domingo, 12 de abril de 2015

Livro: "O Terceiro Reich no Poder" de Richard J. Evans

Editora Planeta

Para todos os ateus que tem disseminado pela net que Hittler era cristão e que a ICAR apoiou o nazismo, quero indicar o livro de Richard J. Evans, lançado no Brasil, chamado "O TERCEIRO REICH NO PODER - O relato mais completo e fascinante do regime nazista entre 1933 e 1939". Leiam o cap.3 descrito como "Convertendo a Alma". Isso os ajudará a não darem continuidade a este sofisma. Richard Evans desmente este sofisma. Hittler não era cristão e a ICAR não o apoiou durante a II Guerra mundial. Mas, ao invés de discutirem comigo, basta ir até a livraria e ler com seus próprios olhos.

sábado, 11 de abril de 2015

Livro: "Em guarda - Defenda a fé cristã com razão e precisão" de William Lane Craig

Editora Vida Nova

Você fica preocupado quando alguém lhe faz uma pergunta sobre sua fé e você não sabe como responder?

Já tentou estudar apologética, mas se viu perdido no meio dos jargões teológicos e filosóficos?
O que fazer quando você mesmo enfrenta dúvidas relacionadas à sua fé?

Em guarda, leitor! Você tem em suas mãos as respostas para essas e outras tantas perguntas que deixam qualquer pessoa insegura na hora de defender sua fé. Trata-se de um manual de treinamento conciso, escrito por William Lane Craig, um dos mais renomados defensores da fé cristã na atualidade. O livro é repleto de ilustrações, notas explicativas e esquemas para ajudar na memorização dos melhores argumentos para a defesa de sua fé com razão e precisão.

Com um estilo envolvente, Craig oferece quatro argumentos plausíveis para a existência de Deus, defende a historicidade da ressurreição de Jesus e aborda o problema do sofrimento. Além disso, mostra por que o relativismo religioso não consegue responder ao nosso desejo de compreender as questões últimas da vida.


Provando que a defesa da fé não se faz apenas com palavras, o autor também compartilha sua própria história de vida, bem como o chamado de Deus para torná-lo um evangelista bem preparado e, ao mesmo tempo, relevante para a cultura contemporânea.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Livro: "Apologética para questões difíceis da vida" de William Lane Craig

Editora Vida Nova

Por que Deus não responde às minhas orações? Se Deus é onipotente, por que o mal existe? Se Deus é tão amoroso, por que sofremos? Qual é o significado do sofrimento para o cristão? Como ele deve lidar com suas dúvidas?

Todo aquele que busca compreender as razões de sua fé acaba se deparando com questões complicadas como sofrimento, dúvida, fracasso, existência do mal e orações não respondidas, mas muitas vezes, em meio a nossa sociedade cada vez mais culturalmente estagnada, não encontra respostas bem elaboradas, francas e inteligentes.


Além de tratar dessas, o autor, William Lane Craig, que é doutor em teologia e filosofia, também encara de frente questões espinhosas da atualidade que envolvem as polêmicas do aborto e da homossexualidade. Se você está procurando um livro de apologética que apresente uma reflexão bíblica, profunda e honesta sobre questões difíceis da vida, esta obra, ao contrário do que se tem visto por aí, trata desses problemas de forma menos apressada e mais aprofundada. O objetivo é que este livro possa ajudá-lo em sua busca de compreender o plano divino, afinal, com diz em 1Pe 3.15, é tarefa de todo cristão estar sempre preparado para responder a todo aquele que lhe pedir a razão da sua esperança.

terça-feira, 7 de abril de 2015

IDADE JOVEM PARA A LUA E TERRA

Por Dr. Thomas G. Barnes

Se necessita de apenas uma prova de uma idade jovem para a Lua ou para a Terra para refutar completamente a doutrina da evolução. Fundado em postulados razoáveis, grande âmbito de dados observacionais, e leis fundamentais da física contém prova de que a Lua e a Terra são extremamente jovens para a presumida evolução ter acontecido.

Há uma prova física de fácil compreensão de que a Lua é muito jovem para a idade evolutiva presumida. Através das leis da física pode-se demonstrar que a Lua está se afastando da Terra. Pelas mesmas leis pode-se demonstrar que a Lua nunca teria sobrevivido uma proximidade da Terra de menos que 11.500 milhas (18.500km).

Aquela distância é conhecida como o limite de Roche. (1) As forças relativas á maré da Terra em um satélite das dimensões da Lua romperiam o satélite em algo como os anéis de Saturno. Portanto, a Lua em afastamento nunca esteve mais próxima da Terra do que este valor.

