domingo, 14 de dezembro de 2014

O Fardo de Jesus é leve?

Pergunta de Edian:

Existe um trecho biblico, onde Jesus diz q seu fardo é leve, seu julgo é suave.

Mas adiante, Ele diz: por causa de meu nome sereis odiados e perseguidos.

e ai???

Grato pela atenção.
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Mt 11:
5 Os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho.
21 Ai de ti, Corazim! ai de ti, Betsaida! porque, se em Tiro e em Sidom fossem feitos os prodígios que em vós se fizeram, há muito que se teriam arrependido, com saco e com cinza.
23 E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje.
28 Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
29 Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
30 Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.

O contexto está se referindo aos cegos, coxos, leprosos, surdos, pobres, etc. Estes podem encontrar em Cristo cura e alívio para sua dor.

O contexto também se refere ao arrependimento que os sinais deveriam trazer sobre o povo e muitas vezes não traz. Por isso, eles terão o devido castigo.

É dentro deste contexto que Jesus fala: Vinde a mim os cegos, coxos, leprosos, surdos, pobres, oprimidos, e cansados e eu os aliviarei.

Porém, em nenhum momento Jesus está dizendo: "Vinde a mim que vocês nunca mais verão a dor e o sofrimento. Ou, "vinde a mim que vocês nunca mais serão perseguidos".


O fato é que só em Cristo alguém perseguido, sofrendo a dor, encontra alívio. Nem sempre o alívio implica em cura. Mas implica em tornar o fardo mais leve, em tornar o jugo mais suave. Porque sem Cristo, a dor, o sofrimento, e a perseguição, são ainda piores. Em Cristo vivenciamos as mesmas coisas, porém, nEle encontramos o alívio necessário para nossas almas. Nem sempre encontramos o fim do problema. Mas, certamente encontramos forças para enfrentar o problema. NEle o problema toma outra dimensão.

Pipe

sábado, 13 de dezembro de 2014

Uma vida solitária

"Ele nasceu numa vila obscura, filho de um camponês. Cresceu em outra vila, onde trabalhou como carpinteiro até os 30 anos. Então, por três anos, foi pregador itinerante. Ele nunca escreveu um livro. Nunca teve um escritório. Nunca constituiu família nem teve casa. Ele não foi para a faculdade. Nunca viveu numa cidade grande. Nunca viajou a mais de 300 quilômetros do lugar onde nasceu. Nunca realizou as coisas que normalmente acompanham a grandeza. Ele não tinha credenciais, a não ser ele mesmo. Tinha apenas 33 anos quando a onda da opinião pública voltou-se contra ele. Seus amigos fugiram. Um deles o negou. Foi entregue aos seus inimigos e sofreu zombarias durante seu julgamento. Foi pregado numa cruz entre dois ladrões. Enquanto estava morrendo, por meio de sortes seus executores disputavam suas roupas, a única coisa material que tivera. Quando morreu, foi colocado numa sepultura emprestada, por compaixão de um amigo. Vinte séculos se passaram, e hoje ele é a figura central da raça humana. Sinto-me plenamente confiante quando digo que todos os exércitos que já marcharam, todos os navios que já navegaram, todos os parlamentos que já discutiram, todos os reis que já reinaram, colocados juntos, não influenciaram a vida do homem nesta terra quanto aquela vida solitária."


JAMES ALLAN FRANCIS

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Provas brilhantes de uma ação inteligente

“Provas brilhantes de uma ação inteligente multiplicam-se em torno de nós e, por vezes, dúvidas metafísicas nos afastam temporariamente destas ideias, elas voltam com uma força irresistível. Elas nos ensinam que todas as coisas vivas dependem de um Criador e de um Senhor Eterno”.


WILLIAM THOMPSON, físico inglês

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Mt 1 está errado quanto ao número de gerações?

