quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Contestação cética ao artigo: "Os métodos radiométricos de datação"

Segue abaixo a contestação cética ao artigo deste link: 

ATEU: Olha, se a sua pseudociência e conclusões são tão sólidas como vc quer nos fazer crer, ao invés de publicar no facebook, deveria publicar em revistas científicas...

·         Descontradizendo Contradições bíblicas Bom, então vc deveria reler os pontos: 1 – Keith e Anderson publicaram um artigo na revista Science, em 1963, onde revelaram o fato de que conchas de moluscos vivos haviam sido datadas pelo método C-14, que forneceu o resultado absurdo de 2.300 anos. Todos sabemos que esses animais têm vida fugaz. 

2 – Dort, em 1971, publicou um artigo no Antartic Journal of the U.S., onde revelou que focas mortas recentemente haviam sido datadas pelo C-14 como tendo 1.3000 anos e outras mumificadas há mais de 30 anos, foram datadas com 4.600 anos.

3 – Hubber, em 1958, publicou um artigo na revista The Physiology of Forest Trees, no qual ele relata que madeira nova, extraída de árvores em crescimento, foram datadas pelo método C-14, apresentado o resultado absurdo de 10.000 anos.

4 – Funkhouser e Naughton, em artigo publicado no Journal of Geophysical research, documentaram o fato de que lava vulcânica, provavelmente de erupção ocorrida no Havaí em 1800, testada pelo K/Ar, apresentou a idade de 160 milhões até 2.960 milhões de anos, uma faixa absurdamente grande que, sem dúvida alguma, deixa em aberto a idade do material datado.

5 – Só quem ler os Proceedings of the Second, Third and Fourth Lunar Conferences, se dará conta do fato de que as rochas lunares trazidas pelo projeto Apolo foram datadas pelos métodos U/PB, aglutinação e K/Ar, apresentando idades que variara, desde 2 milhões a 28 bilhões de anos, outra faixa absurdamente grande. O mais interessante, entretanto, é que apenas os resultados teorias sobre a origem da lua foram divulgadas pela imprensa mundial.

6 – Oversby publicou, em 1972, um artigo no periódico Geochimica ET Cosmochimica Acta, onde ele afirma que uma série de rochas foram datadas pelo método K/Ar, que forneceu idades variando de 100 mil a 2 milhões de anos. Datadas, porém, pelo método U-238/PB-206 e pelo PB-207/PB-206, este último um método que relaciona quantidades de chumbo provenientes de origens distintas, suas idades variaram de 2,2 a 4,4 bilhões de anos.

·         Descontradizendo Contradições bíblicas principalmente a parte que diz: "artigo na revista Science", "Antartic Journal of the U.S.", "revista The Physiology of Forest Trees", etc...

ATEU: Ah, eu li sim. E vc tem que compreender que esses artigos foram lidos por toda uma comunidade acadêmica que discute e debate seus resultados para aperfeiçoar os métodos de datação, inclusive com o uso de aceleradores de partículas como o que há no Instituto de Física da USP. Os cientístas sabem que o método não é perfeito, mas que é válido como ferramenta de análise, e discutem para descobrir porque há discrepâncias em alguns resultados. Em alguns casos foram descobertos contaminantes nas amostras, em outros foi erro humano. Mas até agora as explicações são razoáveis. E o método continua sendo aceito e aperfeiçoado porque seus resultados são comprováveis e reproduzíveis pelo método científico. A ciência lida bem com suas contradições.

ATEU 2: Me parece mais é que é válido como ferramenta de análise por não ter alternativa melhor, se tivesse penso que já teria sido implantada certo? Afinal a ciência tem de tentar provar tudo, não podem simplesmente aceitar o criacionismo

·         Descontradizendo Contradições bíblicas  sua resposta saiu pela tangente. Vc alegou que elas deveriam ser publicadas em revistas, e elas foram. Logo argumento refutado de pseudo-ciência. O mais releia: 1 – A rocha a ser datada deve conter, em sua composição, pelo menos um desses elementos radioativos e seu respectivo produto do decaimento. Em laboratório especialmente equipados, pode-se não só detectar a presença de cada um desses elementos, como também determinar, com boa precisão, seus percentuais. 

2 – Deve-se ter evidências de que não havia qualquer quantidade de chumbo por ocasião da formação da rocha a ser datada, ou então se conhecer a sua posição inicial em relação a esse elemento. Como isto é totalmente impossível cientistas costumam lançar mão de hipóteses a respeito dos percentuais iniciais. Dependendo, porém, das condições iniciais admitidas, a conclusão a respeito da idade da rocha em questão pode variar, desde muito recente até excessivamente velha.

3 – Deve-se ter certeza de que nem chumbo nem urânio (ou tório) foram acrescidos ao sistema, ou dele retirados, desde a época de sua formação. Sabe-se, porém, que com o calor, tanto o urânio quanto o chumbo podem se esvair das formações rochosas em que se encontram, sobretudo se forem rochas sedimentares. O urânio se esvai também com a água, por processo de lixiviação, à medida que esta se infiltra e penetra no solo, mas o chumbo é praticamente preservado, por ser menos solúvel na água.

·         Descontradizendo Contradições bíblicas melhor, releia todo o texto que vc não entendeu nada.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Os métodos radiométricos de datação

"A radioatividade foi descoberta em 1896, por Henri Becquerel, um ano após a descoberta dos raios X, por Rontgen. Trabalhando com várias substâncias, entre as quais o sulfato potássico de urânio, Becquerel observou que, deixando-se um pouco dessa substância, envolta em papel, próxima a uma chapa fotográfica, esta ficava velada, sinal de que havia uma radiação penetrante emanando naturalmente daquele material, capaz de atravessar corpos opacos à luz comum.
Pierre e Marie Curie estudaram o fenômeno descoberto por Becquerel, fazendo experiências com diversos compostos de urânio e chegando à conclusão de que todos eles eram emissores de radiação, tanto maior quanto maior o percentual de urânio. Descobriram, também, que os compostos de tório apresentavam a mesma atividade. Foi Marie Curie que cunhou o termo radioatividade, em 1898, ao perceber que essa propriedade era característica dos compostos do elemento rádio, e as substâncias capazes de emitir tais radiações ficaram conhecidas como radioativas.

Foi Lord Ernest Rutherford, entretanto, que estudou mais detalhadamente o poder de penetração dessas radiações, e concluiu que as emitidas pelo urânio eram de dois tipos distintos, que ele denominou de raios alfa e beta. Mais tarde, em 1900, Villard descobriu uma terceira espécie de radiação, de grande poder de penetração, que ele denominou de raios gama.

Materiais radioativos têm sido extensivamente utilizados pelo homem para os mais variados fins, desde a indústria bélica, com a produção de bombas atômicas, até outros notadamente pacíficos, como o são muitas de suas aplicações na ciência, na medicina e na indústria. Raios gama, por exemplo, são capazes de penetrar profundamente o corpo humano, destruindo células indesejáveis que tenham, porventura, nele se desenvolvido. Infelizmente, porém, tais raios destroem também as células saudáveis, de modo que este tipo de tratamento, comumente indicado nos casos de câncer, leucemia e artritismo, demanda muito cuidado.