A atual velocidade de afastamento da Lua é conhecida. Se se multiplica esta velocidade de afastamento pela idade evolutiva presumida, a Lua estaria hoje muito mais distante da Terra do que é, mesmo até quando se tivesse partido da superfície da Terra. Não poderia ter retrocedido para nada próximo ao que exigiria a idade da doutrina da evolução. Não há ainda nenhuma explicação alternativa sustentável que renderá uma idade evolutiva de 4 bilhões de anos, ou mais, para a Lua. Esta é uma prova das mais simples que a ciência pode prover de que a Lua não é tão velha quanto se reivindicou.

De que forma o evolucionista reconcilia esta prova de que a Lua é demasiadamente jovem para a presumida evolução poder ter acontecido? Este conhecido limite dinâmico no sistema Terra-Lua é um grande problema para os evolucionistas formados.

Robert C. Humes na introdução do seu livro "Introdução á Ciência Espacial" (John Wiley, 1971) reconhece o problema e afirma que "Todo o assunto da origem da Lua deve ser considerado altamente especulativo".

Dr. Louis B. Slichter, Professor de Geofísica no Massachusetts Institute of Technology trata este problema em grande detalhe e conclui que "a escala de tempo do sistema Terra-Lua ainda apresenta um grande problema. (2)

Acontece que a fricção relativa á maré Terra-Lua causa uma redução da taxa de giro da Terra. O Lord Kelvin usou aquela taxa de giro variável, assumiu uma Terra inicial em estado de fusão, e provou que a Terra não pudesse ter um bilhão de anos, ou a forma da presente Terra seria diferente. (3)

Consequentemente, partindo de considerações teóricas e observacionais, há duas provas de que o sistema Terra-Lua não pode ser tão velho quanto um bilhão de anos.

* A taxa de afastamento e distanciamento Terra-Lua refuta a idade longa.
* A forma da Terra refuta a idade longa.

Espessura da Camada de Pó Lunar
As predições pré-alunissagem de cientistas evolucionistas deram grande preocupação aos astronautas. Pelas predições deles, devido a uma presumida idade de 4,5 bilhões de anos para a Lua e a taxa de afluência de pó e os processos físicos lunares de decomposição de rochas, os astronautas poderiam ser perdidos em uma espessa camada de pó na Lua. (4) Felizmente as predições evolutivas de grande espessura de camada de pó estavam erradas. Nossos astronautas não se perderam na "areia movediça" predita de pó acumulado na Lua. As predições dos criacionistas de apenas uma camada fina de pó estavam corretas.

Esta falsa predição de cientistas evolucionistas dá apoio à contenção do autor de que a doutrina da evolução é uma barreira para o progresso da ciência. Mais apoio pode ser achado para aquela contenção nos contínuos resultados negativos das experiências evolutivas para descobrir as presumidas "evoluídas formas de vida" no espaço. Aparentemente um dos astronautas considerou que o laboratório receptor lunar foi um desperdício de tempo e dinheiro. Ele se ofereceu comer um pouco daquele pó para contestar a noção de que existem bactérias evoluídas na Lua. Dever-se-ia lembrar cuidadosamente que os grandes sucessos do programa espacial da NASA, da qual nós todos nos orgulhamos, foi tornado possível pelos tremendos avanços de tecnologia, não através de ciência evolutiva. Aquela tecnologia é fundada nas leis comprovadas da física e química e desenvolvimentos dos vários campos da engenharia.

Evidência Radiométrica de Criação Rápida
Dr. Robert V. Gentry tem evidência radiométrica de que a fundação rochosa da crosta terrestre foi formada em estado frio e não em condição fundida. Um estado inicial frio da Terra dá apoio a uma idade jovem para a Terra. A pesquisa dele envolve o estudo de halos pleochróicos (esferas coloridas) produzidos pelo decaimento radioativo do Polônio 218. Ele analisou cem mil destes halos em rochas graníticas que tinham sido tiradas de profundidades consideráveis da superfície da Terra e de todas as partes do mundo.

Duas conclusões muito importantes foram tiradas desta pesquisa.
* O Polônio 218 era primordial, quer dizer, este elemento radioativo estava no granito original.
* Pelo fato de que os halos só podem ser formados nos cristais do granito, e a meia-vida do Polônio 218 ser de apenas 3 minutos, o granito teve que estar frio e cristalizado originalmente. Caso contrário o Polônio 218 teria ido antes de o granito fundido ter se esfriado. Levaria um tempo longo por demais para uma Terra fundida se esfriar.

A conclusão final pode ser resumida nesta citação de sumário de um dos documentos técnicos de Gentry: "A evidência simples dos halos é de que a fundação rochosa da crosta terrestre foi formada sólida". Pode ser demostrado que halos em outros minerais dão igualmente evidência surpreendente de uma Terra jovem. (5)

Basta ler alguns dos artigos técnicos de Gentry para ver como ele estabeleceu claramente a conclusão dele de que o Polônio 218 era primordial. Isto, em si mesmo, apresenta problemas para datação radiométrica convencional. Os postulados de datações radiométricas convencionais não concordariam com este estado inicial que Gentry identificou.

