NUCLEAR DECAY RATES, Ann. Review Nucl. Science, Vol. 22 (1972).
5 Dudley, H.C. RADIOACTIVITY RE-EXAMINED. Chemical and Engineering News, April 1975, p.2.
6 Ibid. p. 2,

7 Harwit. M. ASTROPHYSICAL CONCEPTS, New York (John Wiley and Sons. Inc., 1973) p.394.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Criação, Seleção e Variação

Gary E. Parker, Ed.D.

Cavalos com apenas 40 cm de altura, 141 espécies de árvores em apenas meio hectare de floresta tropical, que variedade espetacular vemos entre os seres vivos, tanto em variação dentro da espécie, quanto em estupenda quantidade de diferentes espécies. A maioria das pessoas fica admirada com a incrível diversidade dos seres vivos, e a função que vemos dentro e entre a incrível diversidade dos seres vivos que agraciam o nosso planeta. Por que tanta variação?

Para os primeiros cientistas da era moderna, a resposta parecia óbvia. Afinal, normalmente associamos o uso generoso de cores e formas, variações sutis sobre um tema e produção prolífica com a obra dos artistas renomados e dos artesãos. Por que não esperar beleza generosa e abundância do Autor da Vida, cujos talentos criativos tão fragilmente refletimos?

Esta incrível diversidade também impressionou, espantosamente, a mente jovem e inquieta de um naturalista amador, enquanto navegava a bordo do H.M.S. Beagle. (1)

Embora Charles Darwin estivesse consciente das evidências da criação, o que mais o impressionava era o horrível desperdício da natureza, a contínua luta pela sobrevivência na descendência superabundante de cada espécie, na competição por alimentos e recursos limitados. Não entendendo essa luta pela sobrevivência, com a corrupção de uma ordem, originalmente criada harmoniosa, Darwin elevou a sobrevivência dos mais qualificados ao lugar do Criador:

"...a partir da guerra da natureza, da fome e da morte...resulta diretamente a produção dos animais superiores".

Foi o que Darwin escreveu, resumindo a teoria da Origem das espécies através da seleção natural. (2)

A seleção natural foi um sucesso imediato, como uma nova religião ( uma "religião sem revelação", usando a frase de Julian Huxley ). Teve um impacto revolucionário em nossa visão cultural, do homem e da sociedade ( Darwinismo social ). Realmente, o muito conhecido historiador e filósofo Will Durant, disse em um recente entrevista, que a atual era pagã na história humana começou em 1859, com a publicação das Origens de Darwin. (3)

Mas apesar do seu sucesso como uma nova religião cultural, o Darwinismo fracassou completamente como explicação científica das origens. Darwin, um cientista muito mais astuto do que a maioria dos seus devotos, reconheceu três áreas de problemas importantes:

1. Perfeição de adaptação;
2. A origem da variação;
3. As evidencias fósseis.

Considere o olho, por exemplo, "com todas as suas inimitáveis minúcias", como Darwin as chamava, que podem admitir diferentes quantidades de luz, focalizar diferentes distâncias, e corrigir aberrações esféricas e cromáticas.

Considere, também, o rompimento das moléculas pigmentarias, que devem ser acopladas ao início do impulso nervoso, e considere que nenhum desses impulsos tem qualquer significado à parte de milhões de neurônios integrados aos centros interpretativos do cérebro.

Cada um desses aspectos de estrutura ótica e suas funções é, por si só, uma característica complexa, e nenhum desses componentes separados teria qualquer significado ou "capacidade de sobrevivência", até que quase todos sejam reunidos em um conjunto funcionante de complexidades combinadas.

Por isso Darwin escreveu: "supor que o olho... poderia ter sido formado pela seleção natural parece, confesso francamente, um absurdo no mais alto grau."

Pois as características combinadas, cujas partes separadas não teriam capacidade de sobrevivência, são a regra não uma exceção.

É fácil citar muitos outros exemplos:
* as partes interpretativos de envio e recepção do mecanismo de localização da transformação do eco em botos e ornitorrincos;
* o relacionamento entre a veia umbilical e o ducto venoso na circulação sangüínea do feto;
* o ácido elonas/triose isomerase/2,3-difosfoglicério no metabolismo glicótico, etc., etc. ( sem dúvida você poderia citar exemplos ainda melhores! )

Em tais características combinadas o todo é muito maior do que a soma de suas partes. As estruturas têm propriedades de organização que não têm e não poderiam desenvolver, por si só ( um fenômeno que normalmente reconhecemos como o resultado da atividade criadora. Através de organização e planos criativos, por exemplo, o fósforo, o cobre e o vidro receberam a capacidade de falar ) ao ponto de contar piadas, apresentar notícias e fazer todas aquelas coisas que associamos à televisão.

Os seres vivos também têm propriedades de organização, que claramente transcendem o potencial de suas partes. Como Richard Lewontin, de Harvad, resumiu recentemente, que os organismos "...parecem Ter sido cuidadosa e engenhosamente planejados". (4) Ele afirma que a "perfeição dos organismos" é um desafio ao Darwinismo e, de outra maneira mais positiva, "a principal evidência de um Planejador Supremo".

Depois que uma característica complexa ou combinação foi criado, fica mais fácil citar, e até mesmo elaborar, nos mínimos detalhes, sua "aptidão" ou capacidade de sobrevivência. (Esse esporte é, às vezes, considerado como a epítome da erudição acadêmica!) Mas como se originou a característica cuja capacidade de sobrevivência está sendo considerada?

Darwin achava que vinha da "ação direta e indireta das condições da vida", e "do uso e do desuso". Assim Darwin, exatamente como Lamark (com o qual ele é, freqüentemente, falsamente contrastado), acreditava que o longo pescoço das girafas se originou porque era esticado, em busca de folhas nas árvores. O pescoço ampliado, pensava ele, produzia mais "pangenes" do que permitia a herança dessa característica adquirida.

A descoberta da genética mendeliana tornou o Darwinismo clássico indefensável na virada do século, e os neo-darwinistas passaram dos pangenes para as mutações, para explicar as origens.
Mas a extrapolação dos livros escolares ortodoxos, da mutação - seleção para a evolução, falhou nos testes matemáticos de 1960, e os efeitos danosos de bagagem mutacional (carga genética), afastou outros evolucionistas da década de 1970. (5)

Com esperanças em "monstros promissores", Stephen Gould, de Harvard, afirma que os cientistas da década de 1980 são forçados a perguntar: "Será que está surgindo uma nova e geral teoria da evolução?" (6)

Mas as falhas dos pangenes + seleção, das mutações + seleção e dos monstros promissores + seleção, não significa que haja alguma coisa errada com o conceito da seleção natural propriamente dita.

Na verdade, a seleção natural funciona bem, se uma espécie tem grande variabilidade genética "embutida nela", através de plano, propósito e criação especial.

