"Nunca a população norte-americana acreditara tanto, e em tão grande proporção em Deus. Ele não apenas não está morto, como nunca pareceu mais vivo".
Michael Shermer
Psicólogo Ateu
sábado, 14 de abril de 2012
Religião não define caráter?
A batidinha frase popular de que “Religião” não
define caráter, é somente um jogo de palavras cuja conclusão acaba num sofisma.
Ela se inicia com a premissa de que tem muito ateu ou gente de outras religiões
que são muito mais "cristãs" do que os cristãos. Daí eu pergunto:
"Como vc sabe que elas são mais cristãs do que o cristãos"? E eles
vão apontar características cristãs em tais pessoas. Ou seja, até mesmo um ateu
sabe definir o caráter cristão num ser humano. De onde ele chegou a esta conclusão?
Adivinhe? Do Evangelho. Por tanto, é o próprio ateu que está dizendo que
religião define sim o caráter de uma pessoa. Nesse caso a religião cristã deixa
explícita a característica do que é ser um cristão de verdade. E quando vc
encontra tais características em pessoas não cristãs, ele é capaz de distinguir
que tal característica é cristã. É a religião cristã que define o caráter
cristão. Se o “cristão” não vivencia o que ela define em nada muda que é a
religião cristã que define o caráter de um verdadeiro cristão. Por tanto, o que
o ateu deveria concluir é aquilo que ele mesmo lançou como premissa: Um cristão
genuíno deve possuir características que a religião cristã tem por definição.
Logo, se tal indivíduo não as possui isto implica que ele não é um cristão.
(Pipe)
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Nada vem do nada
"À luz das
evidências, somos deixados apenas com duas opções: Ou ninguém criou uma coisa
do nada ou alguém criou alguma coisa do nada. Que visão é mais plausível? Nada
criou alguma coisa? Não. Até mesmo Julie Andrews sabia a resposta quando cantou
"Nada vem do nada. Nada poderia ser assim". Se você não consegue
acreditar que nada fez alguma coisa, então não tem fé suficiente para ser ateu'.
NORMAN GEISLER
NORMAN GEISLER
quinta-feira, 12 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Fé na explicação natural
"Não há nada na
ciência que garanta uma explicação natural para a origem da vida. Acho que as
pessoas que acreditam que a vida surgiu de modo natural devem ter mais fé do
que aquelas que concluem racionalmente que existe um Projeto inteligente".
WALTER
BRADLEY, prof. de Engenharia
terça-feira, 10 de abril de 2012
Por que os apóstolos mentiriam?
"Por que os
apóstolos mentiriam? [...] Se eles mentiram, qual foi sua motivação, o que eles
obtiveram com isso? O que eles ganharam com tudo isso foi incompreensão,
rejeição, perseguição, tortura e martírio. Que bela lista de prêmios!"
PETER
KREEFT, Filósofo
segunda-feira, 9 de abril de 2012
A confissão do médico que fundou a liga pró-aborto nos EUA:
A confissão
do médico que fundou a liga pró-aborto nos EUA: eles mentiram sobre o número de
abortos, o número de mortes e as pesquisas. E atacavam de forma deliberada os
cristãos. Era uma tática para ganhar a opinião pública
Por: Reinaldo Azevedo
Vocês sabem
que eu não sou do tipo que “esquece” determinados temas. Há leitores que
reclamam um pouco disso. Lamento por estes. Considero “não esquecer” uma
virtude. Já demonstrei aqui a escandalosa mentira sobre o número de mulheres mortas em decorrência de abortos
clandestinos: ONGs e lobbies em favor da descriminação do aborto falam em 200
mil vítimas. Eleonora Menicucci, ministra das Mulheres, foi à ONU ser
“sabatinada” (sinto vergonha até de escrever isso) e engoliu o número como
verdadeiro. Faz sentido. Ela, como militante pró-aborto, ajudou a fabricá-lo. O
próprio ministro da Saúde admite que esse número deve ser, no mínimo, dividido
POR CEM! Também é estúpida a suposição de que se fazem um milhão de abortos por
ano no país.
