segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Aula de apologética: "Como derrubar trollagem de ateus":

Primeiro vejam o que diz na figura abaixo. Agora vejam como derrubar trollagens de neo-ateus:

ATEU1:
como noé foi ao polo norte buscar os ursos polares???o o bicho roedor da madeira???será que tambem embarcou ??essa historia da arca de noé ja os sumerios a contavam.é plagio

Descontradizendo Contradições bíblicas
quem aqui está argumentando neste post a existência ou não da arca?

ATEU1: nas entre linhas,o post

DC
se uma pessoa levanta um argumento contra a Arca, a resposta que deveria ser dada seria sobre o quê cidadão? Ao responder uma pergunta sobre a arca a existência ou não dela independe, pois a pergunta não foi sobre se de fato existiu ou não.

ATEU1:
pois,muiiita religiosidade e pouca espiritualidade é tipico dos religiosos.nao levanta a pergunta,mas o argumento apoia sua existencia.logo....

DC
então nesse caso quem propôs a existência dela foi o ateu que trouxe a crítica e não nós.

ATEU1:
pois de facto a arca que o o post alude existe mesmo na chamada biblioteca sagrada,a biblia.la podemos encontrar-la na secção da ficção-contos infantis .

ATEU2:  Q deus em saa consiencia pede pra bota fogo nos bichos q acabou de salvar... religioso fica sego mesmo cuando tem q defender as historias mais bisarras da biblia..

DC
Resposta ao ateu 2 - mas seu comentário é irrelevante para o post. É mera trollagem. Vc quiz unicamente ridicularizar pra tirar o foco de que o seu brother ateu comeu bola... me diga de onde vc tira o padrão moral pra achar o ato em si um problema?

ATEU2:
de facto,os religiosos não pensam mesmo.se a biblia disse-se que a lua era quadrada,nada servia explicar que é redonda,apesar de a verem á vista desarmada. sendo assim,que adiante dizer que o post alude a uma arca ficticia???nada.pois a cegueira religiosa so conhece uma mentira que é servida como verdade:a biblia

ATEU1:
desca da orbita da dependencia da religiao e pense.se assim o fizer,logo chega á conclusao que a biblia é um manancial de ofensas a a deus.

DC
Ateu 1 expulso por trollagem

ATEU2:
podes eliminar o que ele escreveu do nada... Q falta d etica, é isso q acontece cuando alguem pensa diferente de voce?? voce exclue e elimina os comentarios?? Q nao pensaras de cualquer pesoa diferente a voce??? Saia dese seu mundinho, e leia mais.. No mundo da informacao em que vivemos, ser "ignorante" e uma escolha... Mas eu nao te culpo, tua cabeza esta tao cauterizada desde crianca, que nao consegues nem escutar, quem dera entender, argumentos opostos aos teus!

ATEU3:
Mas a arca existiu? religiosos e suas neuroses mentais, e a epopeia de gilgamesh como fica nessa estórinha?

DC
Resposta ao ateu 2: não se trata de falta de ética, se trata de que o assunto não se trata de falar da existência ou não da Arca. Se trata de refutar o argumento do cético que disse que na narrativa existe um absurdo lógico.

Resposta ao ateu3:

A Epopéia de Gilgamesh é tão mais um dos 140 relatos espalhados pelos quatros cantos da Terra sobre uma inundação global. Se vc está insinuando plágio, daí se trata unicamente de algo hipotético e nada mais.

sábado, 5 de janeiro de 2013

Novas descobertas em Israel confirmam o templo e o palácio do Rei Davi?