Proposta trazido pelo Bruno quanto a Mt 1:

- A Bíblia diz que tem 14 gerações em 3 etapas... sendo que se vc for contar, a primeira etapa tem 14 e a segunda também, mas a terceira só tem 13. Contar Jeconias novamente é dizer que ele nasceu novamente, pois são contagem das "GERAÇÕES".
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Respondendo:

14 Gerações - I Parte:
"1 Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.
2 Abraão gerou a Isaque; e Isaque gerou a Jacó; e Jacó gerou a Judá e a seus irmãos;
3 E Judá gerou, de Tamar, a Perez e a Zerá; e Perez gerou a Esrom; e Esrom gerou a Arão;
4 E Arão gerou a Aminadabe; e Aminadabe gerou a Naassom; e Naassom gerou a Salmom;
5 E Salmom gerou, de Raabe, a Boaz; e Boaz gerou de Rute a Obede; e Obede gerou a Jessé;
6 E Jessé gerou ao rei Davi;... "

14 Gerações - II Parte:
"... e o rei Davi gerou a Salomão da que foi mulher de Urias.
7 E Salomão gerou a Roboão; e Roboão gerou a Abias; e Abias gerou a Asa;
8 E Asa gerou a Josafá; e Josafá gerou a Jorão; e Jorão gerou a Uzias;
9 E Uzias gerou a Jotão; e Jotão gerou a Acaz; e Acaz gerou a Ezequias;
10 E Ezequias gerou a Manassés; e Manassés gerou a Amom; e Amom gerou a Josias;
11 E Josias gerou a Jeconias e a seus irmãos na deportação para babilônia".

14 Gerações - III Parte
"12 E, depois da deportação para a babilônia, Jeconias gerou a Salatiel; e Salatiel gerou a Zorobabel;
13 E Zorobabel gerou a Abiúde; e Abiúde gerou a Eliaquim; e Eliaquim gerou a Azor;
14 E Azor gerou a Sadoque; e Sadoque gerou a Aquim; e Aquim gerou a Eliúde;
15 E Eliúde gerou a Eleázar; e Eleázar gerou a Matã; e Matã gerou a Jacó;
16 E Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama o Cristo.

Por tanto:
17 De sorte que todas as gerações,...
I Parte - "... desde Abraão até Davi, são catorze gerações;..."
II Parte - "... e desde Davi até a deportação para a babilônia, catorze gerações;..."
III Parte - "... e desde a deportação para a babilônia até Cristo, catorze gerações".
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Esmiuçando:

14 Gerações - I Parte:
01. Abraão
02. Isaque
03. Jacó
04. Judá
05. Perez
06. Esrom
07. Arão
08. Aminadabe
09. Naassom
10. Salmom
11. Boaz
12. Obede
13. Jessé
14. Davi

Obs: Mateus conta desde Abraão até Davi. O total é de 14 gerações. Por isso o texto diz ”... desde Abraão até Davi, são catorze gerações...”. Em seguida, ele conta mais 14 catorze gerações desde (a partir) de Davi: ”... e, desde Davi até a deportação para a Babilônia, catorze gerações...”.


14 Gerações - II Parte:
Vamos em frente:
01. Davi
02. Salomão
03. Roboão
04. Abias
05. Asa
06. Josafá
07. Jorão
08. Uzias
09. Jotão
10. Acaz
11. Ezequias
12. Manassés
13. Amom
14. Josias

Obs:
1. Josias morre em II Rs 23:29-30a. Ele morre antes de Israel ser deportado para a a Babilônia.
2. Joacaz, seu filho, substitui Josias em II Rs 23:30b. Porém Joacaz reina apenas 3 meses e é preso pelo Faraó (II Rs 23:33).
3. Faraó coloca Eliaquim, filho de Josias no lugar de Joacaz em II Rs 23:34. Mudou o nome de Eliaquim para Jeoaquim (II Rs 23:34). Porém, os babilônicos invadem Israel e este é morto.
4. Joaquim ou Jeconias, o filho de Jeoaquim (Eliaquim) reina em seu lugar (II Rs 24:6). Este reinou apenas 3 meses e foi levado cativo para a Babilônia (II Rs 24:12c).
5. O tio de Joaquim, Matanias ou Zedequias, reina em seu lugar (II Rs 24:17). Zedequias é levado preso para a babilônia (II Rs 25:7).
6. Agora o mais importante: Joaquim, o filho de Jeoaquim (ver ponto 4), neto de Josias, é solto (II Rs 25:27).
7. Mt diz no VS.11: ”e Josias gerou a Jeconias e a seus irmãos no tempo do exílio na Babilônia”. Acontece que Josias não gerou filhos na Babilônia. Ele morreu antes disso. Porém, o texto pela NVI diz: ”no tempo”. Portanto, não significa necessariamente que o texto esteja dizendo que Josias gerou estes na Babilônia. E sim que Mt estava ligando as gerações até aquele tempo do exílio.
8. Mt diz no VS.12: ”E, depois da deportação para a Babilônia, Jeconias (ou Joaquim) gerou...”.. Portanto, ele começa sua contagem a partir de Joaquim que havia sido solto em II Rs 25:27).

