quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Maria ungiu os pés ou a cabeça de Jesus?
Mateus diz uma coisa, João diz outra!
Respondendo:
Trata-se das duas coisas. Mateus e Marcos enfatizam
a unção sobre a cabeça e João enfatiza o ato dela enxugar os pés com os
cabelos.
Quando vc soma as informações dos quatro
evangelistas vc tem um enriquecimento dos detalhes que somados nos dão uma
visão melhor do ocorrido e não uma contradição.
I – O
primeiro encontro:
- Maria unge os pés de Jesus uma primeira vez
conforme Jo 11:2 – “E Maria era aquela que tinha ungido o Senhor com unguento, e
lhe tinha enxugado os pés com os
seus cabelos, cujo irmão Lázaro estava enfermo”.
Isto está de acordo com Lc 7: “E rogou-lhe um dos fariseus que comesse com
ele; e, entrando em casa do fariseu, assentou-se à mesa. E eis que uma mulher
da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu,
levou um vaso de alabastro com unguento; E, estando por detrás, aos seus pés,
chorando, começou a regar-lhe os pés
com lágrimas, e enxugava-los com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os
pés, e ungia-los com o unguento. Quando isto viu o fariseu que o tinha
convidado, falava consigo, dizendo: Se este fora profeta, bem saberia quem e
qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora. E respondendo, Jesus
disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre”.
(Lucas 7:36-40)
Obs: O contexto do segundo encontro narrado está em
Lc 22 e não em Lc 7.
II – A cidade
do primeiro encontro:
Obs: Este primeiro encontro aconteceu em Naim e não
em Betânea conforme Lc 7:11: “E aconteceu que, no dia seguinte, ele foi à cidade chamada Naim, e com ele iam muitos dos seus
discípulos, e uma grande multidão;”
III – O
local do primeiro encontro:
Obs: Lc diz que um fariseu convidou Jesus para comer em sua
casa: “E rogou-lhe um dos fariseus que comesse com ele; e, entrando em casa do
fariseu, assentou-se à mesa”.
(Lucas 7:36)
Obs: O nome do fariseu era Simão: E respondendo, Jesus
disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a
dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre.
(Lucas 7:40)
IV – Jesus
conhece Maria:
- Neste primeiro encontro Maria unge os pés e
enxuga-os com os cabelos: “E Maria era aquela que tinha ungido o Senhor com unguento, e
lhe tinha enxugado os pés com os
seus cabelos, cujo irmão Lázaro estava enfermo.
(João 11:2)
- Foi nesse primeiro encontro que Jesus conheceu
Maria e provavelmente veio a conhecer Lázaro e Marta, que tornaram seus
discípulos e amigos.
- Uma outra observação importante é que o
questionamento aqui neste encontro foi do próprio fariseu, e o questionamento
nada tem a ver com o do segundo encontro: “Ao ver isso, o fariseu que o havia convidado disse a si
mesmo: "Se este homem fosse profeta, saberia quem nele está tocando e que
tipo de mulher ela é: uma ‘pecadora’ ".
(Lucas 7:39)
- Também Lc 7 nada fala de estar ela preparando o
corpo de Jesus para o sepultamento e sobre a memória daquele ato a ser
lembrado.
V – A cidade
do segundo encontro:
- Já o segundo encontro ocorreu em Betânea
conforme...
“Foi, pois, Jesus seis dias antes da páscoa a Betânia,
(João 12:1)
“Estando Jesus em Betânia,”
(Mateus 26:6)
“Estando Jesus em Betânia,”
(Marcos 14:3)
VI - O tempo
do segundo encontro:
"Como vocês sabem, estamos a dois dias da Páscoa,”
(Mateus 26:2)
“Faltavam apenas dois
dias para a Páscoa”
(Marcos 14:1)
VII – O
local do segundo encontro:
“na casa de Simão, o leproso,”
(Mateus 26:6)
“na casa de um homem conhecido como Simão, o leproso,”
(Marcos 14:3)
O leproso tinha o mesmo nome do fariseu: Simão.
VIII – Maria
unge Jesus novamente:
- Sobre a cabeça:
“Ela o derramou sobre a cabeça
de Jesus, quando ele se encontrava reclinado à mesa”.
(Mateus 26:7)
“reclinado à mesa na casa... Ela quebrou o frasco e derramou
o perfume sobre a cabeça de Jesus.”
(Marcos 14:3)
- Sobre os pés:
“derramou-o sobre os pés de Jesus e os enxugou com os seus
cabelos”.
(João 12:3)
Ou seja, Maria ungiu a cabeça de Jesus ao estar
reclinado sobre a mesa e em seguida ungiu seus pés para em seguida enxuga-los
com seus cabelos.
