sábado, 8 de outubro de 2016

Livro: "Em Defesa de Cristo" de Lee Strobel

Editora Vida

Este livro é como um romance cativante e de ritmo acelerado. Mas não se trata de ficção. É uma viagem sobre o fato mais marcante da história: a morte, o sepultamento e a ressurreição de Jesus Cristo. Além de ser também um testemunho pessoal revelador do seu poder. Este poder que ainda hoje é capaz de transformar até mesmo o mais cético dos homens.

Escrito no estilo de uma reportagem investigativa, é uma leitura provocante e solidamente argumentada. O autor analisa as seguintes evidências: Históricas; Científicas; Psiquiátricas; Digitais; e outras.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Livro: "Uma Breve História da Terra" de Nahor Neves

Alguns fenômenos geológicos, observados atualmente, podem resultar em desastres naturais, como os terremotos (geralmente associados à movimentação das placas tectônicas), os grandes deslizamentos de encostas (fluxos gravitacionais), as erupções vulcânicas, etc. Em muitas ocasiões, esses eventos catastróficos desencadeiam determinados processos (segregação e estratificação espontâneas, fluxos de lava basáltica, etc.) que são passíveis de correlação com vestígios dos mesmos fenômenos desenvolvidos, muito mais intensamente, no passado.

A geologia histórica parece identificar-se muito melhor com os grandes desastres naturais, que se desenvolvem muito rapidamente, do que com os processos geológicos ordinários (não catastróficos). Por outro lado, os desastres naturais atuais são pontuais no tempo e no espaço; já aqueles "desastres naturais" pretéritos se manifestaram globalmente e de maneira ininterrupta, durante um curto intervalo de tempo.

Identificam-se ainda, analisando criteriosamente as feições estruturais e texturais dos estratos sedimentares, evidências de outros eventos geológicos, não observados no presente, que certamente teriam provocado drásticas transformações na superfície da Terra, como: impactos de gigantescos meteoritos, extinção em massa (de plantas e animais) e processos de erosão e sedimentação abrangendo áreas imensas.

Esses eventos cataclísmicos ocorreram, no passado, isoladamente ou de maneira interligada (um fenômeno desencadeando outro)? É possível estimar, com razoável aproximação, a duração dos correspondentes fenômenos? As interrogações apresentadas merecem uma consideração séria e objetiva, pois se referem ao período mais conturbado da breve história da Terra.

No Estado de São Paulo, como em quase todo vasto território nacional, o clima subtropical a tropical favorece a ação intensa do intemperismo que tende a transformar materiais rochosos em solo. Assim, o geólogo brasileiro geralmente se defronta com a escassez de afloramentos onde se possa encontrar rocha sã ou inalterada, com suas características estruturais e texturais preservadas.

Nos canteiros de construção de grandes usinas hidroelétricas na região Sul e Sudeste do país, especialmente no Estado de São Paulo, entre as décadas de 60 e 80, viabilizou-se o exame em detalhe de milhares de metros de testemunhos de sondagem, bem como o contato direto com extensas superfícies de rocha basáltica (rocha de origem vulcânica) inalterada, nas escavações necessárias à implantação de diversas estruturas de barragem. Na ocasião, vários geólogos inclusive este autor foram beneficiados com a rara oportunidade de estudar, minuciosamente, amplas exposições dos derrames basálticos da Formação Serra Geral (Bacia Sedimentar do Paraná).