A radioatividade como instrumento de datação
Entre as muitas aplicações da radioatividade, destacamos uma de particular interesse para este estudo: a da utilização de substâncias radioativas como instrumento de datação. Ao abordarmos esta questão, não devemos perder de vista o fato de que estamos pretendendo, com recursos do presente, penetrar em conhecimentos que dizem respeito ao passado. É conveniente, pois, lembrar que o passado pertence à história e não à ciência, e que os métodos da ciência restringem-se a tudo que pode ser observado, analisado, repetido em laboratório sob circunstâncias especiais e investigado minuciosamente. A força dessas considerações se mostrará bastante visível à medida que analisarmos, detidamente, o funcionamento dos métodos radiométricos de datação.

Para se datar uma rocha, por exemplo, é necessário que esta contenha alguma substância radioativa em sua composição, e. g., o urânio que, ao perder sua radioatividade, transforma-se em chumbo, passando por uma longa cadeira de outros elementos.

Torna-se patente, portanto, o fato de que tais métodos dizem respeito a propriedades particulares das amostras analisadas. Para a datação de sistema mais abrangentes, como o planeta em que vivemos, por exemplo, uma extensão desse raciocínio tem sido utilizada. Observe o que diz a Encyclopaedia Britannica em seu artigo “Dating, Relative and Absolute”:

“A idade da Terra é um ponto singular na escala absoluta do tempo geológico, mais um tão importante filosoficamente, a ponto de merecer consideração especial. Primeiro, é possível estabelecer limites superiores e inferiores para a idade da Terra. O menor valor é, obviamente, a idade da mais velha rocha sobre a terra, cerca de 3,5 bilhões de anos. Para o valor máximo, um enfoque mais teórico é considerado, baseado na crença de que na época da síntese dos elementos, anterior à existência da Terra como um planeta discreto, os dois isótopos do urânio eram, aproximadamente, iguais em abundância.
Como o urânio-235 decai mais rapidamente do que o urânio-238, a razão é, agora 1 para 137,7, ao invés do original um-para-um. Cálculos mostram que 6 bilhões de anos são necessários para essa mudança. Assim, a idade da Terra se situa entre 3,5 bilhões e 6 bilhões de anos”.

Em seguida, após alguns comentários adicionais, o articulista conclui afirmando que a idade da Terra é cerca de 4,5 bilhões de anos. O princípio do funcionamento dos “relógios” radioativos depende, fundamentalmente, da determinação da quantidade de material radioativo existente na amostra a ser datada, e do percentual do produto do seu decaimento. Por exemplo, se a amostra contém urânio, precisamos determinar quais os percentuais de urânio e de chumbo (que é o produto do decaimento do urânio) contidos na amostra. A seguir, é preciso conhecer a velocidade com que a substância radioativa em questão está perdendo a sua radioatividade. No caso do urânio, por exemplo, é preciso conhecer a velocidade se transforma em chumbo. Esta informação é denominada a meia-vida das substâncias radioativas e significa o tempo gasto para que, dada uma porção de substancia radioativa, metade dessa massa perca sua radioatividade. Exemplificando, no caso do urânio, sua meia-vida é o tempo que leva para, dada uma certa porção de urânio, digamos 10g, a metade (5 g) se transformar em chumbo.

Observe como os físicos Newton e Robinson descrevem o funcionamento dos métodos radiométricos de datação: “Uma vez que a taxa de decaimento é acuradamente conhecida, o tempo decorrido desde que o processo começou pode ser calculado. Para determinar a idade dos minerais, rochas (e.g., da lua), meteoros etc., isótopos com meias-vidas maiores do que centenas de milhões de anos são utilizados. Exemplo são o urânio-235, o tório-232 e o potássio-40. Para datar materiais associados à história do homem (e.g., os manuscritos do mar Morto), meias-vidas bem mais curtas são utilizadas, notavelmente o carbono-14, cuja meia-vida é de 5.730 anos, e o ³H, cuja meia-vida é 12,16 anos”.

Vemos, portanto , que a utilização da radioatividade como instrumento de datação exige que se saiba, a priori, se o objeto a ser datado é muito velho ou não. No caso da Terra, por exemplo, decidiu-se que ela era muito velha com base, unicamente, na filosofia uniformitarista de James Hutton.

Entretanto, se fossem estes os únicos fatores envolvidos, até que se poderia conferir uma certa credibilidade aos métodos radiométricos de datação. Conhecidos os dados referentes à presença do material radioativo e do produto do seu decaimento no objeto a ser datado e a velocidade com que esta substância perde sua radioatividade, o cálculo da idade se tornaria mera questão de aritmética. Os únicos erros a serem computados seriam os normalmente impostos pelos processos de medição, na leitura dos equipamentos, mas isto poderia ser contornado com a determinação de uma margem de erro., em geral pequena quando comparada com o resultado obtido.

Mostraremos, entretando, que raciocinar deste modo é buscar uma solução demasiadamente simplista para o problema; que tais métodos sofrem do mesmo mal: o de não levar em consideração fatores que, se trazidos ao panorama dos acontecimentos, certamente alterariam por completo as chances de se obter qualquer estimativa para as idades em questão.

O método Urânio/chumbo
Este, na verdade, é uma coleção de métodos de datação, baseados no decaimento do urânio e do tório. Como a meia-vida desses elementos é muito grande, da ordem de bilhões de anos, tais métodos se prestam somente à determinação de idades também muito grandes.

O urânio-235, cuja meia-vida é 4,5 bilhões de anos, ao perder sua radioatividade, transforma-se em chumbo-206; o urânio-235 (meia-vida 0,7 bilhão de anos) transforma-se em chumbo-207; e o tório-232 (meia-vida 14,1 bilhões de anos) dá origem ao chumbo-208. Estas transformações, entretanto, se dão através de longas cadeias de decaimentos, em que o hélio é também um dos subprodutos. Mais precisamente, formam-se, por unidade de átomo que se desintegra, 8 átomos de hélio no primeiro caso, 7 no seguinte e 7 no último.

Entretanto, para que se possa determinar corretamente a idade de uma rocha, através desse método, é imprescindível que as seguintes condições se verifiquem:

1 – A rocha a ser datada deve conter, em sua composição, pelo menos um desses elementos radioativos e seu respectivo produto do decaimento. Em laboratório especialmente equipados, pode-se não só detectar a presença de cada um desses elementos, como também determinar, com boa precisão, seus percentuais.

2 – Deve-se ter evidências de que não havia qualquer quantidade de chumbo por ocasião da formação da rocha a ser datada, ou então se conhecer a sua posição inicial em relação a esse elemento. Como isto é totalmente impossível cientistas costumam lançar mão de hipóteses a respeito dos percentuais iniciais. Dependendo, porém, das condições iniciais admitidas, a conclusão a respeito da idade da rocha em questão pode variar, desde muito recente até excessivamente velha.

3 – Deve-se ter certeza de que nem chumbo nem urânio (ou tório) foram acrescidos ao sistema, ou dele retirados, desde a época de sua formação. Sabe-se, porém, que com o calor, tanto o urânio quanto o chumbo podem se esvair das formações rochosas em que se encontram, sobretudo se forem rochas sedimentares. O urânio se esvai também com a água, por processo de lixiviação, à medida que esta se infiltra e penetra no solo, mas o chumbo é praticamente preservado, por ser menos solúvel na água.

