segunda-feira, 4 de julho de 2016

Como Deus apareceu a Abraão em Gênesis?



Como homem:
Gênesis 18:1 e 2 diz:
"Depois apareceu-lhe o SENHOR nos carvalhais de Manre, estando ele assentado à porta da tenda, no calor do dia. E levantou os seus olhos, e olhou, e eis três homens em pé junto a ele. E vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro e inclinou-se à terra"

Como anjo:
Dois homens eram anjos (Ver capitilo seguinte).
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Pipe responde:

Como Deus apareceu a Abraão em Gênesis 18:1e 2?
Como Homem.

Dois homens eram anjos (Ver capitilo seguinte).
Em 19:1 diz "anjos", mas em 19:12 diz "homens". Portanto, mesmo se tratando de anjos, eles eram vistos como homens. (Veja também vs.5 e 8)

Mas Deus apareceu como humano a Abraão?

Sim, é isto o que diz 18:2: "Abraão viu três homens".

domingo, 3 de julho de 2016

Como o rei Josias morreu?

Ele teve uma morte tranqüila.
II Rs 22:20 - Pelo que eis que eu te ajuntarei a teus pais, e tu serás ajuntado em paz à tua sepultura, e os teus olhos não verão todo o mal que hei de trazer sobre este lugar. Então, tornaram a trazer ao rei a resposta.

Ele morreu em batalha.
II Rs 23:29-30 - Nos seus dias, subiu Faraó-Neco, rei do Egito, contra o rei da Assíria, ao rio Eufrates; e o rei Josias lhe foi ao encontro; e, vendo-o ele, o matou em Megido. E seus servos o levaram morto de Megido, e o trouxeram a Jerusalém, e o sepultaram na sua sepultura; e o povo da terra tomou a Joacaz, filho de Josias, e o ungiram, e o fizeram rei em lugar de seu pai.

II Cr 35:23-24 - E os flecheiros atiraram no rei Josias; então, o rei disse a seus servos: Tirai-me daqui, porque estou gravemente ferido. E seus servos o tiraram do carro, e o levaram no segundo carro que tinha, e o trouxeram a Jerusalém; e morreu, e o sepultaram nos sepulcros de seus pais; e todo o Judá e Jerusalém tomaram luto por Josias.
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Descontradizendo:
Vamos ler todo o contexto:

II Rs 22:12-20
12 - E o rei mandou a Hilquias, o sacerdote, e a Aicão, filho de Safã, e a Acbor, filho de Micaías, e a Safã, o escrivão, e a Asaías, o servo do rei, dizendo:

13 - Ide e consultai ao SENHOR por mim, e pelo povo, e por todo o Judá, acerca das palavras deste livro que se achou; porque grande é o furor do SENHOR que se acendeu contra nós, porquanto nossos pais não deram ouvidos às palavras deste livro, para fazerem conforme tudo quanto de nós está escrito.

14 - Então, o sacerdote Hilquias, e Aicão, e Acbor, e Safã, e Asaías foram à profetisa Hulda, mulher de Salum, filho de Ticva, o filho de Harás, o guarda das vestiduras (e ela habitava em Jerusalém, na segunda parte) e lhe falaram.

15 - E ela lhes disse: Assim diz o SENHOR, o Deus de Israel: Dizei ao homem que vos enviou a mim:

16 - Assim diz o SENHOR: Eis que trarei mal sobre este lugar e sobre os seus moradores, a saber, todas as palavras do livro que leu o rei de Judá.

17 - Porquanto me deixaram e queimaram incenso a outros deuses, para me provocarem à ira por todas as obras das suas mãos, o meu furor se acendeu contra este lugar e não se apagará.

18 – Porém ao rei de Judá, que vos enviou a consultar ao SENHOR, assim lhe direis: Assim diz o SENHOR, o Deus de Israel, acerca das palavras que ouviste:

19 - Porquanto o teu coração se enterneceu, e te humilhaste perante o SENHOR, quando ouviste o que falei contra este lugar e contra os seus moradores, que seriam para assolação e para maldição, e rasgaste as tuas vestes, e choraste perante mim, também eu te ouvi, diz o SENHOR.

