terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Devemos seguir nosso coração?


Nós devemos seguir nosso coração:
Ec 11:9 - "Alegra-te, jovem, na tua mocidade, e alegre-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que por todas essas coisas te trará Deus a juízo".

Nós não devemos seguir nosso coração:
Nm 15:39 - "E nas franjas vos estará, para que o vejais, e vos lembreis de todos os mandamentos do SENHOR, e os façais; e não seguireis após o vosso coração, nem após os vossos olhos, após os quais andais adulterando."

Descontradizendo:

Leiamos a parte final de Ec 11:9 - "...sabe, porém, que por todas essas coisas te trará Deus a juízo".

É tão difícil assim perceber que se trata de um jogo de palavras? Uma “ironia”?

O que o autor está dizendo é justamente o contrário de confiar no coração. Ele está dizendo:
"- Olha, vai e faça tudo o que o teu coração desejar. Saiba porém, que de tudo o que fizerdes, darás conta para Deus".

O "segue" aqui, não é uma ordenança, e sim apenas uma liberação do tipo:
"- Quer fazer o que o teu coração deseja? Então faça, porém, saiba que um dia terás que prestar contas à Deus".


Pipe

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Onde Arão morreu?

Arão morreu no Monte Hor:
Nm 20:27-28 - Fez, pois, Moisés como o SENHOR lhe ordenara; porque subiram ao monte Hor perante os olhos de toda a congregação. E Moisés despiu a Arão as vestes e as vestiu a Eleazar, seu filho; e morreu Arão ali sobre o cume do monte; e desceram Moisés e Eleazar do monte.

33:38 - Então, Arão, o sacerdote, subiu ao monte Hor, conforme o mandado do SENHOR; e morreu ali, no quinto mês do ano quadragésimo da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no primeiro dia do mês.

Arão morreu em Mosera:
Dt 10:6 - E partiram os filhos de Israel de Beerote-Benê-Jaacã a Mosera. Ali, faleceu Arão e ali foi sepultado. E Eleazar, seu filho, administrou o sacerdócio em seu lugar.
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Descontradizendo:
Segundo o Novo Dicionário da Bíblia, organizado por J. D. Douglas, pela editora Vida Nova:
Moserote ou Mosera:
"Esse nome, que significa ´castigo (s)`, é aplicado ao lugar, ou antes, ao acontecimento da morte de Arão, que se verificou no monte Hor (Nm 20:23-29). Seu falecimento foi reputado como castigo por causa da transgressão em Meribá (Nm 20:24; Dt 32:51). Arão faleceu no monte, o povo se acampou abaixo e lamentou, e o incidente e o local do acampamento foram chamados de Moserote (Nm 33:31; Dt 10:6). O falecimento de seu irmão, e o fato dele mesmo haver sido excluído da terra, pesou dolorosamente sobre o coração de Moisés (Dt 1:37; 3:23-27)".

Segundo Gleason Archer (Encicloédia de temas bíblicos, ed. Vida):
"É muito provável que Moserá fosse o local do distrito em que se localizava o monte Hor, assim como Horebe era o nome da cordilheira em que se inseria o monte Sinai".

Segundo o Dicionário e Enciclopédia Bíblica:
"Um local onde os israelitas acamparam durante as suas vagueações no deserto e perto do qual Aarão morreu (Dt 10:6); não identificado. Em Nm 33:37, 38 declara-se que Aarão morreu no Monte Hor; por isso, Moserá situar-se-ia, evidentemente, junto a esta montanha. Moserá tem sido identificada com a Moserote (Heb. Moserôth) dos vers. Nm 33:30, 31".

Conclusão:
O monte Hor foi o local exato onde Arão faleceu. E, Mosera era o nome da região perto de onde Arão faleceu.

O texto em Dt indicando que Arão morreu em Mosera não está negando que Arão morreu e foi sepultado no monte Hor, pois Moserá estendia seus limites territoriais até o monte Hor. E como Mosera se definia como o nome de uma região toda e não um local específico como no caso do monte Hor, não há nenhuma contradição evidente.

Haveria uma contradição se os textos dessem o nome de outro monte e não de uma região inteira.