Bastaria, portanto, no passado, um vulcão ter entrado em erupção nas proximidades do local em que se encontrava a rocha cuja idade está agora sendo pesquisada, e o calor produzido na região poderia ter sido tão forte, a ponto de permitir que grande parte do urânio e do chumbo ali contidos se esvaísse para regiões mais profundas. Nossa amostra poderia, é óbvio, durante tal evento, ter recebido mais urânio e mais chumbo de rochas situadas acima dela. Tais alterações, é claro, ter-se-íam dado fora de qualquer controle e os percentuais finais de urânio e de chumbo, após cada um desses eventos, certamente não teria nada mais a ver com os iniciais.

Alagações, chuvas excessivas, ou mesmo o efeito continuado das redes pluviais através dos tempos certamente permitiriam constantes alterações na quantidade de urânio presente na amostra. Assim, é muito remota, se não impossível, a chance de que as proporções hoje detectadas no laboratório tenham qualquer relação com as iniciais; nem é possível afirmar que elas se refiram a um tempo específico posterior ao de sua formatação, o que nos impede, em caráter definitivo, até mesmo de proceder a uma estimativa da idade da amostra.

4 – Faz-se ainda necessário que se conheça a taxa de decaimento do urânio (ou do tório, no caso de ser esta a substância presente na amostra) ou, se esta sofreu alterações através dos tempos, a média das taxas durante o período de tempo considerado. Entretanto, como o estudo da radioatividade é bastante recente, e a meia-vida do urânio bastante grande, da ordem de bilhões de anos, podemos afirmar que só conhecemos a sua taxa atual de desintegração. Neste ponto, então, evolucionistas colocam mais uma vez em força o uniformitarismo de Hutton, ao supor que esta taxa sempre permaneceu constante através dos tempos. Esta afirmação, porém, não é sequer razoável, nem pode ser cientificamente demonstrada correta. Muito pelo contrário, há evidências significativas de que tais taxas variaram no passado. Observe o seguinte depoimento:
“Estudos cuidadosos sobre o raio dos halos e sobre a lei Geiger-Nuttal têm mostrado que pouca ou nenhuma justificativa é encontrada para os usais argumentos a favor da estabilidade da constante de decaimento ao longo do tempo geológico, a partir de dados fornecidos pelos halos pelocróicos”.

A verdade é que o decaimento de uma substância radioativa é um processo de natureza estatística e, como tal, pode variar sempre que variem os fatores que para ele concorrem. É certo que tais processos são controlados pela estrutura atômica dessas substâncias, o que os torna menos suscetíveis a variações, mais isto não significa que suas taxas sejam inalteráveis.
Evolucionistas, porém, porque não lhes interessa, não levam esse fato em consideração, utilizando a taxa atual do decaimento do urânio quando, de modo claro e inquestionável, para o cálculo de tais idades, as fórmulas matemáticas exigem a média das taxas ao longo do tempo considerado.

Como pudemos observar, utilizar o método urânio-chumbo, ou qualquer outro método radiométrico de meia-vida muito grande, é sustentar a hipótese absurda de que a rocha ser datada tenha estado na natureza, supostamente durante bilhões de anos,. Como se tivesse estado no interior de uma redoma de vidro, num laboratório, com apenas a transformação urânio-chumbo se processando.

Mas há, ainda, como se não bastasse tudo o que já dissemos para mostrar que tais métodos não resistem a uma análise mais detalhada de suas bases, outro fator muito importante a se considerado: a substância radioativa escolhida como instrumento de datação deve ter meia-vida compatível com a idade a ser medida. Isto significa que não podemos utilizar substâncias cujas meias-vidas são muito grandes, para medir idades muito grandes, para medir idades muito pequenas, e vice-versa. Surge, então uma pergunta: Por que foi escolhido o método urânio-chumbo para datar a Terra?

Como já dissemos anteriormente, a partir dos trabalhos de Charles Lyell (1830), cientistas começaram a cogitar se as formações rochosas não seriam, afinal, o resultado de muitos anos de desposição de sentimentos. Aos poucos, a opinião pública foi mudando e a idade da terra foi crescendo: dezenas de milhares, centenas de milhares, depois milhões e, então, passou-se a suspeitar de bilhões de anos. Eis o porque o método urânio-chumbo foi escolhido: ele se compatibilizava com essas idéias.

É ridículo, e até mesmo difícil de admitir, mais nada teve de científica a decisão de se fazer uso deste método para datar as rochas. O uniformitarismo, uma filosofia cujo grau de veracidade de suas afirmações jamais poderá ser testado, foi o verdadeiro responsável. O método urânio-chumbo de datação foi escolhido sob o pressuposto de que a Terra era muito velha, com o objetivo de dar força a esta idéia.

O método do carbono-14 (C-14)
Este método foi desenvolvido por Libby, na década de 40 e é, supostamente, muito útil para o paleontólogo e para o arqueólogo. Teoricamente, pode ser aplicado diretamente sobre os fósseis, enquanto os demais métodos os datam indiretamente, através das rochas em que eles são encontrados.

O C-14 se forma do seguinte modo: raios cósmicos bombardeiam, diariamente, as partes altas da atmosfera, dando origem a nêutrons que se movem rapidamente e colidem com átomos de hidrogênio, formando o carbono-14, uma substância radioativa cuja meia-vida é de 5.730 anos.
A seguir, o C-14 se combina o oxigênio para formar o dióxido de carbono, que é absorvido pelos vegetais. Desse modo, os vegetais se tornam radioativos e, em conseqüência, todos os demais seres vivos.

Como os seres vivos assimilam C-12 (carbono não radioativo) e C-14 na proporção constante encontrada na atmosfera, todos os tecidos vivos em equilíbrio com a atmosfera conterão C-12 e C-12 nessa mesma proporção. Quando um organismo morre, cessa por completo a assimilação de carbono, de modo que a quantidade de C-14, nesse momento, começa a se reduzir por desintegração.

O C-14 é, então, utilizado como instrumento de datação do seguinte modo: encontrado, por exemplo, um pedaço de osso que se deseje datar, determina-se seu percentual de C-14 dos organismos hoje vivos, e procede-se ao cálculo da idade com base em sua meia-vida.
É óbvio, então, que este método depende dos organismos do passado terem assimilado C-14 na mesma proporção que os do presente hoje o assimilam. Há, entretanto, boas indicações de que esta hipótese seja falsa. A taxa atual de desintegração do C-14 por instante de tempo e de 1,63 des/s/cm². Esta. Porém, já foi menor e pode, ainda, elevar-se até a taxa de equilíbrio de 2,5 des/s/cm², quando então, a taxa de produção de C-14 por instante de tempo será igual à taxa de desintegração na mesma fração de tempo.

Permita-nos explicar melhor este ponto: O carbono-14 se forma nas partes altas da atmosfera. Sua área de formação é, portanto, bastante grande e, em conseqüência, forma-se, por instante de tempo, uma quantidade muito grande de C-14. Este, porém, se desintegra a uma velocidade pequena, cerca de 5.730 anos para se desintegrar a metade de uma dada massa. Entretanto, quanto mais se forma C-14, mais ele se acumula na atmosfera, o que aumenta a quantidade que se desintegra por instante de tempo, tendo como limite o momento em que essas duas taxas se igualam. Entretanto, como pudemos observar, este equilíbrio ainda não foi atingido, o que significa que os organismos vivos do passado estiveram expostos a uma taxa de concentração de C-14 menor do que a atual.

Desse modo, quando encontramos um pedaço de osso e verificamos que ele contém um percentual equivalente a, digamos, 50% do que hoje absorvem os organismos vivos, isto não significa que já se transcorreu uma meia-vida, isto é, 5.730 anos, mas temos que considerar que, no passado, esses organismos absorviam menos carbono-14, o que traz a idade procurada para mais perto de nós.

