quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Livro: "A Pergunta que não quer calar" de Philip Yancey
Editora Mundo Cristão
A questão da ação de Deus no sofrimento do ser humano permeia toda a História até as últimas notícias da atualidade, e as angústias e outros medos em si atinge a todos no mais inesperado momento, como sempre atingiu.
O autor aborda esse assunto com base na sabedoria da palavra de Deus e também de experiências comuns para, não trazer respostas concretas e definitivas, mas para mostrar que em Deus é possível encontrar um caminho para evitar o sofrimento.
“Praticamente todas as passagens sobre o sofrimento que encontramos no Antigo Testamento evitam enfatizar a causa para concentrar-se na para concentrar-se na reação. Embora não possamos compreender o plano maior do Universo, que permite tanta maldade e dor (daí a pergunta Por quê?), nós todavia podemos reagir de duas maneiras importantes. Primeiro, podemos descobrir um significado em meio ao sofrimento. Segundo, podemos oferecer ajuda real e prática aos necessitados.” (O Autor, p .38-39)
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Quando Jesus foi crucificado?
Ele foi crucificado na terceira hora.
Mc 15:25 - Era a hora terceira quando o
crucificaram.
Ele foi crucificado depois da sexta hora.
Ele foi crucificado depois da sexta hora.
Jo 19:14-16 - Era o dia da preparação da páscoa, e
quase à hora sexta. Disse Pilatos ao judeus: Eis o vosso Rei. Mas eles
gritaram: Fora! Foras! Crucifica-o! Perguntou-lhes Pilatos: Hei de crucificar o
vosso Rei? Responderam os principais sacerdotes: Não temos rei, senão César.
Finalmente Pilatos o entregou para ser crucificado.
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Descontradizendo:
Josh McDowel e Don Stewartl respondem esta:
”Há duas soluções possíveis que têm argumentações de peso.
Primeira solução:
Uma solução concentra-se na expressão “cerca de” na afirmação de João sobre a hora. Ele diz que não era exatamente a sexta hora, mas por volta daquela hora.
A noite era dividida em quatro vigílias, cada uma com três horas (veja Marcos 13:35), e o dia do mesmo modo era dividido em períodos. Baseado nisto, podemos imaginar que a afirmação de Marcos por volta da “terceira hora” significa, simplesmente, que Jesus foi crucificado durante a terceira hora (entre 9 e 12 horas), enquanto a declaração de João de que o julgamento terminou por volta do meio-dia, pode significar antes das doze.
Assim, se a crucificação realizou-se entre 9 e 12 horas, Marcos pode tê-la colocado mais próximo das nove horas, e João mais próximo das 12 horas, não havendo nenhuma discrepância.
“Se a crucificação se deu entre as nove e as doze horas, era bastante natural que um observador se referisse a uma hora mais cedo, enquanto o outro, a uma mais tarde.
A posição do sol no céu era o parâmetro da hora do dia; enquanto era fácil saber se era antes ou depois do meio dia, ou se o sol estava mais ou menos na metade do trajeto entre o zênite e o horizonte, diferenças menores de hora não eram reconhecíveis sem se consultar o relógio de sol, que nem sempre estava à mão” (The Expositor´s Greek New Testament, comentário de João 19:14).
”Há duas soluções possíveis que têm argumentações de peso.
Primeira solução:
Uma solução concentra-se na expressão “cerca de” na afirmação de João sobre a hora. Ele diz que não era exatamente a sexta hora, mas por volta daquela hora.
A noite era dividida em quatro vigílias, cada uma com três horas (veja Marcos 13:35), e o dia do mesmo modo era dividido em períodos. Baseado nisto, podemos imaginar que a afirmação de Marcos por volta da “terceira hora” significa, simplesmente, que Jesus foi crucificado durante a terceira hora (entre 9 e 12 horas), enquanto a declaração de João de que o julgamento terminou por volta do meio-dia, pode significar antes das doze.
Assim, se a crucificação realizou-se entre 9 e 12 horas, Marcos pode tê-la colocado mais próximo das nove horas, e João mais próximo das 12 horas, não havendo nenhuma discrepância.
“Se a crucificação se deu entre as nove e as doze horas, era bastante natural que um observador se referisse a uma hora mais cedo, enquanto o outro, a uma mais tarde.
A posição do sol no céu era o parâmetro da hora do dia; enquanto era fácil saber se era antes ou depois do meio dia, ou se o sol estava mais ou menos na metade do trajeto entre o zênite e o horizonte, diferenças menores de hora não eram reconhecíveis sem se consultar o relógio de sol, que nem sempre estava à mão” (The Expositor´s Greek New Testament, comentário de João 19:14).
