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terça-feira, 7 de abril de 2015

IDADE JOVEM PARA A LUA E TERRA

Por Dr. Thomas G. Barnes

Se necessita de apenas uma prova de uma idade jovem para a Lua ou para a Terra para refutar completamente a doutrina da evolução. Fundado em postulados razoáveis, grande âmbito de dados observacionais, e leis fundamentais da física contém prova de que a Lua e a Terra são extremamente jovens para a presumida evolução ter acontecido.

Há uma prova física de fácil compreensão de que a Lua é muito jovem para a idade evolutiva presumida. Através das leis da física pode-se demonstrar que a Lua está se afastando da Terra. Pelas mesmas leis pode-se demonstrar que a Lua nunca teria sobrevivido uma proximidade da Terra de menos que 11.500 milhas (18.500km).

Aquela distância é conhecida como o limite de Roche. (1) As forças relativas á maré da Terra em um satélite das dimensões da Lua romperiam o satélite em algo como os anéis de Saturno. Portanto, a Lua em afastamento nunca esteve mais próxima da Terra do que este valor.

A atual velocidade de afastamento da Lua é conhecida. Se se multiplica esta velocidade de afastamento pela idade evolutiva presumida, a Lua estaria hoje muito mais distante da Terra do que é, mesmo até quando se tivesse partido da superfície da Terra. Não poderia ter retrocedido para nada próximo ao que exigiria a idade da doutrina da evolução. Não há ainda nenhuma explicação alternativa sustentável que renderá uma idade evolutiva de 4 bilhões de anos, ou mais, para a Lua. Esta é uma prova das mais simples que a ciência pode prover de que a Lua não é tão velha quanto se reivindicou.

De que forma o evolucionista reconcilia esta prova de que a Lua é demasiadamente jovem para a presumida evolução poder ter acontecido? Este conhecido limite dinâmico no sistema Terra-Lua é um grande problema para os evolucionistas formados.

Robert C. Humes na introdução do seu livro "Introdução á Ciência Espacial" (John Wiley, 1971) reconhece o problema e afirma que "Todo o assunto da origem da Lua deve ser considerado altamente especulativo".

Dr. Louis B. Slichter, Professor de Geofísica no Massachusetts Institute of Technology trata este problema em grande detalhe e conclui que "a escala de tempo do sistema Terra-Lua ainda apresenta um grande problema. (2)

Acontece que a fricção relativa á maré Terra-Lua causa uma redução da taxa de giro da Terra. O Lord Kelvin usou aquela taxa de giro variável, assumiu uma Terra inicial em estado de fusão, e provou que a Terra não pudesse ter um bilhão de anos, ou a forma da presente Terra seria diferente. (3)

Consequentemente, partindo de considerações teóricas e observacionais, há duas provas de que o sistema Terra-Lua não pode ser tão velho quanto um bilhão de anos.

* A taxa de afastamento e distanciamento Terra-Lua refuta a idade longa.
* A forma da Terra refuta a idade longa.

Espessura da Camada de Pó Lunar
As predições pré-alunissagem de cientistas evolucionistas deram grande preocupação aos astronautas. Pelas predições deles, devido a uma presumida idade de 4,5 bilhões de anos para a Lua e a taxa de afluência de pó e os processos físicos lunares de decomposição de rochas, os astronautas poderiam ser perdidos em uma espessa camada de pó na Lua. (4) Felizmente as predições evolutivas de grande espessura de camada de pó estavam erradas. Nossos astronautas não se perderam na "areia movediça" predita de pó acumulado na Lua. As predições dos criacionistas de apenas uma camada fina de pó estavam corretas.