Vemos, pois, que o método baseado na absorção de C-14 pelos seres vivos e sua continua desintegração conta com as mesmas objeções comuns a todos os outros métodos radiométricos de datação, o que compromete, de modo inequívoco, a sua credibilidade.

Disparidades apresentadas pelos métodos.
Vale a pena observar que as objeções apresentadas aos métodos U/PB e C-14 são válidas para todos os demais métodos radiométricos de datação, pois todos eles padece dos mesmos problemas. Assim, com todas essas hipóteses pouco ou nada prováveis, não é surpresa que tais métodos apresentem tantos resultados absurdos e impossíveis, quando postos em prática. Causa-nos estranheza, porém, o modo como evolucionistas descartam essas aberrações tão comuns, utilizando apenas os resultados que lhes convém. Apresentamos, a seguir, alguns resultados absurdos produzidos por esses métodos:

1 – Keith e Anderson publicaram um artigo na revista Science, em 1963, onde revelaram o fato de que conchas de moluscos vivos haviam sido datadas pelo método C-14, que forneceu o resultado absurdo de 2.300 anos. Todos sabemos que esses animais têm vida fugaz.

2 – Dort, em 1971, publicou um artigo no Antartic Journal of the U.S., onde revelou que focas mortas recentemente haviam sido datadas pelo C-14 como tendo 1.3000 anos e outras mumificadas há mais de 30 anos, foram datadas com 4.600 anos.

3 – Hubber, em 1958, publicou um artigo na revista The Physiology of Forest Trees, no qual ele relata que madeira nova, extraída de árvores em crescimento, foram datadas pelo método C-14, apresentado o resultado absurdo de 10.000 anos.

4 – Funkhouser e Naughton, em artigo publicado no Journal of Geophysical research, documentaram o fato de que lava vulcânica, provavelmente de erupção ocorrida no Havaí em 1800, testada pelo K/Ar, apresentou a idade de 160 milhões até 2.960 milhões de anos, uma faixa absurdamente grande que, sem dúvida alguma, deixa em aberto a idade do material datado.

5 – Só quem ler os Proceedings of the Second, Third and Fourth Lunar Conferences, se dará conta do fato de que as rochas lunares trazidas pelo projeto Apolo foram datadas pelos métodos U/PB, aglutinação e K/Ar, apresentando idades que variara, desde 2 milhões a 28 bilhões de anos, outra faixa absurdamente grande. O mais interessante, entretanto, é que apenas os resultados teorias sobre a origem da lua foram divulgadas pela imprensa mundial.

6 – Oversby publicou, em 1972, um artigo no periódico Geochimica ET Cosmochimica Acta, onde ele afirma que uma série de rochas foram datadas pelo método K/Ar, que forneceu idades variando de 100 mil a 2 milhões de anos. Datadas, porém, pelo método U-238/PB-206 e pelo PB-207/PB-206, este último um método que relaciona quantidades de chumbo provenientes de origens distintas, suas idades variaram de 2,2 a 4,4 bilhões de anos.

Embora a lista de disparidades apresentadas por tais métodos pudesse se estender indefinidamente, cremos ter apresentado exemplos suficientes para nos permitir reconhecer que, em função de objetos apresentadas neste capítulo, a validade dos métodos radiométricos de datação torna-se completamente comprometida.

Conclusão
Vimos, portanto, que não há qualquer evidência sólida de que a Terra é muito velha. As objeções à idéia de que a Terra é um planeta jovem não são feitas em argumentos científicos, mas sim em argumentos de natureza filosófica. Os elementos radioativos não representam a palavra final a esse respeito, mas foram sinuosamente utilizados para provar uma idéia concebida.


O uniformitarismo foi apenas um produto da imaginação de James Hutton que, parecendo extremamente conveniente a Charles Darwin, foi por ele utilizado para, sobre essa base, lançar sua teoria a respeito da evolução das espécies. Na verdade, assim como gratuitamente, do ponto de vista científico, se acreditava, antes de Hutton, que a Terra era um planeta jovem, de modo igualmente gratuito, depois d Hutton, se passou a crer que nosso planeta era extremamente velho.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Foi expulso o diretor da Royal Society

Uma notícia do ano passado mas importante para entendermos a "ciência moderna"

O Professor Reiss, um ministro Anglicano, foi forçado a deixar a sua posição na Royal Society (Academia de Ciências do Reino Unido), por defender a discussão de questões sobre o design inteligente ou sobre o criacionismo nas aulas de ciência se as crianças as levantarem. Em resposta, alguns membros, incluindo Richard Dawkins, Sir Harry Kroto e Sir Richard Roberts, objectaram e exerceram todo seu peso de autoridade para defenderem a sua demissão. Agora os Darwinistas conseguíram o seu escalpe.


O Lord Robert Winston, professor de ciência e sociedade no Imperial College, em Londres, comentou: "Eu receio que, nesta acção, a Royal Society só se tenha diminuído a si mesma…. Este não é um bom dia para a reputação da ciência ou dos cientistas…. Este indivíduo só estava argumentando que deveríamos considerar e debater os equívocos públicos sobre a ciência - algo que a Royal Society deveria aplaudir".

Parece que eles conseguíram deitar por terra o lema da Royal Society, “Nullius in verba”, que significa que não devemos acreditar em ninguém, mas que temos que usar a ciência para estabelecer a "verdade das matérias cientificas através da experimentação em vez de através do recurso à autoridade".

Mas esses Darwinistas estão ficando cada vez mais nervosos e patéticos!...Depois desse fogo amigo darwinista... esse Prof. Reiss deve-se estar perguntando a si mesmo "Com amigos desses quem precisa de inimigos?".

Veja o relato dos acontecimentos pela Truth in Science:

a 15 de Setembro:

Dawkins apela à expulsão de Reiss

Vários membros da Royal Society, incluindo Richard Dawkins, já apelaram para que o Prof Michael Reiss fosse demitido do seu posto, relata o Guardian . O Prof Michael Reiss, o Director de Educação da Sociedade, não é um criacionista, mas disse que os professores deviam estar dispostos a discutir o assunto com os alunos que são criacionistas. O Prof Reiss ensinou ele próprio ciência nas escolas secundárias e foi autor de manuais escolares. Ele está, portanto, muito consciente das situações enfrentadas pelos professores nas salas de aula.

O facto daqueles cientistas, tais como Richard Dawkins, Sir Harry Kroto e Sir Richard Roberts, terem reagido com tanta intolerância aos leves comentários do Prof Reiss é mais um exemplo do nível de discriminação que existe nos meios académicos contra quem quer que sequer mencione o conceito de questionar o Darwinismo. Outros exemplos são documentados no filme Expelled.  