Usando o exemplo de Lewontin, as plantas que crescem numa região, que se torna progressivamente mais seca, podem reagir desenvolvendo raízes mais profundas e uma cutícula cerácea mais espessa em seus caules e folhas,"mas somente se o seu conjunto genético contiver uma variação genética para raízes longas ou cutículas espessas". Por isso Lewontin também dizer: "Enquanto uma adaptação relativamente maior conduza à seleção natural, a seleção natural não conduz necessariamente a uma adaptação maior". Se as adaptações originam-se em atos especiais da criação, então a seleção natural poderia ajudar a explicar como as espécies criadas se multiplicaram e encheram a terra em uma variedade ecológica e geográfica tão tremenda.

Na realidade é um fato pouco conhecido que Edward Blyth publicou a teoria da seleção natural 24 anos antes que o seu compatriota inglês, Charles Darwin, o fizesse. (7)

Por que o nome de Blyth não é um nome conhecido? Por que ele não foi sepultado na Abadia de Westminster? Talvez, simplesmente, porque Blyth foi um criacionista, e ele não deu maior importância à seleção natural do que podia ser observada e comprovada cientificamente. Os darwinistas, entretanto, fizeram da seleção natural (dos pangenes) a base de uma nova religião, uma "religião sem revelação".

A revolução darwiniana de 1859 não foi cientifica (a ciência fora considerada 24 anos antes); foi um movimento religioso e filosófico. Na verdade, os zelotes darwinianos extrapolaram da seleção natural para o absurdo científico.

A evidência fóssil esclarece mais esse ponto. Darwin, o mesmo cientista astuto que reconheceu que os pangenes e as adaptações complexas constituíam "dificuldades para a teoria", disse que as evidências fósseis "talvez fosse a objeção mais óbvia e mais séria", à extrapolação da evolução da seleção natural. Dada a escassez de fósseis nessa época, Darwin tentou acusar o conflito entre a sua teoria e os fatos fósseis de falta de fatos: "a imperfeição do registro geológico".

"Bem estamos agora cerca de 120 anos após Darwin", escreve David Raup, do famoso "Field Museum" de Chicago,"e o conhecimento do registro fóssil foi grandemente expandido". (8)

Será que essa riqueza de novos dados produziu os "elos pedidos" que os darwinistas procuravam encontrar?"...ironicamente," diz Raup, "temos ainda menos exemplos de transição evolucionária do que no tempo de Darwin. Com isso quero dizer que alguns dos clássicos casos de alterações darwinianas (sic) no registro fóssil, tais com a evolução do cavalo na América do Norte tiveram de ser descartados ou modificados, como conseqüência de informações mais detalhadas".

Em vez de forjar elos na hipotética cadeia evolucionária, a riqueza de dados fósseis tem servido apenas para aguçar as fronteiras entre as espécies criadas. Como Gould diz, a nossa capacidade de classificar as espécies vivas e fósseis distintamente, usando o mesmo critério, "encaixa-se esplendidamente nos princípios criacionistas". "Mas como", pergunta ele, "poderia uma divisão do mundo orgânico, em discretas entidades, ser justificada por uma teoria evolucionista que proclamou mudanças interessantes como o fato fundamental da natureza?" (9)

"...ainda temos um registro que indica mudanças", diz Raup, "mas que dificilmente poderia ser considerado como seqüência racional da seleção natural". A alteração que vemos é simplesmente uma variação dentro das espécies criadas, mais a extinção.

Na verdade, Raup reconhece que as formas de vida que desapareceram, parecem ter sido exatamente tão aptas a sobrevivência, como aquelas que sobreviveram. Os perdedores ele argumenta, não foram lentamente extintos ou transformados pela "sobrevivência dos mais aptos"; antes sucumbiram aos caprichos das circunstâncias ou das catástrofes - uma espécie de "sobrevivência dos mais sortudos". Os criacionistas, que a muito aceitaram os efeitos devastadores de um dilúvio global, não podem deixar de se divertir com a idéia de que os fatos finalmente despertaram o interesse dos evolucionistas para uma "teoria de catástrofe" e o "neo-catastrofismo".

A evolução darwiniana discorda dos fatos da adaptação, da genética e da paleontologia desde o princípio.

Portanto qual é a base dessa idéia revolucionária e por que sua aceitação tão rápida?

Nas palavras de Stephen Gould e Niles Eldredge: "O gradualismo filético (evolução gradual) foi a priori, uma afirmação desde o princípio: ela não foi "constatada" nas rochas; expressava os preconceitos culturais e políticos do liberalismo do século XIX". (1)

Karl Marx achou interessante observar com que facilidade os cientistas ingleses a competitividade criminosa do século XIX, em que o "vencedor leva tudo", que a Inglaterra refletia (e talvez justificava) na "sobrevivência dos mais aptos" como uma lei da natureza.

Na filosofia darwiniana, até mesmo a evolução da cooperação só pode acontecer sobre o cadáver daqueles que não cooperam. Os criacionistas reconhecem o desperdício da super - reprodução e a luta feroz pela sobrevivência na atual ordem do nosso mundo. Mas, diferindo dos evolucionistas, os criacionistas não consideram esses processos como meios da criação. Antes, refletem a corrupção da ordem criada que seguiu ao pecado do homem. De fato, foi a violência que encheu a terra e atraiu o julgamento e a purificação do Dilúvio (Gênesis 6:5).

Contra essa tela de fundo da criação, corrupção e catástrofe, a seleção natural age como um freio para diminuir a deterioração da qualidade genética, causada pelas mutações. De outro, a seleção (junto com o declínio genético e a escolha do habitat) ajuda cada espécie criada a manter uma variedade de subtipos especializados em ambientes diversos e mutantes. Nas palavras de Darwin, a seleção natural, embora falhe em explicar a "origem das espécies", ajuda a explicar "a preservação de raças favorecidas na luta pela vida" (a segunda metade do título do seu livro).

Como Lewontin declara: "...a seleção natural, afinal de contas, não parece melhorar a chance de sobrevivência de uma espécie, mas simplesmente capacita-a a prosseguir, ou não ficar para trás do ambiente constantemente mutante". A função observada, conservativa da seleção natural não é de maneira nenhuma tão atraente como a função hipotética, criativa, que lhe foi atribuída pelos evolucionistas, mas, na realidade, é um papel importante, e cientificamente comprovável. A seleção natural não é ciência mal aplicada, apesar de produzir religião ruim.

Raup sem dúvida foi severo demais quando, condenando com um pequeno elogio escreveu: "Portanto a seleção natural, como um processo, está certa. Também temos toda a certeza que ela existe na natureza, embora bons exemplos sejam surpreendentemente raros". O que Darwin pensaria se soubesse que os criacionistas estão agora descobrindo que a sua teoria é mais útil do que alguns conhecidos evolucionistas acham?

Mas, para os criacionistas, a seleção natural e a luta pela sobrevivência vão acabar quando Cristo voltar e "o lobo habitará com o cordeiro... Não se fará mal nem dano algum...porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar" (Isaías 11).