Esta falsa predição de cientistas evolucionistas dá apoio à contenção do autor de que a doutrina da evolução é uma barreira para o progresso da ciência. Mais apoio pode ser achado para aquela contenção nos contínuos resultados negativos das experiências evolutivas para descobrir as presumidas "evoluídas formas de vida" no espaço. Aparentemente um dos astronautas considerou que o laboratório receptor lunar foi um desperdício de tempo e dinheiro. Ele se ofereceu comer um pouco daquele pó para contestar a noção de que existem bactérias evoluídas na Lua. Dever-se-ia lembrar cuidadosamente que os grandes sucessos do programa espacial da NASA, da qual nós todos nos orgulhamos, foi tornado possível pelos tremendos avanços de tecnologia, não através de ciência evolutiva. Aquela tecnologia é fundada nas leis comprovadas da física e química e desenvolvimentos dos vários campos da engenharia.

Evidência Radiométrica de Criação Rápida
Dr. Robert V. Gentry tem evidência radiométrica de que a fundação rochosa da crosta terrestre foi formada em estado frio e não em condição fundida. Um estado inicial frio da Terra dá apoio a uma idade jovem para a Terra. A pesquisa dele envolve o estudo de halos pleochróicos (esferas coloridas) produzidos pelo decaimento radioativo do Polônio 218. Ele analisou cem mil destes halos em rochas graníticas que tinham sido tiradas de profundidades consideráveis da superfície da Terra e de todas as partes do mundo.

Duas conclusões muito importantes foram tiradas desta pesquisa.
* O Polônio 218 era primordial, quer dizer, este elemento radioativo estava no granito original.
* Pelo fato de que os halos só podem ser formados nos cristais do granito, e a meia-vida do Polônio 218 ser de apenas 3 minutos, o granito teve que estar frio e cristalizado originalmente. Caso contrário o Polônio 218 teria ido antes de o granito fundido ter se esfriado. Levaria um tempo longo por demais para uma Terra fundida se esfriar.

A conclusão final pode ser resumida nesta citação de sumário de um dos documentos técnicos de Gentry: "A evidência simples dos halos é de que a fundação rochosa da crosta terrestre foi formada sólida". Pode ser demostrado que halos em outros minerais dão igualmente evidência surpreendente de uma Terra jovem. (5)

Basta ler alguns dos artigos técnicos de Gentry para ver como ele estabeleceu claramente a conclusão dele de que o Polônio 218 era primordial. Isto, em si mesmo, apresenta problemas para datação radiométrica convencional. Os postulados de datações radiométricas convencionais não concordariam com este estado inicial que Gentry identificou.

Evidencia Magnética de uma Terra Jovem
O conhecido decaimento do campo magnético da Terra e a perda inexorável de sua energia apontam claramente para um fim iminente e inevitável do campo magnético da Terra. Uma publicação do Departamento de Comércio lista avaliações da força do imã dipolo da Terra (seu imã principal) desde que Karl Gauss fez a primeira avaliação em 1830. Esta publicação declara que a taxa de diminuição é de aproximadamente 5% em cem anos. Afirma então quese o decaimento continuar o campo magnético desaparecerá em A.D. 3991. (6)

Este decaimento tem alguns efeitos ambientais prejudiciais. O campo magnético da Terra se estende no espaço ao redor da Terra. Isto provê um escudo protetor contra raios cósmicos e vento solar. A meia-vida de deterioração do campo magnético é de 1400 anos (Isto significa que a cada 1400 anos sua força cai pela metade). A força deste campo é agora só aproximadamente um terço tão forte quanto estava no tempo de Cristo. Radiação mais prejudicial está penetrando até a superfície da Terra. Esta é uma degradação irreversível de nosso ambiente.

Horace Lamb predisse este decaimento em um artigo teórico, em 1883, sobre a fonte do campo magnético da Terra. Retrocedendo no tempo, pela teoria dele e á taxa de decaimento atualmente conhecida, e assumindo a máxima força inicial plausível, põe um limite de idade no imã da Terra de apenas alguns mil anos. (7)

Geólogos evolucionistas assumem que deve haver algum tipo de mecanismo de dínamo que sustenta o imã da Terra. Ninguém, porém, ainda propôs uma teoria aceitável para tal dínamo. Supõe-se também que aquele mecanismo pode inverter a polaridade do imã da Terra. Eles assumem que este imã não tem se deteriorado continuamente mas inverteu muitas vezes de um lado para outro por bilhões de anos.