Evidencia Magnética de uma Terra Jovem
O conhecido decaimento do campo magnético da Terra e a perda inexorável de sua energia apontam claramente para um fim iminente e inevitável do campo magnético da Terra. Uma publicação do Departamento de Comércio lista avaliações da força do imã dipolo da Terra (seu imã principal) desde que Karl Gauss fez a primeira avaliação em 1830. Esta publicação declara que a taxa de diminuição é de aproximadamente 5% em cem anos. Afirma então quese o decaimento continuar o campo magnético desaparecerá em A.D. 3991. (6)

Este decaimento tem alguns efeitos ambientais prejudiciais. O campo magnético da Terra se estende no espaço ao redor da Terra. Isto provê um escudo protetor contra raios cósmicos e vento solar. A meia-vida de deterioração do campo magnético é de 1400 anos (Isto significa que a cada 1400 anos sua força cai pela metade). A força deste campo é agora só aproximadamente um terço tão forte quanto estava no tempo de Cristo. Radiação mais prejudicial está penetrando até a superfície da Terra. Esta é uma degradação irreversível de nosso ambiente.

Horace Lamb predisse este decaimento em um artigo teórico, em 1883, sobre a fonte do campo magnético da Terra. Retrocedendo no tempo, pela teoria dele e á taxa de decaimento atualmente conhecida, e assumindo a máxima força inicial plausível, põe um limite de idade no imã da Terra de apenas alguns mil anos. (7)

Geólogos evolucionistas assumem que deve haver algum tipo de mecanismo de dínamo que sustenta o imã da Terra. Ninguém, porém, ainda propôs uma teoria aceitável para tal dínamo. Supõe-se também que aquele mecanismo pode inverter a polaridade do imã da Terra. Eles assumem que este imã não tem se deteriorado continuamente mas inverteu muitas vezes de um lado para outro por bilhões de anos.

Eles têm que se agarrar a uma idade longa ou é o golpe de morte para toda a teoria da evolução.
Fenômenos de reversão são "lidos" para dentro das pedras magnetizadas acessíveis na crosta terrestre. A literatura mostra reais problemas e algumas auto-contradições com estas interpretações. (8)

Conclusões
A idade da Terra e da Lua não podem ser tão velhas quanto requerer a doutrina da evolução, como foi mostrado, quando são aplicadas as grandes leis da física a observados fenômenos de grande escala, como:

1) A taxa de afastamento da Lua e o limite de Roche.
2) A taxa de rotação mais rápida de Terra no passado.
3) A taxa de formação de pó lunar.
4) O decaimento do campo magnético da Terra.
5) Os halos pleochróicos na fundação rochosa da crosta terrestre.

Referências:
1. Whitcomb, John C. e Donald B. DeYoung, A Lua, Sua Criação, Forma e Significado, BMH Livros, Winona Lake, Indiana, pág. 41.
2. Slichter, Louis B., "Efeitos Seculares de Fricção Devido à Maré na Rotação da Terra, "Jour. Geoph. Res., 1964, Vol. 8, No. 14, pp. 4281-4288.
3. Barnes, Thomas G., ICR Impact No. 16.
4. Slusher, Harold S., "Idade do Cosmo", Monografia Técnica. Instituto para Pesquisa da Criação, 1980 p.41.
5. Gentry, Robert V., "Revisão Anual de Ciência Nuclear" Vol. 23, 1973 pág. 247.
6, McDonald, Keith L. e Robert H. Gunst, "Uma Análise do Campo Magnético da Terra de 1835 a 1965. Julho de 1967. Essa Rept Técnico. lER 1. Imprensa do governo dos E.U.A. Washington. D.C., Tabela 3, pág. 15.
7. Barnes, Thomas G., Origem e Destino do Campo Magnético da Terra, Monografia Técnica, Instituto para Pesquisa da Criação, 1973.

8. Barnes, Thomas G., Perda do Campo Magnético da Terra, Impact No. 100 Instituto para Pesquisa da Criação.

William Lane Craig - O que faz um bom argumento dedutivo

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Livro: "Apologética Contemporânea - A veracidade da fé cristã" de Willian Lane Craig

Editora Vida Nova

Com uma linguagem admiravelmente clara, o professor Craig apresenta questões filosóficas e históricas importantes e relevantes para o cristianismo. Com erudição extraordinária, ele esboça os argumentos dos principais pensadores tanto de séculos passados quanto de tempos recentes, e apresenta suas próprias razões para concluir que as doutrinas cristãs tradicionais sobre Deus e Jesus são críveis. Suas respostas aos céticos sobre a existência de Deus, o conhecimento histórico e a ocorrência de milagres, e em particular a ressurreição de Jesus, levam o debate sobre esses assuntos complicados a uma profundidade impressionante. Temos neste livro uma defesa admirável da fé cristã fundamental.