A Royal Society continua a apoiar o Prof Reiss. "Os pontos de vista de Michael Reiss estão totalmente em sintonia com os da Royal Society", disse um porta-voz ao Guardian.

a 12 de Setembro:

A Royal Society apoia o Prof. M. Reiss

A Royal Society concorda com o seu Director de Educação, o Professor Michael Reiss, que é legítimo discutir criacionismo nas aulas de ciência. O Times relata :

"Um porta-voz da organização, que conta com 21 detentores de Prémio Nobel entre os seus membros, confirmou ontem que os pontos de vista do Professor Reiss representam os do seu presidente, o Lord Rees de Ludlow, e os da sociedade." No entanto, o Times afirma incorrectamente que isto "coloca o corpo da ciência em rota de colisão com o Governo". Mas na realidade, o Governo permite que os professores discutam o criacionismo e o design inteligente nas escolas se os alunos lhes fizerem perguntas. O Times também alega que os pontos de vista de Michael Reiss coloca-o em desacordo com Charles Darwin. Mas, tanto quanto sabemos, Charles Darwin jamais alegou que sua teoria deveria ser a única teoria das origens a ser ensinada nas aulas de ciência.

a 11 de Setembro:

O Diretor de Educação da Royal Society defende que se discuta o DIO Diretor de Educação da Royal Society, o Professor Michael Reiss, publicou hoje um artigo noGuardian Science Blog apelando para a discussão do design inteligente nas aulas de ciências. Ele argumentou que a educação científica pode ser melhorada se os professores estivessem dispostos a discutir alternativas ao Darwinismo. Seus leves comentários, que ele também repetiu no British Association Festival of Science, "provocaram a fúria de algumas partes da comunidade científica", de acordo com uma notícia do Guardian sobre o assunto. O Daily Telegraphcontactou o Departamento para as Crianças, Escolas e Famílias, para se manifestar sobre o sucedido. O porta-voz do governo "disse que os professores de ciência devem responder a perguntas sobre criacionismo se os alunos lhes perguntarem sobre".

Há também um relato do inicio dos acontecimentos em portugues pelo O Estado de S.Paulo

Royal Society fortemente cristicada pela imprensa

A Royal Society (Academia de Ciências do Reino Unido) tem sido alvo de uma vaga de críticas na imprensa, desde que o seu Director da Educação foi forçado a demitir-se devido a questões ligadas ao criacionismo. Por todo o espectro político as publicações estão unidas na defesa do Professor Michael Reiss, que sucumbiu a uma campanha dos Membros daquela Sociedade para que ele fosse afastado:

E o Instituto de Biologia de Londres lamenta o sucedido e elogia o trabalho de Reiss:

O Instituto de Biologia lamenta a partida do professor Michael Reiss da posição de Director de Educação na Royal Society. Ele fez, e continuará a fazer, sem dúvida, um excelente contributo para a educação científica e para a Biologia.


Sociólogo fala sobre a recente EXPULSÃO na Inglaterra

Casey Luskin do CSC, entrevista o Dr. Steve Fuller, um professor de sociologia na Universidade de Warwick, no Reino Unido.

O Dr. Fuller diz o que pensa sobre a recente demissão forçada do ex-Director da Educação na Royal Society, Michael Reiss. Reiss é um sacerdote anglicano, tem um doutorado em biologia, é actualmente professor de educação científica no Instituto de Educação da Universidade de Londres, e é amplamente reconhecido e respeitado como especialista em ciências da educação. Reiss perdeu a posição que tinha como Director da Educação, devido à controvérsia pelo facto de ter manifestado recentemente as suas opiniões sobre o criacionismo nas salas de aulas. Ouça como o Dr. Fuller se mostra convicto de que Reiss foi forçado a demitir-se simplesmente porque ele se recusou a dizer que o criacionismo é falso.

domingo, 24 de novembro de 2013

A Luz das Estrelas e a Idade do Universo

Richard Niessen

O problema
A luz que transpõe 300.000 km/s, viaja trilhões do km/ano. A distância assim percorrida é chamada de um ano-luz. Existem galáxias que estão, segundo se alega. a bilhões de anos-luz distantes do nós no espaço. Isso significa que a luz que saiu das galáxias há 5 bilhões de anos, estaria agora nos alcançando. Isso pareceria indicar que o universo e a criação devem ter pelo menos, 5 bilhões de anos ou então não estaríamos vendo essa luz. Em outras palavras, se as estrelas tivessem apenas de 6 a 10.000 anos de idade, a luz dessas distantes galáxias ainda não nos teria alcançado.

Quatro possíveis soluções
1) As distâncias espaciais não podem ser medidas de maneira exata. Obviamente não podemos estender um barbante no espaço cósmico ou medir tais distâncias com uma fita métrica, por isso as distâncias são calculadas e não medidas. Isso se faz através de uma técnica conhecida como triangulação, ou paralaxe. Topógrafos usam esse método com as leis da trigonometria que afirmam que, se a linha de base e dois ângulos de um triângulo são conhecidos, então a altura desse triângulo pode ser calculada.

Distâncias curtas de algumas poucas centenas de milhares de quilômetros podem ser medidas pala triangulação de observações simultâneas de observatórios em lados opostos da terra, mas, quando a proporção das distâncias entre o conhecido e o desconhecido aumentam, os ângulos da linha da base se tornam cada vez maiores de modo que além de uma proporção de 28,5 para 1 entre a altitude e a linha de base, o ângulo se torna maior que 89º e deve ser subdividido em minutos e segundos do arco. As limitações deste método são evidentes, até mesmo dentro do nosso próprio sistema solar, pois o ângulo vértice até o sol teria apenas 10 segundos do arco (1/360 de um grau). As distâncias até mesmo às estrelas mais próximas são tão grandes que se torna necessário uma linha de base triangulacional maior, de modo que se usa a órbita da terra ao redor do sol, permitindo uma linha de base de cerca de 300 milhões de quilômetros. As observações são feitas com seis meses de intervalo, os ângulos são comparados e a distância é computada com a trigonometria.

Considerando que as distâncias entre as estrelas são tão grandes, os lados do triângulo são praticamente perpendiculares e assim apenas as distancias até as estrelas mais próximas (até cerca de 200 anos-luz) podem ser medidas através desta técnica. Por exemplo, o nossa sol dista 8 minutos-luz de nós, portanto a linha de base do triângulo teria 16 minutos-luz. Mas a estrela mais próxima, Alfa Centauro, fica a 4 1/2 anos-luz ou 2.365.000 minutos-luz da terra, numa proporção aproximada de 148.000 para 1. Nessa proporção, uma linha do 215 mm, traçada numa página. A4 teria o vértice do seu ângulo a 322 km do distância!

Distâncias maiores são determinadas pelos tamanhos presumidos e pela intensidade das estrelas, pelo desvio para o vermelho e muitos fatores questionáveis que talvez não tenham nada a ver com a distância.1 Na verdade, alguns astrônomos acham que é possível que todo o universo possa ser encaixado em uma área de 200 anos luz de raio a partir da terra! Portanto não temos nenhuma garantia de que as distâncias reais no espaço sejam tão grandes como as que têm sido divulgadas, e a luz vinda do ponto mais distante no universo, tenha nos alcançado em apenas algumas centenas de anos.

2) A luz pode tomar um "atalho" em sua viagem através do espaço. Isto é difícil de ilustrar mas basta dizer que há dois conceitos sobre a "forma" do espaço cósmico. Um diz que ele é em linha reta (Euclideano), e o outro, que ele é curvo (Riemanniano). Com base em observações de 27 sistemas binários de estrelas, parece que a luz no espaço profundo viaja em linhas curvas sobre superfícies riemannianas. (2)

A fórmula para converter o espaço reto em curvo é S = 2R tan -1 (r/2R), onde r é a distância euclideana ou em linha reta, e R é o raio da curvatura do espaço riemanniano. Com esta fórmula, a um raio de curvatura de 5 anos-luz para o espaço riemanniano, o tempo que a luz leva para alcançar-nos de diversos pontos em nosso sistema solar é praticamente o mesmo, tanto nas distâncias euclideanas como nas riemannianas, e não há grande alteração, mesmo em relação à estrela mais próxima (41/2 anos-luz). Mas se nós inserirmos uma distância euclideana infinita para a estrela mais distante que possamos conceber, levaria apenas 15,71 anos para a luz chegar até nós vinda dessa distância.