Pesquisas científicas envolvendo as rochas basálticas, desenvolvidas pelo mesmo autor, junto à Universidade de São Paulo - USP durante 12 anos, possibilitaram-no acumular um significativo acervo de dados e chegar a conclusões surpreendentes. A título de exemplo, citaremos neste preâmbulo apenas a seguinte:
"O extravasamento dos derrames basálticos da Bacia do Paraná foi rápido e sucessivo. Os derrames encontravam-se em franco processo de resfriamento, ainda na fase líquida, quando já haviam sido sobrepostos por vários outros subseqüentes. É exatamente este o motivo da aparência de corpos intrusivos, apresentada pela maioria dos derrames Serra Geral".
Esta experiência pessoal harmoniza-se perfeitamente com outras realidades geológicas:
  • Os extensos e espessos estratos sedimentares, cujos contatos (plano-paralelos) apresentam-se sem indícios de erosão ou de ação intempérica (evidências de rápida superposição);
  • Dados experimentais, facilmente reproduzíveis, evidenciando o desenvolvimento espontâneo ou simultâneo das partes ("lâminas ou camadas") de determinados pacotes sedimentares estratificados.
  • A possibilidade de se interligar, coerentemente, eventos geológicos globais e catastróficos (impactos de meteoritos, extinção em massa, etc.).
  • Estas e outras evidências nos estimulam a elaborar um modelo alternativo de coluna geológica, onde as longas eras (Paleozóico, Mesozóico e Cenozóico) do éon Fanerozóico, estabelecidas pela Geocronologia Padrão, são confrontadas com as divisões de um novo paradigma geocronológico.
O modelo proposto não pretende questionar a datação radiométrica utilizada para as rochas Pré-Cambrianas. Pergunta-se, entretanto: as divisões do Fanerozóico podem ser correlacionadas, com precisão, a idades radiométricas ou absolutas? Sobre que fundamento se construiu a escala de tempo fanerozóica?
"A escala de tempo fanerozóica é baseada em numerosas seções de rochas sedimentares que foram correlacionadas em âmbito intercontinental por meio de fósseis" (EICHER, 1982).
Uma declaração ainda mais comprometedora é apresentada pelo mesmo autor, justificando sua tentativa de apontar um outro índice paleontológico, mais preciso, do tempo geológico:
"Persistem ainda suspeitas de que, devido a alguma fonte insuspeita de erro sistemático, o calendário radiométrico inteiro, da base ao topo, poderia estar drasticamente errado" (EICHER, 1982).
Será que as técnicas mais modernas de datação radiométrica, desenvolvidas nos últimos anos, aplicadas às rochas sedimentares, estabelecem valores absolutos e precisos para toda a escala de tempo fanerozóica, independentemente da datação bioestratigráfica (baseada na disposição, relativamente ordenada, dos fósseis no registro geológico)? Na realidade, a imprecisão da datação é um dos aspectos mais frustrantes da geologia tradicional.

Sendo assim, cremos haver espaço para a construção de um modelo de coluna geológica que esteja fundamentado não em métodos de datação, mas sim, nas feições litológicas, estruturais e outros dados geológicos de campo, passíveis de serem identificados e interpretados por qualquer pesquisador isento. O estudo focalizará, preferencialmente, o período compreendido pelo Fanerozóico (mais especificamente, do Cambriano ao Terciário), durante o qual formaram-se os extensos estratos sedimentares com conteúdo fossilífero significativo.

Convidamos então o leitor, independentemente de sua cosmovisão, para que analise imparcialmente o texto do livro a fim de que, juntos, interpretemos os fatos. Em uma segunda etapa, procuraremos associar, coerentemente, esses mesmos fatos à hipótese mais consistente. Finalmente, buscaremos respostas convincentes a algumas importantes indagações relativas à história de nosso planeta.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

O que dizia a placa acima da cabeça de Jesus?



"ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS."
Mt 27:37 - E, por cima da sua cabeça, puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.

"O REI DOS JUDEUS."
Mc 15:26 - E, por cima dele, estava escrita a sua acusação: O REI DOS JUDEUS.

"ESTE É O REI DOS JUDEUS."
Lc 23:38 - E também, por cima dele, estava um título, escrito em letras gregas, romanas e hebraicas: ESTE É O REI DOS JUDEUS.

"JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS."
Jo 19:19 - E Pilatos escreveu também um título e pô-lo em cima da cruz; e nele estava escrito: JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS.
---------------------------------------------------------------------------
Descontradizendo:
Por Pipe

A parte final dos versículos é a mesma, ou seja, todas elas dizem: "O REI DOS JUDEUS". Marcos não menciona a primeira parte da escrita na tábua. Isto não significa que ela não estivesse lá.

A aparente "contradição" se apresenta na primeira parte dos versículos:

Mt 27:37 - "ESTE É JESUS"
Lc 23:38 - "ESTE É".
Jo 19:19 - ""JESUS NAZARENO,"

Primeira resposta:
Não há uma contradição. Os textos se completam. O que teríamos afinal seria: "ESTE É JESUS NAZARENO, O REI DOS JUDEUS".

Os textos não se contradizem, eles apenas trazem cada um uma parte da escrita na tábua. Observe que:

Mt e Lc aparece as palavras - "ESTE É...""

Mt e Jo aparece o nome - "JESUS..."

João é o único que coloca o título "NAZARENO" como parte da escrita.

Isto se trata de uma contradição, ou de relatos que somando as partes se completam?

Em qualquer julgamento, o que se trata é exatamente disto. É a soma das provas que trazem o veredito e não as partes isoladas.