Abortistas exibem esses números fantasiosos e acusam de “fundamentalismo
religioso” todos aqueles que ousam contestar suas mentiras, como se apenas os
crentes se opusessem à prática, o que é falso. Ocorre, meus queridos, que
trabalhar com números falsos e demonizar as igrejas são atitudes que integram
uma atuação de caráter político, militante.
Abaixo, reproduzo trecho de uma conferência do médico americano Bernard
N. Nathanson, proferida no Colégio Médico de Madri. Nathanson morreu no dia
21 de fevereiro de 2011, aos 85 anos. Foi um dos fundadores da Associação
Nacional para a Revogação das Leis de Aborto, militante ativo da causa.
Ginecologista e obstetra, confessou ter realizado mais de 5 mil abortos.
Converteu-se, depois, em defensor incondicional da vida. A íntegra de
seu texto está aqui. Peço que vocês prestem atenção às táticas às quais Nathanson admite
ter recorrido para ganhar a opinião pública e a imprensa. Vejam se isso lhes
lembra alguma coisa. Os entretítulos são meus. Volto depois.
É preciso
trabalhar com números mentirosos
É uma tática importante. Dizíamos, em 1968, que na América se praticavam
um milhão de abortos clandestinos, quando sabíamos que estes não ultrapassavam
de cem mil, mas esse número não nos servia e multiplicamos por dez para chamar
a atenção. Também repetíamos constantemente que as mortes maternas por aborto
clandestino se aproximavam de dez mil, quando sabíamos que eram apenas
duzentas, mas esse número era muito pequeno para a propaganda. Esta tática do
engano e da grande mentira se se repete constantemente acaba sendo aceita como
verdade.
É preciso ganhar os meios de comunicação e a universidade
Nós nos lançamos para a conquista dos meios de comunicações sociais, dos grupos universitários, sobretudo das feministas. Eles escutavam tudo o que dizíamos, inclusive as mentiras, e logo divulgavam pelos meios de comunicações sociais, base da propaganda.
É importantíssimo que vocês se preocupem com os meios de comunicações
sociais porque, segundo explicam os fatos, assim se infiltrarão as idéias entre
a população. Se na Espanha esses meios não estão dispostos a dizer a verdade,
vocês se encontram na mesma situação que criamos nos EE. UU.em 1968/69, quando
contávamos através desses meios todas as mentiras que acabo de mencionar.
É preciso apresentar pesquisas falsas
Outra prática eram nossas próprias invenções. Dizíamos, por exemplo, que havíamos feito uma pesquisa e que 25 por cento da população era a favor do aborto e três meses mais tarde dizíamos que eram 50 por cento, e assim sucessivamente. Os americanos acreditavam e como desejavam estar na moda, formar parte da maioria para que não dissessem que eram “atrasados”, se uniam aos “avançados”.
Mais tarde fizemos pesquisas de verdade e pudemos comprovar que pouco a
pouco iam aparecendo os resultados que havíamos inventado; por isso sejam muito
cautelosos sobre as pesquisas que se fazem sobre o aborto. Porque apesar de
serem inventadas têm a virtude de convencer inclusive os magistrados e
legisladores, pois eles como qualquer outra pessoa lêem jornais, ouvem rádio e
sempre fica alguma coisa em sua mente.
É preciso satanizar os cristãos
Uma das táticas mais eficazes que utilizamos naquela época foi o que chamamos de “etiqueta católica”. Isso é importante para vocês, porque seu país é majoritariamente católico.