Esta 2.ª edição da obra anteriormente intitulada A veracidade da fé cristã passou por uma completa revisão e ampliação, e hoje é um instrumento ainda mais preciso e indispensável para quem deseja fazer uma defesa racional da fé cristã.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Quem não crê em vários deuses é ateu?


Dicionário:
ateu
adj. s. m.
Que ou quem não crê na existência de deus. = ATEÍSTA, DESCRENTE, ÍMPIO
Feminino: ateia.

Conclusão:
Logo, aquele que crê num único Deus é um Monoteísta e não um ateu.
Um politeísta é aquele que acredita que todos os demais deuses são reais.
Ateu é uma pessoa que não acredita em realidades sobrenaturais. Se eu acredito em uma realidade sobrenatural e descarto outra realidade sobrenatural, logo sou um teísta, e não um ateu.

Pipe

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Arqueólogos fazem descoberta de artefatos que contém referência direta à ressurreição de Jesus


Pesquisadores descobriram, em um túmulo localizado em Jerusalém, a mais antiga referência arqueológica à ressurreição de Jesus já registrada. A descoberta foi anunciada em Nova Iorque na última terça feira pela equipe do professor James Tabor, diretor do departamento de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Norte.
O trabalho que levou os pesquisadores a essa conclusão foi feito em um túmulo descoberto em 1981 durante as obras de construção de um prédio no bairro de Talpiot, situado a menos de 4 km da Cidade Antiga de Jerusalém.
“Até agora me parecia impossível que tivessem aparecido túmulos desse tempo com provas confiáveis da ressurreição de Jesus ou com imagens do profeta Jonas, mas essas evidências são claras”, disse Tabor, ao explicar que as câmeras de alta tecnologia utilizadas pra explorar o túmulo encontraram uma inscrição grega que faz referência à ressurreição de Jesus e a imagem de um grande peixe com uma figura humana na boca, que seria uma representação que evoca a passagem bíblica do profeta Jonas.
Essa não é a primeira vez que arqueólogos estudam a tumba, mas dificuldades anteriores impediam de se fazer mais imagens e uma exploração mais detalhada do local. Uma das dificuldades encontradas pelos pesquisadores foi o fato de que os ortodoxos condenam a escavação de túmulos judaicos, o que fez com que as autoridades políticas selassem a tumba. Até então só haviam sido feitas algumas fotos do local e poucos objetos foram retirados das tumbas, entre eles o ossário de uma criança, que compõe a coleção do Estado de Israel.
De acordo com o Correio Braziliense a idade exata dos túmulos não foi definida com testes de carbono 14, mas pode-se afirmar que os mesmos são do século primeiro devido à estética funerária, típica dos anos 20 a 70. De acordo com os pesquisadores, depois desse período, com a destruição da cidade sagrada pelos romanos, os judeus deixaram de usar caixas de pedra nos funerais.
As descobertas atuais foram feitas graças a uma autorização que James Tabor e Rami Arav, professor de arqueologia na Universidade de Nebraska, conseguiram da Autoridade de Antiguidades de Israel para estudar novamente a tumba. Os estudos foram feitos entre 2009 e 2010 utilizando câmeras de alta tecnologia manipuladas por um braço robótico. O equipamento especial foi patrocinado pelo canal de televisão Discovery Channel, que vai exibir um documentário sobre as descobertas ainda neste ano.
Uma das inscrições encontradas diz, em grego antigo, “Divino Jeová, me levante, me levante” ou “Divino Jeová, me levante até o Lugar Sagrado”. Tabor explicou que “essa inscrição tem algo a ver com a ressurreição dos mortos ou é uma expressão da fé na ressurreição de Jesus”. Em um estudo publicado no site de arqueologia bíblica Bibleinterp.com o professor afirmou ainda: “Se alguém tivesse dito que encontrou uma declaração sobre a ressurreição em uma tumba judaica desse período, eu diria que era impossível”. Ele afirma que as inscrições provavelmente foram feitas “por alguns dos primeiros seguidores de Jesus”.
“Nossa equipe se aproximou do túmulo com certa incredulidade, mas os indícios que encontramos são tão evidentes que nos obrigaram a revisar todas as nossas presunções anteriores”, afirmou Tabor, que ara divulgar as descobertas publicou um livro intitulado The Jesus Discovery, contendo todas as conclusões de sua pesquisa.