domingo, 29 de abril de 2012

O Céu é um conto de fadas

Stephen Hawking: "O Céu é um conto de fadas para quem tem medo do escuro".
John Lennox: "O Ateísmo é um conto de fadas para quem tem medo da Luz".
kkkkkkkkkkkkkkkkkk matou a pau Lennox.

sábado, 28 de abril de 2012

Se os Evangelhos fossem fruto da imaginação...

"Se os Evangelhos fossem fruto da imaginação literária desses autores, eles não falariam mal de si mesmos, não comentariam a atitude frágil e vexatória que tiveram ao se dispersar quando Cristo foi preso... Se Cristo fosse fruto da imaginação dos seus biógrafos, teriam riscado dos seus escritos a dramática angústia que o próprio Cristo passou na noite em que foi traído no Getsêmani... A descrição da dor de Cristo é uma evidência de que ele não era uma criação literária. Não viveu um teatro; o que ele viveu foi relatado. Eles também não teriam silenciado a Cristo quando ele estava diante do julgamento dos principais sacerdotes e políticos. Pelo contrário, teriam colocado respostas brilhantes em sua boca. A personalidade de Cristo é "inconstrutível" pela imaginação humana".
Augusto Cury

sexta-feira, 27 de abril de 2012

A paixão anti-religiosa ateísta

"A maioria dos ateus possuía e possui um ateísmo social, um "sócio-ateísmo", alicerçado na anti-religiosidade, e não numa produção de conhecimento inteligente, descontaminada de distorções intelectuais, de paixões ateístas e tendencialismos psicossociais sobre a existência ou não de Deus".
Augusto Cury

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Ateísmo Infantil


C.S.Lewis disse certa vez:
"Com muita freqüência, entretanto, esse procedimento tolo adotado por pessoas que não têm nada de tolas, mas que, conscientes ou inconscientes, querem destruir o cristianismo. Essas pessoas apresentam uma versão da religião cristã própria para crianças de seis anos e fazem dela o objetivo de seu ataque. Quando tentamos explicar a doutrina cristã tal como é entendida por um adulto instruído, elas se queixam de que estamos dando nó na cabeça delas,...".
Fonte: "Cristianismo Puro e Simples"; ed. Martins Fontes; pg.54.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Amigo Imaginário



De certa forma eu concordo com ateu que virou ateu porque deixou de acreditar em seres imaginários. É verdade que crianças tem seus amigos imaginários e depois de crescidos deixam de ter. E a razão para deixar é que se tratava do imaginário. Talvez a razão pela qual nunca tenha me tornado um ateu esteja no fato de que eu nunca me relacionei com um ser imaginário, mas alguém real, vivo e tão pessoal como qualquer outra relação real que tenho em minha vida. Por isso vamos convir, deixem as crianças crescerem e quem sabe um dia experimentaram a relação real com o Criador.

Pipe

domingo, 22 de abril de 2012

O SER


Por Roy Abraham Varguese

De modo paradoxal, o mais importante engano dos novos ateístas é o mais óbvio de todos os detalhes: eles mesmos. A maior realidade suprafísica/física que co¬nhecemos por experiência é quem a experimenta, isto é, nós mesmos. Assim que percebemos que há uma perspectiva de primeira pessoa, "eu", "me", "mim", "meu", e assim por diante, encontramos o maior e mais excitante mistério. Eu existo. Parafraseando Descartes, "eu existo, logo penso, percebo, intento, interajo". Quem é esse "eu"? Onde está? Como surgiu? O ser não é apenas alguma coisa física, assim com também não é apenas alguma coisa suprafísica. Você não está numa particular célula cerebral ou em alguma outra parte de seu corpo. As células de seu corpo não param de mudar, no entanto você é sempre o mesmo. Se estudar os neurônios, verá que nenhum deles tem a propriedade de ser um "eu". Claro que seu corpo faz parte integral do que você é, mas é um corpo porque é formado como tal pelo ser. Ser humano é estar num corpo e numa alma.

Numa famosa passagem de seu livro Tratado da natureza humana, Hume declara: "Quando entro mais intimamente naquilo que chamo de mim mesmo, nunca posso me encontrar sem uma percepção e nunca posso observar nada além dessa percepção". Aqui, Hume nega a existência de um ser simplesmente argumentando que "eu" não consegue encontrar o "mim". Mas o que unifica suas várias experiências, que permite que ele esteja consciente do mundo externo, que permanece o mesmo o tempo todo? Quem está fazendo essas perguntas? Ele presume que "mim" é um estado observável, como seus pensamentos e sentimentos. Mas o ser não é alguma coisa que possa ser assim observada. É um constante fato de experiência e, na verdade, o terreno de toda experiência.

De todas as verdades disponíveis para nós, o ser é, ao mesmo tempo, o mais óbvio e inexpugnável, e o mais letal para todas as formas de fisicalismo. Para começar, a negação do ser não pode nem ser declarada sem contradição. À pergunta "como eu sei que existo", um professor replicou: E quem está perguntando? O ser é o que somos, e não o que temos. É o "eu" do qual emerge nossa perspectiva de primeira pessoa. Não podemos analisar o ser porque não é um estado mental que pode ser observado ou descrito.