Referências
1. Asimov, Isaac, "The Voyage of Charles Darwin" (A Viagem de Charles Darwin). TV Guide, Jan. 26, 1980, pp.13,14.
2. Darwin, Charles, The Origin of Species (A Origem das Espécies), New York: Washington Square Press, 1963, p.470, ( 5 ed., 1859)
3. Durant, Will, "Historian Will Durant: We Are in the Last Stage of Pagan Period" (Historiador Will Durant: Nós Estamos na Última Cena do Período Pagão), artigo do The Daily Californian (Diário Californiano), El Cajon, CA, de 8 de abril, 1980, p. 5b, por Rogers Worthington da Tribuna de Chicago.
4. Lewontin, Richard, "Adaptation" (Adaptação), Scientific American (Americano Científico), V. 239, n.3, 1978, pp. 212-230.
5. Para a íntegra da discussão e documentação, veja Gary Parker, Creation: The Facts of Life (Criação: Os Fatos da Vida), San Diego: CLP Publishers, 1980.
6. Gould, Stphen, "Is a New and General Theory of Evolution Emerging" (É Uma Nova e Geral Teoria da Evolução Surgindo) "Paleobiology", V.6, n.1, 1980, pp.119-130.
7. Eisley, Loren, Darwin and the Mysterious Mr. X (Darwin e o Misterioso Sr. X), New York: Dutton Publishing Co., 1979. Veja também o livro de Revisão por Wendell Cochran, "Evolution and Catastrophe" (Evolução e Catástrofe), Geotimes, V.24, n.10, 1979, p.17.
8. Raup, David,"Conflicts Between Darwin and Poleontology" (Conflitos entre Darwin e a Paleontologia), Field Museum of Natural History Bulletin (Boletim do Museu de Campo de História Natural), V.50, n.1, 1979, pp. 22-29.
9. Gould, Stphen, "A Quahog is a Quahog" Natural History (História Natural), V.88, n.7, 1979, pp. 18-26.

10. Gould, Stphen, and Eldredge, Niles, "Punctuated Equilibria: The Tempo and Mode of Evolution Reconsidered" (Equilibrio Pontuado: O Tempo e o Método da Evolução Reconsiderada), Paleobiology, V.3, n.2, 1977, p.115.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

O UNIVERSO - NEM HOMOGÊNEO, NEM UNIFORME, NEM EM EXPANSÃO?!

Fridolin Janzen

Infelizmente os homens têm a tendência de buscar apoio e defender hipóteses artificialmente forjadas do seu agrado, ao invés de procurar pela verdade, independente de preferências pessoais ou influência de terceiros.

O modelo do Big Bang (o início do universo através de uma grande explosão há uns 15 a 20 bilhões de anos) tem por muito tempo sido apresentado como fato consumado pela "comunidade científica". Vários cientistas revelaram pública e inconfundivelmente a razão de sua opção, "a única alternativa é o modelo da criação do universo que exige um criador, e não queremos crer no mesmo" (posição humanista). Outros continuaram com o modelo, temendo represálias (vários criacionistas perderam seus empregos).

"Essa crença (céu homogêneo) chegou ao fim com a divulgação, um mês atrás, de um levantamento de todo o céu, por astrônomos ingleses e canadenses e publicado na revista científica Nature. O trabalho publicado na Nature mostra agora que o universo tem estruturas muito grandes (aglomerados e galáxias) e vazios igualmente grandes. Não é mais possível acreditar em um universo homogêneo em que as partes visíveis estão imersas na matéria escura. Os cientistas devem arranjar outra saída para o problema" (Folha de São Paulo, 15/02/91).

Cai mito número 1 - o universo não é homogêneo! O Big Bang não ocorreu!

A composição química dos corpos celestes demonstra a presença de proporções diferentes de diversos químicos desde o sol, planeta para planeta, cometas, etc. Os mesmos surgiram separada e individualmente.

Cai mito número 2 - o universo não é uniforme! O Big Bang não ocorreu!

"Ganha força entre os astrônomos a teoria de que o universo está se comprimindo. O astrônomo Parc Davis, da Universidade de Berkeley, na Califórnia, Estados Unidos, considerado um dos papas em estruturas do universo, revelou que há dados em maiores quantidades e muito melhores, que comprovam a existência da velocidade peculiar das galáxias, que é um desvio do percurso normal da estrutura galáctica, levando-as em direção a uma área próxima à constelação de Centaurus... A teoria da compressão do universo é mais aceitável do que a outra opção... disse Marques" (Correio do Estado, MS - 23/05/89, p.10). Percebemos que os dados sobre a expansão do universo têm sido falsos.

Cai mito número 3 - Os cientistas não sabem se o universo está em expansão ou compressão. O Big Bang não tem apoio na expansão!

Apesar dos dados, a Veja escreve: "Isso não quer dizer que a teoria esteja descartada, pois não existe outra para ser colocada no lugar do Big Bang" (20/03/91, p.47).

Existe outra sim! Essa porém descartada a priori, não com base em méritos científicos, porque implica na crença em um Deus Criador, mas filosóficos.

E esses muito oportunamente descritos na auto-revelação deste mesmo Deus criador: "O perverso na sua soberba não investiga: que não há Deus, são todas as suas cogitações" (Salmo 10:4) e "Não queremos que este reine sobre nós" (Lucas 19:14).

Fonte:

* O Sr. Fridolin Janzen é o atual Presidente da Sociedade Origem & Destino.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

William L. Craig responde Richard Dawkins:

O filósofo cristão William Lane Craig apresenta uma resposta sucinta ao que Richard Dawkins chama de argumento central para a inexistência de Deus no seu livro “Deus, um delírio” : “o argumento do 747 definitivo”.

O que o Sr. pensa sobre o argumento ateísta de Richard Dawkins em seu livro The God Delusion (Deus, um delírio)?

Dr. Craig responde:
Nas páginas 157-8 do livro dele, Dawkins resume o que ele chama de “o argumento central de meu livro.” Assim segue:

"1. Um dos maiores desafios para o intelecto humano foi explicar como o complexo e improvável aparecimento do design surgiu no universo.
2. A tentação natural é atribuir o aparecimento do design ao atual design.
3. A tentação é uma falsidade porque a hipótese do desenhista remete imediatamente ao problema maior de quem projetou o designer.
4. A explicação mais engenhosa e poderosa é evolução de Darwin através de seleção natural.
5. Nós não temos uma explicação equivalente para os físicos.
6. Nós não deveríamos renunciar a esperança de uma explicação melhor que surja na física, algo tão poderoso quanto o Darwinismo é para biologia. Então, Deus não existe quase certamente".

Este argumento está chocalhando porque a conclusão ateística que “Então, Deus não existe quase certamente” parece sair de repente do nada. O senhor não precisa ser um filósofo para perceber que esta conclusão não pode ser deduzida das seis afirmações anteriores.
Realmente, se nós levarmos estas seis afirmações como premissas de um argumento que implique na conclusão “Então, Deus não existe quase certamente”, então o argumento é patentemente inválido. Nenhum regulamento lógico de inferência permitiria ao senhor tirar esta conclusão das seis premissas.

Uma interpretação mais gentil seria levar estas seis afirmações, não como premissas, mas como afirmações sumárias de seis passos no argumento cumulativo de Dawkins para a sua conclusão que Deus não existe. Mas até mesmo nesta construção gentil, a conclusão “Então, Deus não existe quase certamente” não decorre destes seis passos, até mesmo se nós aceitarmos que cada um deles é verdadeiro e justificado.

