Interpretação cristã
de vinte séculos de mitologia
Volume introdutório da série:
"A ORIGEM COMUM DAS LÍNGUAS E DAS
RELIGIÕES", publicado pela Sociedade Criacionista Brasileira, em dezembro
de 1998.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
Livro: "Dicionário de Raízes Primitivas" de autoria de Luiz Caldas Tibiriçá
Estudos comparativos que demonstram a existência de uma língua mãe pré-histórica e sua difusão universal.
Edição Resumida, publicada pela SCB, em janeiro de 1999.
sábado, 13 de outubro de 2012
Livro: "Um Tronco Comum Para os Idiomas?" de Ruy Carlos de Camargo Vieira
Visão geral das obras de Guilherme Stein Jr. Sobre a origem comum das línguas e das religiões, de autoria de Ruy Carlos de Camargo Vieira, publicado pela Sociedade Criacionista Brasileira, em dezembro de 1998.
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Livro: "Os Evangelhos Perdidos" de Darrel L. Bock
- A Verdade por trás dos textos que não entraram na Bíblia -
Editora Thomas Nelson Brasil
O sucesso de ‘O Código Da Vinci’, de Dan Brown, chamou a atenção para a possibilidade de que a Igreja poderia estar envolvida em uma conspiração para esconder que Jesus havia se casado com Maria Madalena. Esta teoria é mais uma das teses baseadas nos textos não oficiais do Cristianismo, encontrados no Egito, em 1945. Seis décadas depois da descoberta destes manuscritos, a agitação em torno da ideia destes novos evangelhos continua viva e atual. Será que a história cristã deveria ser reescrita por causa deles? Ainda mais importante, será que a descoberta desses evangelhos deveria mudar a visão que você tem de Jesus Cristo? São estas perguntas que Darrell L. Bock responde neste livro.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
domingo, 7 de outubro de 2012
Livro: "A História da Vida - De onde viemos, para onde Vamos" de Michelson Borges
Por que ler o livro A História da Vida
Descreverei aqui os principais motivos pelos quais o livro A História da Vida, do jornalista e mestre em teologia Michelson Borges, me cativou:
1. A linguagem é simples e de fácil compreensão para pessoas que, como eu, ainda estão aprendendo sobre o criacionismo.
2. Totalmente científico, visto que a cada nova ideia introduzida, evidências científicas são apresentadas. O livro traz referências de pesquisas que seguiram adequadamente o rigor metodológico (assim como a ciência exige); muitas dessas referências são próprias da ciência convencional, mas apoiam o modelo bíblico das origens (evidenciando mais ainda sua incoerência).
3. O leitor é estimulado a pesquisar por si próprio. O autor fornece instrumentos e recursos para que o leitor não acredite apenas no que você diz (assim como toda boa ciência deve ser feita). Se não bastasse, o autor insiste no aprendizado do leitor por conta própria ao estimulá-lo com questionamentos ao final de cada capítulo (assim como a educadora e escritora cristã Ellen White descreve a verdadeira educação).
4. As ideias são claras, concisas e organizadas, desde o conteúdo mais simples ao mais complexo, e as evidências são apresentadas em ordem cronológica (seguindo os passos do método científico).
5. No decorrer da leitura de A História da Vida fica evidente o fascínio do autor pela ciência, o respeito com que a trata e a seriedade com que aborda cada capítulo selecionado a dedo (aliás, um conteúdo mais interessante que o outro).
6. Michelson fala com autoridade, pois, como todo honesto intelectual, buscou conhecer os dois lados da mesma moeda, ou melhor, as duas possíveis interpretações de um mesmo dado científico.
7. O capítulo “O Autor da história da vida” introduz o Criador de forma suave e a escrita é coerente com o estilo redacional científico que já vinha sendo utilizado. Digo isso porque eu esperava uma quebra abrupta na leitura e uma passagem completa ao campo filosófico. Para minha felicidade, o autor trouxe testemunhos vivos (renomados ex-ateus) que descrevem com maestria as “razões” que os convenceram da existência de um Criador e, principalmente, explora o capítulo 3 do livro A Prova Evidente, que introduz os argumentos (complexidade, ajuste fino) do design inteligente e traz, mais adiante, evidências da Arqueologia e da História. E, a partir de então, o livro segue com os argumentos lógicos (pautados em evidências) para a existência de um Criador (embora não sejam absolutistas).
