domingo, 30 de outubro de 2016

Livro: "Darwin no banco dos réus" de Phillip E. Johnson

Editora Cultura Cristã

O polêmico livro que mexeu com os fundamentos científicos

Por quê?  Ele demonstra que a teoria da evolução não tem sua base em fatos, mas na fé – fé no naturalismo filosófico.  Phillip Johnson argumenta corajosamente que simplesmente não há um vasto corpo de dados que dêem suporte à teoria.

Com o clima intrigante de um mistério e detalhes que nos prendem como ao assistirmos a um julgamento, Johnson conduz o leitor através das evidências com a perícia de um advogado, a qual ele adquiriu como professor de Direito em Berkeley, especializando-se na lógica dos argumentos.

“Qual a razão pela qual uma editora cristã lança no mercado a tradução de uma obra contra o evolucionismo escrita em 1993, portanto com 15 anos de atraso?  A principal razão é a sua pujança e relevância.  Apesar dos 15 anos de idade, o livro de Phillip Johnson continua atualíssimo.  Pouca coisa surgiu nesse período que inovou a apologética antievolucionista além do que Johnson tem feito”.
Augustus Nicodemus Lopes


Phillip E. Johnson é graduado em Harvard e na Universidade de Chicago.  Ele foi oficial de direito do presidente do Superior Tribunal Earl Warren e ensinou por mais de trinta anos na Universidade da Califórnia, Berkeley, onde é professor emérito de Direito.

sábado, 29 de outubro de 2016

Cristo é misericordioso ou cheio de ira?

APOCALIPSE 6:16 - Cristo é misericordioso ou cheio de ira?

PROBLEMA: Por todos os evangelistas Cristo, é apresentado como misericordioso, curando os enfermos, abençoando os pobres, confortando os sofredores e perdoando os pecadores (cf. Lc 9:56; 19:10).

Mas o livro do Apocalipse fala da "ira do Cordeiro" (6:16) e do juízo de Cristo sobre o mundo todo (Ap 19:11-15).

SOLUÇÃO:
Muitas vezes as diferenças entre essas passagens são devidas à sua referência a épocas diferentes na obra de Jesus sobre a terra, ou seja, à sua primeira vinda e à sua segunda vinda.

A primeira foi basicamente uma missão de misericórdia. A segunda, entretanto, de início será uma missão de ira.

Ele, que morreu como um Cordeiro (Jo 1:29), também retornará como um Leão (Ap 5:5).

Durante a sua primeira vinda, Jesus foi uma cana quebrada (Is 42:3), mas na sua segunda vinda ele reinará com uma vara de ferro (SI 2:9).

Em outras ocasiões, as diferentes atitudes e ações de Jesus foram simplesmente devidas ao fato de que foram dirigidas a diferentes pessoas, ou em diversas condições. Por exemplo, mesmo durante a sua primeira vinda, Jesus irou-se com os hipócritas (Mt 23) e ficou indignado com aqueles que comercializavam na casa de Deus (Jo 2). Ele amaldiçoou a figueira, que simbolizava a infrutífera nação de Israel que rejeitou o seu Messias (Mt 21:19). Em todo o tempo, Jesus foi misericordioso para com o arrependido e cheio de ira para com o que não se arrependeu.

Fonte:

Norman Geisler & Thomas Howe; "Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia"; Ed. Mundo Cristão; pg.558.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Atos 4:25 - Deus fala pelo Espírito Santo



Almeida Revista e Atualizada
4.24 Ouvindo isto, unânimes, levantaram a voz a Deus e disseram: Tu, Soberano Senhor, que fizeste o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há; 
4.25 que disseste por intermédio do Espírito Santo, por boca de Davi, nosso pai, teu servo: Por que se enfureceram os gentios, e os povos imaginaram coisas vãs?


Nova Tradução da Linguagem de Hoje
4.24 Assim que eles ouviram isso, adoraram todos juntos a Deus, dizendo: — Senhor, tu és o Criador do céu, da terra, do mar e de tudo o que existe neles!
4.25 Tu falaste por meio do Espírito Santo e do nosso antepassado Davi, teu servo, quando ele disse: “Por que as nações pagãs ficaram furiosas? Por que os povos fizeram planos tão tolos? )
 
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Como funciona essa relação de quem fala: Deus Pai, O Espírito de Deus ou Davi ?
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Quando o Espírito está falando através de um meio humano ele está falando de si ou fazendo a transmissão da mensagem de Seu Senhor ?