Observe que pela natureza da fórmula, o limite máximo do tempo no espaço riemanniano tem sua definição, e mesmo quando o raio da curvatura é modificado através de novas descobertas, ele nunca fica muito grande.

Conclusão: Parece que a luz pode tomar um "atalho" ao viajar através do espaço profundo, e mesmo quando assumimos por certo que as distâncias uniformitarianas são válidas, o tempo que a luz leva para chegar aqui, vinda dos extremos do universo, seria de apenas 15 anos.

3) Talvez a velocidade da luz fosse consideravelmente maior no passado. Há diferentes considerações sobre esta teoria. Uma sugere que a velocidade da luz tem diminuído consideravelmente nos últimos 300 anos, o que extrapola para uma velocidade 5xl011 (500 bilhões) vezes mais rápida 6.000 anos atrás.3 Se isso for verdade, a luz vinda de uma estrela a 5 bilhões de anos-luz (presumindo que as distâncias realmente são tão grandes) teria nos alcançado em 3 dias! Outra sugestão é de que a velocidade da luz, no tempo da Criação era infinita, e que uma "onda de choque" saiu da terra no momento da Maldição, diminuindo a velocidade da luz até o seu presente valor.4 A luz atualmente emitida dessas estrelas distantes, levaria muito tempo para nos alcançar, mas no tempo da criação ela teria chegado aqui quase instantaneamente. Ainda uma outra sugestão, é a de que a tolerância e a permeabilidade do espaço livre alterou-se por ocasião do Dilúvio diminuindo a velocidade da luz por um fator de 513 do seu valor anterior.5

Conclusão: Os criacionistas diferem em suas interpretações de como, quando e através de que fator a velocidade da luz foi alterada no passado, mas parece que há certa concordância de que é uma real possibilidade. Este terceiro fator pode ser usado independentemente ou em conjunto com os dois primeiros pontos. Em outras palavras, talvez, além das distâncias menores do que ordinariamente se reivindica, também seja verdade, ao mesmo tempo que a luz que viajava mais rapidamente no passado e que também tomasse "atalhos"!

4) Há indicações de que a terra e o universo foram criados com aparência de maturidade. Temos diversos exemplos disso:

- As plantas (Gn. 1:11-12) - Elas foram criadas adultas e deram fruto no momento de sua criação. O que teria levado anos para realizar-se através dos processos uniformitarianos aconteceu em segundos.

- Os animais (Gn. 1:20-25) - Os peixes, as aves e as três categorias de animais terrestres foram criados adultos, tendo tal aparência e imediatamente eram capazes de se reproduzirem no primeiro dia de sua existência (v.22). A Bíblia, portanto, nos ajuda assim a responder a pergunta que não teria resposta: "O que apareceu primeiro o ovo ou a galinha?" Os evolucionistas tomariam o caminho infinito de volta às primeiras formas de vida mas o criacionista pode dizer que a galinha foi criada primeiro e então ela passou a pôr ovos.

- O Homem (Gn. 2:7) - Adão foi criado adulto, com um depósito inerente de conhecimentos e um vocabulário. Foi capaz do articular a linguagem e reproduzir-se no primeiro dia de sua existência (Gn. 1:28-29; 2:8,l6-20,24). Se Adão tinha a aparência de 20 ou 50 anos do idade é irrelevante; se uma pessoa entrasse no Jardim do Éden cinco minutos depois da criação de Adão, seria capaz de conversar com ele inteligentemente e provavelmente concluiria sob as pressuposições uniformitarianas, que Adão estava lá há muitos anos. Eva (Gn. 2:21-23) - Da mesma forma, Eva foi criada adulta e pronta para casar-se com Adão imediatamente. (Gn. 1:27-28; 2:22-25).

- As Estrelas (Gn 1:14-19) - O sol, a lua e as estrelas foram criadas no quarto dia da semana da criação. Individual e coletivamente elas deviam ter diferentes funções: separar o dia da noite, servir de ajuda à navegação. Como indicadoras cronológicas, para iluminar a terra, além de declarar a glória de Deus (Salmo 19:1). O que não se nota com tanta freqüência é que isso aconteceu no dia de sua criação (Gn. l:l5). É verdade que a palavra Bíblica estrela (Heb. Kökab; Grego: Astër) é um termo mais amplo do que a nossa palavra "estrela", fonte de energia, e inclui qualquer coisa no espaço. mas o que queremos destacar é que as estrelas (e a mais próxima fica a 41/2 anos-luz de distância) foram vistas no primeiro dia de sua existência. Isto significa que mesmo se as distâncias forem corretas, as estrelas simplesmente teriam dado a aparência de ali estarem há mais tempo. Portanto, as estrelas e os raios de luz que as ligam visualmente à Terra foram criados ao mesmo tempo.

Este conceito dá lugar a diversas perguntas. Primeira. Isto não significa que Deus, como um mágico, está intencionalmente enganando-nos e fazendo as coisas parecerem mais antigas do que realmente são? A pergunta realmente retrocede à questão da intenção: será que Deus teve a intenção de tornar as coisas plenamente funcionais, ou será que nós nos sentimos enganados apenas porque as consideramos através de certas pressuposições uniformitarianas? Portanto, embora seja verdade que a terra e o universo foram criados com aparência atual, acho melhor falar da criação como um universo plenamente funcional que, como um aspecto secundário, apenas dá impressão de maturidade.

A esta altura são geralmente feitas duas perguntas: "As árvores foram criadas com anéis anulares"? e "Adão tinha umbigo"? Primeiro, a pergunta acerca dos anéis anulares das árvores depende parcialmente do propósito para o qual Deus originalmente criou essas camadas. Temos observado este fenômeno e temos notado uma relação entre o número de anéis e a idade da árvore, mas a cronologia talvez seja uma função secundária das camadas, conforme se verifica em certas árvores que criam diversas camadas em um só ano, ou nenhum, dependendo das condições climáticas. Outra possibilidade é que Deus tenha acelerado o processo atual, de forma que Ele fez em segundos o que normalmente levaria anos para acontecer. Se as árvores tinham camadas ou não, não devemos ignorar o fato de que elas eram realmente árvores adultas que deram frutos antes do final do dia (Gn 1:11.12).

Agora, a outra: Adão tinha umbigo? Provavelmente não, apenas porque o umbigo é um remanescente do processo normal de nascimento, e não de maturidade, de funcionalidade. Portanto, se Deus o criasse com um umbigo, isso realmente seria mentira, porque transmitiria uma informação errada.

O conceito Bíblico de uma criação em funcionamento, com matéria que dava aparência de maturidade pode ser também estendida ao Novo Testamento. A criação do vinho em João 2:l-l0 é um exemplo. O fato de que água não foi criada ex nihilo, mas já existia, é irrelevante. O vinho é quimicamente mais complexo do que água, e por isso envolve uma certa quantidade de criação ex nihilo e além disso deu a impressão de ser vinho antigo (João 2:8-10). Assim também aconteceu com a criação dos pães e dos peixes, em João 6:l-l3. Normalmente, os pães e os peixes foram criados com aparência de maturidade, não porque Jesus estivesse realizando uma mágica de salão e tentasse enganar a Sua platéia, mas porque Ele quis que a matéria em questão fosse funcional e imediatamente utilizável.