Arqueólogos israelenses encontraram várias peças de culto religioso em um sítio arqueológico perto da cidade de Beit Shemesh, a 35 Km de Jerusalém.  Essas peças poderão ser a evidência de um culto em Judá na época do Rei David, e trazem com elas implicações sobre o Templo de Salomão, permitindo interpretar a descrição que a Bíblia faz dos reinados de Davi e Salomão.
Durante recentes escavações arqueológicas em Khirbet Qeiyafa, uma cidade fortificada de Judá, adjacente ao vale de Elá, o Professor Yosef Garfinkel, da Universidade Hebraica de Jerusalem e seus colegas descobriram rico material arqueológico: conjuntos de pedra, cerâmica e ferramentas de metal, e arte, além de objetos de culto.  Incluidas também estão três grandes salas que serviam de santuários, que em sua arquitetura parecem corresponder à descrição bíblica de um local para cerimônias da época do rei Davi.  Entre esses objetos está a descoberta, pelo professor Garfinkel e por Saar Ganor, da Direção Israelense de Antiguidades, de caixas de pedra bem talhadas, de 20 a 35 centímetros de altura, usadas para conservar objetos sagrados.
O desenho meticuloso corresponde a descrições do palácio e do templo de Salomão, feitas na Bíblia“, diz Garfinkel, que está há cinco anos escavando em Khirbet Qeiyafa, também conhecida como Fortaleza Elá.   Este é o local de uma antiga cidade, as ruínas da fortaleza foram descobertas em 2007, perto da cidade de Beit Shemesh, a 20 quilômetros de Jerusalém . A fortaleza de Elá, tem coisa de  2,3 hectares  rodeados por um muro de pedra e fica numa posição  estratégica entre as cidades filisteias e Jerusalém, ou seja, na antiguidade era um local  importante no Reino de Judá, ao longo da estrada principal de Filístia.
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Vista aérea do sítio arqueológico da cidade de Khirbet Qeiyafa,  com sua muralha.
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Esses modelos — as miniaturas — de 3.000 anos de antigos santuários estavam entre os artefatos encontrados que parecem  dar um novo suporte para a veracidade histórica da Bíblia.  Não são mais do que caixas com uma espécie de pórtico e têm a aparência descrita no primeiro livro de Reis, para a arquitetura do Templo.  Elas foram achadas em casas particulares da cidade e mantêm as mesmas proporções  das casas de Jerusalem em que a altura é exatamente o dobro da largura.  Essa proporção remete às cidades bíblicas e possivelmente a Shearaim e a Jerusalém  da época de Davi e Salomão.  Para os arqueólogos esse seria o teste de conexão entre a capital e o que se acredita que foi a cidade bíblica de Saaraim, no local há 3.000 anos e habitada por israelitas nos tempos de Davi e Salomão, mencionada nos livros de 1 Samuel e 1 Crônicas.
Localizada no vale de Elá, Khirbet Qeiyafa era uma cidade de fronteira do Reino de Judá, frente à frente com a cidade filistéia de Gath. A cidade, que foi datada por 10 medições radiométricas (14C) feitas pela Universidade de Oxford em caroços de azeitona queimados, existiu por um curto período de tempo entre ca. 1020-980 a.C, antes de ser violentamente destruída.  Seu desenho urbano, assinala Garfinkel, não corresponde ao de nenhuma cidade cananeia ou filisteia, tampouco de cidades no reino de Israel. Mas se trata de um “planejamento típico” das cidades da Judeia. “É o exemplo mais recente que temos de uma cidade desse reino, e nos indica que este tipo de planejamento (urbano) já estava em uso nos tempos do rei Davi“.
A tradição bíblica apresenta o povo de Israel como tendo um culto religioso diferente de todos os outros no antigo Oriente Médio por ser monoteísta e sem ícones por causa da proibição da representação de figuras humanas ou de animais. No entanto, não está claro quando essas práticas foram formuladas, se de fato durante o tempo da monarquia (do século X ao século VI a.C.), ou só mais tarde, nas épocas persa ou helenista.  A ausência de imagens de seres humanos ou animais nos três santuários fornece evidências de que os habitantes do lugar praticavam um culto diferente dos cananeus ou dos filisteus, observando a proibição de imagens esculpidas.
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Professor Garfinkel mostrando uma das miniaturas.(Crédito: Universidade Hebraica de Jerusalém).
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Os achados em Khirbet Qeiyafa indicam também que um estilo arquitetônico elaborado havia se desenvolvido, bastante cedo, tal qual no tempo do rei David.  Essa construção evidenciada pelas miniaturas é típica de construções reais, indicando que a formação do Estado com o estabelecimento de uma elite social e regras de urbanismo na região existiam desde os dias dos primeiros reis de Israel.  Estas descobertas reforçam a historicidade da tradição bíblica e a descrição arquitetônica encontrada na Bíblia do Palácio e do Templo de Salomão.