 (2 Pedro 1:20-21) 20 Pois sabeis primeiramente isto, que nenhuma profecia da Escritura procede de qualquer interpretação particular. 21 Porque a profecia nunca foi produzida pela vontade do homem, mas os homens falaram da parte de Deus conforme eram movidos por Espírito Santo.

Costuma-se usar textos que falam de Deus em um versiculo e no Espírito Santo mais embaixo como PROVAs de algo não dito. Do tipo ``diz que
 o Espírito Santo falou.....abaixo diz que foi Deus...``.

O caso citando acima mostra que quando se diz que o Espírito falou a ``voz`` não é dele em si, deve ser atribuída ao Pai. Se não fosse o Pai não faria sentido a distinção entre Espírito e Deus, já que daria na mesma.

Deus, Tu, Soberano Senhor, Tu falaste por meio do Espírito Santo por boca de Davi
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Esquema parece ser: O Pai fala por boca de Davi
 usando o Espírito Santo.
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Meio pelo qual ele se comunica aos homens santos da Bíblia.

(Mateus 10:19-20) 19 No entanto, quando vos entregarem, não fiqueis ansiosos quanto a como ou o que haveis de falar; porque naquela hora vos será dado o que haveis de falar; 20 pois, quem fala não sois apenas vós, mas é o espírito de vosso Pai, que fala por meio de vós. .
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Por Pipe

Como funciona essa relação de quem fala: Deus Pai, O Espírito de Deus ou Davi ?
Depende, se vc está propondo algo literal, quem falou literalmente foi Davi.
 
Se vc está falando de quem inspirou, este foi o ES.
 
Se vc está falando de quem ordenou, vc está falando do Pai.
 

Quando o Espírito está falando através de um meio humano ele está falando de si ou fazendo a transmissão da mensagem de Seu Senhor?
Trazendo a mensagem do Pai e do Filho.

Costuma-se usar textos que falam de Deus em um versiculo e no Espírito Santo mais embaixo como PROVAs de algo não dito. Do tipo ``diz que o Espírito Santo falou.....abaixo diz que foi Deus...``.
Vou te dar um exemplo: Se o Presidente manda um ministro em seu lugar para uma viaje internacional e falar em nome dele, quem falou: O ministro ou o Presidente? Quando um ministro fala enviado pelo presidente, é o mesmo que dizer que foi o próprio Presidente quem disse. Tanto faz.

Quando um pregador sobe num púlpito e prega a Palavra, quem está falando: Deus, o ES ou o pregador?

Está errado eu dizer para este pregador que Deus usou a vida dele para falar comigo por meio do ES?

Conclusão:
O Pai, por meio do ES usou a vida daquele pregador para falar comigo. Portanto, os Três falaram comigo:
 
- O Pai, quando enviou o ES na minha vida.
- O ES quando me deu iluminação para compreender.
- O Pregador que se deixou ser usado por Deus.

Porém, se eu disser que foi o pregador que falou algo a minha mente, ninguém está cometendo uma heresia teológica porque disse isso. Porque todo o crente inteligente com um pouquinho de massa cinzenta sabe que nisso está implícito que o ES, o Pai e o Filho estão por trás de tudo isso.

O caso citando acima mostra que quando se diz que o Espírito falou a ``voz`` não é dele em si, deve ser atribuída ao Pai.
O “deve” é um acréscimo teu. Mas, também tanto faz. Se eu digo que o ES falou, o Pai falou ou o pregador falou dá na mesma.

Por exemplo:
At 13:
2
E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado.

Quem falou foi o ES que certamente o fez segunda a vontade do Pai ou do Filho. Portanto, o texto dizer: “Disse o ES...”, é o mesmo que dizer que foi o Pai. E se o texto dissesse que foi um profeta que disse, é o mesmo que dizer que foi o ES ou que foi o Pai, ou que foi o Filho que disse. Porque nós cremos numa unidade. Cremos que o Pai, o Filho e o ES são uma unidade, e que todos nós estamos também unidos nEle.
 