20 - Pelo que eis que eu te ajuntarei a teus pais, e tu serás ajuntado em paz à tua sepultura, e os teus olhos não verão todo o mal que hei de trazer sobre este lugar. Então, tornaram a trazer ao rei a resposta.

Do que o texto está falando?

O texto está dizendo que Deus julgaria Jerusalém e seus moradores pelos anos de idolatria e traição ao seu senhorio (vs.13-17);

Depois o texto diz que Deus mandou dizer a Josias que ele não veria com seus olhos este julgamento e que morreria em paz. Ou seja, que a respeito de ver Jerusalém ser destruída, Josias seria poupado e morreria em paz.

A pergunta que fica é:

Josias viu Jerusalém ser destruída?
R: Não!

Com relação a isto ele morreu ou não em paz?
R: Sim!

Outra questão está em II Rs 22:20 - “Pelo que eis que eu te ajuntarei a teus pais, e tu serás ajuntado em paz à tua sepultura,...”.

O texto parece dizer que Deus tomaria logo Josias, antes de Jerusalém ser destruída.

Depois que Josias morreu, Jeocaz reinou em seu lugar por 3 meses, depois Jeoaquim reinou onze anos e logo em seguida Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o país conforme II Rs 24:1-2:

“Nos dias de Jeoaquim, subiu Nabucodonosor, rei de Babilônia, contra ele, e Jeoaquim ficou três anos seu servo; depois, se virou e se revoltou contra ele. E Deus enviou contra Jeoaquim as tropas dos caldeus, e as tropas dos siros, e as tropas dos moabitas, e as tropas dos filhos de Amom; e as enviou contra Judá, para o destruir, conforme a palavra que o SENHOR falara pelo ministério de seus servos, os profetas".

Depois Joaquim reinou 3 meses, e foi levado prisioneiro para o exílio. Zedequias reinou em seu lugar 11 anos.

E numa investida rebelde contra Nabucodonosor, Zedequias condenou Jerusalém. A qual, foi totalmente destruída por Nabucodonosor 22 anos depois de Josias falecer.

Conclusão:
Josias não viu Jerusalém ser destruída e julgada pelos seus pecados. Deus o levou antes disto acontecer conforme havia lhe prometido.

Josias morreu jovem com 39 anos de idade. Se ele tivesse vivido mais 20 anos, teria visto Jerusalém ser destruída.

Deus não disse que ele não poderia morrer em alguma guerra, mas que morreria antes de ver Jerusalém ser destruída.

Deus deixou claro o tempo todo que traria o juízo independente do que Josias havia feito, ele condenaria Jerusalém pelos seus crimes.


Portanto, o termo "em paz" usado na profecia, dizia respeito a destruição de Jerusalém. E, no que diz respeito a isto, Josias morreu em paz.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Pesquisas enganosas

Semana passada o site brasileiro HypeScience repercutiu uma pesquisa feita no fim do ano passado, na Islândia. A sondagem, encomendada pela Associação Ética e Humanista da Islândia (Siðmennt, em islandês) e realizada pelo instituto Maskína, tratou de diversos assuntos ligados à religião, mas um dos resultados mais destacados foi a porcentagem de jovens islandeses que acreditam que Deus criou o universo: absolutamente zero.Mas como poderia ser assim, se 61,1% dos entrevistados diziam crer em Deus e 46,4% dos entrevistados abaixo de 25 anos se declararam religiosos? Seria uma crença muito peculiar, que exclui a ação criadora de Deus?