Eles têm que se agarrar a uma idade longa ou é o golpe de morte para toda a teoria da evolução.
Fenômenos de reversão são "lidos" para dentro das pedras magnetizadas acessíveis na crosta terrestre. A literatura mostra reais problemas e algumas auto-contradições com estas interpretações. (8)

Conclusões
A idade da Terra e da Lua não podem ser tão velhas quanto requerer a doutrina da evolução, como foi mostrado, quando são aplicadas as grandes leis da física a observados fenômenos de grande escala, como:

1) A taxa de afastamento da Lua e o limite de Roche.
2) A taxa de rotação mais rápida de Terra no passado.
3) A taxa de formação de pó lunar.
4) O decaimento do campo magnético da Terra.
5) Os halos pleochróicos na fundação rochosa da crosta terrestre.

Referências:
1. Whitcomb, John C. e Donald B. DeYoung, A Lua, Sua Criação, Forma e Significado, BMH Livros, Winona Lake, Indiana, pág. 41.
2. Slichter, Louis B., "Efeitos Seculares de Fricção Devido à Maré na Rotação da Terra, "Jour. Geoph. Res., 1964, Vol. 8, No. 14, pp. 4281-4288.
3. Barnes, Thomas G., ICR Impact No. 16.
4. Slusher, Harold S., "Idade do Cosmo", Monografia Técnica. Instituto para Pesquisa da Criação, 1980 p.41.
5. Gentry, Robert V., "Revisão Anual de Ciência Nuclear" Vol. 23, 1973 pág. 247.
6, McDonald, Keith L. e Robert H. Gunst, "Uma Análise do Campo Magnético da Terra de 1835 a 1965. Julho de 1967. Essa Rept Técnico. lER 1. Imprensa do governo dos E.U.A. Washington. D.C., Tabela 3, pág. 15.
7. Barnes, Thomas G., Origem e Destino do Campo Magnético da Terra, Monografia Técnica, Instituto para Pesquisa da Criação, 1973.

8. Barnes, Thomas G., Perda do Campo Magnético da Terra, Impact No. 100 Instituto para Pesquisa da Criação.

domingo, 29 de setembro de 2013

DEGRADAÇÃO DO CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA

Por Dr. Thomas G. Barnes

Há três campos de força importantes associados com o planeta terra, um campo gravitacional, um campo elétrico, e um campo magnético. O campo gravitacional nos atrai para a terra e nos impede de sair voando para o espaço devido à rotação da terra. O campo elétrico da terra é muito instável e produz tempestades elétricas de lugar em lugar e em momentos impossíveis de se prever.

O campo magnético da terra é devido a uma corrente elétrica enorme, bilhões de Ampères, circulando no núcleo da terra. Mas as complicações principais são o fato que há uma infinidade de fontes estranhas que produzem distorção no campo magnético. Como conseqüência, o campo magnético da terra é muito complexo. A instabilidade aparece às vezes como tremendas tempestades magnéticas e impede transmissões transoceânicas de rádio. Existem todo tipo de anomalias que resultam em distorção no campo magnético. Muitas variações no campo magnético são impossíveis de serem previstas no tempo e na sua localização.

Navegantes não dependem mais da bússola magnética como antigamente. Quando os navegantes usavam a bússola magnética eles tinham que atualizar os mapas magnéticos para prover correções de divergências grosseiras no campo magnético da terra de lugar para lugar sobre o globo terrestre. Isto lhes ajudava a corrigir as orientações para "falsas" direções indicadas pela bússola, mas os mapas não podem corrigir todas as distorções.

Apesar de toda a distorção do campo magnético, há métodos modernos de redução de dados ao tomar uma época de dados mundiais e "lavando" o "ruído" (distorção) obtendo assim o campo magnético básico. O campo básico é aquele campo produzido pela corrente que circula no núcleo da terra. Este campo básico é chamado de campo dipolo. É semelhante ao campo magnético de um único imã localizado perto do centro da terra e tendo um polo norte e outro polo sul, daí o nome de dipolo. Às vezes este é chamado de o campo magnético principal da terra. O campo magnético dipolo é o campo magnético de interesse neste artigo.