Segunda Solução:
"Outra possibilidade é a de João estar usando um método diferente do de Marcos para contar o tempo. Sabemos como fato comprovado através de Plutarco, Plínio, Aulus Gellius e Macróbios, que os romanos contavam o dia de meia-noite a meia-noite, exatamente como nós fazemos hoje.
Assim, a sexta hora de João seria 6 horas da manhã. Isto faria 6 horas da manhã a hora do último julgamento de Jesus, e de sua sentença, sobrando tempo suficiente para os preparativos da crucificação que em Marcos ocorram às 9 horas da manhã ou depois.
Há uma boa prova de que João usou este método de contagem de tempo. Não é raro nas Escrituras autores usarem métodos diferentes de medida de tempo e determinação de datas.
No Antigo Testamento, os escritores freqüentemente fixavam suas datas importantes pelo sistema de calendário do país onde eles estavam servindo na época. Por exemplo, Jeremias 25:1 e 46:2 e Daniel 1:1 referem-se ao mesmo ano: Jeremias, pelo calendário palestino, e Daniel, pelo babilônico.
Um exemplo no Novo Testamento é João 20:19. A noite do dia em que Jesus ressurgiu da morte é considerada parte deste mesmo dia. Evidentemente João não está contando o dia pelo tempo judeu. De acordo com o sistema judaico de contagem de tempo, a noite em questão seria parte da segunda-feira, para os judeus o primeiro dia da semana, visto que o dia judaico começa com o pôr-do-sol".
"Outra possibilidade é a de João estar usando um método diferente do de Marcos para contar o tempo. Sabemos como fato comprovado através de Plutarco, Plínio, Aulus Gellius e Macróbios, que os romanos contavam o dia de meia-noite a meia-noite, exatamente como nós fazemos hoje.
Assim, a sexta hora de João seria 6 horas da manhã. Isto faria 6 horas da manhã a hora do último julgamento de Jesus, e de sua sentença, sobrando tempo suficiente para os preparativos da crucificação que em Marcos ocorram às 9 horas da manhã ou depois.
Há uma boa prova de que João usou este método de contagem de tempo. Não é raro nas Escrituras autores usarem métodos diferentes de medida de tempo e determinação de datas.
No Antigo Testamento, os escritores freqüentemente fixavam suas datas importantes pelo sistema de calendário do país onde eles estavam servindo na época. Por exemplo, Jeremias 25:1 e 46:2 e Daniel 1:1 referem-se ao mesmo ano: Jeremias, pelo calendário palestino, e Daniel, pelo babilônico.
Um exemplo no Novo Testamento é João 20:19. A noite do dia em que Jesus ressurgiu da morte é considerada parte deste mesmo dia. Evidentemente João não está contando o dia pelo tempo judeu. De acordo com o sistema judaico de contagem de tempo, a noite em questão seria parte da segunda-feira, para os judeus o primeiro dia da semana, visto que o dia judaico começa com o pôr-do-sol".
Conclusão:
"Este provável fator, juntamente com o já anteriormente mencionado,
mostra que o problema destas duas passagens não é impossível de ser
solucionado, nem apresenta qualquer dificuldade que não tenha uma explicação
razoável". Portanto, não há nenhuma contradição!
Fonte:
Josh
McDowell & Don Stewart; "Respostas Àquelas Perguntas"; editora Candeia;
pg.61-63.
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Guilherme
Born
Na verdade as duas respostas estão corretas.
João contava as horas de 12 em 12, sendo sexta hora, jesus foi julgado às 6 da manhã. João está relatando os momentos finais do Julgamento e não da crucificação. João utiliza este método de contagem do tempo por estar escrevendo aos gregos. Esse método foi muito utilizado pelos homens citados por Josh Mcdowell.
Marcos utiliza o método judaico de contagem do tempo, como aparece em Marcos 13:35. Por isso ele narra terceira hora. E outra, ele está narrando a crucificação e não o julgamento.
João contava as horas de 12 em 12, sendo sexta hora, jesus foi julgado às 6 da manhã. João está relatando os momentos finais do Julgamento e não da crucificação. João utiliza este método de contagem do tempo por estar escrevendo aos gregos. Esse método foi muito utilizado pelos homens citados por Josh Mcdowell.
Marcos utiliza o método judaico de contagem do tempo, como aparece em Marcos 13:35. Por isso ele narra terceira hora. E outra, ele está narrando a crucificação e não o julgamento.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
Os samaritanos receberam Jesus?
Não, eles não receberam Jesus.
Lc 9:52-53 - E mandou mensageiros diante da sua
face; e, indo eles, entraram numa aldeia de samaritanos, para lhe prepararem
pousada. Mas não o receberam, porque o seu aspecto era como de quem ia a
Jerusalém.
Sim, eles receberam Jesus.
Sim, eles receberam Jesus.