14 Gerações - III Parte:
Como Mt diz que a contagem é a partir de Joaquim (Jeconias), filho de Josias, temos mais 14 gerações:
01. Jeconias / Joaquim
02. Salatiel
03. Zorobabel
04. Abiúde
05. Eliaquim
06. Azor
07. Sadoque
08. Aquim
09. Eliúde
10. Eleazar
11. Matã
12. Jacó
13. José
14. Jesus Cristo.

Conclusão:
Desde Abraão até Davi, são catorze gerações.

Desde Davi até Josias (no tempo da deportação para a babilônia), são catorze gerações.

E, desde Joaquim ou Jeconias (desde o tempo da deportação para a babilônia) até Cristo, são catorze gerações.

Por tanto, não há nenhuma contradição.


Pipe

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Maria ungiu os pés ou a cabeça de Jesus?




Mateus diz uma coisa, João diz outra!

Respondendo:
Trata-se das duas coisas. Mateus e Marcos enfatizam a unção sobre a cabeça e João enfatiza o ato dela enxugar os pés com os cabelos.

Quando vc soma as informações dos quatro evangelistas vc tem um enriquecimento dos detalhes que somados nos dão uma visão melhor do ocorrido e não uma contradição.

I – O primeiro encontro:
- Maria unge os pés de Jesus uma primeira vez conforme Jo 11:2 – “E Maria era aquela que tinha ungido o Senhor com unguento, e lhe tinha enxugado os pés com os seus cabelos, cujo irmão Lázaro estava enfermo”.

Isto está de acordo com Lc 7: “E rogou-lhe um dos fariseus que comesse com ele; e, entrando em casa do fariseu, assentou-se à mesa. E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com unguento; E, estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-los com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e ungia-los com o unguento. Quando isto viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora. E respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre”.
(Lucas 7:36-40)

Obs: O contexto do segundo encontro narrado está em Lc 22 e não em Lc 7.


II – A cidade do primeiro encontro:
Obs: Este primeiro encontro aconteceu em Naim e não em Betânea conforme Lc 7:11: “E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus discípulos, e uma grande multidão;”


III – O local do primeiro encontro:
Obs: Lc diz que um fariseu convidou Jesus para comer em sua casa: “E rogou-lhe um dos fariseus que comesse com ele; e, entrando em casa do fariseu, assentou-se à mesa”.
(Lucas 7:36)

Obs: O nome do fariseu era Simão: E respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre.
(Lucas 7:40)


IV – Jesus conhece Maria:
- Neste primeiro encontro Maria unge os pés e enxuga-os com os cabelos: “E Maria era aquela que tinha ungido o Senhor com unguento, e lhe tinha enxugado os pés com os seus cabelos, cujo irmão Lázaro estava enfermo.
(João 11:2)

- Foi nesse primeiro encontro que Jesus conheceu Maria e provavelmente veio a conhecer Lázaro e Marta, que tornaram seus discípulos e amigos.

- Uma outra observação importante é que o questionamento aqui neste encontro foi do próprio fariseu, e o questionamento nada tem a ver com o do segundo encontro: “Ao ver isso, o fariseu que o havia convidado disse a si mesmo: "Se este homem fosse profeta, saberia quem nele está tocando e que tipo de mulher ela é: uma ‘pecadora’ ".
(Lucas 7:39)

- Também Lc 7 nada fala de estar ela preparando o corpo de Jesus para o sepultamento e sobre a memória daquele ato a ser lembrado.