A resposta parece estar no próprio questionário da pesquisa. O HypeScience mostra que a pergunta feita aos islandeses era “Como você acha que o universo surgiu?”, e o entrevistado precisava escolher entre “O universo surgiu no Big Bang”, “Deus criou o universo”, “Outro” e “Não sei”. Entre os jovens com menos de 25 anos, 93,9% citaram o Big Bang, 6,1% não sabiam ou deram outras respostas, e nenhum respondeu que Deus tinha sido o criador.

E aí está o grande problema: a pesquisa forçou os entrevistados a escolher entre afirmações que não são excludentes, pois é perfeitamente possível defender que o universo surgiu com o Big Bang e acreditar que Deus é o criador do universo. E isso não é coisa do papa Francisco, como parece fazer entender a reportagem do HypeScience: a compatibilidade entre o Big Bang e uma crença religiosa jamais foi colocada em questão, até porque seu formulador era um padre católico, Georges Lemaître.

A União Ética e Humanista Internacional preferiu tascar uma manchete diferente, dizendo que
o criacionismo estava morto na Islândia. Mas é uma afirmação que também não pode ser feita só com os números da pesquisa. Não se usarmos o conceito mais comum de criacionismo, que está relacionado diretamente à questão da evolução das espécies e, no caso do criacionismo de Terra jovem, à idade do planeta. A essa altura, chamar de “criacionismo” a mera crença de que o universo surgiu por um ato criador de uma divindade é forçar muito a barra.

Então, o que temos é uma pesquisa feita de uma maneira um tanto tosca e superficial (não consegui descobrir se o questionário foi elaborado pelo Maskína ou pela Siðmennt), cujos resultados também estão sujeitos a interpretações toscas e superficiais. No fim, só vai servir mesmo como peça de propaganda ateísta.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Aborto pós-nascimento: uma ideia chocante que ganha corpo no âmbito acadêmico


A defesa até mesmo do infanticídio é resultado inevitável da deriva cultural do Ocidente

Estudantes ativistas pró-vida vêm relatando uma tendência alarmante que se verifica nos corredores das universidades de vários países do Ocidente, em especial nos Estados Unidos: a crescente aceitação, entre os universitários, de uma ideia definida como "aborto pós-nascimento".

Sim, você leu exatamente isso.

Aborto pós-nascimento. Infanticídio.

"Em quase todos os campi que visitamos, encontramos pessoas que acham moralmente aceitável matar bebês que já nasceram", conta Mark Harrington, diretor do grupo pró-vida Created Equal, dos EUA, que trabalha com estudantes universitários. "Este ponto de vista ainda é chocante para a maioria das pessoas, mas está se tornando cada vez mais ‘popular’ entre as novas gerações".

Mais alarmante ainda: a pesquisa registrou que alguns alunos acreditam que não existe nada de errado em matar uma criança até os 4 ou 5 anos de idade.

Para confirmar esta tendência atordoante, outra organização solicitou que os alunos de um campus universitário assinassem uma petição para legalizar o "aborto no quarto trimestre" (ou seja, do nono ao décimo segundo mês do bebê, quando ele já nasceu). E, como podemos ver no vídeo (ao final do texto), muitos assinaram de bom grado.

Há quem minimize a importância dessa tendência considerando que a ideia é mera manifestação de humor negro universitário, mas o fenômeno passa bem longe de ser “apenas” uma questão de comédia de mau gosto. O conceito de “aborto pós-nascimento” foi desenvolvido por profissionais da medicina e apresentado ao público em uma revista médica de grande renome internacional.

Em 2011, o "British Journal of Medical Ethics" (JME) publicou o artigo "Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?", dos professores italianos Alberto Giubilini e Francesca Minerva. A pergunta do título do artigo é apenas retórica, porque, de acordo com os autores, o bebê não deveria necessariamente ser deixado vivo. Os autores equipararam a condição moral de um recém-nascido com a de uma criança ainda não nascida, o que lhes permitiu concluir que, já que um feto pode ser abortado, então é permissível matar também um recém-nascido, realizando-se o que eles chamaram de "aborto pós-nascimento".