IX – O
questionamento dos discípulos:
Observe que o questionamento do segundo encontro
foi diferente do que o fariseu havia feito no primeiro encontro:
"Por que este perfume não foi vendido, e o dinheiro dado
aos pobres? Seriam trezentos denários".
(João 12:5)
“Os discípulos, ao verem isso, ficaram indignados e
perguntaram: "Por que este desperdício?
Este perfume poderia ser vendido por alto preço, e o dinheiro
dado aos pobres". “
(Mateus 26:8-9)
“Alguns dos presentes começaram a dizer uns aos outros,
indignados: "Por que este desperdício de perfume? Ele poderia ser vendido
por trezentos denários, e o dinheiro dado aos pobres". E a repreendiam
severamente.”
(Marcos 14:4-5)
X – As
palavras de Jesus:
“Ela fez o que pôde. Derramou o perfume em meu corpo
antecipadamente, preparando-o para o sepultamento. Eu lhes asseguro que onde
quer que o evangelho for anunciado, em todo o mundo, também o que ela fez será
contado em sua memória".”
(Marcos 14:8-9)
“Quando derramou este perfume sobre o meu corpo, ela o fez a
fim de me preparar para o sepultamento. Eu lhes asseguro que onde quer que este
evangelho for anunciado, em todo o mundo, também o que ela fez será contado, em
sua memória".”
(Mateus 26:12-13)
“Respondeu Jesus: "Deixe-a em paz; que o guarde para o
dia do meu sepultamento”.
(João 12:7)
Conclusão:
Não se trata de uma contradição e sim de detalhes
que unidos nos dão um melhor veredito do caso:
- Houve um primeiro encontro na casa de Simão, um
fariseu na cidade de Naim. Neste primeiro encontro foi onde Jesus conheceu
Maria, irmã de Lázaro.
- Neste primeiro encontro Jesus é questionado como
profeta por Simão.
- Houve um segundo encontro em Betânea, há dois
dias da Páscoa na casa de Simão o leproso. Neste encontro Maria unge a cabeça
de Jesus enquanto se reclinava sobre a mesa, e em seguida ela unge e enxuga
seus pés com seus cabelos.
- Os discípulos acham aquilo um desperdício. Porém
Jesus lhes diz que ela estava-o preparando para seu sepultamento. Este ato
seria sempre lembrado em memória dela.
Pipe
domingo, 7 de dezembro de 2014
Onde ocorreu a multiplicação dos pães?
Problema:
Jesus estava em um local próximo a Betsaida (multiplicação dos pães):
E, regressando os apóstolos, contaram-lhe tudo o que tinham
feito. E, tomando-os consigo, retirou-se para um lugar deserto de uma cidade
chamada Betsaida.
Lucas 9:10
Estava em Tiberíades
(Contudo, outros barquinhos tinham chegado de
Tiberíades, perto do lugar onde comeram o pão, havendo o Senhor dado graças).
João 6:23
Interessante é que Betsaida e Tiberíades eram muito
distantes:
-----------------------------------------------------
Respondendo:
Perceba o problema que isso gera caso verdadeiro:
Se Jesus fez a multiplicação em Tiberíades, onde a
multidão desembarcou e não achou Jesus para em seguida ir para Cafarnaum?
Leia o texto e resolva:
"E,
quando veio a tarde, os seus discípulos desceram para o mar. E, entrando no
barco, atravessaram o mar em direção a Cafarnaum; e era já escuro, e ainda
Jesus não tinha chegado ao pé deles... Então eles de boa mente o receberam no
barco; e logo o barco chegou à terra para onde iam".
Ou seja, eles foram em direção a Cafarnaum.
Continuando...
"No dia
seguinte, a multidão que estava do outro lado do mar, vendo que não havia ali
mais do que um barquinho, a não ser aquele no qual os discípulos haviam entrado,
e que Jesus não entrara com os seus discípulos naquele barquinho, mas que os
seus discípulos tinham ido sozinhos".
Jesus e os discípulos estavam do outro lado do mar
(haviam aportado em Genesaré) e o Povo estava do outro lado (perto de Betsaida)
procurando eles. Agora leia com atenção:
"(Contudo,
outros barquinhos tinham chegado de Tiberíades, perto do lugar onde comeram o
pão, havendo o Senhor dado graças)".
Estavam chegando mais pessoas de Tiberíades ao
local onde Jesus havia feito o milagre da multiplicação. E veja o que ocorreu:
"Vendo,
pois, a multidão que Jesus não estava ali nem os seus discípulos, entraram eles
também nos barcos, e foram a Cafarnaum, em busca de Jesus".