RÁPIDO DECAIMENTO DO CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA
É de conhecimento que o campo magnético da terra está se deteriorando mais rapidamente que qualquer outro fenômeno geofísico mundial. Uma reportagem técnica da ESSA dá os valores do momento do dipolo magnético da terra (o vetor que dá a força e direção do imã) desde o tempo em que Karl Gauss fez a primeira avaliação em 1835. As avaliações foram feitas a cada 10 ou 15 anos. Cada avaliação requereu leituras mundiais precisas durante um período (em torno de um ano cada) e uma redução matemática especial para "lavar" o "ruído". Estes dados fidedignos mostram claramente a decadência relativamente rápida. O relatório declarou que o campo magnético da terra, em projeção de linha reta, desapareceria no ano de 3991 DC. Mas uma decadência deste tipo é exponencial e neste caso tem uma meia-vida de 1400 anos.

Um relatório preliminar, relativamente recente, de um satélite da NASA, evidencia uma decadência rápida do campo magnético da terra. Nenhum cientista sério desmente o fato da diminuição rápida do campo magnético da terra, nem questiona que a corrente elétrica a ele associada, no núcleo da terra, está gastando energia. A taxa presente de perda é sete bilhões de quilowatts hora por ano. A terra está esgotando aquela energia original que teve em seu campo magnético original.

DEGRADAÇÃO PREVISÍVEL DO CAMPO MAGNÉTICO DA TERRA
A fonte original do campo magnético da terra era a corrente elétrica original que circulava no núcleo da terra. Ninguém sabe sobre como aquela corrente elétrica começou mais do que se sabe por que a terra estava girando originalmente ao redor do seu eixo. Os dois não são relacionados entre si mas ambos são estados originais da terra.

A corrente elétrica e seu campo magnético associado têm se deteriorado desde a origem da terra. Alguém poderia perguntar por que a corrente elétrica não desapareceu mais rapidamente? A lei de indução de Faraday impediu o desaparecimento mais rápido. A medida que o campo magnético diminui ele induz uma corrente elétrica que se opõe à decadência e esta estende seu tempo de vida. O enorme balanço deste fenômeno responde por tal vida estendida. O raio do núcleo da terra é de 3.473 x 106 metros. A questão física total deste problema é formidável mas foi resolvido2-3. A solução prediz a decadência. A equação de meia-vida se escreve:

* Meia-vida = 2,88 x 10 -15 (Condutividade) (Raio 2) (onde a meia-vida está em anos, o raio em metros, e a condutividade está em mhos/metro).

O senhor Horace Lamb obteve esta equação em 1833. Como mencionado na seção anterior, pela análise estatística dos dados foi obtida uma meia-vida de 1400 anos. Lamb não teve um bom valor para a condutividade e por isto não foi capaz de fazer uma boa previsão, mas ele sabia que duraria apenas por alguns milhares de anos e que isto era uma explicação plausível para o campo eletromagnético da terra. Ainda é a única explicação teórica/matemática razoável. Esta agora pode ser usada para avaliar a condutividade elétrica do núcleo da terra, porque os dados mostram uma meia-vida de 1400 anos. O valor da condutividade elétrica do núcleo é, por esta equação, igual a 4.04 5 x 104 mhos/meter. Isto é um valor muito razoável para ferro fundido debaixo das temperaturas calculadas para o núcleo da terra. Este é o único bom meio de se fazer uma avaliação da condutividade do núcleo da terra.

Retrocedendo no tempo para muitos milhares de anos, esta equação fornece um valor insuportavelmente grande para o campo magnético e do calor eletricamente gerado, armazenado no núcleo da terra. (Veja Monografia Técnica do ICR: Origem e Destino do Campo Magnético da Terra.4) Nesta monografia foi mostrado um postulado razoável para se obter um limite superior de idade de 10,000 anos para a terra.

