terça-feira, 9 de setembro de 2014

Livro: "Ensaios Apologéticos" de Francis J. Beckwith

Editora Hagnos

Esse livro apresenta respostas cristãs abrangentes e dotadas de plena autoridade diante dos questionamentos impostos pelo pluralismo religioso comum em nossa sociedade relativista e fascinada pela espiritualidade.

Expõe argumentos relevantes da apologética, oferecendo ampla cobertura de assuntos pertinentes entre a fé e a filosofia moderna que compõem o desenvolvimento de uma cosmovisão cristã.


Proeminentes em seus respectivos campos, os colaboradores desta obra oferecem um estudo sólido para a cosmovisão do cristianismo e uma defesa coerente da fé cristã. Contribuições de: Ravi Zacharias, William A. Dembski, Douglas Groothuis, Gary R. Habermas, Josh McDowell, Ronald H. Nash, Ben Whitherington III e outros.

Francis J. Beckwith é professor associado de estudos envolvendo Igreja-Estado e diretor associado do J. Dawson Institute of Church-State Studies, Baylor University.

William Lane Craig, é professor de pesquisas em filosofia na Talbot School of Theology, Biola University. 

J. P. Moreland é eminente professor de filosofia na Talbot School of Theology, Biola University.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Fósseis e a Hipótese Científica

"Fazer uma fila de fósseis e afirmar que eles representem uma linhagem não é uma hipótese científica que possa ser testada, mas sim, uma afirmação que tem a mesma validade de uma história para fazer uma criança dormir, agradável, talvez até mesmo instrutiva, mas não científica"


HENRY GEE, autor chefe da área de ciências da revista Nature

domingo, 7 de setembro de 2014

Deus e a Teleonomia

“Eu, como um cientista, devo postular uma fonte de informação para suprir a teleonomia ou know-how. Eu não a encontrei neste universo, e, portanto, eu assumo que ela transcende este universo. Eu mesmo acredito em um Deus vivo que a fez. Eu acredito que este Deus, que supriu a informação, revelou-se em forma de um homem - para que os homens pudessem entendê-lo. Nós fomos feitos para entender. Se Deus nos fez para entendermos, eu quero entender. Eu quero entender Deus. Mas eu só posso fazer isso se Ele descer ao meu comprimento de onda, ao comprimento de onda do homem. Eu acredito que Deus revelou-se na forma de Cristo, e que nós podemos servi-lo e conhecê-lo em nossos corações como a fonte do Logos - toda informação necessária para fazer o universo e para fazer a própria vida."


ARTHUR E. WILDER-SNITH, químico

sábado, 6 de setembro de 2014

Jeremias 22:24 - Jeconias, Conias ou Joaquim?

Qual é afinal o nome correto em Jr 22:24: Jeconias, Conias ou Joaquim?

Vamos verificar as versões:

Jeconias - Bíblia Thompson
Conias - Bíblias Jerusalém e JFDA Revista e corrigida
Joaquim - Bíblia NVI

Agora observe o mesmo personagem, em Jr 24:1:
Bíblia Thompson: Jr 24:1 – Jeconias (o mesmo em Jr 22:24)
Bíblia de Jerusalém e JFDA – Jr 24:1 – Jeconias (Conias em Jr 22:24)
Bíblia NVI – Jr 24:1 – Joaquim (o mesmo em Jr 22:24)
Na Septuaginta (versão grega) aparece Jechonias em Jr 22:24 e 24:1.

Algumas observações:
* A Bíblia de Estudos NVI traz o seguinte comentário:
"Joaquim também chamado Conias (uma abreviação de Jeconais)... Todas as três formas do nome significam "o Senhor estabelece".

* A Bíblia de Jerusalém traz a seguinte nota:
"Conias outro nome de Joaquim.

Por tanto:
1. Conias é uma abreviação de Jeconias.
2. Conias é outro nome para Joaquim.
3. Todas as três formas do nome significam "o Senhor estabelece".

Por tanto, as traduções não estão afirmando se tratar de pessoas distintas, e sim da mesma pessoa. O que neste caso não anula a genealogia de Jesus e suas implicações.

A NVI faz uma tradução livre do nome para Joaquim.

As demais traduções, inclusive a LXX (Septuaginta) ao invés de trazer a abreviação, trazem o nome completo Jeconias.

Porém, no hebraico, o nome aparece como Coniah.