Pipe

sábado, 5 de dezembro de 2015

Pesquisa de Mark Regnerus ainda assusta gayzistas

markregnerusGayzistas parecem obcecados com um estudo de ciência social que vai contra eles. Eles dizem que a pesquisa não é importante, mas não conseguem parar de falar sobre ela.
Um tsunami de protestos e ataques pessoais o tragou. Sua universidade e a revista em que ele publicou suas descobertas investigaram a pesquisa e o inocentaram de qualquer suspeita. Mesmo assim, os ataques contra ele e aqueles que usam sua pesquisa continuam.
A Dra. Susan Yoshihara, diretora de pesquisas de C-FAM, usou o estudo de Regnerus diante da Assembleia Legislativa de Rhode Island e foi atacada por inspetores políticos que afirmam que parte do testemunho dela era falso. Yoshihara contestou a opinião que afirma não fazer diferença se a criança é criada por pais gays ou biológicos. Ela disse que tais alegações foram “despedaçadas pelas melhores pesquisas de ciência social mais recentes.”
Yoshihara também apontou para um estudo que desafia as alegações da ciência social de que a orientação sexual dos pais não faz nenhuma diferença. Loren Marks da LSU analisou 59 estudos usados para fazer essa alegação e constatou que todos eles tinham deficiências científicas.
Politifact, que se considera um grupo que defende a verdade política, condenou a afirmação de Yoshihara como falsa. Yoshihara, porém, diz que o próprio artigo do Politifact apoiou sua afirmação quando citaram um “acadêmico prudente” que disse que a questão não está decidida na literatura científica, que era a afirmação de Yoshihara em primeiro lugar.
O estudo de Regnerus apareceu de novo nesta semana nas páginas do New York Times. Bill Keller, ex-editor-executivo do Times, disse: “O estudo foi praticamente demolido pelos colegas.”
E o Huffington Post entrou na questão de Regnurus nesta semana ao relatar que ele teve treinamento midiático antes que seu estudo fosse divulgado no ano passado e ele recebeu dinheiro para seu estudo de uma fundação conservadora e tinha palestrado para grupos conservadores.
O Huffington Post também apontou para o fato que Regnerus assinou um depoimento amicus curiaeapresentado ao Supremo Tribunal em suas deliberações sobre casamento de mesmo sexo. Eles chamaram o dele de “pouco notado,” embora dos aproximadamente 50 depoimentos de ambos os lados esse foi um dos únicos debatidos durante os argumentos orais.
Yoshihara disse que ela trouxe o estudo de Mark Regnerus para a Assembleia Legislativa de Rhode Island porque em audiências semelhantes, no ano passado, o presidente do comitê insistiu em que não havia nenhuma literatura “com revisão de colegas especialistas” refutando a alegação de que “o estudo não faz diferença.” O estudo de Regnerus rebate cientificamente a afirmação e foi revisado por outros especialistas, o que parece ter assustado o New York Times, Politifact, o Huffington Post e muitos outros defensores do casamento homossexual.
Publicado no ‘Friday Fax’ do C-FAM.

Tradução: Julio Severo

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

De onde veio a areia?


por Raúl Esperante

"Quando visitamos as formações geológicas dos estados de Utah, Arizona e Nevada, nos Estados Unidos, recebemos o impacto da grande quantidade de erosão que se observa na paisagem que está marcada por elevadas escarpas e profundos cânions escavados pela água. Talvez a paisagem mais impressionante para visitar seja o Grand Canyon, do Rio Colorado, que se estende ao longo de uns 450 km ao norte do Arizona. A erosão removeu centenas de quilômetros cúbicos de sedimentos de camadas sedimentares até uma profundidade de mais de 1.300 metros em algumas zonas, e dezenas de quilômetros de ambos os lados do rio atual.
No entanto, a paisagem está constituída por camadas sedimentares que ainda se observam e que não foram removidas, e se estendem horizontalmente por uns 350.000 km2, no que os geólogos chamam de Bacia do Colorado. Estas rochas sedimentares estão compostas de areia, conglomerado e argila principalmente, assim como por algumas camadas de calcáreo.

A origem de toda esta areia e argila tem sido, até agora, um mistério para os geólogos, e qualquer hipótese que se proponha é aceita como plausível somente devido a não haver como comprová-la.