O que se pode concluir dos seis passos do argumento de Dawkins? No máximo, tudo o que aquilo sugere é que nós não deveríamos deduzir a existência de Deus baseados no aparecimento do design no universo. Mas esta conclusão é bastante compatível com a existência de Deus e até mesmo com nossa justificável crença na existência de Deus. Talvez nós deveríamos acreditar em Deus com base no argumento cosmológico ou no argumento ontológico ou no argumento moral. Talvez nossa convicção em Deus não esteja baseada em argumentos, mas fundamentada em experiência religiosa ou em revelação divina. Talvez Deus quer que nós acreditemos nEle simplesmente através da fé. O ponto é que rejeitando argumentos de design para a existência de Deus não faz nada que prove que aquele Deus não exista ou até mesmo aquela convicção em Deus é injustificada. Realmente, muitos teólogos cristãos rejeitaram argumentos para a existência de Deus sem se obrigar assim ao ateísmo.

Assim o argumento de Dawkins para o ateísmo é até mesmo um fracasso se nós aceitarmos, como hipótese, todos seus passos. Mas, na realidade, vários destes passos são plausivelmente falsos. Dê só o passo (3), por exemplo. A reinvindicação de Dawkins aqui é que não é justificável deduzir o design como a melhor explicação da ordem complexa do universo porque então um problema novo surge: quem projetou o desenhista?

Esta réplica é dividida em pelo menos duas partes. Primeiro, para reconhecer uma explicação como a melhor, não é necessário ter uma explicação da explicação. Este é um ponto elementar relativo a inferência para a melhor explicação como praticado na filosofia de ciência. Se arqueólogos que cavam na terra fossem descobrir coisas que se parecem com pontas da flecha e cabeças de machadinhas e fragmentos de cerâmica, eles seriam justificados deduzindo que estes artefatos não são o resultado de uma possibilidade de sedimentação e metamorfose, mas produtos de algum grupo desconhecido de pessoas, embora eles tivessem nenhuma explicação de quem estas pessoas eram ou de onde eles vieram. Semelhantemente, se os astronautas fossem encontrar uma pilha de maquinários na parte de trás da lua, eles seriam justificados deduzindo que era o produto de agentes inteligentes, extra-terrestres, até mesmo se eles não tivessem nenhuma idéia do que estes agentes extra-terrestres eram ou como eles chegaram lá. Para reconhecer uma explicação como a melhor, não é necessário poder explicar a explicação. Na realidade, requerendo assim conduziria a um infinito regresso de explicações, de forma que nada já poderia ser explicado e a ciência seria destruída. Assim, neste caso, para reconhecer que o design inteligente é a melhor explicação do aparecimento de design no universo, não é preciso explicar o desenhista.

Secundariamente, Dawkins pensa que no caso do desenhista divino do universo, é o desenhista da mesma maneira complexo como a coisa a ser explicada, de forma que nenhum avanço explicativo é feito. Esta objeção dispara todos os tipos de perguntas sobre o papel da simplicidade avaliando explicações competitivas; por exemplo, como a simplicidade é equilibrada comparado com outros critérios tais como o poder explicativo, escopo explicativo, e assim sucessivamente. Mas deixa essas perguntas a parte. O engano fundamental de Dawkins mente na sua suposição de que um desenhista divino é uma entidade comparável em complexidade com o universo. Como uma mente sem corpo, Deus é uma entidade notavelmente simples. Como uma entidade não-física, uma mente não está composta de partes e suas propriedades salientes, como autoconsciência, racionalidade e volição, são essenciais a ela. Em contraste com o universo contingente e matizado com todas suas quantidades inexplicáveis e constantes, uma mente divina é de modo surpreendente simples. Certamente tal mente pode ter idéias complexas – pode estar pensando, por exemplo, em cálculo infinitesimal, mas a própria mente é uma entidade notavelmente simples. Dawkins confundiu evidentemente as idéias de uma mente que pode, realmente, serem complexas, com uma mente, a qual é uma entidade inacreditavelmente simples. Então, postulando uma mente divina atrás do universo representa um avanço em simplicidade, para tudo que vale.


Outros passos no argumento de Dawkins também são problemáticos; mas eu penso que bastante foi dito para mostrar que o argumento dele não faz nada para arruinar uma inferência do design fundada na complexidade do universo, não servindo em nada como uma justificação do ateísmo.

sábado, 2 de novembro de 2013

As Sequóias Poderiam Indicar a Data do Dilúvio?

Dorothy E. Kreiss Robbins

A Ciência Bíblica e antibíblica, reconhece que houve um período de tempo no passado distante, quando a terra era estéril. Quanto tempo atrás e quanto tempo durou, é uma questão de conjecturas... a não ser que aceitemos o registro Bíblico.

Mas, lá na Califórnia, no extremo oeste, temos belos monumentos do passado: as sequóias, monumentos que eram plantinhas quando Noé foi sepultado; arvorezinhas quando a torre da Babilônia foi abandonada; robustas e gigantescas quando Davi matou o seu gigante. E quando a árvore sobre a qual Cristo foi pendurado perdeu a sua vida, ali nas praias e nas encostas das montanhas da Califórnia, aquelas mesmas sequóias "levantavam seus braços folhosos para orar". Elas continuam ali, aquelas sequóias da Califórnia, Sequóia sempervirens e Sequoiadendron giganteum.

A história da vida da sequóia gigante, a mais antiga das sequóias da Califórnia, apresenta algumas questões fascinantes que a ciência até agora não foi capaz de responder. Eis algumas delas:

* Exatamente quantos anos têm de existência ?
* Por que não encontramos espécimes vivos mais antigos do que aproximadamente 3.200 anos ?
* Porque se limitam às montanhas da Califórnia ?

Quando examinamos as obras de eminentes dendrocronologistas, descobrimos que o período de vida da sequóia gigante é de mais de 3.200 anos... com muitas autoridades calculando que sua idade é muito maior.

Richard J. Hartesvelt diz: "Atualmente (1975), 3.200 anos de idade é a estimativa mais antiga. A estimativa foi feita por A. E. Douglass, o conhecido dendrocronologista, antes de 1.920. Alguns defendem dados muito mais antigos para a idade, e autores recentes reivindicam que um espécime teria 6.000 anos".¹

Em um parágrafo anterior ele havia dito: "Schmeckbier ( 1.912 ) declara que as sequóias nunca falharam em acrescentar um anel anual, uma declaração mais tarde refutada por Gillette ( 1.930 ) que encontrou falhas de anéis em grandes espécimes. Não obstante, a determinação da idade pela contagem dos aneis continua sendo mais exata do que qualquer outro método conhecido para a sequóia gigante".2

Além de um antigo pinheiro cone-de-cerda, podemos dizer que a sequóia gigante, encontrada apenas na Sierra Nevada da Califórnia, É UMA DAS COISAS MAIS ANTIGAS DA TERRA!