Outro exemplo:
At 16:6
E, passando pela Frígia e pela província da Galácia, foram impedidos pelo Espírito Santo de anunciar a palavra na Ásia.

Quem impediu: O Pai ou o ES? Ambos.

At 21:4
E, achando discípulos, ficamos ali sete dias; e eles pelo Espírito diziam a Paulo que não subisse a Jerusalém.

Quem foi que disse?

Se não fosse o Pai não faria sentido a distinção entre Espírito e Deus, já que daria na mesma.
Então os apóstolos acima erraram ao dizer que foi o ES quem disse, quem impediu?

Esquema parece ser: O Pai fala por boca de Davi usando o Espírito Santo.
Não, o esquema é: O Pai fala por meio do ES que fala através da boca de Davi.

Eu vejo a coisa como Pedro mostra: o Espírito faz o homem falar a palavra do Pai.
Aeeee.... correto!

Então, o ponto é, quando é dito que o Espírito tá dizendo algo, a voz não é dele em si.
Bom, péra aí! Vc está dizendo que a voz que eles disseram que ouviram não era literalmente do ES e sim do Pai? Então quando um pregador fala na verdade não é a voz dele que ouvimos e sim a do Pai?
 


Eu não entendi porque tanta confusão se a questão é tão simples. Quem ordena é o Pai ou o Filho por meio do ES que por sinal se manifesta por meio da boca humana. Porém, o Pai fala ao ES, que fala ao homem que fala para outros homens. Simples!

O Pai/O Filho[?] está se comunicando atraves de um mensageiro apossado do espírito
Depende, cada caso é um caso. Se vc está falando de estase espiritual como ocorria no AT ou em Atos, ok! Porém, isto não implica que toda a vez que o ES fala necessariamente a pessoa fica em estase.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Como explicar João 12:31?



Além dos textos que mostram a queda de satanás, vamos procurar também entender quando isso ocorreu. Gostaria que comentassem João 12:31:

“Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo"

Pergunto:

"Agora"? Quando? Logo após a crucificação de Cristo?

"Será expulso"? Expulso de onde? Do céu?

Creio ser esse versículo revelante no estudo da "queda de satanás"
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Por Pipe

"Agora"?
O "agora" estava ligado ao que ele faria:

31 Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo.
32 E eu, quando for levantado da terra, todos atrairei a mim.

Quando?
Na crucificação. E isto tem a ver com o que Paulo disse em Cl 2:
“13 E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas,
14 Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.
15 E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo”.

Paulo aqui aborda o tema dizendo que na Cruz Jesus fez o seguinte:
1. Nos vivificou. Portanto estávamos mortos.
2. Nos perdoou.
3. Riscou a cédula contrária cravando-a na cruz. Tirou-as do nosso meio.
4. Despojou os principados e potestades.

Talvez este "ser expulso" tenha a ver com relação à acusação. Pois o juízo que deveria vir sobre nós, veio sobre Cristo, calando assim o Príncipe deste mundo.

"Será expulso"? Expulso de onde? Do céu?
Não é do Céu porque Satanás já era de alguma forma um ser caído por várias razões. Mas as principais eram os adjetivos que se davam a ele:
• Diabo – Acusador
• Satanás – Inimigo


Estes nomes já dizem por si só que ele já havia caído de seu estado original.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Livro: "O Delírio de Dawkins" de Alister McGrath & Joana McGrath

- Uma resposta ao fundamentalismo ateísta de Richard Dawkins - 

Editora Mundo Cristão

Ao discutir os pressupostos de Dawkins, os autores trazem à tona questões fundamentais dos tempos pós-modernos - fé, coexistência de religião e ciência, liberdade de crença, o sentido da vida e a busca de significado - que, a julgar pela repercussão de Deus, um delírio, merecem contundente posicionamento cristão.

domingo, 23 de outubro de 2016

Livro: "O Deus de Dawkins - Genes, Memes e o Sentido da Vida" de Alister McGrath

Editora Vida Nova

Este livro é um confronto crítico com a visão de mundo de Dawkins, e tem a intenção de perguntar se a afamada agressividade de seu ateísmo está realmente fundamentado nos argumentos que ele apresenta.