Em 1966 a guerra do Vietnam não era muito aceita pela população. A
Igreja Católica a aprovava nos Estados Unidos. Então escolhemos como vítima a
Igreja Católica e tratamos de relacioná-la com outros movimentos reacionários,
inclusive no movimento anti-abortista. Sabíamos que não era bem assim mas com
esses enganos pusemos todos os jovens e as Igrejas Protestantes, que sempre
olhava com receio a Igreja Católica, contra ela. Conseguimos inculcar a idéia
nas pessoas de que a Igreja Católica era a culpada da não aprovação da lei do
aborto. Como era importante não criar antagonismos entre os próprios americanos
de distintas crenças, isolamos a hierarquia, bispos e cardeais como os “maus”.
Essa tática foi tão eficaz que, ainda hoje, se emprega em outros países. Aos
católicos que se opunham ao aborto se lhes acusava de estar enfeitiçados pela
hierarquia e os que o aceitavam se lhes considerava como modernos,
progressistas, liberais e mais esclarecidos. Posso assegurar-lhes que o
problema do aborto não é um problema do tipo confessional. Eu não pertenço a
nenhuma religião e em compensação estou lhes falando contra o aborto.
Também quero dizer-lhes que hoje nos Estados Unidos a direção e
liderança do movimento antiabortista passou da Igreja Católica para as Igrejas
Protestantes. Há também outras igrejas que se opõem, como as Ortodoxas,
Orientais, a Igreja de Cristo, os Batistas Americanos, Igrejas Luteranas
Metodistas da África, todo o Islã, o judaísmo Ortodoxo, os Mórmons, as
Assembléias de Deus e os Presbiterianos.
Outra tática que empregamos contra a Igreja Católica foi acusar seus
sacerdotes, quando tomavam parte nos debates públicos contra o aborto, de
meter-se em política e de que isso era anticonstitucional. O público acreditou
facilmente apesar da falácia do argumento ser clara.
(…)
Voltei
Já debati o mérito da questão trocentas vezes, e todos sabem o que penso. O que me interessa neste post é a exposição de uma tática para ganhar a opinião pública. É legítimo que as pessoas se organizem para tentar convencer a sociedade a fazer isso ou aquilo, respeitados direitos fundamentais. Mas mentir não é legítimo. A mentira é coisa de vigaristas.
Querem defender o aborto como legítimo, em nome disso ou daquilo? Cada
um que vá à luta segundo as suas convicções. Faço o mesmo. Multiplicar por 100
o número de mulheres que morrem em decorrência de abortos de risco não é defesa
legítima de um ponto de vista; é picaretagem. Restringir as críticas à
descriminação ou legalização às igrejas é só uma farsa persecutória duplamente
qualificada:
a) em primeiro lugar, é mentirosa, porque há pessoas que se opõem à legalização do aborto e são atéias ou agnósticas;
b) em segundo lugar e não menos importante, os crentes têm o mesmo direito de opinar dos não-crentes; constituem, aliás, a maioria das sociedades. Isso não lhes confere, na democracia, o direito de calar a minoria, mas também não confere à minoria o direito de cassar a voz majoritária.
Por que os abortistas precisam mentir? Sua escolha não pode conviver com
a verdade? Acharão eles que a mentira é virtuosa quando concorre para a sua
tese? É assim que se criam os facínoras: eles costumam mentir em nome da
virtude, do bem, do belo e do justo. Ou alguém já viu algum tirano admitir:
“Sou mesmo um um tirano, um ser detestável”? Tenho a certeza de que Hitler,
Stálin e Mao Tse-Tung tinham a melhor impressão de si mesmos… Estavam
certamente convictos de que agiam para garantir à humanidade um futuro
glorioso.