REFUTAÇÃO DA HIPÓTESE DA REVERSÃO
Para proteger a cronologia de longa idade, os evolucionistas mantém uma hipótese de reversão. É dito que o campo magnético tem permanecido a essencialmente o mesmo valor durante o tempo geológico, com exceção de intervalos, nos quais entrou por uma reversão, diminuindo para zero e se levantando novamente com a polaridade inversa. Supõe-se que a última reversão tenha acontecido uns 700.000 anos atrás.

A hipótese de reversão não tem nenhum apoio teórico válido. Isso é reconhecido em um recente artigo da Cientific American: "Ninguém desenvolveu uma explicação de por que as reversões de sinal acontecem. As reversões fortuitas aparentes do campo do dipolo da terra permaneceram inescrutináveis." (5)

Também não se dispõe de quaisquer dados seguros para apoiar a hipótese de reversão. Já foi feita referência ao grande número de perturbações magnéticas, "ruído" que dificulta avaliar o momento do dipolo magnético da terra sempre quando se usa medidas absolutas para toda a terra. No entanto, é absolutamente essencial que se avalie o momento magnético da terra se se pretende reivindicar conhecer o estado do imã da terra naquele momento.

A grande quantidade de dados sobre anomalias magnéticas é importante em exploração porque elas são evidências de não uniformidades onde se poderia esperar por encontrar minerais, etc. Mas elas são inúteis no que concerne a história do imã dipolo da terra.

Em referência para as reivindicações sobre os padrões de magnetização do fundo do mar que se relacionam a uma história do campo magnético da terra e vento continental, A.A. e Howard Meyerhoff dão uma refutação extensa e muito firmemente concluem: " As denominadas anomalias magnéticas não são o que se pretende que elas sejam - uma " gravação de fita" de eventos magnéticos durante a criação do chão do oceano novo entre continentes ". (6)

Um dos fatores que fazem a magnetização de pedra completamente independente como evidência para as alegadas reversões é o processo de auto-reversão que é conhecido existir em pedras, totalmente independente do campo magnético da terra. Richard Doell e Alan Cox atestam que: " A magnetização invertida de algumas pedras é agora conhecido ser devido a um mecanismo de auto-reversão. Além disso, foram propostos muitos mecanismos de auto-reversão teóricos. . . Porém, para definitivamente rejeitar a hipótese de reversão de campo é necessário mostrar que todas as pedras reversamente magnetizadas as são devido à auto-reversão. Esta seria uma tarefa muito difícil porque alguns dos mecanismos de auto-reversão são de difícil detecção e não são reproduzíveis em laboratório". (7) É interessante notar que estes autores tentam mudar o peso da prova para os oponentes da hipótese da reversão, mas fazendo assim eles destróem a confiabilidade dos mesmos dados dos quais eles dependem.

J.A. Jacobs afirma que: "Isto mostra que a gente deve ser cauteloso sobre interpretar todas as reversões como sendo devido a uma reversão de campo e o problema de decidir quais pedras indicam uma reversão do campo, pode em alguns casos ser extremamente difícil. Provar que uma amostra de pedra invertida foi magnetizada por uma reversão do campo da terra, implica em mostrar que não pode ter sido invertido por um processo físico-químico. Esta é então uma tarefa virtualmente impossível porque mudanças físicas podem ter ocorrido desde a magnetização inicial ou podem acontecer durante certos testes " de laboratório".

Um forte conflito de dados acontece quando uma comparação direta é feita entre
1) as avaliações em tempo real do campo dipolo magnético através de Gauss et al, e
2) deduções de avaliações do "campo" magnético seguindo suposições evolutivas sobre a magnetização em pedras e artefatos.

Durante os dois séculos passados o trabalho de Gauss et al mostrou uma degradação contínua do campo magnético da terra. Isso geralmente é aceito como fato, considerando-se que o método de pedra-artefato magnetizado não mostra qualquer traço desta tendência.