V – A cidade do segundo encontro:
- Já o segundo encontro ocorreu em Betânea conforme...
“Foi, pois, Jesus seis dias antes da páscoa a Betânia,
(João 12:1)

“Estando Jesus em Betânia,”
(Mateus 26:6)

“Estando Jesus em Betânia,”
(Marcos 14:3)


VI - O tempo do segundo encontro:
"Como vocês sabem, estamos a dois dias da Páscoa,”
(Mateus 26:2)

“Faltavam apenas dois dias para a Páscoa
(Marcos 14:1)


VII – O local do segundo encontro:
“na casa de Simão, o leproso,”
(Mateus 26:6)

“na casa de um homem conhecido como Simão, o leproso,”
(Marcos 14:3)

O leproso tinha o mesmo nome do fariseu: Simão.


VIII – Maria unge Jesus novamente:
- Sobre a cabeça:
“Ela o derramou sobre a cabeça de Jesus, quando ele se encontrava reclinado à mesa”.
(Mateus 26:7)

“reclinado à mesa na casa... Ela quebrou o frasco e derramou o perfume sobre a cabeça de Jesus.”
(Marcos 14:3)

- Sobre os pés:
“derramou-o sobre os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos”.
(João 12:3)
Ou seja, Maria ungiu a cabeça de Jesus ao estar reclinado sobre a mesa e em seguida ungiu seus pés para em seguida enxuga-los com seus cabelos.


IX – O questionamento dos discípulos:
Observe que o questionamento do segundo encontro foi diferente do que o fariseu havia feito no primeiro encontro:

"Por que este perfume não foi vendido, e o dinheiro dado aos pobres? Seriam trezentos denários".
(João 12:5)

“Os discípulos, ao verem isso, ficaram indignados e perguntaram: "Por que este desperdício?
Este perfume poderia ser vendido por alto preço, e o dinheiro dado aos pobres".
(Mateus 26:8-9)

“Alguns dos presentes começaram a dizer uns aos outros, indignados: "Por que este desperdício de perfume? Ele poderia ser vendido por trezentos denários, e o dinheiro dado aos pobres". E a repreendiam severamente.”
(Marcos 14:4-5)


X – As palavras de Jesus:
“Ela fez o que pôde. Derramou o perfume em meu corpo antecipadamente, preparando-o para o sepultamento. Eu lhes asseguro que onde quer que o evangelho for anunciado, em todo o mundo, também o que ela fez será contado em sua memória".”
(Marcos 14:8-9)

“Quando derramou este perfume sobre o meu corpo, ela o fez a fim de me preparar para o sepultamento. Eu lhes asseguro que onde quer que este evangelho for anunciado, em todo o mundo, também o que ela fez será contado, em sua memória".”
(Mateus 26:12-13)

“Respondeu Jesus: "Deixe-a em paz; que o guarde para o dia do meu sepultamento”.
(João 12:7)


Conclusão:
Não se trata de uma contradição e sim de detalhes que unidos nos dão um melhor veredito do caso:

- Houve um primeiro encontro na casa de Simão, um fariseu na cidade de Naim. Neste primeiro encontro foi onde Jesus conheceu Maria, irmã de Lázaro.
- Neste primeiro encontro Jesus é questionado como profeta por Simão.
- Houve um segundo encontro em Betânea, há dois dias da Páscoa na casa de Simão o leproso. Neste encontro Maria unge a cabeça de Jesus enquanto se reclinava sobre a mesa, e em seguida ela unge e enxuga seus pés com seus cabelos.
- Os discípulos acham aquilo um desperdício. Porém Jesus lhes diz que ela estava-o preparando para seu sepultamento. Este ato seria sempre lembrado em memória dela.

Pipe

domingo, 7 de dezembro de 2014

Onde ocorreu a multiplicação dos pães?