Seria contradição, se os textos trouxessem contradições como:

"O REI DOS GREGOS" ou "O REI DOS ROMANOS", ou então, "JESUS, O GALILEU".


Segunda resposta:
Outra questão é o que diz João 19:20:

"... e a placa estava escrita em aramaico, latim e grego".

Diante disto, é provável que:

* Mateus descreveu a escrita em aramaico já que seu evangelho foi escrito e direcionado para os judeus.

* Marcos descreveu a escrita em latim já que seu escrito foi direcionado aos Romanos.

* Lucas descreveu em grego.

* João descreveu em grego. Por isso, seu evangelho nos traz palavras como "Logos" (verbo).

Porém, o único dos discípulos que de fato estava presente no local na hora da crucificação foi João. É bem provável diante disto, que a escrita em grego completa era: "JESUS NAZARENO, REI DOS JUDEUS". João pode não ter incluído o termo "Este é", por não achar necessário.

Conclusão:                                                     

Não há nenhuma contradição!

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Livro "Milagres" de C.S.Lewis

Editora Vida

O principal milagre professado pelos cristãos é a Encarnação. Os milagres não se relacionam com uma série de incursões independentes na Natureza, mas com as várias fases de uma invasão estrategicamente coerente — uma invasão que busca uma conquista completa, a ocupação de todos os espaços. A adequação e, portanto, a credibilidade de milagres específicos dependem de sua relação com o Grande Milagre.

Conforme declaração do escritor irlandês, o propósito deste livro é servir de introdução à pesquisa histórica, e não examinar as evidências históricas dos milagres cristãos. Seu objetivo é "levar os leitores a fazer isso".

Nesta obra comovente e inspirada, C. S. Lewis destaca-se por seu estilo entusiástico, lúcido e inteligente, que lhe é característico, e pela capacidade argumentativa com que leva o leitor — crédulo ou cético — a refletir a respeito do sobrenatural.

sábado, 1 de outubro de 2016

Livro: "Merece Confiança o Antigo Testamento?" de Gleason Archer

Editora Vida Nova

O livro Merece Confiança o Antigo Testamento? É uma leitura essencial voltada para aqueles que estão em busca de um conhecimento maior da Palavra de Deus, bem como estudantes de seminário, para estes esta obra servirá como um livro didático. Trata-se de uma leitura crítica, com ela você poderá levantar excelentes discussões.


 A escolha do autor vincula-se a um ponto de vista mais conservador, sob uma perspectiva ortodoxa. No entanto são apresentadas, de forma imparcial, teorias distintas – liberal ou neo-ortodoxa –.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Deus fica furioso?



Deus nunca fica furioso.
Is 27:4 - Não há indignação em mim; quem me poria sarças e espinheiros diante de mim na guerra? Eu iria contra eles e juntamente os queimaria.


Deus as vezes fica furioso.
Is 34:2 - Porque a indignação do SENHOR está sobre todas as nações, e o seu furor sobre todo o exército delas; ele as destruiu totalmente, entregou-as à matança.

Jr 21:5 - E eu pelejarei contra vós com mão estendida, e com braço forte, e com ira, e com indignação, e com grande furor.

Jr 30:23 - Eis que a tormenta do SENHOR, a sua indignação, saiu; é uma tormenta varredora e cairá cruelmente sobre a cabeça dos ímpios.

Mq 5:15 - E, com ira e com furor, exercerei vingança sobre as nações que não ouvem.

Na 1:2 - O SENHOR é um Deus zeloso e que toma vingança; o SENHOR toma vingança e é cheio de furor; o SENHOR toma vingança contra os seus adversários e guarda a ira contra os seus inimigos.

Zc 8:2 - Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Zelei por Sião com grande zelo e com grande indignação zelei por ela.
------------------------------------------------------------------------------
Descontradizendo:
Por Pipe

Vamos ler o contexto na NVI e vocês verão que a ideia do texto é bem diferente:
1. "Naquele dia, o Senhor, com sua espada severa e forte,castigará o Leviatã, serpente veloz, o Leviatã, serpente tortuosa; matará no mar a serpente aquática".
4. "Não estou irado. Se espinheiros e roseiras bravas me enfrentarem, eu marcharei contra eles e os destruirei a fogo".
5." A menos que venham buscar refúgio em mim; que façam as pazes comigo".

A Pergunta que fica em minha mente é: Onde diz aqui que Deus nunca fica furioso?

O Texto diz que Deus não estava irado naquele momento. Porém, se provocado, Ele marcharia contra seus inimigos e os destruiria.