A realidade mais fundamental da qual todos nós temos consciência, então, é o nosso ser, e uma compreensão do ser lança luz sobre todas as questões de origem e revela o sentido de realidade como um todo.

Sabemos que o ser não pode ser descrito, muito menos explicado, em termos de física ou química. A ciência não descobre o ser, o ser descobre a ciência. Entendemos que nenhuma explicação da história do universo é coerente se não pode explicar a existência do ser.


Fonte: "Um Ateu Garante: Deus Existe" ed. Ediouro; pg.165-166.

sábado, 21 de abril de 2012

O Pensamento

Por Roy Abraham Varguese

Além da consciência, há o fenômeno do pensamento, da compreensão. Cada uso da linguagem revela uma condição do ser que é, por natureza, intangível. Na base de todo nosso pensamento, comunicação e uso da linguagem, está um poder miraculoso. É o poder de notar diferenças e similaridades, de generalizar e universalizar — o que os filósofos chamam de conceitos ou idéias universais. Isso é natural nos humanos, é único e simplesmente misterioso. Como é que, ainda criança, você conseguia pensar, sem nenhum esforço, tanto em seu cachorro Caesar como em cachorros em geral? Podemos pensar em vermelhidão sem pensar em uma específica coisa vermelha. Abstraímos, distinguimos e unificamos sem pensar na capacidade que temos de fazer essas coisas. E podemos até refletir sobre coisas que não têm características físicas, como a idéia de liberdade ou a atividade dos anjos. Esse poder de pensar em conceitos é, por sua própria natureza, algo que transcende a matéria.

Se há aqueles que refutam isso, a coerência pede que parem de falar e pensar. Cada vez que usam a linguagem, estão ilustrando o papel, em nossa vida, dos significados, conceitos, intenções e raciocínio. É simplesmente absurdo dizer que a intelecção tem um correspondente físico, pois não há nenhum órgão que desempenhe a função de compreender, embora, naturalmente, os dados fornecidos pelos sentidos ofereçam um pouco da matéria-prima utilizada pelo pensamento. Se alguém pensar nisso por alguns minutos, saberá instantaneamente que é totalmente absurda a idéia de que o pensamento sobre alguma coisa é, em qualquer sentido, algo físico. Digamos que você pense em um piquenique que está planejando fazer com a família e os amigos. Pensa em vários locais possíveis, nas pessoas que quer convidar, nas coisas que vai levar, no veículo que vai usar, e assim por diante. É coerente supor que qualquer um desses pensamentos é, em algum sentido, fisicamente constituído?

Falando estritamente, nosso cérebro não compreende. Nós compreendemos. O cérebro nos capacita a compreender, mas não porque nossos pensamentos ocorram nele, ou porque fazemos com que certos neurônios entrem em ação. O ato de compreender que acabar com a pobreza é algo bom, por exemplo, é um processo holístico que é suprafísico em essência — significado — e físico na execução — palavras e neurônios. O ato não pode ser dividido em suprafísico e físico porque é o ato indivisível de um agente intrinsecamente físico e suprafísico. Existe uma estrutura para o físico e uma para o suprafísico, mas sua integração é tão completa que não faz sentido perguntar se nossos atos são físicos ou suprafísicos, ou mesmo híbridos.

Muitas idéias errôneas sobre a natureza dos pensamentos vêm de idéias errôneas sobre computadores. Di¬gamos que você esteja lidando com um supercomputador que faz mais de duzentos trilhões de cálculos por segundo. Nosso primeiro erro é presumir que computador é "algo", como uma bactéria, mas, no caso da bactéria, estamos lidando com um agente, um centro de ação que é organicamente unificado, um organismo. Todas as suas ações são incentivadas pela meta de mantê-la existindo e se reproduzindo. O computador é uma porção de peças que, juntas ou separadamente, desempenham funções "implantadas" e dirigidas pelos criadores do conjunto.

Essa coleção de peças não sabe o que o "algo" está fazendo quando executa uma operação. Os cálculos e operações executados por esse supercomputador em reação a dados e instruções são simplesmente uma questão de pulsos elétricos, circuitos e transistores. Os mesmos cálculos e operações feitos por uma pessoa envolvem o mecanismo do cérebro, mas são executados por um centro de consciência que está consciente do que está acontecendo, compreende o que está sendo feito e intencionalmente os executa. Não há percepção, compreensão, sentido, intenção ou pessoa, quando um computador faz as mesmas ações, mesmo que tenha múltiplos processadores operando ,em velocidades sobre-humanas. O que é produzido pelo computador tem "sentido" para nós — a previsão do tempo, ou o saldo bancário —, mas, no que se refere ao conjunto de peças chamado computador, são só dígitos binários que ativam certas atividades mecânicas. Sugerir que o computador compreende o que está fazendo é como dizer que uma linha de força pode meditar sobre a questão de livre-arbítrio e determinismo, ou que as substâncias químicas em um tubo de ensaio podem aplicar o princípio da não contradição para a solução de um problema, ou que um aparelho de DVD compreende e aprecia a música que toca.


Fonte: Um Ateu Garante: Deus Existe"/ ed. Ediouro; pg.162-165.

domingo, 15 de abril de 2012

A honestidade de Nietzche

"É nossa preferência que decide contra o cristianismo, e não os argumentos".  
NIETZSCHE