Problema:
Jesus estava em um local próximo a Betsaida (multiplicação dos pães):
E, regressando os apóstolos, contaram-lhe tudo o que tinham feito. E, tomando-os consigo, retirou-se para um lugar deserto de uma cidade chamada Betsaida.
Lucas 9:10

Estava em Tiberíades
(Contudo, outros barquinhos tinham chegado de Tiberíades, perto do lugar onde comeram o pão, havendo o Senhor dado graças).
João 6:23

Interessante é que Betsaida e Tiberíades eram muito distantes:
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Respondendo:
Perceba o problema que isso gera caso verdadeiro:
Se Jesus fez a multiplicação em Tiberíades, onde a multidão desembarcou e não achou Jesus para em seguida ir para Cafarnaum?

Leia o texto e resolva:
"E, quando veio a tarde, os seus discípulos desceram para o mar. E, entrando no barco, atravessaram o mar em direção a Cafarnaum; e era já escuro, e ainda Jesus não tinha chegado ao pé deles... Então eles de boa mente o receberam no barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam".

Ou seja, eles foram em direção a Cafarnaum.

Continuando...
"No dia seguinte, a multidão que estava do outro lado do mar, vendo que não havia ali mais do que um barquinho, a não ser aquele no qual os discípulos haviam entrado, e que Jesus não entrara com os seus discípulos naquele barquinho, mas que os seus discípulos tinham ido sozinhos".

Jesus e os discípulos estavam do outro lado do mar (haviam aportado em Genesaré) e o Povo estava do outro lado (perto de Betsaida) procurando eles. Agora leia com atenção:

"(Contudo, outros barquinhos tinham chegado de Tiberíades, perto do lugar onde comeram o pão, havendo o Senhor dado graças)".

Estavam chegando mais pessoas de Tiberíades ao local onde Jesus havia feito o milagre da multiplicação. E veja o que ocorreu:

"Vendo, pois, a multidão que Jesus não estava ali nem os seus discípulos, entraram eles também nos barcos, e foram a Cafarnaum, em busca de Jesus".

Outros barcos chegam de Tiberíades, não encontram Jesus no local onde havia acontecido a multiplicação do pães e vão em direção a Cafarnaum.


Pipe

sábado, 6 de dezembro de 2014

O termo "HOMOFOBIA"


Acabei de descobrir que segundo o dicionário todos os cristãos do planeta Terra são Homofóbicos. Pois segundo o dicionário: "homofobia (homo- + -fobia) s. f. Repulsa contra a homossexualidade...". Daí eu fui ver o que significa "Repulsa". Eis o significado: "repulsa s. f. 1. = recusar". Ou seja, para vc não ser homofóbico, isto implica que vc deve aceitar a homossexualidade e não ter nenhum tipo de recusa a tal prática. Não se enganem que ao dizerem "Eu amo os homossexuais" vc está fora da definição como homofóbico. O simples pensamento de discordar da prática homossexual o enquadra perfeitamente na definição como Homofóbico. O termo foi criado como um castrador filosófico do livre pensamento. É esta ditadura imposta por meio de uma única palavra que tem dado ao movimento Gay o uso comum de chamar a todos os cristãos sem exceções de HOMOFÓBICOS. Vc dirá: "Ah, mais eu amo os homossexuais, só discordo da prática", pronto, acabou de se declarar homofóbico.

Pipe

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Ecumenismo

O Ecumenismo que "... num sentido lato, pode designar a busca da unidade entre as religiões", parece propor que eu devo realmente acreditar num Jesus que pode ser comparado com Buda, Maomé, Alan Kardec, Confúcio, e todos os fundadores das demais religiões da Terra. Em nome disso, qualquer discordância soa como falta de respeito para com as demais religiões. Do contrário, eu penso que fazer Jesus se assentar na mesma bancada de comparações com estes personagens sim é uma falta de respeito para com a fé cristã. Numa conversa ecumênica entre religiões comparadas, Jesus Cristo jamais deve ser posto numa comparação desrespeitosa como essa. Jesus é Único e incomparável! Por mais ofensivo que possa parecer, a insistência nisso é como colocar Madre Teresa sentada ao lado de Adolf Hittler; Francisco de Assis ao lado de Stalin; e todos os santos da História ao lado da Ku Klux Klan. E ainda assim, tal comparação, é no mínimo comparar o Universo a um grão de areia.


Pipe