A longevidade da sequóia gigante se atribui a diversos fatores; é muito resistente aos insetos, a enfermidades e ao fogo. E. F. Clements disse, num panfleto intitulado "Sequóias da Califórnia", o seguinte: "...cicatrizes evidenciam incêndios antigos da floresta, mas as árvores chegaram à maturidade ".3

Sua resistência ao fogo se deve a diversos fatores: a casca é "maciça e espessa, mais do que em qualquer árvore da terra, de 24 a 31 polegadas de espessura", (4) um pobre condutor de calor, como o asbesto, e contém pouca quantidade de resina. A madeira também é de uma qualidade macia e esponjosa que absorve água facilmente "As árvores", disse Asa Grau, em seu famoso ensaio sobre Longevidade das Árvores, "sobrevivem muito a todas as coisas vivas. Elas nunca morrem de velhice, mas apenas de ferimentos ou enfermidades, ou resumindo de acidentes. Se não forem destruídas por acidente, isto é, por causas extrínsecas, não morrem finalmente como nós, de idade avançada. Comumente se pensa que elas ficam totalmente expostas ao destino inevitável de todas as coisas... Mas árvore é um conglomerado de muitos indivíduos unidos em um tronco comum e porque esse conglomerado, a árvore, não duraria indefinidamente?" 5

Se não houver nada "extrínseco" que possa destruir as árvores e, se sequóia gigante é extremamente a insetos, enfermidades e fogo, porque não existem sequóias gigantes mais velhas que 3.200 anos (usando uma idade mais autentica e conservadora)?

Sabemos, através dos fósseis, que elas existiram muito antes disso... durante o período quando os animais "pré-históricos" viveram. "A picareta do caçador de fósseis desenterrou remanescentes de folhas de fósseis de sequóia e seus cones em camadas triássicas. Esse período representa o despertar da vida dos répteis... Por isso a sequóia, como espécie pode ser considerada fabulosamente antiga". 6

O que poderia ter acontecido a 3.200 anos atrás que pudesse ser responsabilizado pela descontinuidade da sequóia gigante?

Ouça a versão de um evolucionista: "... poucos dramas da terra que a ciência tem restaurado são mais belos do que a limitação da sequóia exclusivamente as montanhas da Califórnia. O registro das rochas logo depois das grandes Era dos Répteis conta a uma história totalmente diferente. Com espantosa desconexão, toda a rica diversidade de vida dos répteis aparentemente cessou... Um aspecto tão extraordinário deveria exigir uma explicação fora do comum. Causas de natureza cataclísmica violenta são apresentadas como interpretações válidas. Mas a ciência se recusa a tomar conhecimento de calamidades universais e as considera apócrifas porque são demasiadamente anormais." 7

Eis aí. Há milhares de anos passados "...a sequóia era um dos principais enfeites da vegetação da terra durante o período miocênico. Suas florestas deveriam ser a coisa mais impressionante que a terra já conheceu... Sob as larvas do monte Shasta encontramos impressões de suas folhas e cones. É evidência indubitável de que a sequóia já existia na Califórnia naquele período." 8

Então "uma terrível solidão dominava este universo". 9

E, durante algum tempo, as três espécies comuns de sequóias deixaram de crescer tão extensamente como antes. Por que? Será que realmente ocorreu uma "calamidade universal"? Talvez uma compreensão dos hábitos de reprodução e de crescimento da sequóia gigante possa contar-nos algo que lance luz sobre esse mistério.

De acordo com Ellsworth, a gigantesca sequóia só se reproduz através de sementes. Elas estão contidas em cones pequenos do tamanho de um ovo com 30 a 40 escamas lenhosas, compactadamente apertadas, persistentes. Esses cones amadurecem no prazo de dois anos. As sementes, mais de 30 em cada cone, são do tamanho de uma semente de aveia, com uma membrana protetora em forma de disco. Os cones permanecem verdes e fechados até que sequem e, então, abrem-se, e podem permanecer presos a árvore, verdes crescendo por 21 anos. Elas não disseminam as sementes enquanto estão presos a árvore. Mesmo árvores seriamente danificadas continuam produzindo cones. A fim de germinar, a semente precisa ser enterrada em solo mineral úmido, em locais como veios rochosos, encostas íngremes e fissuras, com pouca necessidade de nutrientes. Contudo, precisam de muito sol. A descoberta seguinte é muito pertinente ao nosso estudo: sabe-se de sementes que forma levadas por enchentes. "Talvez o mais conhecido e o mais tradicional arvoredo seja ao longo d bifurcação meridional do Rio Kaweah, abaixo do bosque Garfield. Uma dúzia de sequóias se alinham a margem do rio... A altitude é a mais baixa conhecida no mundo, para um bosque de sequóias gigantes naturalmente semeadas. Uma perfuração indica que essas árvores foram semeadas em meados de 1880, quando uma enchente torrencial também levou imensos troncos de sequóias através da cidade de Visalia cerca de 64 Km a oeste do vale de São Joaquim." 10

O brotinho solta uma raiz de 10 a 13 cm de comprimento que pode penetrar de 25 a 28 cm por ano na terra. "No estágio seguinte, o sistema de raízes se espalha lateralmente e a raiz inicial desaparece". Em árvores adultas, o sistema de raízes pode espalhar-se até 381 metros de distância da árvore, embora o raio médio seja de 102 a 127 cm. "A pouca profundidade das raízes de uma árvore tão grande surpreende quase todos os visitantes do parque. Como essas árvores permanecem em pé sem um sistema de raízes sustentadoras mais profundo?... As árvores, ao que parece, precisariam ser muito bem distribuídas para manter o seu equilíbrio... Mas a quantidade de sustentáculos é surpreendente" .11

O sistema de raízes não é apenas pouco profundo... As raízes chupam umidade como esponjas, segundo John Muir.

Resumindo, descobrimos:
Por algum motivo desconhecido, as sequóias gigantes só podem ser encontradas há 3.200 anos, com espécimes em registros recentes. Mas esta espécie é encontrada abundantemente nos registros fósseis, numa grande extensão de superfície terrestre.

Seu desaparecimento não é provavelmente devido a enfermidades, infestação de insetos ou fogo, uma vez que são muito resistentes a eles. ( Observação: um incêndio suficientemente grande para destruir todas as árvores, também deveria Ter sido suficientemente grande para destruir suas sementes; é o que parece! ). Outra catástrofe que poderia explicar a súbita descontinuidade das árvores e dos dinossauros... e dos pterodátilos... e dos homens... é uma enchente poderosa.