O Antigo Testamento relata em detalhe os reinados de Davi e Salomão, durante o século X a.C., mas até hoje há pouca evidência desse período.  Não existem provas que sejam aceitáveis por todos os estudiosos, que confirmem sua existência. Em Jerusalém há abundância de vestígios do período do Segundo Templo (século VI a.C.), mas as referências ao primeiro Templo ainda são objeto de debate acadêmico e político.
Uma das mais recentes evidências da época é a muralha de 70 metros, com uma torre alta para vigia que foi desenterrada perto das muralhas da antiga cidade de Jerusalém, há dois anos.  Ela foi identificada como um possível trabalho do rei Salomão. E. estruturas fortificadas do mesmo tamanho foram encontrados em Khirbet Qeiyafa, cuja construção data entre os séculos X e XI a.C.
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Miniatura do templo em terracora. (Crédito: Universidade Hebraica de Jerusalém).
Entre as descobertas de agora estão peças de cerâmica, ferramentas feitas de pedra e metal, obras de arte, e três salas que serviriam de santuários. “Os itens encontrados”, diz Garfinkel, “revelam que as pessoas que viviam ali eram monoteístas e não tinham um ícone. Ou seja, não adoravam imagens de escultura de seres humanos ou animais. Os israelitas da Bíblia eram assim, muito diferentes dos povos vizinhos.  Ao longo dos anos, milhares de ossos de animais foram encontrados, incluindo ovelhas, cabras e gado, mas nunca de porcos. Agora descobrimos três salas de culto, com vários apetrechos, mas nenhuma imagem humana ou animal foi encontrada”, disse Garfinkel.
Os três santuários são parte de uma  complexa construção maior. Nesse aspecto, os habitantes desse local eram diferentes dos cananeus ou filisteus, que praticavam sua religião em templos, edifícios separados, dedicados apenas a rituais. A tradição bíblica descreve este fenômeno no tempo do rei Davi: “Ele trouxe a arca de Deus de uma casa particular em Kyriat Yearim e colocá-a em Jerusalém, em uma casa particular” (2 Samuel 6).  Os objetos cerimoniais incluem cinco pedras de pé (Massebot), dois altares de basalto, dois vasos de cerâmica, e  dois santuários portáteis. -
Os santuários em miniatura, dois santuários portáteis (ou “modelos Santuário”) que foram encontrados são de diferentes materiais: um feito de cerâmica (cerca de 20 cm de altura) e outro de pedra (35 cm de altura). São caixas na forma de templos, e podem ser fechadas por portas.
O santuário de argila é decorado com uma fachada elaborada, incluindo dois leões, dois pilares de guarda, uma porta principal, vigas no telhado, tecido dobrado e três pássaros que estão no telhado. Dois destes elementos são descritos no Templo de Salomão: os dois pilares (Yachin e Boaz) e têxteis (Parochet).
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Miniatura do templo em pedra. (Crédito: Universidade Hebraica de Jerusalém).
O santuário de pedra é feito de calcário fino e pintado de vermelho. Sua fachada é decorada por dois elementos. O primeiro são sete grupos de vigas no telhado, três pranchas em cada um. Este elemento arquitetônico, o “triglyph”, é conhecido em templos clássicos gregos, como o Parthenon, em Atenas. Sua presença em Khirbet Qeiyafa seria o mais antigo exemplo conhecido dessa escultura em pedra, certamente um marco na arquitetura mundial.
O segundo elemento decorativo é a porta encastrada. Este tipo de portas ou janelas é conhecido na arquitetura de templos, palácios e túmulos reais no antigo Oriente Médio. Este era um símbolo típico da divindade e da realeza da época.
O modelo de pedra nos ajuda a entender termos técnicos obscuros na descrição do palácio de Salomão, conforme descrito em Reis I- 7, 1-6. O texto usa a expressão “Slaot”,termo que foi erroneamente entendido como pilar e agora pode ser entendido como triglifo. O texto também usa o termo “Sequfim”, que foi geralmente entendido como nove janelas do palácio, e pode agora ser entendido como “porta tripla de entrada rebaixada.”
Triglifos parecidos com esses e portas embutidas podem ser encontradas na descrição do templo de Salomão (1 Reis 6, versículos 5, 31-33, e na descrição de um templo pelo profeta Ezequiel (41:6). Estes textos bíblicos estão repletos de termos técnicosobscuros que perderam seu significado original ao longo dos milênios. Agora, com a ajuda do modelo de pedra descoberto em Khirbet Qeiyafa, o texto bíblico pode ser esclarecido. Pela primeira vez na história, temos objetos reais do tempo de David, que podem estar relacionados com monumentos descritos na Bíblia.
A questão permanece: estas duas caixas, particularmente, a caixa de pedra, poderia ser um protótipo do Templo Solomonico que não tenha sido construído naquele tempo?  Só porque estes “santuários Qeiyafa” datam do período davídico, não significa que eles são a prova do monoteísmo israelita. A Bíblia menciona vários lugares de cultos e este em Qeiyafa parece estar na mesma categoria. Sem dúvida, mais esclarecimentos virão sobre o assunto nos próximos dias.
Hershel Shanks, editor da revista Biblical Archaeology Review, disse que as descobertas são “extremamente interessantes” e que nem 20% do local foi escavado ainda, então o mais é provável que possa haver alguma surpresa pela frente”.