A maioria dos pesquisadores tem aceito até agora que os sedimentos procederam da lenta erosão das Montanhas Rochosas, que se encontram a leste da Bacia do Colorado. No entanto, esta idéia tem sido desafiada por dois pesquisadores, Dickinson e Gehrels (1), da Universidade do Arizona, que propuseram que a metade da quantidade das areias que formam a Bacia do Colorado procedeu dos Montes Apalaches, que estão a leste dos Estados Unidos. Estes pesquisadores sugerem que grandes rios levaram a areia desde os Montes Apalaches depositando-a em bacias continentais no que hoje é o estado de Wyoming, sendo arrastadas por fortes ventos que as depositaram em campos de dunas. Os autores chegaram a esta conclusão depois de calcular a idade radioativa dos minerais de Zircônio (ricos em Urânio) presentes na areia das camadas sedimentares. Estes resultados enfrentam, no entanto, um grande problema: não há nem rastro dos rios que pudessem ter levado os sedimentos de um lado do continente americano (Montes Apalaches) a outro (Wyoming).

Os pesquisadores também sugerem que o resto da areia procede das Montanhas Rochosas e do interior do Canadá.

A origem do cânion do Colorado é um grande mistério que confunde aos geólogos, pois tanto o volume de sedimento depositado como o que foi subseqüentemente erodido, é muito grande para ser entendido à luz dos fenômenos geológicos atuais. Alguns geólogos sinalizam que o conjunto de camadas sedimentares da Bacia do Colorado e do Grand Canyon indica que o “presente não é a chave para interpretar o passado”.

A hipótese apresentada por Dickinson e Gehrels é bastante plausível e tem recebido uma acolhida aceitável na comunidade científica geológica. Provavelmente, os cientistas criacionistas encontrem nesta hipótese apoio para um modelo diluvialista da deposição das extensas camadas de sedimentos na Bacia do Colorado durante as primeiras etapas do dilúvio do Gênesis, nas quais grandes massas de água puderam arrastar, de maneira catastrófica, enormes volumes de argila e areia de um extremo continental a outro. A regressão posterior das águas, possivelmente também catastrófica, teria escavado as profundas gargantas que formam o Grand Canyon e as paisagens semelhantes.

Referência:

1. Dickinson W.R., Gehrels G.E. 2003. U-Pb ages of detrital zircons from Permian and Jurassic eolian sandstones of the Colorado Plateau, USA: paleographic implications. Sedimentary Geology, publicado online, doi:10.1019/S00370738(3)00158-1(2003).

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Planetas do tipo de Júpiter formados em centenas de anos:

T. R. Quinn, astrofísico da Universidade de Washington, e mais três colegas, estão causando movimentação entre os astrofísicos com a nova teoria de que os planetas gasosos, do tipo de Júpiter, podem formar-se em poucas centenas de anos.
Até agora se acreditava que eram necessários milhões de anos para que o disco protoplanetário, que circunda uma estrela jovem, se aglutinasse em massas que formariam o núcleo de um planeta gigante. Esta nova pesquisa indica que, para sobreviver aos efeitos de estrelas próximas e à radiação, o planeta em formação tem que se condensar em um processo rápido.
Estes planetas gasosos gigantes parecem ser os mais comuns, pois já mais de uma centena foram descobertos fora do Sistema Solar.
Esta nova teoria pode produzir repercussões em todo o âmbito da
cosmologia.
Para mais informações contate: trq@astro.washington.edu

domingo, 29 de novembro de 2015

Quantos cegos foram curados perto de Jericó?


Dois
Mt 20:30 - E eis que dois cegos, assentados junto do caminho, ouvindo que Jesus passava, clamaram, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem misericórdia de nós.

Somente um
Mc 10:46 - Depois, foram para Jericó. E, saindo ele de Jericó com seus discípulos e uma grande multidão, Bartimeu, o cego, filho de Timeu, estava assentado junto ao caminho, mendigando.

Lc 18:35 - E aconteceu que, chegando ele perto de Jericó, estava um cego assentado junto do caminho, mendigando.
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Descontradizendo:
Não há nenhuma contradição. Se trata apenas de relatos diferentes, onde Mateus relata a história dos dois cegos, Marcos e Lucas relatam de um deles em específico, Marcos em especial nos revela o nome de um deles, no caso Bartimeu.

Provavelmente Marcos e Lucas estão falando de Bartimeu. Mesmo que Lucas não nos traga o nome daquele que estava relatando.

Não devemos nos esquecer que Mateus foi o único dos três evangelistas que verdadeiramente presenciou o ocorrido. Pois Mateus era um dos doze apóstolos.

Já Marcos e Lucas relataram o que outros disseram. Portanto, não foram testemunhas oculares.
De acordo com isso, fica claro que os dois se preocuparam em relatar a história daquele que pelo visto ficou mais famoso entre os dois cegos, no caso Bartimeu.


Pipe