Outros barcos chegam de Tiberíades, não encontram
Jesus no local onde havia acontecido a multiplicação do pães e vão em direção a
Cafarnaum.
Pipe
sábado, 6 de dezembro de 2014
O termo "HOMOFOBIA"
Acabei de descobrir que segundo o dicionário todos
os cristãos do planeta Terra são Homofóbicos. Pois segundo o dicionário:
"homofobia (homo- + -fobia) s. f. Repulsa contra a
homossexualidade...". Daí eu fui ver o que significa "Repulsa".
Eis o significado: "repulsa s. f. 1. = recusar". Ou seja, para vc não
ser homofóbico, isto implica que vc deve aceitar a homossexualidade e não ter
nenhum tipo de recusa a tal prática. Não se enganem que ao dizerem "Eu amo
os homossexuais" vc está fora da definição como homofóbico. O simples
pensamento de discordar da prática homossexual o enquadra perfeitamente na
definição como Homofóbico. O termo foi criado como um castrador filosófico do
livre pensamento. É esta ditadura imposta por meio de uma única palavra que tem
dado ao movimento Gay o uso comum de chamar a todos os cristãos sem exceções de
HOMOFÓBICOS. Vc dirá: "Ah, mais eu amo os homossexuais, só discordo da
prática", pronto, acabou de se declarar homofóbico.
Pipe
sexta-feira, 5 de dezembro de 2014
Ecumenismo
O Ecumenismo que "... num sentido lato, pode
designar a busca da unidade entre as religiões", parece propor que eu devo
realmente acreditar num Jesus que pode ser comparado com Buda, Maomé, Alan
Kardec, Confúcio, e todos os fundadores das demais religiões da Terra. Em nome
disso, qualquer discordância soa como falta de respeito para com as demais
religiões. Do contrário, eu penso que fazer Jesus se assentar na mesma bancada
de comparações com estes personagens sim é uma falta de respeito para com a fé
cristã. Numa conversa ecumênica entre religiões comparadas, Jesus Cristo jamais
deve ser posto numa comparação desrespeitosa como essa. Jesus é Único e
incomparável! Por mais ofensivo que possa parecer, a insistência nisso é como
colocar Madre Teresa sentada ao lado de Adolf Hittler; Francisco de Assis ao
lado de Stalin; e todos os santos da História ao lado da Ku Klux Klan. E ainda
assim, tal comparação, é no mínimo comparar o Universo a um grão de areia.
Pipe
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
quarta-feira, 3 de dezembro de 2014
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
domingo, 30 de novembro de 2014
Livro: "A Biblioteca de C.S.Lewis" de James Stuart Bell e Anthony Palmer Dawson
Editora Mundo Cristão
MENSAGEM PRINCIPAL
G. K. Chesterton, George MacDonald, Shakespeare,
Agostinho, Samuel Johnson, Edmund Spencer, Aristóteles e John Milton são alguns
dos nomes que influenciaram Lewis, tornando-se não apenas objeto de sua
admiração, como também de suas pesquisas e de seus exercícios dialéticos. A
biblioteca de C. S. Lewis é o resultado do esforço de James Stuart Bell e
Anthony Palmer Dawson em compilar todas essas influências e elucidar o papel de
cada autor na obra singular do escritor britânico. Revelador e elucidativo, o
livro recompõe o mosaico sobre o qual Lewis lançou os fundamentos de sua
filosofia, e mesmo de sua fé.
POR QUE LER
Durante as décadas de 1970 e 1980, a relevância de
C. S. Lewis como pensador perdeu um pouco de sua robustez. Essa tendência pode
ser, em parte, creditada à apologia que ele fazia ao cristianismo, malvista
pelos acadêmicos avessos à subjetividade da fé. Entretanto, a redescoberta
recente do escritor e o recrudescimento da força de sua obra permitiram a
muitos estudiosos conhecer melhor o arcabouço de sua literatura e do conjunto
de suas idéias.
"A originalidade de seu pensamento, o
incomparável progresso de sua lógica e a criatividade de suas idéias são como
um banquete para famintos."
Russell Shedd
sábado, 29 de novembro de 2014
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
O ladrão da cruz ressuscitou em carne?
Proposta de Belisario:
Lc 23:43:
“Jesus respondeu:
‘Eu lhe garanto: hoje mesmo você estará comigo no Paraíso’".
Se essa afirmativa atribuída a Jesus for
verdadeira, então a condição em que o “bom ladrão” transportou-se ao “paraíso”
foi na condição espiritual, pois seu corpo, segundo o costume da época, pode
ter servido de repasto aos urubus, já que os corpos dos executados, nessas
condições, ficavam expostos para impressionar os transeuntes. Se Jesus cumpriu
sua promessa, o bom ladrão esteve no mesmo dia (hoje), juntamente com Jesus no
paraíso. Assim sendo, o bom ladrão também ressuscitou na carne como Jesus.