CONCLUSÃO
A única explicação matemática teórica válida e os únicos dados sustentáveis apoiam a conclusão de que o campo magnético da terra foi criado com uma quantia considerável de energia magnética original e tem se deteriorado continuamente desde então e que está indo em direção à sua extinção em mais alguns mil anos. Olhando para trás no tempo, há uma idade limite porque há um limite para a quantidade de energia magnética que a terra poderia ter tido originalmente. Postulados razoáveis sobre o campo magnético máximo da terra poderia ter o limite para sua idade para alguns mil anos.

A hipótese de reversão que foi proposta para estender o campo magnético por bilhões de anos não tem, nem uma base matemática teórica válida, nem apoio observacional. Os dados de paleo-magnetismo dos quais se depende para apoio não se correlacionam com o estado do campo magnético da terra, isto é, seu momento magnético.

REFERÊNCIAS
1. McDonald, K.L. and R.H. Gunst, Earth’s Magnetic Field 1835 to 1965, ESSA Tech. Rept. U.S. Dept. Com, 1967, pp 1 & 15.
2. Lamb, H., Phil. Trans., London V. 174, 1883, pp. 519-549.
3. Barnes T. G. Creation Research Society Quarterly. Vol 9(l) 1972, pp. 47-50.
4. Barnes T. G.., Origin and Destiny of the Earth’s Magnetic Field, ICR Tech. Mon. No. 4, 1973.
5. Carrigan C. R. and David Gubbins The source of the Earth’s Magnetic Field. Sci. Amer., feb. 1979 p 125
6. A. A. and Howard Meyerhoff, "The new Global Tectonics, Amer. Assoc. Petr. Geolo., Bul. V. 56 (2),1972 p. 337. Doell, Richard and Allrn Cox, Mining Geophysics, V. II, Soc. Expl. Geophysicist’s, 1967, p. 452.
8. Jacobs, J. A., The Earth’s Core and Geomagnetism, MacMillan, pp 105-106.

9. Burlatskaya, S. P. "Change in Geomagnetic lntencity in the Last 8500 Years," Inst. of Terrestrial Physics, USSR Acad. Sci., 1969, pag. 547.

sábado, 5 de maio de 2012

IDADE JOVEM PARA A LUA E A TERRA

Dr. Thomas G. Barnes

É necessário apresentar somente uma prova de uma idade jovem para a Lua ou para a Terra para refutar completamente a doutrina da evolução. Fundado em postulados razoáveis, grande âmbito de dados observáveis e leis fundamentais da física contém prova de que a Lua e a Terra são extremamente jovens para a presumida evolução ter acontecido.

Há uma prova física de fácil compreensão de que a Lua é muito jovem para a idade evolutiva presumida. Através das leis da física pode-se demonstrar que a Lua está se afastando da Terra. Pelas mesmas leis pode-se demonstrar que a Lua nunca teria sobrevivido uma proximidade da Terra de menos que 18.500km. Essa distância é conhecida como o limite de Roche.(1) As forças relativas á maré da Terra em um satélite das dimensões da Lua romperiam o satélite em algo como os anéis de Saturno. A Lua, portanto, em relação à distância, nunca esteve mais próxima da Terra do que este valor.

A atual velocidade de afastamento da Lua é conhecida. Multiplicando-se esta velocidade de afastamento pela idade evolutiva presumida, a Lua estaria hoje muito mais distante da Terra do que é, mesmo se ela tivesse partido da superfície da Terra. Não poderia ter retrocedido para nada próximo ao que exigiria a idade da doutrina da evolução. Não há ainda nenhuma explicação alternativa sustentável que renderá uma idade evolutiva de 4 bilhões de anos, ou mais, para a Lua. Esta é uma prova das mais simples que a ciência pode prover de que a Lua não é tão velha quanto se reivindicou.