O que espero encorajar é uma investigação sobre o lugar das ciências naturais na formatação do mundo de nossas mentes e da cultura em que vivemos, com base nos textos publicados por Dawkins.

sábado, 22 de outubro de 2016

Sobre o que a terra foi colocada?



Sobre o nada:
Jó 26:7 - O norte estende sobre o vazio; suspende a terra sobre o nada.


Sobre pilares:
I Sm 2:8 - Levanta o pobre do pó e, desde o esterco, exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque do SENHOR são os alicerces da terra, e assentou sobre eles o mundo.
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Descontradizendo:

Por Pipe

O sentido do texto é o sentido que está em Cl 1:15-20:

"o qual é imagem do Deus invisível, o primogênito de toda a criação; porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades; tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. E ele é a cabeça do corpo da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência, porque foi do agrado do Pai que toda a plenitude nele habitasse e que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra como as que estão nos céus”.

É neste sentido que o texto de I Sm se refere. Deus é aquele que sustenta o universo e inclusive a terra.

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Por Guilherme Born

I Sm 2:8 - Levanta o pobre do pó e, desde o esterco, exalta o necessitado, para o fazer assentar entre os príncipes, para o fazer herdar o trono de glória; porque do SENHOR são os alicerces da terra, e assentou sobre eles o mundo. (os alicerces do Senhor)


Reparem no contexto deste versículo que é enfatizado o que Deus faz com o necessitado. Ele levanta-o, ele sustenta-o. 

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Livro" "A ressurreição do Filho de Deus" de N.T.Wright

Editora Paulus

No terceiro volume da sua série "Origens Cristãs e a Questão de Deus" N. T. Wright vira a mesa da erudição bíblica contemporânea ao demonstrar que os autores do Novo Testamento acreditavam em uma ressurreição corporal literal de Jesus Cristo, e não numa ressurreição meramente "espiritual" inventada posteriormente, e que sua crença é a melhor explicação da evidência disponível, em prejuízo dos dogmas naturalistas da divisão moderna. Combinando sua vasta erudição bíblica e clássica com uma metodologia rigorosa e filosoficamente consciente, Wright enraíza o julgamento sobre a realidade da ressurreição no chão do juízo histórico, sem com isso negar o seu significado religioso e teológico, superando de um modo magistral o dualismo de "fatos históricos" e "significados religiosos" que infesta o mundo da teologia acadêmica. Wright desenvolve com lucidez as implicações de seus resultados, como a confirmação a identidade de Jesus Cristo como Messias e Filho de Deus, a obsolescência da visão antiga e popular da vida eterna como "morada celeste", ou a "vida após a morte", e o significado moral e político da ressurreição, ontem e hoje. "A Ressurreição do Filho de Deus" é uma obra monumental, plena de resultados científicos e de significado espiritual, que certamente manterá um assento privilegiado entre os estudos clássicos sobre a história e a identidade de Jesus Cristo.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Como explicar I reis 20:35-37 que diz:



"Então um dos homens dos filhos dos profetas disse ao seu companheiro, pela palavra do SENHOR: Ora fere-me. E o homem recusou feri-lo.  E ele lhe disse: Porque não obedeceste à voz do SENHOR, eis que, em te apartando de mim, um leão te ferirá. E como dele se apartou, um leão o encontrou e o feriu.  Depois encontrou outro homem, e disse-lhe: Ora fere-me. E aquele homem deu-lhe um golpe, ferindo-o"

Será que Deus molda suas ordens à ética da época?
Alguém hoje em dia acreditaria que uma ordem assim partiria de Deus?
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R. N. Champlin, Ph. D. responde:

20:35
"Temos aqui um outro profeta cujo nome não é dado, membro de uma das escolas de profetas, a maioria dos quais estava escondido, porque Jezabel estava matando sistematicamente os profetas. Esse profeta havia recebido uma visão ou alguma forma de comunicação da parte de Yahweh (vs.36), que lhe dava uma estratégia mediante a qual ele poderia obter acesso ao rei Acabe e entregar-lhe sua mensagem e predição melancólica... A estratégia consistia em ser ele ferido, e tornar-se assim capaz de apresentar-se ao rei como soldado ferido, e tornar-se assim capaz de apresentar-se ao rei como soldado ferido. Acabe veria o "pobre homem", pararia o seu carro de combate e escutaria o que ele tivesse a dizer. Para surpresa do monarca, o soldado ferido se transformaria de repente em um profeta de Yahweh, proferindo contra ele a triste sorte decretada pelo Senhor.