A história da semente de uma sequóia gigante do cone, até a mudinha indica que:
* Os cones poderiam sobreviver ao dilúvio por 21 anos. O dilúvio de Noé durou apenas 371 a 376 dias.
* Enchentes têm sido comprovadamente instrumentais na disseminação de sementes. O dilúvio mundial de Noé finalmente recuou, aproximando-se então às condições de uma enchente local.
* O desenvolvimento das arvorezinhas utiliza aluviões pouco profundos para germinar, soltando uma raiz temporária até desenvolver um sistema de raiz pouco profundo, mas amplo. Isso tornaria o desenvolvimento da árvore adulta mais fácil nas condições após o dilúvio.
* Embora capaz de viver indefinidamente, a idade mais avançada da sequóia gigante é cerca de

4.000 anos, indicado seu reaparecimento na terra cerca de 2.000 anos a.C., exatamente na época em que a maior autoridade histórica, a Bíblia, o coloca.

legenda:
Dilúvio
Sequóia Gigante
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Concluindo parece que a história e os hábitos de desenvolvimento da sequóia gigante se encaixam bem na história do dilúvio, assim:

- Destruiu todas as coisas vivas;
- Descoberta extensa de fósseis anteriores a 2.000 anos a.C.;
- Durou aproximadamente um ano;
- Os cones podem permanecer na árvore por cerca de 21 anos;
- Recuou deixando um aluvião e outras condições para a germinação;
- As sementes precisavam exatamente o tipo de solo que o Dilúvio deixou;
- Houve, sem dúvida, frinchas e encostas de montanhas com depósitos pouco profundos;
- Sequóias crescem principalmente sobre solo com resíduo de granito aluviões, sobre basalto metamorfoseado, sobre solo derivado de rocha xistosa;
- Quando o dilúvio de Noé recuou, talvez semeasse a sequóia exatamente como em 1880;
- A área do Rio Kaweah e ao longo do afluente de Rattlesnake Creek encontramos o que foi espalhado pela enchente;
- Ocorreu cerca de 2.000 anos a.C.
- Começou a crescer há mais ou menos 4.000 anos atrás.
- Será que Deus nos deu na sequóia gigante um cronômetro pelo qual podemos calcular quando ocorreu o Dilúvio ? O que poderíamos descobrir através de uma investigação mais minuciosa na história da sequóia gigante de Sierra Nevada?
- Falando de outra espécie de árvore, nosso Deus disse uma vez: "Acaso não ouviste que já há muito dispus eu estas cousas, já desde os dias remotos o tinha planejado?." (2 Reis 19:25).

Referências:
1. Richard J. Hartesveldt, join author, The Giant Sequoia of the Sierra Nevadas (A Sequóia Gigante de Sierra Nevada), Washington, D.C., 20240, The National Park Service, 1975, p.58. Muitas autoridades acreditam que alguns pinhos cerda-de-porco são pouco mais velhos que as sequóias mais idosas.
2. Ibid.
3. E.F. Clements, Califórnia Redwoods, 85 Bluxome St., San Francisco, Califórnia, A Mike Roberts Color Production, Berkeley, Califórnia, 94710, 1972.
4.Hartesveldt, p.40.

5. Asa Gray, Longevity of Trees, quoted in Rodney Sydes Ellsworth, The Giant Sequoia (Longevidade das Árvores, citado por Rodney Sydes Ellsworth, A Sequóia Gigante), pp.94-95; American Journal of Science (Jornal Americano de Ciência) series, vol.17, 1846-1870, reprint 1857 (pp. 440-443).

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Arqueólogo localiza Arca do Concerto

Quem foi Ron Wyatt?
Ron Wyatt faleceu, infelizmente, em 4 de agosto de 1999 num hospital do Memphis (Estados Unidos) depois de batalhar contra o câncer por vários meses. Esteve rodeado por sua família e amigos durante suas horas finais, e dormiu em Jesus às 5:41 da manhã.

Ron Wyatt era Adventista do Sétimo Dia e ficou famoso por seu descobrimento da Arca de Noé, no sítio do navio encontrado na Região do Monte Ararat da Turquia, a muitos pés acima do nível do mar. Através dos anos, Ron continuou escavando distintos sítios arqueológicos, que atestam que as histórias narradas no Antigo e Novo Testamento da Bíblia são verdadeiras.

Entre seus achados figuram o descobrimento dos restos da Sodoma e Gomorra; o lugar do cruzamento dos israelitas pelo Mar Vermelho durante o êxodo, apoiado com um vídeo que mostra partes de carruagens do exército do Faraó sob o mar, e colunas eretas pelo rei Salomão, 400 anos depois, para comemorar o feito. O verdadeiro Monte Sinai, com a rocha que Moisés partiu para que fluísse a água, quando os israelitas estiveram a ponto de morrer de sede, além de outras 19 referências do monte Sinai, que se nomeiam na Bíblia.

Uma de suas últimas escavações levou Ron Wyatt a descobrir o Arca do Concerto, que está relacionada ao verdadeiro lugar da crucificação de Cristo. Este descobrimento incluía a surpreendente descoberta de sangue seco, que quando foi analisado, resultou ser como nenhum outro sangue encontrado jamais nesta terra... O sangue do próprio Filho de Deus!

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Examinando as últimas descobertas arqueológicas de Ron Wyatt, Covenant Keepers deseja partilhar a mensagem por traz destas descobertas, a Arca de Noé, Sodoma e Gomorra, A Travessia do Mar Vermelho, o Monte Sinai, e em particular, e em particular a descoberta da arca da Aliança e o sangue e a água de Cristo sobre o lugar do propiciatório. Preste atenção na apresentação e leia o livreto que explica a mensagem da descoberta da Arca da Aliança, e como ela se relaciona com a marca da besta.
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A Arca da Aliança
Ao longo da história, a localização do Arca do Concerto tem sido um mistério para a humanidade. Este objeto fabricado sob inspiração divina sem dúvida alguma, já foi o pivô das mais diferentes controvérsias. Até Hollywood lhe conferiu relevância em filmes como Indiana Jones em Busca da Arca Perdida. Especulou-se que o Arca do Pacto está em Etiópia, que esteve em poder dos templarios, etc. Mas não há nada mais longe da realidade. De fato, a Arca NUNCA SAIU DE JERUSALÉM.

A última vez que o Arca é mencionada na Bíblia é em II Crônicas 35:3. O versículo 19 nos diz que ela estava no templo no ano 621 A.C., 35 anos antes da destruição do templo e da cidade de Jerusalém pelo rei Nabucodonosor. Diz que a Arca estava ali naquela época quando o exército Babilônico sitiou a cidade de Jerusalém, e que construíram uma muralha ao redor da mesma, não permitindo que nada nem ninguém saísse dela. Portanto, a Arca do Concerto deve ter permanecido muito provavelmente dentro desta muralha durante o sítio Babilônico, pois não caiu nas mãos do Nabucodonosor nem foi levada a Babilônia.

Em II Reis, a Bíblia faz um inventário minucioso das coisas que saíram dali, incluindo artigos tão pequenos como conchas de sopa, sem nomear um objeto tão relevante e valioso como é a Arca do Concerto.

Ao final da década de 70 e início dos anos 80, do século 20, Ron Wyatt, um arqueólogo norte-americano adventista, conseguiu sob inspiração divina, localizar onde está a Arca do Concerto. Nos parágrafos seguintes, você descobrirá qual é a mensagem que esse impressionante descobrimento tem para o mundo nestes dias finais...