De que forma o evolucionista reconcilia esta prova de que a Lua é demasiadamente jovem para a presumida evolução poder ter acontecido? Este conhecido limite dinâmico no sistema Terra-Lua é um grande problema para os evolucionistas formados. Robert C. Humes na introdução do seu livro "Introdução á Ciência Espacial" (John Wiley, 1971) reconhece o problema e afirma que "Todo o assunto da origem da Lua deve ser considerado altamente especulativo". Dr. Louis B. Slichter, Professor de Geofísica no Massachusetts Institute of Technology trata este problema em grande detalhe e conclui que "a escala de tempo do sistema Terra-Lua ainda apresenta um grande problema.(2)

Acontece que a fricção relativa á maré Terra-Lua causa uma redução da taxa de giro da Terra. O Lord Kelvin usou aquela taxa de giro variável, assumiu uma Terra inicial em estado de fusão, e provou que a Terra não pudesse ter um bilhão de anos, ou a forma da presente Terra seria diferente.(3)

Conseqüentemente, partindo de considerações teóricas e observacionais, há duas provas de que o sistema Terra-Lua não pode ser tão velho quanto um bilhão de anos.

* A taxa de afastamento e distanciamento Terra-Lua refuta a idade longa.
* A forma da Terra refuta a idade longa.

Espessura da Camada de Pó Lunar
As predições pré-alunissagem de cientistas evolucionistas deram grande preocupação aos astronautas. Pelas predições deles, devido a uma presumida idade de 4,5 bilhões de anos para a Lua e a taxa de afluência de pó e os processos físicos lunares de decomposição de rochas, os astronautas poderiam ser perdidos em uma espessa camada de pó na Lua.(4) Felizmente as predições evolutivas de grande espessura de camada de pó estavam erradas. Nossos astronautas não se perderam na "areia movediça" predita de pó acumulado na Lua. As predições dos criacionistas de apenas uma camada fina de pó estavam corretas.

Esta falsa predição de cientistas evolucionistas dá apoio à contenção do autor de que a doutrina da evolução é uma barreira para o progresso da ciência. Mais apoio pode ser achado para aquela contenção nos contínuos resultados negativos das experiências evolutivas para descobrir as presumidas "evoluídas formas de vida" no espaço. Aparentemente um dos astronautas considerou que o laboratório receptor lunar foi um desperdício de tempo e dinheiro. Ele se ofereceu comer um pouco daquele pó para contestar a noção de que existem bactérias evoluídas na Lua. Dever-se-ia lembrar cuidadosamente que os grandes sucessos do programa espacial da NASA, da qual nós todos nos orgulhamos, foi tornado possível pelos tremendos avanços de tecnologia, não através de ciência evolutiva. Aquela tecnologia é fundada nas leis comprovadas da física e química e desenvolvimentos dos vários campos da engenharia.

Evidência Radiométrica de Criação Rápida
Dr. Robert V. Gentry tem evidência radiométrica de que a fundação rochosa da crosta terrestre foi formada em estado frio e não em condição fundida. Um estado inicial frio da Terra dá apoio a uma idade jovem para a Terra. A pesquisa dele envolve o estudo de halos pleochróicos (esferas coloridas) produzidos pelo decaimento radioativo do Polônio 218. Ele analisou cem mil destes halos em rochas graníticas que tinham sido tiradas de profundidades consideráveis da superfície da Terra e de todas as partes do mundo.

Duas conclusões muito importantes foram tiradas desta pesquisa.
* O Polônio 218 era primordial, quer dizer, este elemento radioativo estava no granito original.
* Pelo fato de que os halos só podem ser formados nos cristais do granito, e a meia-vida do Polônio 218 ser de apenas 3 minutos, o granito teve que estar frio e cristalizado originalmente. Caso contrário o Polônio 218 teria ido antes de o granito fundido ter se esfriado. Levaria um tempo longo por demais para uma Terra fundida se esfriar.

A conclusão final pode ser resumida nesta citação de sumário de um dos documentos técnicos de Gentry: "A evidência simples dos halos é de que a fundação rochosa da crosta terrestre foi formada sólida". Pode ser demonstrado que halos em outros minerais dão igualmente evidência surpreendente de uma Terra jovem.(5)

Basta ler alguns dos artigos técnicos de Gentry para ver como ele estabeleceu claramente a conclusão dele de que o Polônio 218 era primordial. Isto, em si mesmo, apresenta problemas para datação radiométrica convencional. Os postulados de datações radiométricas convencionais não concordariam com este estado inicial que Gentry identificou.