Jo 4:39-40 - E muitos dos samaritanos daquela
cidade creram nele, pela palavra da mulher, que testificou: Disse-me tudo
quanto tenho feito. Indo, pois, ter com ele os samaritanos, rogaram-lhe que
ficasse com eles; e ficou ali dois dias.
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Por Pipe
Descontradizendo:
A Palestina era dividida em diversas regiões, entre elas a Judéia, a
Samaria e a Galiléia. Samaria ficava exatamente entre a Judéia e a Galiléia.
Portanto, toda vez que alguém queria ir de Jerusalém para a Galiléia, teria que
passar pela região de Samaria, e vice-versa.
Diante disto, trata-se de duas situações isoladas. Reparem no contexto de cada passagem:
Jo 4:3-4 - "deixou a Judéia e foi outra vez para a Galiléia. E era-lhe necessário passar por Samaria".
Ou seja, Jesus havia saído da região da Judéia e estava indo para a Galiléia quando encontrou a mulher samaritana e através do testemunho dela, muitos samaritanos se converteram.
Agora observe o contexto de Lucas:
Lc 9:51-53 - "E aconteceu que, completando-se os dias para a sua assunção, manifestou o firme propósito de ir a Jerusalém. E mandou mensageiros diante da sua face; e, indo eles, entraram numa aldeia de samaritanos, para lhe prepararem pousada. Mas não o receberam, porque o seu aspecto era como de quem ia a Jerusalém".
O contexto de Lucas era o oposto de João. Neste caso, os discípulos estavam indo da Galiléia para Jerusalém.
Portanto, se trata de casos isolados e que não tem nada a ver com a mesma situação.
Diante disto, trata-se de duas situações isoladas. Reparem no contexto de cada passagem:
Jo 4:3-4 - "deixou a Judéia e foi outra vez para a Galiléia. E era-lhe necessário passar por Samaria".
Ou seja, Jesus havia saído da região da Judéia e estava indo para a Galiléia quando encontrou a mulher samaritana e através do testemunho dela, muitos samaritanos se converteram.
Agora observe o contexto de Lucas:
Lc 9:51-53 - "E aconteceu que, completando-se os dias para a sua assunção, manifestou o firme propósito de ir a Jerusalém. E mandou mensageiros diante da sua face; e, indo eles, entraram numa aldeia de samaritanos, para lhe prepararem pousada. Mas não o receberam, porque o seu aspecto era como de quem ia a Jerusalém".
O contexto de Lucas era o oposto de João. Neste caso, os discípulos estavam indo da Galiléia para Jerusalém.
Portanto, se trata de casos isolados e que não tem nada a ver com a mesma situação.
Conclusão:
Seria contradição, se Lucas estivesse descrevendo o encontro de Jesus
com a mulher samaritana e que tanto ela quanto os homens samaritanos não
tivessem crido.
Porém, como se trata de duas situações diferentes, não há nenhuma contradição!
Porém, como se trata de duas situações diferentes, não há nenhuma contradição!
domingo, 22 de janeiro de 2017
Livro: "Jesus existiu ou não?" de Bart D. Ehrman
A VERDADE POR TRÁS DO JESUS MÍTICO
“Com este livro, Bart D. Ehrman transformou muitos dos seus críticos em fãs, pelo menos temporariamente. Em Jesus existiu ou não?, Ehrman dizima os argumentos persistentes daqueles que não só negam a divindade de Jesus, mas insistem que ele jamais tenha existido.“
Christian Science Monitor
Christian Science Monitor
“A carreira de Bart D. Ehrman é testemunho do fato de que ninguém pode analisar um sistema de crenças tão cirurgicamente quanto alguém criado nele.”
Salon.com
Salon.com
Há centenas de anos, um grande número de ateus, humanistas e até teóricos da conspiração levanta uma das questões mais inquietantes da história da religião: será que Jesus realmente existiu?
Autor de mais de vinte livros sobre religião, incluindo os best-sellers “Quem foi Jesus? Quem não foi Jesus?” (Ediouro) e “O que Jesus disse? O que Jesus não disse?” (Prestígio), Bart D. Ehrman agora confronta essa questão e cria um retrato realista de Jesus.
Nascido em uma família religiosa nos Estados Unidos, Ehrman já foi um evangélico fervoroso, mas, depois de mais de 35 anos de estudos, ele afirma que não é cristão nem tem o mínimo interesse em defender o cristianismo. Como historiador e professor de estudos religiosos da Universidade da Carolina do Sul, defende: “Simplesmente não posso negar os fatos que confirmam que o Jesus histórico existiu.”