Mudando de assunto, o livro Por Que Creio [adquira aqui], do mesmo autor, chegou às minhas mãos numa época crucial da minha vida. Eu estava fazendo o mestrado, me envolvendo mais com alguns aspectos da ciência. Ao lê-lo, fui instigado a buscar mais sobre um assunto que, até então, eu desconhecia: o design inteligente.
O trabalho do jornalista Michelson foi essencial na minha formação intelectual e na forma como, a partir de então, eu olharia para a Bíblia. Minha mente se abriu, e eu realmente senti a necessidade de informar as pessoas outra maneira de aprender sobre a Palavra de Deus, isto é, por meio de uma análise histórico-crítica. Dessa forma, é possível contextualizar cada registro bíblico com o auxílio das mais diversas descobertas científicas, principalmente as que dizem respeito às nossas origens.
Hoje, tenho o autor como referencial e por isso sei que não devemos nos conformar com respostas medíocres, do tipo “Deus quis assim”, ou “Eu acho que foi assim”. Hoje eu busco respostas na convergência entre ciência e Bíblia. Portanto, hoje eu busco me capacitar cada vez mais a fim de compartilhar com o máximo de pessoas possível a história da nossa vida.
(Everton Fernando Alves é mestre em Ciências da Saúde pela UEM e diretor de ensino do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira [NUMAR-SCB])
sábado, 6 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Livro: "A Origem da Vida por Evolução: Um Obstáculo ao Desenvolvimento da Ciência" de Fernando de Angelis
Editado pela SCB
Fernando De Angelis, vive na Itália, onde nasceu, em Cascia (Úmbria) em 1946. Depois de conseguir seu doutorado em Ciências Agrárias na Universidade de Perugia, dedicouse preponderantemente ao ensino de Ciências Naturais, Química e Geografia em escolas de 2ª grau.
Enquanto frequentava a Universidade teve a oportunidade de ter contato primeiramente com o Evangelho, e logo depois com os evangélicos, o que produziu uma mudança radical em seu modo de pensar e viver.
Confrontado pelo conceito bíblico do criacionismo, De Angelis iniciou um profundo estudo dos diferentes postulados sobre as origens. Em sua busca analisou as várias teorias científicas, considerando os aspectos histórico, filosófico e teológico. Suas descobertas modificaram radicalmente seus pontos de vista.
Tem-se empenhado no estudo da Bíblia e na defesa de seu valor cultural preocupando-se com a difusão do criacionismo na Itália. Foi um dos fundadores da Associazione Culturale Evangelica "Daniele-Baltazzar". Casado com Gilda desde 1970, ambos vivem atualmente em Cortona, na Toscânica, Itália.
Este livro é um desafio que nos leva à reflexão. Deverá ser de especial interesse para cientistas que ponderam sobre a questão das origens da vida, e de fundamental importância para os professores de ciências naturais, filosofia e teologia.
Albert Einstein publicamente declarou:
"Considero que as doutrinas evolucionistas de Darwin, Haeckel, e Huxley, estão em seu ocaso definitivo."
O famoso evolucionista italiano Pietro Omodeo escreveu:
"O Criacionismo, que na perspectiva atual surge como uma antiga e arraigada doutrina teológica, na realidade foi formulado em fins do século XVII, e só aceito pelo magistério eclesiástico em torno de 1740, após meio século de investigações eivadas de suspeitas."
Bastam estas duas citações para demonstrar quão urgente se faz uma informação mais equilibrada sobre essa argumentação. Sem pedir que o leitor adote pressuposições específicas, e com uma linguagem acessível, este livro ataca de frente o problema da origem da vida sob o ponto de vista tanto histórico, quanto científico, apresentando um capítulo útil para o esclarecimento do que vem a ser a ciência, e sobre como devemos encara-la. De Angelis desembaraça os fios da meada separando os aspectos científicos, sobre os quais criacionistas e evolucionistas poderão concordar, dos aspectos teológico-culturais, que dependem da visão de mundo de cada um.
De Angelis desembaraça os fios da meada separando os aspectos científicos, sobre os quais criacionistas e evolucionistas poderão concordar, dos aspectos teológico-culturais, que dependem da visão de mundo de cada um.