Então porque ninguém nunca comentou sobre a ressurreição do bom ladrão. A menos
que aquele paraíso seja outro lugar que não seja o céu.
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Respondendo 4:
Vc acertou
aqui:
Se essa
afirmativa atribuída a Jesus for verdadeira, então a condição em que o “bom
ladrão” transportou-se ao “paraíso” foi na condição espiritual, pois seu corpo,
segundo o costume da época, pode ter servido de repasto aos urubus, já que os
corpos dos executados, nessas condições, ficavam expostos para impressionar os
transeuntes.
Esta é a resposta, ou seja, o ladrão foi em
espírito ao paraíso enquanto seu corpo foi lançado aos urubus. Este corpo
lançado aos urubus (conforme Paulo) um dia irá ressuscitar.
Daí vc errou
aqui:
Se Jesus
cumpriu sua promessa, o bom ladrão esteve no mesmo dia no mesmo dia (hoje),
juntamente com Jesus no paraíso. Assim sendo, o bom ladrão também ressuscitou
na carne como Jesus.
Não porque naquele dia que se chama “hoje” Jesus
foi em espírito ao paraíso e só subiu ao Pai em corpo ressurreto na Ascensão.
Jesus entre a cruz e a tumba vazia...
1. Adentrou no tabernáculo não feito por mãos
humanas:
Porém, já
veio Cristo, Sumo Sacerdote dos bens vindouros. E através de um tabernáculo
mais excelente e mais perfeito, não construído por mãos humanas {isto é, não
deste mundo}, sem levar consigo o sangue de carneiros ou novilhos, mas com seu
próprio sangue, entrou de uma vez por todas no santuário, adquirindo-nos uma
redenção eterna.
Hebreus 9:11-12
2.Desceu ao Hades e pregou aos espíritos em prisão:
É neste mesmo
espírito que ele foi pregar aos espíritos que eram detidos no cárcere, àqueles
que outrora, nos dias de Noé, tinham sido rebeldes,
1 Pedro 3:19
Pipe
Obs: Eu creio na imortalidade da alma.
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Se a carne de nada serve, então qual a sua utilidade no plano espiritual?
Proposta de Belisario:
Jo 6:63: “... o espírito é
que dá vida a carne de nada serve”. Se a carne de nada serve, então
qual a
sua utilidade no plano espiritual?
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Respondendo 3:
Tua resposta tá no próprio texto...
A carne de nada serve para dar vida. É o espírito quem desempenha este
papel. A importância da carne se dá para que o espírito gere vida na carne, por
isso ressurreição.
Pipe
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
Pode um corpo carnal viver no Céu?
Proposta de Belisario:
Jo 4:24:
“Deus é
Espírito”.
Aqui temos um paradoxo, pois a nós, segundo a
crença dogmática, caberia viver no plano espiritual na mesma condição de vida
que tínhamos aqui no plano físico, enquanto Deus, nesse mesmo plano para o qual
iremos, vive puramente na condição espiritual. O plano espiritual está para o
corpo espiritual, como o plano terreno está para o corpo físico. A menos que no
céu existam pessoas vivendo no corpo carnal e outras no corpo espiritual, o que
é bastante confuso sendo Deus espirito vivendo no céu e podendo nós irmos para
o mesmo lugar no corpo carnal.
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Respondendo 2:
“Nem toda a carne é uma mesma carne, mas uma é a carne dos
homens, e outra a carne dos animais, e outra a dos peixes e outra a das aves. E
há corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes e outra
a dos terrestres. Uma é a glória do sol, e outra a glória da lua, e outra a
glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela. Assim
também a ressurreição dentre os mortos. Semeia-se o corpo em corrupção;
ressuscitará em incorrupção. Semeia-se em ignomínia, ressuscitará em glória.
Semeia-se em fraqueza, ressuscitará com vigor. Semeia-se corpo natural,
ressuscitará corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual.
Assim está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o
último Adão em espírito vivificante. Mas não é primeiro o espiritual, senão o
natural; depois o espiritual. O primeiro homem, da terra, é terreno; o segundo
homem, o Senhor, é do céu. Qual o terreno, tais são também os terrestres; e,
qual o celestial, tais também os celestiais. E, assim como trouxemos a imagem
do terreno, assim traremos também a imagem do celestial. E agora digo isto,
irmãos: que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a
corrupção herdar a incorrupção. Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem
todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e
fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos
ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que
isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é
mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir
da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então
cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.”
(1 Coríntios 15:39-54)
Pipe
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