(Não passou pela cabeça dos autores o contrário? Que, se o feto é equiparável ao recém-nascido, então matar o feto é um assassinato tanto quanto matar o recém-nascido?).

Felizmente, a publicação do artigo causou tamanho furor que os autores foram forçados a escrever uma carta aberta para tentar explicar as suas motivações. Se, por um lado, aquela indignação foi um sinal positivo de que a cultura da morte ainda enfrenta forte oposição, por outro lado é preciso observar que os professores Giubilini e Minerva não foram os primeiros no mundo acadêmico a elaborar justificativas para o infanticídio.

Em sua carta aberta, Giubilini e Minerva mencionam, e devidamente, o nome de Michael Tooley. Tooley pode ser considerado o "padrinho" do movimento intelectual moderno que defende ética e intelectualmente o infanticídio. Em 1972, um ano antes da legalização do aborto nos EUA, Tooley publicou o artigo "Abortion and Infanticide" [“Aborto e infanticídio”] na revista “Philosophy & Public Affairs” [“Filosofia e Assuntos de Interesse Público”], da Universidade de Princeton. Naquele texto, Tooley apresentava “justificativas éticas” para ambas as práticas. Ele ainda deu novos desenvolvimentos ao assunto em um livro de 1983, com o mesmo título, publicado pela Oxford University Press.

Uma ativista pró-vida citada na pesquisa realizada nos campi fez uma denúncia que ajuda a explicar essa tendência de aceitação, entre os universitários, da ideia de "aborto pós-nascimento": ela declarou que as obras do professor Peter Singer, da Universidade de Princeton, são frequentemente inseridas nas listas de leituras passadas para os alunos.

Em seus livros "Practical Ethics" [“Ética prática”, 1979, Cambridge University Press] e "Rethinking Life and Death" [“Repensando a vida e a morte”, 1994), Singer escreve, como Tooley já tinha escrito antes, tanto em defesa do aborto quanto do infanticídio: “Se deixarmos de lado esses aspectos emocionalmente tocantes, mas estritamente irrelevantes de se matar um bebê, poderemos ver que os motivos que temos para não matar pessoas não se aplicam a crianças recém-nascidas” (Practical Ethics).

No mesmo livro, Singer afirma ainda que, se é que existe mesmo um direito inerente à vida ou um direito a não ser morto, então alguns animais têm mais direito à vida do que um ser humano recém-nascido: “Se o feto não tem o mesmo direito à vida que uma pessoa tem, parece-nos então que o bebê recém-nascido tampouco o tem, e que a vida de um bebê recém-nascido tem assim menos valor do que tem a vida de um porco, de um cão ou de um chimpanzé para o animal não-humano” (Practical Ethics).

A crescente aceitação entre estudantes universitários do "aborto pós-nascimento", ou infanticídio, inclusive no caso de crianças de até cinco anos de idade, é algo certamente preocupante, mas não deveria ser surpreendente. Afinal, a estrutura intelectual que tenta justificar o infanticídio tem feito parte de certos cursos universitários de bioética há décadas.


E mesmo que essas visões levem algum tempo para se espalhar para fora dos campi, o fato é que as ideias, como se sabe, têm consequências…

quarta-feira, 29 de junho de 2016

O Dilema de ser Cristão

"Quando o cristão não revida dando a outra face, o mundo diz que sua religião o alienou da luta. Porém, quando o cristão vai a luta, o mundo diz que o cristão deveria dar a outra face. Eis o dilema".
Pipe

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Moisés e a filosofia grega

"Tudo que há de valioso entre os gregos eles o tomaram dos bárbaros. Assim, por exemplo, a astronomia aprenderam dos babilônicos, a geometria dos egípcios e a escritura dos fenícius. E o mesmo pode se dizer acerca da filosofia e da religião, pois os escritos de Moisés são muito mais antigos que os de Platão, e até mais antigos que os de Homero. Se Homero e Platão eram pessoas cultas realmente, segundo os próprios gregos dizem, era de se supor que conhecessem os escritos de Moisés. Portanto, qualquer coincidência entre a cultura supostamente grega e a religião dos "bárbaros" hebreus e cristãos deve-se a que os gregos aprenderam sua sabedoria dos "bárbaros", não a entenderam, e portanto adulteraram a verdade que os hebreus conheciam. Portanto, a suposta sabedoria grega não é senão um pálido reflexo e uma caricatura da verdade que Moisés conheceu e que os cristãos agora pregam".