Por tanto, o nome, ou abreviação correta no hebraico é Coniah.

Conclusão:
No hebraico é Coniah, que é a abreviação de Jeconiah, que é outro nome de Joaquim. Mateus foi escrito em grego e a LXX foi a versão usada como referência. E na LXX aparece Jeconias. Mateus está corretíssimo ao fazer uso da LXX.

Outra coisa, é que algumas versões em português que temos em mãos, fazem uso dos textos do AT hebraico. Se as versões fossem uma tradução direta da LXX, teríamos o nome Jeconias e não Conias. Mas, ao fazer uso do hebraico principalmente, algumas versões preferem se basear no hebraico Coniah, enquanto outras no grego (LXX) Jeconiah, e outras numa tradução livre Joaquim.

Mas o fato primordial, é que isto não muda absolutamente nada, pois todas tratam do mesmo indivíduo.


Pipe

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Carne e sangue herdam o reino?

Pergunta: 
Em 1 Coríntios 15.50, Paulo diz que "carne e sangue" não podem herdar o reino dos céus. Mas então como Jesus herdou o reino dos céus se ele ressuscitou em carne?
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Resposta:
É só você dar uma lidinha no contexto e verá que não é isto que você entende ao ler o versículo de modo isolado. Para entender o que Paulo disse, é necessário ler o contexto quando ele disse o que disse. Vamos a ele:

I Co 15:
47 O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo homem, o Senhor, é do céu.
48 Qual o terreno, tais são também os terrestres; e, qual o celestial, tais também os celestiais.
49 E, assim como trouxemos a imagem do terreno, assim traremos também a imagem do celestial.
50 E agora digo isto, irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.
51 Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados;
52 Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
53 Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade.
54 E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.

Quando Paulo está falando de carne e sangue não herdar o reino, está tratando do corruptível, daquilo que é mortal, daquilo que é pecaminoso. Ninguém adentra na eternidade sem que seja primeiramente revestido de imortalidade, de impecabilidade e de perfeição.

Paulo está falando que este corpo e sangue não pode herdar o reino antes de ser revestido de imortalidade. Pois, se Paulo estivesse dizendo que o corpo e o sangue não entrarão na eternidade, por que ele falaria de ressurreição no mesmo contexto? Ressurreição do quê? Da alma? do espírito? É óbvio que não!

Jesus era mortal enquanto homem não ressurreto. Depois que ressuscitou não estava mais sujeito à aquilo o qual ainda estamos.

Por tanto, o que não herda o reino é a carne e o sangue não revestido de imortalidade, e que por tanto, ainda na condição de corruptível. Jesus quando ascendeu aos céus, estava revestido de imortalidade. E, portanto, possuía um corpo glorificado!


Pipe

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Livro: "Bioética - Um Perspectiva Cristã" de Gilbert Meilaender

Edições Vida Nova

Assuntos: Aborto, doação de órgãos, engenharia genética suicídio, eutanásia, pesquisa com células-tronco.

Sinopse:
Neste livro, Gilberto Meilaender, a partir de uma perspectiva cristã profunda e equilibrada, oferece uma reflexão sobre esses temas espinhosos que constituem o campo de análise da bioética.

São temas repletos de questões que se tornam grandes desafios para aqueles que desejam tornar o pensamento cristão relevante em nossos dias.

Esta nova edição de Bioética: uma perspectiva cristã traz algumas importantes mudanças em relação à primeira edição. Veja, a seguir, as principais mudanças:

Um novo capítulo foi acrescentado para tratar de um especial e altamente controvertido, a saber, a questão ética na área da pesquisa com células-tronco. Essa questão assumiu grande relevância nos debates públicos com a possibilidade do isolamento das células-tronco embrionárias (resultando na destruição de embriões no processo) e com a possibilidade cada vez maior de clonagem de embriões para fins de pesquisa;

O capítulo 9, que trata do tema referente à doação de órgãos, não apenas foi atualizado como também reescrito. A razão disso se deve aos contínuos debates sobre o conceito de morte cerebral;

Alguns argumentos referentes à questão do aborto foram reconsiderados pelo autor diante das novas descobertas da engenharia genética;

Por fim, o texto foi atualizado em vários pontos a fim de que os dados fornecidos fossem os mais recentes.