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Livro: "Céticos Que Exigem Um Veredito" de Josh McDowell
Editora CandeiaPerguntas que mudaram três vidas. Autor e orador popular, Josh McDowell examina a vida fascinante de três homens profundamente céticos com relação ao cristianismo, mas que de alguma forma, foram completamente transformados por ele:
1 - Charles W. Colson
2 - C.S.Lewis
3 - Josh McDowell
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Livro: "Mais que um Carpinteiro" de Josh McDowell & Sean McDoell
Editora Voxlitteris
pós pouco mais de dois milênios, olhar para a figura histórica de Jesus Cristo e os evangelhos exige, antes de tudo, um exercício de fé. Afinal, o homem que nasceu em Belém da Judeia, andou nas empoeiradas ruas de Nazaré e morreu como um criminoso, numa cruz em Jerusalém, ao lado de ladrões, não seria apenas o filho de José, o carpinteiro? A desconfiança de que Deus, Todo-poderoso, não poderia ser apenas um aprendiz de marceneiro, com mãos calejadas e feridas pela labuta, ainda latejam mentes e corações deste século 21.
Outrora agnóstico, o autor Josh McDowell desconfiou. Sua primeira experiência como apologista foi após uma tensa reunião em sua faculdade. Queria provar que os argumentos históricos da ressurreição eram frágeis. E, após meses de empreitada, pesquisando em bibliotecas dos Estados Unidos e Europa, levou um susto. Os documentos que faziam parte do Antigo e do Novo Testamento bíblico eram os mais confiáveis da História antiga.
Mais que um carpinteiro atingiu recordes importantes na história dos livros cristãos, como: ser o primeiro livro cristão traduzido em mais de 100 idiomas, e atingir a marca de mais de 15 milhões de exemplares vendidos no mundo, na edição da década de 1970.
Nesta nova edição, ampliada e atualizada, Mais que um carpinteiro, obra originalmente lançada em 1976, Josh e seu filho, o apologista Sean McDowell, trazem para o século 21 os dilemas e respostas da historicidade cristã. Num cenário onde o ateísmo e outras doutrinas tentam transformar em mito a verdade dos evangelhos, a nova versão da obra é um agudo testemunho da veracidade histórica de Cristo e sua ressurreição.
Em 13 capítulos, o leitor passa dos argumentos científicos aos teológicos com inúmeras referências bíblicas e uma profunda argumentação baseada em amplo conhecimento exegético - do porquê das declarações de Jesus, e como elas evidenciam a sua divindade, e o sentido de seu sacrifício e ressurreição. Para os recém-convertidos, é um nutrido material que responde a vários questionamentos simples do primeiro amor, lançando alicerces firmes na fé, que desafiam a práxis da evangelização.
pós pouco mais de dois milênios, olhar para a figura histórica de Jesus Cristo e os evangelhos exige, antes de tudo, um exercício de fé. Afinal, o homem que nasceu em Belém da Judeia, andou nas empoeiradas ruas de Nazaré e morreu como um criminoso, numa cruz em Jerusalém, ao lado de ladrões, não seria apenas o filho de José, o carpinteiro? A desconfiança de que Deus, Todo-poderoso, não poderia ser apenas um aprendiz de marceneiro, com mãos calejadas e feridas pela labuta, ainda latejam mentes e corações deste século 21.
Outrora agnóstico, o autor Josh McDowell desconfiou. Sua primeira experiência como apologista foi após uma tensa reunião em sua faculdade. Queria provar que os argumentos históricos da ressurreição eram frágeis. E, após meses de empreitada, pesquisando em bibliotecas dos Estados Unidos e Europa, levou um susto. Os documentos que faziam parte do Antigo e do Novo Testamento bíblico eram os mais confiáveis da História antiga.
Mais que um carpinteiro atingiu recordes importantes na história dos livros cristãos, como: ser o primeiro livro cristão traduzido em mais de 100 idiomas, e atingir a marca de mais de 15 milhões de exemplares vendidos no mundo, na edição da década de 1970.
Nesta nova edição, ampliada e atualizada, Mais que um carpinteiro, obra originalmente lançada em 1976, Josh e seu filho, o apologista Sean McDowell, trazem para o século 21 os dilemas e respostas da historicidade cristã. Num cenário onde o ateísmo e outras doutrinas tentam transformar em mito a verdade dos evangelhos, a nova versão da obra é um agudo testemunho da veracidade histórica de Cristo e sua ressurreição.
Em 13 capítulos, o leitor passa dos argumentos científicos aos teológicos com inúmeras referências bíblicas e uma profunda argumentação baseada em amplo conhecimento exegético - do porquê das declarações de Jesus, e como elas evidenciam a sua divindade, e o sentido de seu sacrifício e ressurreição. Para os recém-convertidos, é um nutrido material que responde a vários questionamentos simples do primeiro amor, lançando alicerces firmes na fé, que desafiam a práxis da evangelização.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
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