Certo dia, em 1978, Ron decidiu fazer uma visita próxima ao Portão Damascus, em Jerusalém, Andando junto a um conjunto de pedras antigas, para conhecer algumas delas, como a “Ladeira do calvário”, ele estava conversando com uma autoridade local sobre antiguidades Romanas. Sem aviso algum, a mão direita de Ron apontou para um sítio sendo usado como depósito de lixo e ele disse, “Que a caverna de Jeremias e a Arca da Aliança estavam ali”.

Embora essas palavras tenham vindo de sua própria boca e sua própria mão ter apontado, ele não teve consciência das coisas que disse ou fez. O homem que estava em sua companhia, completamente fora de suas características, também reagiu estranhamente. Ele disse, “Isto é maravilhoso! Nós queremos que você faça uma escavação, e daremos a você nossa permissão, você pode arranjar um local para ficar e até fazer sua própria comida!” Ron soube que este evento era sobrenatural, mas ele sabia também que nem todos eventos sobrenaturais provêm de Deus. (Apocalipse 16:14).

Assim que retornou para casa nos Estados Unidos, e começou a pesquisar se a Arca poderia estar ou não naquela área. Ele descobriu que II Crônicas 35:3 é a última referência feita sobre a Arca da Aliança, o verso 19 nos fala que isto era no ano 621 A.C, exatamente 35 anos antes da destruição do templo e a cidade de Jerusalém por Nabucodonosor. O texto diz que a Arca se encontrava no templo neste ano. Quando o exército babilônico cercou Jerusalém, ele construiu uma muralha em volta da cidade, não deixando ninguém nem coisa alguma entrasse ou saísse da cidade.

Então, a Arca da Aliança, muito provavelmente ficou na parte de dentro da muralha erguida pelos babilônicos. Como ela não foi capturada por Nabucodonosor e levada para Babilônia, nós assumimos que ela estava escondida no subterrâneo. Isto combina perfeitamente com a área que Ron havia apontado, ela deveria estar no interior da muralha babilônica, em uma câmara subterrânea. Ron e seus dois filhos várias vezes no sítio, descobriram uma abundância de informações. Eles começaram pela escavação no trecho logo abaixo, defronte da base de uma rocha, a base de uma rocha conhecida por muitos como Gólgota. Em 1800 o General Gordon reconheceu que o sitio marcava a descrição bíblica do Calvário, o sítio da Crucifixão de Cristo. A Bíblia descreve a tumba talhada fora da rocha, em um jardim próximo, ela era a tumba de um homem rico que a doou para Jesus (Mateus 27:57-60). Nas proximidades é justamente essa, e a tumba tinha sido apressadamente ampliada, sugerindo que a pessoa que repousou nela, não era a pessoa designada para ela.

No primeiro encontro eles descobriram um recesso cortado na face da pedra, três cortes de fora semelhantes a estante de livros. O pensamento de Ron era que esses poderiam ser os recessos que sustentaram os sinais que os Romanos colocaram sobre a cruz de Cristo. Em Mateus 27:37, Marcos 15:26 e Lucas 23:38 a Bíblia diz que a sobre-inscrição estava escrito “sobre” Jesus, o qual se ajusta com o que Ron encontrou. No livro de João, a Bíblia diz que, “um título”, foi “colocado na cruz”. A palavra Grega para “na” é “EPI”. EPI pode também ser traduzida como “sobre” ou “acima”.

O tradutor em Mateus, Marcos e Lucas decidiu traduzir EPI como “sobre”, porque ela não teria feito sentido ao dizer que um sinal foi colocado na sua cabeça, mas em João eles traduzirão EPI para significar “na” porque ela faria sentido ao colocar um sinal na cruz. Todavia, eles teriam traduzido EPI a fim de dizer, “um título” era “colocado acima/sobre a cruz”.

Uma outra escavação revelou um altar de pedra sobressaindo da frente da rocha semelhante a uma prateleira. Ron sentiu que possivelmente estas eram ruínas de um altar cristão, sugerindo que os primeiros cristãos sabiam que este era foi um lugar importante. A fundação para uma construção do primeiro século foi também descoberta, na qual acreditou ser uma igreja, novamente adicionando maior significado ao sítio.

Por último, Ron descobriu a evidência segura que o convenceu de que este era o sitio da crucifixão. Quatro cruzes talhadas e cortadas da rocha, uma numa posição mais alta que as restantes, sobre uma plataforma separada das demais. As outras três estavam em um nível mais abaixo e mais à frente. A cruz talhada superior teria sustentado o criminoso “especial”, e nós sabemos pela descrição bíblica que as duas cruzes talhadas colocadas de um lado e a outra do outro, sustentaram os dois ladrões quando Cristo foi crucificado. Neste caso, somente três das quatro cruzes talhadas foram usadas.

Usando um penetrante radar subterrâneo Ron detectou uma grande pedra redonda, quatro metros de diâmetro e sessenta centímetros de largura. Ele tentou descobri-la, mas ela foi enterrada aproximadamente nove metros abaixo do solo. Ele considerou a forte possibilidade dela ser uma enorme lápide. Ela seria a lápide que foi colocada próxima à tumba? Ron voltou-se para a pedra no jardim a fim de ver se ela se adaptava. Ele mediu a largura do canal que guardava a lápide, e qual teria sido o diâmetro dela. Incrivelmente, o canal que foi designado para guardar a pedra tinha uma largura de sessenta centímetros! E o diâmetro teria também se ajustado à pedra que ele encontrou – quatro metros! A Bíblia diz que, “uma grande pedra” foi rolada em frente da tumba de Jesus.

A atenção de Ron foi atraída para a cruz talhada a qual era maior que as outras. Se este era o sitio da Crucifixão de Jesus, então esta seria indubitavelmente sua cruz talhada. Uma pedra quadrada cortada tinha sido colocada na cruz talhada usada como um plug. Ela tinha aberturas para deslizar os dedos em cada lado, e quando Ron a removeu, ele observou uma grande fenda na pedreira, estendendo-se da cruz talhada. Pareceu para Ron uma fenda provocada provavelmente por um terremoto, e a Bíblia diz, em Mateus 27:51, “e a terra tremeu, e as rochas fenderam-se”.

Um dia, durante a escavação, Ron estava se sentindo muito desencorajado, com se Deus não desejasse utilizá-lo mais. Ele imaginou que devia ter feito algo errado e que Deus decidiu excluí-lo de seu trabalho. Enquanto estava sentado no sítio e contemplava as circunstâncias, ele ouviu uma voz que disse, “Deus abençoou o que você está fazendo aqui Ron Wyatt”.

Mais que atemorizado, Ron voltou-se para olhar o homem. Ele estava surpreso e perguntou a si mesmo como alguém sabia seu nome, e além do mais, Ron jamais tinha falado a alguém o que ele estava fazendo ali. Ron respondeu, “Obrigado, você é daqui de perto? E o estranho simplesmente respondeu, “Não”. Tentando iniciar uma conversa, Ron disse, “Você é um turista?” e outra vez o estranho respondeu, “Não”. Mas desta vez continuou a dizer, “Eu vim da África do Sul e estou de caminho para a Nova Jerusalém”. Ron ficou chocado, sabendo que a Nova Jerusalém é uma cidade mencionada na Bíblia como estando no céu.

