quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Livro: "Cristo & Cultura: Uma Releitura" de D.A.Carson

Editora Vida Nova

Esta obra trata de um tema de suma importância - como os cristãos devem interagir com a cultura em que vivem. O autor faz uma releitura da tipologia clássica de H. Richard Niebuhr e mostra que as cinco opções de como cristãos devem se relacionar com a cultura, propostas por Niebuhr, são reducionistas e, na pior das hipóteses, antibíblicas. Carson propõe uma solução unificadora. Lançando mão dos pontos decisivos do enredo bíblico, como a queda, o chamado de Abraão, a vinda do Messias, sua morte, ressurreição e segunda vinda, e a dádiva do Espírito Santo, o autor argumenta que, somente quando todas as categorias bíblicas são consideradas simultaneamente, é possível contribuir para o entendimento correto da cosmovisão cristã e suas implicações na relação diária do cristão com a política, as artes, a educação, e todas as demais áreas da cultura.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Livro: "A Verdade" de D.A.Carson

Editora Vida Nova
- Como comunicar o Evangelho a um Mundo Pós-Moderno - 
Como transmitir a verdade a um mundo que nem sabe ao certo o que ela é — ou mesmo se ela existe?
Como recomendar absolutos espirituais a pessoas para as quais eles inexistem?
 Se essas perguntas já o intrigaram ou se você já lutou com elas, o livro que tem em mãos é leitura obrigatória.
 A Verdade explora o conhecimento que Ravi Zacharias, Kelly Monroe, D. A. Carson, Ajith Fernando, Mark Dever e outros estudiosos notáveis adquiriram nas trincheiras do fazer evangelístico e apologético. O livro abrirá seus olhos para ver como a luta pelas almas, à semelhança de uma verdadeira guerrilha, é travada em um grande número de frentes: nos relacionamentos, nas universidades, no âmbito das etnias, no campo da razão e das emoções, no púlpito, nas comunicações... em suma: no amplo espectro da experiência e dos valores humanos.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Podemos dar o dízimo para os pobres?

E vamos a mais um espantalho. Três coisas quanto a isso: 
1. É necessário decidir se dízimo é ou não é coisa que vai se aplicar nos dias de hj; se é coisa do NT ou não. Caso contrário, então utilizar o termo para defender um princípio em desuso não faz o menor sentido. Então se utilize qualquer outro termo para dar comida aos pobres: Misericórdia, compaixão, amor, etc. Mas não utilize um termo caso o veja em desuso. Apenas ignore por completo tal termo e partiu dar comida para os pobres.


2. Que se for para aplicar o termo "dízimo", é necessário entender que existia um dízimo que chamamos de “segundo dízimo” que era levantado a cada 3 anos e que era feito uma espécie de banquete entre todas as tribos, os levitas, os estrangeiros, os órfãos, e as viúvas (Dt 14:22-29). Não há nada na Bíblia dizendo que "dízimo" deve ser revertido em comida somente para os pobres. Nesse caso, se a ideia é utilizar este princípio, então que se recolha a comida e chame todo mundo pra festa conforme o texto. E lembre-se de chamar o levita (que a imagem quer descartar da festa). Lembre-se que a questão é utilizar o termo "dízimo". Quer utilizá-la, utilize-a corretamente então.

3. É que este texto fala especificamente que o Levita/sacerdote não deve ser esquecido. O que contraria esta ideia da imagem. Pois ela propõe que o dízimo deve ser dado para os pobres e os sacerdotes que se lasquem. Porém, o primeiro dízimo era designado especificamente aos levitas (Nm 18:21-32). Portanto, ainda que vc queira dar teu dízimo aos pobres, saiba que ao fazê-lo não há nada de bíblico nisso. Com isso estou dizendo que vc não deve dar comida aos pobres? Não, do contrário, encorajo-o a por em prática tal desejo. Porém, não o faça utilizando o termo "dízimo". Pois, esse conforme dito acima ocupa tais categorias. Portanto, não acho absurdo que dê comida para os pobres. Do contrário encorajo, faça! O absurdo é o espantalho criado para dizer o que a Bíblia não diz quanto ao termo "dízimo".