Fonte: 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Sylvester Stallone entrega sua vida para Cristo

Sylvester Stallone, famoso pelos filmes “Rocky” e “Rambo”, voltou a suas raízes cristãs, numa experiência de conversão que ele diz o libertou das pressões do mundo.

“Quanto mais vou à igreja”, disse Stallone, de acordo com o boletim CitizenLink de Focus on the Family, “e quanto mais me entrego ao processo de crer em Jesus e escutar Sua Palavra e deixá-Lo me guiar no que faço, mais sinto como se as pressões sumissem de cima de mim”.

No filme de Stallone, Rocky Balboa, o último na série de filmes “Rocky”, ele reflete sobre seguir Cristo e não sobre enfrentar batalhas sozinho.

“É como se [Rocky] estivesse sendo escolhido, como se Jesus estivesse sobre ele, e como se ele fosse o cara que viveria sempre o exemplo de Cristo”, Stallone disse numa conferência com pastores e líderes religiosos no ano passado. “[Rocky agora] é muito, muito perdoador. Não há amargura nele. Ele sempre vira a outra face. É como se sua vida inteira fosse sobre servir”.

“Fui criado num lar cristão, e aprendi a fé cristã e fui até onde consegui”, disse Stallone. “Até que um dia, sabe, entrei no tão chamado mundo real e conheci a tentação. Praticamente me desviei do caminho e fiz uma porção de escolhas erradas”.

Stallone disse que ele quer comunicar para as audiências a importância de freqüentar a igreja e receber apoio no compromisso de viver a fé cristã.

“Precisamos ter a experiência e a orientação de outra pessoa”, disse ele. “Não podemos treinar a nós mesmos. Sinto do mesmo jeito acerca do Cristianismo e acerca do que a igreja é: A igreja é a academia de ginástica da alma”.

A estória de um Rocky que sente culpa espiritual e lê a Bíblia antes de cada luta foi escrita pela própria experiência de vida do ator, disse Stallone.

“A maior parte dos meus filmes anteriores era cheia de sangue”, ele declarou para o jornal San Francisco Chronicle. “Eles eram os resultados criativos de minha juventude, quando meu casamento não estava indo bem e me sentia seduzido pelas tentações de Hollywood”.

“Precisei realmente passar por meus testes e tribulações”, ele disse, “antes que eu pudesse ser homem o suficiente para saber escrever o tipo de estória que ‘Rocky Balboa’ é”.

Stallone desenvolveu um kit de recursos grátis para líderes, em associação com Motive Entertainment, para ajudar os pastores e líderes de igreja a utilizar a mensagem cristã do filme. O kit inclui um guia de líderes (grátis por download) que lida com as questões de coragem, integridade, fé, vitória e propósito, relatou o jornal Christian Examiner. O guia tem várias abordagens feitas para suprir as várias necessidades dos pastores, líderes de jovem, líderes de ministérios de leigos e pais.