domingo, 8 de abril de 2012
O surgimento do cristianismo
"[Os judeus] acreditavam que
[essas instituições: Lei de Moises, sábado, sacrifícios de animais] lhes tinham
sido confiadas por Deus. Acreditavam que, abandonando-as, estariam correndo o
risco de ver sua alma condenada ao inferno após a morte. [...] Agora vem um
rabino de nome Jesus de uma região de baixo nível social. Ele ensina durante
três anos, reúne um grupo de seguidores vindos de classe média e baixa, entra
em conflito com as autoridades e é crucificado, assim como outros 30 mil judeus
que foram executados no mesmo período. Cinco semanas depois de ele ser
crucificado, porém, mais de 10 mil judeus o estão seguindo, declarando-o
seguidor de uma nova religião. E veja: Eles estão dispostos a abrir mão ou a
alterar as cinco instituições sociais que, desde a infância, lhes tinham sido
ensinadas como fundamentais, em termos sociais e teológicos [...] Algo muito
importante estava acontecendo".
J. P. MORELAND
sábado, 7 de abril de 2012
Não existe traço de transição evolucionária
MICHAEL DENTON, PHD em Bioquímica e microbiologista ateu, em Evolution: A theory in crisis
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Darwin e os fósseis
"Então por que
cada formação e extrato geológico não está cheio desses elos intermediários? É
certo que a Geologia não revela essa cadeia orgânica gradual, e essa talvez
seja a mais óbvia e grave objeção que pode ser colocada em relação à minha
teoria".
CHARLES DARWIN
CHARLES DARWIN
terça-feira, 3 de abril de 2012
A evolução x fósseis
1) estase: A maioria das espécies não exibe mudança
direcional durante seu período de vida na Terra. Eles aparecem nos fósseis de
maneira muito semelhante à época na qual desapareceram, a mudança morfológica é
normalmente limitada sem direção clara.
2) Aparecimento repentino: E qualquer área, uma espécie não
aparece gradualmente mediante a constante transformação de seus ancestrais, ela
aparece de uma vez e plenamente formada
STEPHEN JAY GOULD, palentólogo (falecido) de Harvard
segunda-feira, 2 de abril de 2012
A irrelevância da evolução
"De maneira bem simples, a anatomia é
irrelevante para a questão de se saber se a evolução possa ter acontecido em
nível molecular. O mesmo acontece com o registro dos fósseis. Não importa mais
se existem enormes lacunas nos registros fósseis ou se o registro é algo tão
contínuo quanto a seqüência de presidentes norte americanos. Se existem
lacunas, não é importante o fato de que elas não possam ser explicadas de
maneira plausível. O registro fóssil não tem nada a nos dizer se a interação
dos 11-cts-retinol com a rodopsina, a transducina e a fosfodieserase {sistemas
irrdutivelmente complexos] possa ter se desenvolvido passo a passo".
MICHAEL BEHE, A caixa preta de Darwin
MICHAEL BEHE, A caixa preta de Darwin
A ancestralidade dos crânios
"99% da biologia
de um organismo reside em sua anatomia mole, que é inacessível em um fóssil".
MICHAEL
DENTON, demonstrando que enfileirar um monte de crânios não estabelece
relacionamentos ancestrais
domingo, 1 de abril de 2012
A ressurreição em veredicto:
"Não é racional aceitar
o depoimento de testemunhas oculares que não tinham nada a ganhar [...]. Os
sábios [deste mundo] não acreditam na ressurreição dos mortos. Desse modo, tudo
o que aconteceu entre a manhã de Páscoa até a ascensão precisou ser inventado
pelos deploráveis entusiastas como parte de seu plano para serem
martirizados".
ANTONIN
SCALIA, juiz da suprema corte dos EUA, comentando com sarcasmo às objeções
daqueles que não acreditavam que os relatos sobre a ressurreição, as
testemunhas oculares que Paulo fala, sirvam como prova para a ressurreição, ou
como verdade do que está relatado no NT.
A “prova” dos fosseis
"A prova dos
fósseis é aberta a muitas interpretações porque espécimes individuais podem ser
reconstruídos de várias maneiras e porque o registro dos fósseis não pode estabelecer
ancestral-descendente".
JONATHAN
WELLS
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