Evidencia Magnética de uma Terra Jovem
O conhecido decaimento do campo magnético da Terra e a perda inexorável de sua energia apontam claramente para um fim iminente e inevitável do campo magnético da Terra. Uma publicação do Departamento de Comércio lista avaliações da força do imã dipolo da Terra (seu imã principal) desde que Karl Gauss fez a primeira avaliação em 1830. Esta publicação declara que a taxa de diminuição é de aproximadamente 5% em cem anos. Afirma então que se o decaimento continuar o campo magnético desaparecerá em A.D. 3991.(6)

Este decaimento tem alguns efeitos ambientais prejudiciais. O campo magnético da Terra se estende no espaço ao redor da Terra. Isto provê um escudo protetor contra raios cósmicos e vento solar. A meia-vida de deterioração do campo magnético é de 1400 anos (Isto significa que a cada 1400 anos sua força cai pela metade). A força deste campo é agora só aproximadamente um terço tão forte quanto estava no tempo de Cristo. Radiação mais prejudicial está penetrando até a superfície da Terra. Esta é uma degradação irreversível de nosso ambiente.

Horace Lamb predisse este decaimento em um artigo teórico, em 1883, sobre a fonte do campo magnético da Terra. Retrocedendo no tempo, pela teoria dele e á taxa de decaimento atualmente conhecida, e assumindo a máxima força inicial plausível, põe um limite de idade no imã da Terra de apenas alguns mil anos.(7)

Geólogos evolucionistas assumem que deve haver algum tipo de mecanismo de dínamo que sustenta o imã da Terra. Ninguém, porém, ainda propôs uma teoria aceitável para tal dínamo. Supõe-se também que aquele mecanismo pode inverter a polaridade do imã da Terra. Eles assumem que este imã não tem se deteriorado continuamente mas inverteu muitas vezes de um lado para outro por bilhões de anos. Eles têm que se agarrar a uma idade longa ou é o golpe de morte para toda a teoria da evolução. Fenômenos de reversão são "lidos" para dentro das pedras magnetizadas acessíveis na crosta terrestre. A literatura mostra reais problemas e algumas auto-contradições com estas interpretações.(8)

Conclusões
A idade da Terra e da Lua não podem ser tão velhas quanto requerer a doutrina da evolução, como foi mostrado, quando são aplicadas as grandes leis da física a observados fenômenos de grande escala, como:

1) A taxa de afastamento da Lua e o limite de Roche.
2) A taxa de rotação mais rápida de Terra no passado.
3) A taxa de formação de pó lunar.
4) O decaimento do campo magnético da Terra.
5) Os halos pleochróicos na fundação rochosa da crosta terrestre.

Referências
1. Whitcomb, John C. e Donald B. DeYoung, A Lua, Sua Criação, Forma e Significado, BMH Livros, Winona Lake, Indiana, pág. 41.
2. Slichter, Louis B., "Efeitos Seculares de Fricção Devido à Maré na Rotação da Terra, "Jour. Geoph. Res., 1964, Vol. 8, No. 14, pp. 4281-4288.
3. Barnes, Thomas G., ICR Impact No. 16.
4. Slusher, Harold S., "Idade do Cosmo", Monografia Técnica. Instituto para Pesquisa da Criação, 1980 p.41.
5. Gentry, Robert V., "Revisão Anual de Ciência Nuclear" Vol. 23, 1973 pág. 247.
6, McDonald, Keith L. e Robert H. Gunst, "Uma Análise do Campo Magnético da Terra de 1835 a 1965. Julho de 1967. Essa Rept Técnico. lER 1. Imprensa do governo dos E.U.A. Washington. D.C., Tabela 3, pág. 15.
7. Barnes, Thomas G., Origem e Destino do Campo Magnético da Terra, Monografia Técnica, Instituto para Pesquisa da Criação, 1973.

8. Barnes, Thomas G., Perda do Campo Magnético da Terra, Impact No. 100 Instituto para Pesquisa da Criação.