Pr. Pipe

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Livro: "O Habitat Humano: O Paraíso Restaurado - Volume 05 (Parte 2)" de Eber Carlos de Campos

Editora Hagnos

- Estudos em Antropologia Bíblica - 

Bem-aventurados aqueles que lavam as suas vestiduras [no sangue do Cordeiro], para que lhes assista o direito à árvore da vida, e entrem na cidade pelas portas. (Ap 22.14)
Nesta segunda parte, o autor trabalha a sequência do texto sagrado expondo os versículos do capítulo 22 de Apocalipse que encerram a descrição da santa cidade de Jerusalém. Quando olhamos para o último capítulo da Bíblia, somos conduzidos a expressar altos louvores a Deus por voltar a temas iniciais da revelação especial numa história coesa e belamente tecida. 

Como o livro anterior, o autor trata das coisas definitivas, da habitação eterna dos redimidos por Cristo Jesus, em cenas descritas que acontecem depois da vinda de Cristo e da consumação de todas as coisas desse presente habitat. Deus preparará o remido e, então, aprontará o habitat deles. Este volume trata também de coisas características desse habitat cheio de glória!

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Livro: "O Habitat Humano: O Paraíso Restaurado - Volume 04 (Parte 1)" de Heber Carlos de Campos

Editora Hagnos

- Estudos em Antropologia Biblica - 

"Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe".(Ap. 21.1)

Esta primeira parte do livro tem como necessidade mostrar não a consumação das coisas do presente habitat, mas o começo das coisas eternas no habitat restaurado. Essas coisas eternas não têm sido contadas e cantadas na igreja cristã por longos séculos. A igreja tem feito a sua pregação costumeira tendo o seu ápice na consumação de todas as coisas e no céu, mas não adentrando a nova terra.

Outro propósito deste primeiro livro sobre o paraíso restaurado é preencher a lacuna existente no mercado evangélico brasileiro e, talvez, no próprio mercado evangélico mais variado dos países de fala inglesa, quanto a esta matéria. Pouquíssima coisa tem sido encontrada sobre os novos céus e a nova terra no mercado evangélico, exceto poucos capítulos tímidos de alguns livros. A lacuna é muito ampla, e foi feito um grande esforço para munir a igreja do Senhor de alguns elementos que lhe estavam faltando.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Livro: "O Habitat Humano: O Paraíso Ausente - Volume 03" de Heber Carlos de Campos

Editora Hagnos

- Estudos em Antropologia Bíblica - 

A criação geme e aguarda a redenção final. O mundo atual existe sem a presença do paraíso. O paraíso foi formado por Deus, mas, por conta da queda do homem, foi levado para o céu. Todavia, este ainda é o lugar que Deus destinou para a morada do homem e, por conseguinte, há esperança e agradáveis expectativas para os que creem em Deus. Na verdade, o Senhor mantém interesse evidente pela Terra e seus habitantes, de tal modo que providenciou a sua salvação e renovação em Jesus Cristo. 

Com efeito, o habitat humano sofre com os efeitos da queda e, em virtude de sua condição, está destinado à destruição por meio do julgamento divino. No entanto, até que venha o grande Dia do Senhor, aos cristãos cabem deveres diante do atual habitat, nutrindo esperança e expectação acerca da gloriosa restauração final.

“É um livro de esperança, mesmo que apresente uma realidade de sofrimento e destruição, pois enfatiza o relacionamento profundo do homem com o seu Criador, levando-o às responsabilidades e obrigações ante o paraíso ausente que tanto ansiamos por ter presente..” 
Rev. Roberto Brasileiro Silva
Presidente do Supremo Concílio Igreja Presbiteriana do Brasil

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Livro: "O Habitat Humano: O Paraíso Perdido - Volume 02" de Heber Carlos de Campos

Editora Hagnos

- Estudos em Antropologia Bíblica - 

Não é raro que meses, anos ou mesmo uma vida inteira de dedicação e planejamento se perca num deslize. Num momento de sedução, mentira e engano. Essa tem sido a história contada e recontada na derrocada de grandes impérios, corporações e até mesmo dentro das igrejas e famílias. 

Não é um fato novo. Desde o espísódio da Queda, descrito no livro de Gênesis, o homem teve seu exemplo primaz de como um pecado pode entrar sorrateiramente no paraíso e lançar por terra o que poderia ser, como diz as Escrituras, bom, perfeito e agradável. 