Conclusão
Existem três possibilidades "seculares" ou não-Bíblicas quanto ao problema da harmonização de um universo jovem com as, supostamente, grandes distâncias das galáxias do espaço cósmico:

1. as distâncias talvez não sejam tão grandes afinal;
2. a luz pode tomar um atalho na sua viagem através do espaço sideral;
3. a velocidade da luz talvez fosse consideravelmente maior no passado.

Estas três possibilidades não são mutuamente exclusivas, e podem realmente ser usadas conjuntamente. A quarta solução, que pode ser usada independentemente ou em conjunto com as três acima, é que Deus criou os raios de luz e também as estrelas de modo que fossem, como realmente foram, visíveis no quarto dia da semana da criação.

REFERÊNCIAS
1. Muitas pressuposições astronômicas são como um castelo de cartas. Por exemplo, a constante astronômica de Hubble, um ponto de referência nos cálculos uniformitarianos de distância, recentemente foi determinada ser consideravelmente diferente do que se pensava antes, resultando assim no "colapso" da noite para o dia do tamanho do universo em 50% do seu valor antigo.
2. Harold S. Slusher, "Travelling of Light in Space" ( Viagem da Luz no Espaço), em Age of the Cosmos (Idade do Cosmos), ( San Diego, CA, EUA; ICR 1980), págs. 25-37. Para analisar um outro ponto de vista sobre a geometria hiperbólica ou não euclideana do espaço, veja Mayne M. Zage, "The Geometry of Binocular Visual Space" ( A Geometria da Espaço Visual Binocular) Mathematics Magazine 53 (Nov. 1980), págs. 289-293.
3. Barry Setterfield "The Velocity of Light and the Age of the Universe" ( A Velocidade da Luz e a Idade do Universo), Ex Nihilo (1982); págs 52-93.
4. David. M. Harris, "A Solution to Seeing Stars"(Uma Solução para Observar Estrelas), Creation Research Society Quarterly 15 (Set. 1978); págs. 112-115. Ele oferece também uma explicação para o Desvio Para o Vermelho, que não exige um universo em expansão.
5. Glenn R. Morton, "Electromagnetics and the Appearance of Age" (Eletromagnetismo e a Aparência de Idade), Creation Research Society Quarterly 18 (Mar. 1982); págs. 227-232.

P.S. da Sociedade Origem e Destino, abril 1999, por Waldemar Janzen.


Experiências recentes tem produzido velocidades de ondas eletromagnéticas superiores à da velocidade da luz em até em torno de 4 vezes. Pressupõe-se, baseado nesta experiência, que velocidades quase infinitas são tangíveis. Um cientista brasileiro está na equipe de conceituação matemática do fenômeno. Por outro lado, há apenas uns meses atrás se noticiou que a luz pôde ser "freada" para se propagar com uma velocidade de apenas 60 km/s. Com isto, grande parte da relatividade de Einstein, inclusive a fórmula de relação entre energia e matéria, caem por terra. Isto prova que o teor deste artigo, apesar de ter sido escrito antes destas descobertas, é bastante atual.

sábado, 23 de novembro de 2013

A TERRA: Única em todo o Universo


As Escrituras declaram que “Deus... formou a terra... para ser habitada” (Isaías 45:18). Um estudo imparcial da Terra, logo convence o estudante que existe um profundo significado atrás desta simples afirmação.


Por Jerry Bergman, Ph.D.*

A TERRA
A Terra é o único planeta girando em torno do sol, no qual, a vida como sabemos pudesse existir (e existe). Com um breve relance, entre a Terra e todos os outros planetas conhecidos, achar-se-ão muitos contrastes surpreendentes. A Terra, como planeta, consiste em sua maioria de: ferro, oxigênio, enxofre, silício, magnésio e níquel (total de 98%), sendo que os outros dois por cento consistem aproximadamente de cem outros elementos. Como em nenhum outro planeta, o nosso é coberto com vegetações verdes, mares verde-azulados, correntezas, rios, montanhas e desertos, os quais produzem uma variedade espetacular em cores e texturas - todos os outros planetas conhecidos estão cobertos com solo inanimado, e que se modificam muito pouco com o vento, ou com as suaves correntes de ar. Completamente improdutiva é a superfície da maioria dos planetas, é totalmente um contraste à Terra com seus lagos azuis, oceanos verdes, enormes massas de terra e 500.000 ilhas. Mesmo a certa distância suas cores são vivas - verdes vivos, azuis e brancos - enquanto que as superfícies de todos os outros planetas conhecidos são tristes, e sem vida.

Em todos os nichos sobre a Terra, é achado algum tipo de vida. Mesmo no pólo Antártico gelado, existem seres microscópicos resistentes nos lagos, minúsculos insetos, sem asas, vivem em lugarejos com musgos e liquens, e mesmo dois tipos de plantas florescem anualmente. Desde o local mais distante da atmosfera até o fundo dos oceanos, desde o lugar mais gelado dos pólos até o lugar mais quente do equador, persiste a vida. Até a data de hoje, nenhum sinal de vida tem-se achado em qualquer outro planeta. A Terra é imensa - 12.872 km de diâmetro e pesando aproximada-mente 6.6 x 1021 toneladas. Se a velocidade da Terra na sua trajetória de 107.600 km/h em torno do sol fosse menor, sua trajetória seria mais distante, e se, distante demais do sol, todo e qualquer tipo de vida inexistiria. Se a velocidade da trajetória da Terra fosse maior, ela estaria mais próxima do sol, e se, estivesse perto demais, a vida nela também não seria possível. A Terra em sua trajetória de 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 45,51 segundos, é exata ao milionésimo de um segundo! Se a temperatura média anual da Terra aumentasse ou diminuísse alguns graus, a vida em sua maioria seria comprometida pelo calor ou pelo frio. Esta mudança causaria um distúrbio no equilíbrio água-gelo e em outros equilíbrios, com resultados desastrosos. Se ela girasse mais lentamente em torno do seu próprio eixo, toda a vida morreria na hora, ou por congelamento à noite por falta de calor do sol, ou por ex-cesso de calor durante o dia.

O SOL
De toda a energia que o sol emite, apenas a bilionésima parte é absorvida diariamente pela Terra. O sol provê a Terra com mais de 130 trilhões de hp cada dia, aproximadamente 50.000 hp por pessoa existente. Apesar de existirem várias centenas de bilhões de galáxias no universo, há somente um átomo para cada 88 galões de espaço, o que significa que a maior parte do universo (a grande maioria, na verdade) é espaço vazio!