Fonte:

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

O Testemunho de Chuck Norris

Chuck Norris cresceu pobre. Seu pai era um alcoólatra do tipo que "entra e sai da nossa vida…" Aos 10 anos de idade Chuck já havia se mudado, junto com sua família, cerca de 16 vezes, até que finalmente se estabeleceu na cidade de Torrance, Estado da Califórnia. A "cola" que manteve a família unida foi sua mãe, dona Wilma. Não obstante fosse às vezes bastante difícil, ela não desistia em seu propósito de levar Chuck e seus irmãos Aaron e Wieland às reuniões da igreja, e à Escola Bíblica Dominical. Sua mãe tinha sempre uma atitude muito firme e positiva, e essas características foram algo que ele sempre se preocupou em transportar para a sua vida:

"Ela nunca se lamentava. Sempre sabíamos de antemão o que nos diria: que existiam pessoas em circunstâncias piores que as nossas", falou.

Era fortalecida por uma fé muito firme e intensa, Wilma levava seus meninos à igreja Batista do Calvário, onde os três foram batizados. Ela conta que Chuck nunca se envolvia de maneira superficial com a igreja. Certa ocasião, quando ela estava voltada para o projeto de construção do templo, a cada final de semana Chuck Norris sempre ia ajudar.

"O pastor e líder da igreja certamente diria: "A maioria dos nossos adolescentes está por aí cuidando de seus próprios interesses". "Mas o Carlos, não; de jeito nenhum!" - contestou D. Wilma (familiares e amigos chamavam Chuck Norris de 'Carlos', nome que recebera de seus pais ao nascer).

Hoje, uma das pessoas mais influentes na vida espiritual de Chuck Norris é sua esposa Gena, que tem 37 anos, com quem ele se casou em novembro de 1998. Gena entregou sua vida a Jesus há cerca de 11 anos. Ela está ajudando Norris a crescer e amadurecer nos aspectos mais fundamentais da vida cristã. Foi ela que o auxiliou na seleção dos textos bíblicos que foram utilizados no episódio de Natal, bem como na redação de orações.

"O seriado tem milhares de espectadores em todo o mundo. Essa foi uma oportunidade única, quando pessoas dos mais diferentes lugares pegavam o controle remoto e, ao sintonizarem o canal da TV, tinham de repente os olhos postos sobre a notável figura de Cordell Walker, o patrulheiro do Texas, falando de Jesus…" contou Gena.

O primeiro encontro de Gena com Norris aconteceu mediante uma pequena participação num episódio da série. Ela afirma que a vida toda Norris demonstrou ser um homem íntegro, disciplinado e consistente, qualidades que a atraíram, aliás uma atração mútua. Chuck costuma dizer que em sua união com Gena realmente encontrou a verdadeira paz.

A senhora Wilma se encheu de alegria, ao constatar que Chuck e Gena haviam firmado uma aliança muito sólida e feliz. "É como se Deus soubesse que nós precisávamos dela, e que ela precisava de nós. Fico sempre muito emocionada quando constato que eles estão orando e estudando a Bíblia juntos" - disse ela.

Os compromissos não permitem que eles sempre reservem tempo para estudos bíblicos, razão por que Gena afirma que os momentos de oração são prioridade.

"Todo casal que é obediente, firme neste propósito - mesmo que sua oração e o devocional sejam no início um pouco desajeitados -, cria fortes vínculos com Deus. E assim nada fica entre eles e o Senhor; nada conseguirá balançar ou sacudir seu relacionamento", testemunha Gena.
Gena admite que se Deus não fosse hoje o centro na vida deles, certamente encontrariam dificuldades para chegarem a ter um casamento fortalecido.

"Homens de verdade vivem para Cristo", diz ele. "É importante que você encontre sua paz com Cristo enquanto a oportunidade existir. A vida é tão frágil, que nunca sabemos o momento em que ela pode chegar ao fim. Talvez ela termine num abrir e fechar de olhos… e aí pode ser tarde para aceitar o dom divino da salvação".


No final de tudo, o bem sempre triunfará sobre o mal. Como Norris sabe, isso é algo muito real… Não se trata apenas de um outro bom script…