Depois que o homem saiu, Ron perguntou a outros no jardim se eles já tinham visto aquele homem. Surpreendentemente, todos eles responderam, “Não”. Porém, existia apenas um caminho para entrar e sair desta área, pela qual o homem teria que ter saído. Isto foi um grande encorajamento para Ron no momento em que ele mais necessitava, quando sentia que Deus estava agora abençoando seu trabalho. Logo, tornou-se perigoso demais continuar a escavar debaixo da face da rocha. Portanto, Ron teve que cavar abaixo em vários ângulos.

Em pouco tempo ele se encontrou dentro de um sistema de cavernas. Ele trabalhou com um homem árabe de pequena estatura que rastejava através dos túneis, os quais eram também muito pequenos para Ron entrar facilmente. As condições eram desanimadoras, com muita poeira e pouco oxigênio. Às vezes Ron teve que se espremer através de cavernas ainda menores. Certo dia, ele pediu ao homem para cavar através de uma minúscula entrada para a caverna, como sempre fazia. Quando ele acabou de cavar, ele saiu depressa com terror em seus olhos, gritando, “O que é que tem ali! O que é que tem ali!” O Homem saiu apressadamente do sistema de cavernas e recusou-se por retornar para lá outra vez.

Excitado, Ron aumentou a entrada para esta câmara e rastejou para dentro. Ele encontrou-se esgueirando-se entre as rochas que estavam amontoadas quase até o teto. Ficando cada vez mais cansado. Ron começou a tirar as pedras para os lados a fim de revelar o que estava escondido. Ele descobriu algumas placas de madeira podres, as quais, quando ele as removeu, surgiram peles de animais. Alguma coisa brilhante estava sob as peles de animais. Movendo-as para o lado, Ron descobriu a mesa dos pães da preposição, do primeiro templo.

Continuando a retirar mais pedras e madeiras, ele então encontrou uma urna de pedra. A tampa havia rachado e tinha sido movida para o lado. Ron dirigiu a luz de usa lanterna através da rachadura e viu uma arca de ouro batido. Ele sabia que estava olhando para a Arca da Aliança.
Cheio de emoção e sofrendo de pneumonia ficou inconsciente durante 45 minutos naquela caverna. Isto foi no dia 6 de janeiro de 1982, quando Ron fez esta incrível descoberta. Ele tentou tirar fotografias com uma Polaroid, mas as fotos saíram embaçadas. Ele retornou com um colonoscópio, mas novamente as fotos saíram embaçadas.

Ainda naquela caverna, Ron encontrou o candelabro com sete braços, uma espada gigante (sem nenhuma inscrição, mas possivelmente era de Golias), um efod, o tabernáculo do deserto, o altar de incenso entre outras coisas. Ron retornou para a caverna numa ocasião posterior, desde que ele visitou a primeira caverna ela foi completamente arrumada. Rom contou (embora estivesse estressado ele não ouvia vozes, e não era um profeta) que ainda não era o momento para o mundo ver esta descoberta com os seus próprios olhos.

O tempo está vindo quando os habitantes do mundo terão uma lei religiosa universal e obrigatória sobre eles. Esta lei forçará o homem a quebrar a lei de Deus, sob pena de perder seus direitos (sendo impossibilitado de comprar ou vender, Apoc. 13:17). Algum tempo depois que esta lei for aprovada, Deus permitirá que as tábuas de pedra (os dez mandamentos) e um bom e claro vídeo da Arca da Aliança seja mostrado publicamente. “Já é tempo, Senhor, para intervires, pois a tua lei está sendo violada”. Sal. 119:126).

Enquanto esteve na câmara, Ron observou uma substância negra e seca numa fenda localizada no teto, sobre a Arca da Aliança. Ele observou que esta substância negra estava, além disso, sobre a tampa da pedra rachada da urna. Obviamente, esta substância tinha pingado da rachadura do teto, e a disposição tinha sido feita para ela cair sobre a Arca da Aliança, como a tampa da pedra tinha sido rachada e movida para o lado. Ron, perguntou-se se a substância poderia ser sagrada, e que Deus fez provisões para ela cair sobre o propiciatório da Arca da Aliança. Ele recordou-se do terremoto que provocou uma fenda ao pé da cruz talhada, e a repentina e terrível obra como a que aconteceu, veio sobre ele.

Ron seguiu a fenda que o terremoto causou, e precisamente ela era a mesma fenda como sob uma das cruzes talhadas. A substância negra na rachadura foi testada e provada como sendo sangue, aparentemente o sangue de Jesus Cristo. A Bíblia diz que quando Jesus morreu ocorreu um terremoto e as rochas fenderam-se (Mateus 27:51). Um soldado romano perfurou Cristo com uma lança em seu lado para ter a certeza que ele já havia morrido, logo em seguida verteu sangue e água do corpo de Cristo (João 19:34). Ron descobriu que este mesmo sangue e água foram derramados abaixo através da fenda provocada pelo terremoto e desceu até cair sobre o Propiciatório da Arca da Aliança.

As células humanas normalmente têm 46 cromossomos. Estes são atualmente 23 pares de cromossomos iguais. Em cada par de cromossomos, um dos pares é da mãe e o outro membro pertence ao pai. Então, 23 cromossomos vem da mãe e 23 do pai. Em cada grupo de 23, 22 cromossomos são auto-suficientes e um é o determinador do sexo. O determinador do sexo um são os Cromossomos X e o Cromossomo Y. Femininos são XX, portanto, eles só podem contribuir com um cromossomo X para a descendência deles, enquanto que masculinos são XY, os quais eles permitem contribuir com um X ou um Y. Se eles contribuem com um X, a criança é feminina, enquanto que, se eles contribui com Y, a criança é masculino. O mais fascinante encontrado neste sangue foi que, em vez de 46 cromossomos, existiam somente 24. Existiram 22 cromossomos auto-suficientes, um Cromossomo X e um cromossomo Y. Esta evidência mostra que a pessoa a quem pertenceu este sangue teve uma mãe, mas não um pai humano, porque a contribuição normal de cromossomos paternos estava ausente. I João 5:18: “E três são os que dão testemunho na terra, o Espírito, a água, e o sangue: E estes três estão de pleno acordo”.

Se nós recebemos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior: por este motivo é o testemunho de Deus o qual ele testificou de seu Filho”. O que Daniel 9:24 significa, quando ele diz, “Para ungir o Santíssimo”? O restante do verso refere-se aos eventos que ocorreram na cruz. Isto também, aconteceu portanto, na crucifixão de Jesus? A palavra Hebraica para Santíssimo é, “qodesh haq-qodeschim”. Ela é usada várias vezes no Velho testamento e sempre se refere ao lugar mais sagrado, ou utensílios no lugar Santíssimo, ou seja a Arca da Aliança. Esta pode ser uma profecia que Cristo, sobre a cruz, iria ungir a Arca da Aliança, com o seu sangue.

Fonte: www.covenantkeepers.co.uk.

(Tradução: Marcelo Gomes. Edição: Robson Ramos.)