Se a lua estivesse mais próxima da Terra, resultaria em marés enormes, que fluiriam sobre a terra nas planícies e provocariam erosões nas montanhas (e com os continentes nivelados, calcula-se numa estimativa, que a água cobriria a terra na altura de 2.4135 km). Se a Terra não estivesse inclinada 23 graus em seu eixo, e sim estivesse no ângulo de 0 graus em referência ao sol, não teríamos as quatro estações do ano. Sem as estações, logo não seria mais possível a sobrevivência. Os pólos estariam num eterno crepúsculo, e o vapor d'água dos oceanos, seria carregado pelo vento para os dois sentidos, ao norte e ao sul, e iria congelar-se ao chegar perto o suficiente dos pólos. Com o tempo, enormes continentes de gelo se acumulariam nas regiões polares deixando a maior parte da Terra deserta. Eventualmente, os oceanos desapareceriam e as chuvas cessariam. O peso acumulado nos pólos causariam um arqueamento no equador e, como resultado, a rotação da Terra mudaria drasticamente,

O MILAGRE DA ÁGUA
Outro exemplo que ilustra a in-flexibilidade das variações do meio ambiente, para a vida existir; é o da água. A terra é o único planeta com grandes porções de água - 70% da sua superfície consiste de oceanos, lagos, e mares, circundando os continentes. Os poucos planetas que con-têm água, é somente na forma de vapor flutuando na superfície e não em grandes quantidades de água líquida como na Terra.

A água é o único elemento que absorve grande quantidade de calor, sem alterar muito a sua própria temperatura. Sua velocidade de absorção é extremamente rápida - aproximadamente dez vezes mais rápida do que o metal. Durante o dia, os mares absorvem uma grande parte do calor, conseqüentemente a Terra permanece razoavelmente fria. De noite, os oceanos desprendem grande quantidade de calor que absorvem durante o dia, o qual, combinado com os efeitos atmosféricos, impede a superfície de ficar fria demais à noite. Se não fosse pela tremenda quantidade de água na Terra, existiria mudanças de temperatura bem maiores entre o dia e a noite. Grande parte da superfície estaria quente o suficiente para ferver a água de dia, e outras partes frias o suficiente para congelá-la durante à noite. A água é um ótimo estabilizador de temperatura. Os grandes oceanos da Terra são parte vital da nossa sobrevivência!

Porém, a grande quantidade de água na Terra poderia causar problemas. Quando algo é aquecido, expande, e quando é resfriado, contrai-se. Desta maneira, dados dois objetos da mesma forma e mesmo material, se um deles estiver mais frio que o outro, será mais denso. Isto pode parecer, que não sela um problema, mas, no caso da água seria, se não fosse por uma rara anomalia. A água como quase todas as outras substâncias, contrai-se quando resfriada, todavia, em contraste virtual a todas as outras matérias (existem poucas exceções como a borracha e o antimônio), contrai somente quando resfriada, até chegar aos 4 graus Celsius e aí, surpreendentemente, expande até congelar.

Se a água continuasse a se contrair ao ser resfriada, ficaria mais densa e desceria ao fundo do oceano. Além disso, quando a água se tornasse gelo, da mesma forma, desceria ao fundo do oceano. Um resultado disto seria, o fundo do oceano estaria extremamente frio e muitos peixes morreriam. Com o tempo, mais e mais água do oceano, à medida que congelasse na superfície, afundaria, e se acumularia no fundo.

Segue-se que, no que concerne grande parte da Terra, o gelo que se forma nos mares, oceanos e lagos, permanece na superfície onde o sol, e a água morna por baixo, derretem o gelo no verão. A água que a 4 graus Celsius é mais densa, desce às profundezas e aquece o fundo do oceano. Este processo da água da superfície, aquecer e descer, somado ao efeito Coriolis produz as correntezas do oceano. Estas correntezas, entre outras coisas, asseguram o estado líquido da maior parte da água do oceano. De fato: “O Senhor com sabedoria fundou a Terra, com inteligência estabeleceu os céus” Provérbios 3:19.

O MILAGRE DO AR
Na Terra, acontece o contrário. O ar, depois de aquecido, sobe e o ar perto da superfície da Terra é aquecido devido à energia dos raios solares, que atua sobre a superfície. O ar perto da superfície então ascende. O resultado é que o ar perto da superfície terrestre é mantido numa temperatura na qual a vida possa existir. Se o ar tivesse comportamento semelhante que a água tem no intervalo entre o gelo e 4 graus Celsius, a temperatura na superfície terrestre seria insuportavelmente quente (não ocorre por a densidade do ar ter relação inversa com a temperatura) - e a vida não poderia subsistir por muito tempo. De outra forma, a temperatura algumas centenas de metros acima da superfície, seria muito fria, e de igual modo, a vida não poderia existir ali. A única região habitável seria uma fina camada de ar, mas mesmo assim não poderia existir a vida por muito tempo. Plantas e árvores que seriam necessários para o suporte da vida na atmosfera, não poderiam sobreviver na zona fria. Desta forma os pássaros não teriam lugar de descanso, comida, água ou oxigênio. Mas o ar ascende quando aquecido e, por isso, a vida pode existir na Terra.

O movimento do ar quente da superfície, ascendendo, cria as correntes de ar (vento), as quais são uma parte importante no sistema ecológico terrestre. Os ventos carregam embora o dióxido de carbono, das áreas onde o mesmo é super-produzido, como nas cidades, e movem oxigênio ás áreas necessárias, como nos grandes centros urbanos.

A mistura de gases que normalmente é encontrada na atmosfera, sem a poluição humana, é perfeita para a vida. Se tosse muito diferente (mais oxigênio, menos dióxido de carbono, etc., ou a pressão atmosférica fosse maior ou menor), a vida iria parar de existir na Terra.

Se nossa atmosfera fosse mais fina, muitos dos milhões de meteoros, que agora são queimados, iriam atingir a superfície da Terra, causando morte, destruição e fogo em todo lugar.

ADAPTAÇÃO AO MEIO AMBIENTE OU CRIAÇÃO DO MEIO AMBIENTE DE VIDA?
Se a evolução contribuísse para desenvolver a adaptação à vida ao meio ambiente existente, por que então ela não contribui igualmente em todos os meios ambientes aqui e em outros lugares? A Terra é muito melhor equipada para a vida do que qualquer outro planeta, mesmo assim, a maioria dos meios ambientes aqui são ou quentes demais ou frios demais, ou muito acima da superfície ou muito embaixo para suportar a vida nela. Nos vários milhares de quilômetros de variações de meios ambientes do centro da Terra à extremidade da atmosfera, existem apenas alguns metros de meio habitável, e por isso, quase todas as criaturas são forçadas a viver nele. Contudo, somente a Terra foi feita para ser habitada (Isaías 45:18). No nosso sistema solar, mesmo na Terra, somente uma pequena camada é idealmente apropriada para a vida.

Esta fina camada, porém, está fervilhante de vida. É estimado que um acre de terra, de solo típico de fazenda, 15 cm de profundidade, tenha várias toneladas de bactérias vivas, quase uma tonelada de fungos, 90.900 kg de protozoários unicelulares, e mais ou menos 45.400 kg de fermento, e o mesmo tanto em algas.

CONCLUSÃO
A camada extremamente fina, entre o meio onde pode existir e não pode existir vida, é ilustrado pelo fato de que se a temperatura terrestre alterasse em um grau, ela iria com o tempo, afetar seriamente a vida na Terra, e uma mudança de dois graus, poderia ser desastrosa para a vida. As tolerâncias são extremamente pequenas, e a não ser que completamente cumpridas, é impossível que qualquer outro planeta tenha vida, devido as condições rígidas, necessárias à existência da vida.


A probabilidade de um planeta ter exatamente o tamanho certo, estar a uma distância apropriada de sua estrela, etc., é extremamente pequena, mesmo se muitas estrelas tiverem planetas circundando-as, como alguns especulam. A probabilidade matemática de que todas estas, e outras condições essenciais aconteceram por acaso, são extremamente pequenas algo como um para bilhões!