Taciano o Sírio (120-180 AD), discípulo de Justino, o Mártir.

domingo, 26 de junho de 2016

Aborto e Direitos Humanos



"Todo o homem tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal". 
(Artigo 3 - Declaração Universal dos Direitos Humanos)

sábado, 25 de junho de 2016

Este pelo menos foi honesto:

"É nossa preferência que decide contra o cristianismo, e não os argumentos".  
NIETZSCHE

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Aborto e Estado Laico



"Meu corpo, minhas regras" somado a ideia de Estado Laico é uma brilhante estratégia do diabo no debate sobre o aborto no Brasil. Porque pense bem, se vc extrai do debate o fundamentalismo religioso, e deixa apenas o "estado laico" na discussão, os fetos já perderam a batalha. Porque sem o fundamentalismo religioso só sobra o relativismo moral e social. Dai meus queridos, se o que Deus pensa ou deixa de pensar perde o seu absolutismo, quem pode dizer que matar um feto é errado? Neste debate, sobre o aborto no Brasil, separar o absolutismo fundamentalista religioso do laicismo, é dar nas mãos do relativismo moral o bisturi e o tubo de sucção".

Pipe

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Astrofísica relata a história de seu abandono ao ateísmo e conversão a Jesus Cristo



Repercutiu em sites de todo o planeta, recentemente, o testemunho de Sarah Salviander, pesquisadora do Departamento de Astronomia da Universidade do Texas e professora de Astrofísica na Universidade Southwestern. A incrível história da sua conversão a Cristo começa com os seus estudos científicos e culmina com a morte da filha. Vale a pena investir cinco minutos em ler o depoimento dela.

"Eu nasci nos Estados Unidos e fui criada no Canadá. Meus pais eram ateus, embora preferissem se definir como ‘agnósticos’. Eles eram carinhosos e mantinham uma ótima conduta moral, mas a religião não teve papel nenhum na minha infância".

"O Canadá já era um país pós-cristão. Olhando em retrospectiva, é incrível que, nos primeiros 25 anos da minha vida, eu só conheci três pessoas que se identificaram como cristãs. A minha visão do cristianismo era intensamente negativa. Hoje, olhando para trás, eu percebo que foi uma absorção inconsciente dessa hostilidade geral que existe no Canadá e na Europa em relação ao cristianismo. Eu não sabia nada do cristianismo, mas achava que ele tornava as pessoas fracas e tolas, filosoficamente banais".

Aos 25 anos, quando abraçava a filosofia racionalista de Ayn Rand, Sarah entrou em uma universidade dos EUA: "Entrei no curso de Física da Eastern Oregon University e percebi logo a secura e a esterilidade do objetivismo racionalista, incapaz de responder às grandes questões: qual é o propósito da vida? De onde foi que viemos? Por que estamos aqui? O que acontece quando morremos? Eu notei também que esse racionalismo sofria de uma incoerência interna: toda a sua atenção se volta para a verdade objetiva, mas sem apresentar uma fonte para a verdade. E, embora se dissessem focados em desfrutar a vida, os objetivistas racionalistas não pareciam sentir alegria alguma. Pelo contrário: estavam ferozmente preocupados em se manter independentes de qualquer pressão externa".