O homem não teve coragem de ferir-se a si mesmo. Por conseguinte, pediu que um vizinho o fizesse. O profeta olharia para o outro lado quando o homem o golpeasse. Mas àquele também faltou coragem. Talvez fosse outro profeta, e ele não haveria de ferir o companheiro. Presumimos que o homem a ser ferido tenha contado ao amigo que precisava ser ferido. Caso contrário, certamente seria difícil entender por que o amigo seria morto por um leão por não ter obedecido à ordem (vs.36)".

20:36
"Um tratamento drástico. O pobre homem que não quis ferir ao próximo foi condenado a ser atacado e morto por um leão, porque a palavra específica da parte de Yahweh lhe tinha sido transmitida, mas não obedecida. Tratava-se de uma ordem. Era seu dever ferir o profeta; mas, quando ele desobedeceu, selou a sua condenação".

20:37
"Outro homem foi encontrado para feri-lo. Esse homem, sem dúvida, tendo ouvido o que acontecera ao primeiro, que se negara a ferir o profeta, imediatamente obedeceu, atacando-o e ferindo-o. Mas não nos é dito que tipo de ferimento ele afligiu ao profeta. O ferido foi deixado com seu ferimento, muito grave, a fim de atrair a atenção de Acabe como um "soldado ferido".

Fonte: "O AT Interpretado vs. por vs. - Livro 2"; Ed.Hagnos; pg.1449
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Pipe


O problema é que se tratava de uma ordem de Deus, daí nesse caso, o que houve implicou num juízo instantâneo de Deus. Essa questão me lembra aquela do profeta que foi morto por um leão quando Deus tinha mandado que ele não comesse nada, mas comeu por ter acatado à voz de um "profeta" mais velho.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Livro: "Arqueologia do Velho Testamento" de Merril F. Unger



Este livro é para pastores, seminaristas e professores que são apaixonados por arqueologia. O livro é de total importância para todos que creem nas Escrituras, tratando sobre a criação, o dilúvio, sobre os patriarcas, o êxodo, a tomada da Palestina e muitos outros assuntos à luz da arqueologia.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Livro: "Manual de Dificuldades Bíblicas" de Norman Geisler & Thomas Howe



Muitas pessoas, quando se deparam com questões de difícil compreensão nas páginas da Bíblia, relutam em crer que ela seja de fato um livro inspirado por Deus. Mas elas certamente mudarão de opinião ao consultar este manual.
 
Geisler Howe defendem, com autoridade e firmeza, a inspiração das Escrituras. Todas as questões tratadas neste livro são abertas com a citação do versículo ou da passagem que gerou algum tipo de dificuldade de entendimento. Os autores, então, apresentam o problema apontado pelos críticos e, por último, expõem a solução, de maneira clara, perspicaz e bem fundamentada.
 
Nesta edição revisada da obra anteriormente publicada comoManual popular de dúvidas enigmas e contradições da Bíblia, você encontrará respostas claras e precisas para as principais dificuldades presentes no texto bíblico, além de recursos para aprofundar sua compreensão das Escrituras.
 
Trata-se de uma obra singular: um único volume que, na verdade, equivale a cinco livros, pois, além de ser um guia para solucionar questões de difícil compreensão, reúne características de uma obra apologética, evangelística, um comentário bíblico e, ainda, um devocional, à medida que apresenta inúmeras passagens da Bíblia, para leitura.
 
O Manual de dificuldades bíblicas não só fortalecerá a fé daqueles que se dispõem a desvendar as Escrituras em seus pontos mais árduos, mas ainda auxiliará muitos cristãos a defendê-las com convicção e, assim, conduzir pessoas a um encontro pessoal com Jesus Cristo, o Salvador.
Manual de dificuldades bíblicas o ajudará a falar das coisas de Deus com mais entusiasmo e ousadia.