Em seu segundo volume de O Habitat Humano, o paraíso perdido, o professor Heber Carlos de Campos mira sua pesquisa no fim de uma era onde o homem, feito à imagem e semelhança do Criador, refletia sua glória pelos jardins do Edén. 

Ao esmiuçar os eventos que precederam a Queda, o autor observa como todos nós estamos sujeitos aos mesmos enganos. Demonstra como a desconfiança humana frente à ordem divina escancarou uma série de pontos frágeis, abrindo a porta à sedução do sabor, dos olhos e intelectual. E, não demora muito para nos encontrarmos lá, em pleno e florido Edén. Evas e Adãos fisgados pela promessa da serpente de que jamais morreríamos e contaminados por nossas próprias conclusões, distantes da palavra original e infálivel do Criador. 

O habitat humano - O paraíso perdido apresenta uma verdade essencial para a compreensão da história: a realidade do pecado e de Satanás. Sem essa realidade, não há explicação para as disfunções da humanidade, presentes não somente nos males sociais, mas, acima de tudo, na insuficiência individual para relacionar-se consigo mesmo, com os seus semelhantes, com a criação e com o próprio Deus Soberano.”
Solano Portela
Vice-presidente da Junta de Educação Teológica e secretário-executivo da Comissão de Relações Intereclesiásticas da Igreja Presbiteriana do Brasil.

sábado, 17 de fevereiro de 2018

Livro: "O Habitat Humano: O Paraíso Criado - Volume 01" de Heber Carlos de Campos

- Estudos em Antropologia Bíblica - 

É conhecido o ditado que diz que quem conta um conto aumenta um ponto – uma menção à tendência humana ao  distanciamento gradual da história original. 

De fato, quando se compara o primeiro relato à última versão, muitas vezes os dois não têm absolutamente nada que ver. Assim é com a história humana contada da perspectiva bíblica. A origem de tudo, no Jardim do Éden, relato encontrado nos dois primeiros capítulos de Gênesis, é uma; aquela na qual vivemos, outra, e bem distinta. 

Nos últimos milênios, o homem perdeu – até em decorrência da Queda – o sentido original pretendido pelo Criador. Todo o significado desse processo tortuoso, que envolve o amor do Criador, a derrocada pelo pecado e a oportunidade de redenção, é o tema central do professor Heber Carlos de Campos em sua série O Habitat Humano, composta por três volumes: O paraíso criado; O paraíso perdido e O paraíso restaurado.

Neste primeiro volume, o autor explora elementos fundamentais para a compreensão das implicações mais abrangentes e as ramificações mais profundas daquilo que os primeiros dois capítulos de Gênesis descrevem como o habitat do homem. 

Segundo o autor, não há muito sentido em estudar a respeito do homem sem estudar sobre o lugar onde Deus o colocou desde o início dos tempos – por isso, Heber Campos enfatiza que a expectativa do Criador em relação ao homem que criou pode ser vista nas características gerais e nos detalhes específicos do ambiente onde os primeiros seres humanos foram colocados. 

Um habitat especial e idílico, preparado de modo a indicar a presença e realidade do Criador e a comunidade criada entre todos os seres vivos, fruto de sua obra criadora. 

Mais que isso: de acordo com o livro, o modo como agimos, pensamos ou falamos também anuncia essa relação entre as partes. Dessa forma, o jardim, este habitat original no Éden, refletia a natureza humana de maneira original, de acordo com a boa proposta do Senhor – um plano perfeito que, comprometido pela transgressão da principal das criaturas de Deus, teve de ser reorganizado em torno do segundo Adão: Cristo. 

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Livro: "Contra a Correnteza" de John C. Lennox

Editora CPAD

- A inspiração de Daniel para uma época de Relativismo - 

Vivemos hoje em uma sociedade que tolera a prática do cristianismo no nível pessoal e nas atividades religiosas na igreja, mas deprecia cada vez mais o testemunho público.


Em Contra a correnteza, você conhecerá e se inspirará com a história de Daniel e seus amigos que, diante de uma sociedade pluralista e antagônica a sua fé, depositaram suas convicções em Deus para se posicionarem contra a corrente do relativismo de sua época.