A atenção da jovem se voltou completamente ao estudo da física e da matemática. "Entrei nos clubes universitários, comecei a fazer amigos, e, pela primeira vez na minha vida, conheci cristãos. Eles não eram como os racionalistas: eram alegres, felizes e inteligentes, muito inteligentes. Fiquei de boca aberta ao descobrir que os meus professores de física, a quem eu admirava muito, eram cristãos. O exemplo pessoal deles começou a me influenciar e eu me via cada vez menos hostil ao cristianismo. No verão, depois do meu segundo ano, participei de um estágio de pesquisa na Universidade da Califórnia, num grupo do Centro de Astrofísica e Ciências Espaciais que estudava as evidências do Big Bang. Era incrível procurar a resposta para a pergunta sobre o nascimento do Universo. Aquilo me fez pensar na observação de Einstein de que a coisa mais incompreensível a respeito do mundo é que o mundo é compreensível. Foi aí que eu comecei a perceber uma ordem subjacente ao universo. Sem saber, ia despertando em mim o que Salmo 19 diz com tanta clareza: ‘Os céus proclamam a glória de Deus; o firmamento anuncia a obra das suas mãos’".


Depois desse insight, a razão de Sarah foi gradualmente se abrindo ao Mistério: "Comecei a perceber que o conceito de Deus e da religião não eram tão filosoficamente banais como eu pensava que fossem. Durante o meu último ano, conheci um estudante finlandês de ciências da computação. Um homem de força, honra e profunda integridade, que, assim como eu, tinha crescido como ateu num país laico, mas que acabou abraçando Jesus Cristo como o seu Salvador pessoal, aos 20 anos de idade, graças a uma experiência particular muito intensa. Nós nos apaixonamos e nos casamos. De alguma forma, mesmo não sendo religiosa, eu achava reconfortante me casar com um.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Ator Hugh Jackman é cristão


O ator australiano Hugh Jackman, conhecido por dar rosto ao personagem Wolverine, falou sobre sua fé e disse que, antes de ter sua carreira artística consolidada, acreditava que em algum momento se tornaria pregador.

As declarações foram feitas numa recente entrevista à revista Parade, quando o ator frisou que dedica tudo que faz a Deus, como forma de reconhecer sua gratidão. “Talvez isto soe estranho para você. Em Carruagens de Fogo, o corredor Eric Liddell diz: ‘Quando eu corro, eu sinto o prazer dEle [Deus]’. Eu sinto este prazer quando eu atuo e está indo tudo bem, particularmente no palco”, afirmou o ator, fazendo referência à sua carreira no teatro.

Sem deixar margens para dúvidas, Jackman disse que é um seguidor de Jesus: “Eu sou um cristão. Eu costumava ir a diferentes templos de evangelistas o tempo todo. Quando eu tinha uns 13 anos, eu tinha um pressentimento estranho que um dia eu estaria no púlpito, como os pregadores que eu vi”.

Jackman afirmou ainda que enxerga nas pessoas a busca por Deus, mas que muitas vezes isso fica em segundo plano: “Eu sinto que todo mundo está procurando um sentimento ou alguém que possa nos unir. O chamemos de ‘Deus’. Antes de eu entrar no palco todas as noites, eu paro e dedico o meu desempenho para Deus, no sentido de que ‘eu possa me render a Ele’”, concluiu.

Entre os próximos trabalhos que Jackman fará no cinema está o filme que vai falar sobre a vida do apóstolo Paulo. No longa-metragem, o ator vai interpretar o apóstolo que fundou diversas igrejas, além de ser um dos responsáveis pela produção, ao lado dos também atores Matt Damon e Ben Affleck.

Chamado de “Apostle Paul”, o filme vai abranger a história de vida do apóstolo quando ele ainda se chamava Saulo e perseguia os cristãos, o encontro com Jesus na estrada de Damasco (Atos 9), sua conversão ao Evangelho e sua dedicação à missão de plantar igrejas, que rendeu a ele muitas prisões e sua morte.

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/sou-cristao-dedico-tudo-deus-hugh-jackman-79622.html