Portanto, o próprio texto diz que Deus fica furioso quando provocado.

Conclusão:
O Próprio texto de Is 24:7 está dizendo que Deus fica furioso quando provocado.


Portanto, não há nenhuma contradição.

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Jesus voltará como um leão ou como um cordeiro?



APOCALIPSE 5:5 - Jesus voltará como um leão ou como um cordeiro?

PROBLEMA:
Nessa profecia, Jesus é representado como sendo um Leão, o rei dos animais. Isso está de acordo com o fato de que ele virá como Rei para reinar sobre toda a terra (Ap 19-20).

Entretanto, o símbolo principal de Cristo no livro do Apocalipse é o Cordeiro, que é mencionado 27 vezes.

SOLUÇÃO: É claro que essas duas figuras de linguagem são apropriadas para a segunda vinda de Cristo. João fala até mesmo da "ira do Cordeiro"(Ap 6:16). Tendo sido, na sua primeira vinda, "o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo" (Jo 1:29), não obstante Ele voltará como um Cordeiro irado. Por quê? Porque aquele que morreu pelos pecados do mundo tem o direito de exercer o juízo sobre os que rejeitaram a sua morte pelos pecados.

O único lugar de segurança para se escapar desse juízo é o lugar onde o juízo de Deus já caiu: a cruz. Aqueles que não se refugiam no Cordeiro, que assumiu a ira de Deus em lugar deles (cf. 2 Co 5:21), vão sofrer sobre si a ira do Cordeiro.

A figura do cordeiro, então, é um símbolo adequado do amor de um Deus justo, que executa o seu juízo sobre aqueles que o rejeitam.

Fonte: Norman Geisler & Thomas Howe; "Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia"; Ed. Mundo Cristão; pg.558.

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Livro: "Neo-Modernismo ou Cristianismo" de Francis Schaeffer

Editora: Ação Bíblica do Brasil e Editora Evangélica.

Grande obra de Francis Schaeffer que vem a somar no seu grande legado no campo político-teológico-filosófico.

Conteúdo deste livro:
Introdução - O "Neo-modernismo" compreende a teologia de Barth, a dos seus discípulos e a dos teólogos de Lund.

Cap.I - A natureza do neo-modernismo: uma negação do caráter absoluto da verdade.

Cap.II - Da influência do pragmatismo noutro domínios:
a) As ciências físicas, a psicologia, as ciências sociais e políticas.
b) Filosofia.
c) Arte e música modernas.

Cap.III - Caráteres distintivos do neo-modernismo.

Cap.IV - Neo-modernismo e doutrina.

Cap.V - A nossa atitude em face do neo-modernismo.

Cap.VI - Consequências práticas do neo-modernismo.

domingo, 25 de setembro de 2016

Christopher Hitchens sobre o aborto

"Obviamente, o feto está vivo, de modo que a disputa sobre se conta ou não conta como uma" vida "é casuística. Qualquer pessoa que tenha visto uma ultrassonografia ou gastou até uma hora com um livro sobre embriologia sabe que as emoções não são um fator decisivo. A fim de interromper a gravidez, você tem que parar um coração, desligar um cérebro em desenvolvimento, e, seja qual for o método, quebrar alguns ossos e romper alguns órgãos".

Christopher Hitchens

sábado, 24 de setembro de 2016

Livro: "A Verdade Sobre o Cristianismo" de Dinesh D´Souza

Em "A verdade sobre o Cristianismo", Dinesh D'Souza olha para o Cristianismo com um olhar interrogativo, mas trata os ateus com o mesmo ceticismo. O resultado é um livro que irá desafiar as suposições tanto de cristãos como de incrédulos e afirmar que existe, de fato, algo importante sobre o Cristianismo. Provocativo, esclarecedor, um sucessor no século 21 do livro Cristianismo puro e simples, de C. S. Lewis, A verdade sobre o Cristianismo é o livro perfeito para aquele que busca, seja um cético, seja um cristão que deseja defender sua fé.
Índice:
Capítulo 1 - O Futuro do Cristianismo
Capítulo 2 - O Cristianismo e o Ocidente
Capítulo 3 - O Cristianismo e a Ciência
Capítulo 4 - O Argumento do Design
Capítulo 5 - O Cristianismo e a Filosofia
Capítulo 6 - O Cristianismo e o Sofrimento
Capítulo 7 - O Cristianismo e a Moralidade
Capítulo 8 - O Cristianismo e Você