Estamos convictos de que esta nova edição vem em um momento oportuno. Um momento em que nos perguntamos como devemos nos posicionar, como cristãos, diante de cada nova descoberta científica.

Gilbert Meilaender analisa esses assuntos sob a perspectiva cristã, mostrando que o homem, apesar de livre, é um ser finito, que precisa relacionar-se com Deus e com seus semelhantes.

O Autor:

Gilberto Meilaender é professor de Ética Cristã na Universidade de Valparaíso, em Indiana (EUA), e foi membro do conselho consultivo em questões relacionadas à bioética da presidência dos EUA.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

A Ciência te leva para mais perto de Deus

















Somente um principiante que não sabe nada sobre ciência diria que a ciência descarta a fé. Se você realmente estudar a ciência, ela certamente o levará para mais perto de Deus.

JAMES TOUR, nanocientista

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Atea, nos explique: "Unicórnio Rosa Invisível"?

A atea tentou melhorar o argumento usado por Matt Dillahunty acrescentando que o unicórnio agora é invisível. kkk... o argumento do Matt é facinho de refutar, porque coisas visíveis (unicórnios) não podem ser postas na mesma mesa de coisas prováveis juntamente com Deus, uma vez que Deus é invisível. Pra ajudar, talvez percebendo a burrice, a atea inseriu "unicórnio invisível rosa".... kkkk

Alguém simplesmente refutou dizendo:

"Se é Rosa não é invisível... Ora Paçoca!!" kkkk

Pipe

domingo, 31 de agosto de 2014

Unicórnios na Bíblia?

Traduzir a palavra hebraica re´em (רֶאֵם) por “unicórnio” é errado.

Re'em também chamado de Reem ( hebraico: רֶאֵם ), é mencionado nove vezes na Bíblia hebraica (Jó 39:9-10, Deuteronômio 33:17, Números 23:22 e 24:8; Salmos 22:21, 29:6 e 92:10 , e Isaías 34:7 ). Ele foi identificado pela primeira vez em tempos modernos, com os auroques por Johann Ulrich Duerst que descobriu que era baseado no acadiano cognato rimu, significando Bos primigenius, o auroque, progenitor de gado... judeus preservaram a tradição do re'em como  uma espécie de boi selvagem e muitas vezes é processado como tal nas traduções inglesas do Tanakh.  Foi traduzido em Bíblias cristãs como "órix "e erroneamente como "unicórnio" na King James Versão Autorizada da Bíblia. A arqueologia tem apresentado fortes indícios de que o re’em era o rimu caçado pelos assírios na mesopotâmia.

A definição de RE´EM:
reem
n.
Hebrew name of an animal in the Old Testament (Job xxxix:9, etc.), now identified with the wild ox, but formerly translated in Latin as rhinoceros and in English as unicorn.

Fonte:

Em nenhuma destas passagens se sugere um animal de “um só chifre”:

Deus os tirou do Egito; as suas forças são como as do boi selvagem. 
(Números 23:22)

Deus o tirou do Egito; as suas forças são como as do boi selvagem; consumirá as nações, seus inimigos, e quebrará seus ossos, e com as suas setas os atravessará. 
(Números 24:8)

O veado e a corça, e o búfalo, e a cabra montês, e o texugo, e a camurça, e o gamo 
(Deuteronômio 14:5)

Ele tem a glória do primogênito do seu touro, e os seus chifres são chifres de boi selvagem; com eles rechaçará todos os povos até às extremidades da terra; estes pois são os dez milhares de Efraim, e estes são os milhares de Manassés. 
(Deuteronômio 33:17)

Ou, querer-te-á servir o boi selvagem? Ou ficará no teu curral?
Ou com corda amarrarás, no arado, ao boi selvagem? Ou escavará ele os vales após ti?
(Jó 39:9-10)

Porém tu exaltarás o meu poder, como o do boi selvagem. Serei ungido com óleo fresco. 
(Salmos 92:10)

Fonte:


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

A honesta implicação ética de um ateu

A honesta implicação ética de um ateu sobre pessoas com retardamento mental:

“O que dizer sobre eles? A conclusão natural, de acordo com a doutrina que estamos considerando [darwinismo], seria que sua situação é de simples animais. Talvez devêssemos ir adiante e concluir que eles podem ser usados da mesma forma como animais não humanos são usados – talvez como animais de laboratório, ou até mesmo como comida.”


JAMES RACHELS, filósofo ateu