Jesus existiu ou não? argumenta a favor do verdadeiro Jesus de Nazaré, identifica as fontes mais confiáveis e oferece um retrato convincente do personagem principal no cerne da tradição cristã. Com este novo livro, Ehrman estabelece um critério confiável para qualquer investigação genuína do chamado Jesus histórico.
sábado, 21 de janeiro de 2017
Quantos chefes de oficiais Salomão teve?
550
I Rs 9:23 - Estes eram os chefes dos oficiais que estavam sobre a obra de
Salomão, quinhentos
e cinqüenta, que davam ordens ao povo que trabalhava na obra.
250
250
II Cr 8:10 - estes, pois, eram os chefes dos oficiais que o rei Salomão
tinha, duzentos
e cinqüenta, que presidiam sobre o povo.
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Descontradizendo:
A Bíblia de Estudo
NVI faz o seguinte comentário:
1 Re 9:23 refere-se a 550
funcionários que supervisionavam:
"Estes eram os chefes dos
oficiais que estavam sobre a obra de Salomão, quinhentos e cinquenta, que davam
ordens ao povo que trabalhava na obra".
Caso se trate de duas categorias
diferente de funcionários de supervisão, o total seria de 3.850 homens.
2 Cr 2:2 refere-se a 3.600 capatazes:
"E contou Salomão setenta mil
homens de carga, e oitenta mil que cortassem na montanha, e três mil e
seiscentos inspetores sobre eles".
2 Cr 8:10 fala em 250 funcionários de
supervisão:
"estes, pois, eram os chefes dos
oficiais que o rei Salomão tinha, duzentos e cinquenta, que presidiam sobre o
povo".
Que também dá um total de 3.850 numa
capacidade de supervisão.
Concluindo:
Os textos falam de:
1. 550 Chefes dos oficiais que davam
ordens ao povo que trabalhava na obra;
2. 3.600 inspetores sobre homens de
carga e homens que cortavam nas montanhas;
3. 250 funcionários de supervisão;
Como funcionava esta divisão de
inspetores? Como o autor de I Re e o autor de II Cr fizeram esta divisão,
ninguém sabe dizer com precisão. Porém, o que fica claro é que na soma total o
número de inspetores é o mesmo.
Pipe
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
quinta-feira, 19 de janeiro de 2017
Livro: "Evidências da Fé Cristã" de Josh McDowell
Editora Hagnos
O Livro Evidências da Fé Cristã – O Melhor de Josh McDowell traz uma leitura extremamente interessante contendo fatos acerca da arqueologia bíblica, milagres, ressurreição de Jesus, criação, demônios... e muito mais! Além disso, este livro traz a história pessoal de Josh McDowell, o relato de como ele – ateu convicto – passou a acreditar em Cristo, de cuja existência havia duvidado. Uma leitura ideal para estudantes, pesquisadores ou simplesmente alguém que procura evidências e respostas para compreender a razão de sua crença.
Acompanhe as categorias que o Livro Evidências da Fé Cristã – O Melhor de Josh McDowell oferece, uma infinidade de curiosidades, fatos e informações acerca de:
• A Bíblia e sua confiabilidade
• Respondendo aos críticos da Bíblia
• Jesus: sua humanidade e sua divindade
• O cristianismo comparado com outras religiões
• As perguntas mais frequentes sobre o cristianismo
• A singularidade da experiência cristã
Cada vez mais os cristãos precisam estar preparados para defender a sua fé. Esta obra preciosa foi organizada pelo amigo pessoal do autor Josh McDowell, que teve o privilégio de acompanhá-lo como assistente desde o início de seu ministério. Bill Wilson testemunhou Josh McDowell praticando o que fazia de melhor: conduzir os céticos para Jesus Cristo. Esta obra é ideal para quem está farto de religião e sedento por uma vida cheia de manifestações naturais e espirituais de Deus, ou seja, evidências de sua fé.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2017
Quantos homens foram possuídos por demônios?
Somente um homem foi possuído por demônios.
Mc 5:1-2 - E chegaram à outra margem do mar, à
província dos gadarenos. E, saindo ele do barco, lhe saiu logo ao seu encontro,
dos sepulcros, um homem com espírito imundo,
Lc 8:26-27 - E navegaram para a terra dos gadarenos, que está defronte da Galiléia. E, quando desceu para terra, saiu-lhe ao encontro, vindo da cidade, um homem que, desde muito tempo, estava possesso de demônios e não andava vestido nem habitava em qualquer casa, mas nos sepulcros.
Dois homens foram possuídos por demônios.
Lc 8:26-27 - E navegaram para a terra dos gadarenos, que está defronte da Galiléia. E, quando desceu para terra, saiu-lhe ao encontro, vindo da cidade, um homem que, desde muito tempo, estava possesso de demônios e não andava vestido nem habitava em qualquer casa, mas nos sepulcros.
Dois homens foram possuídos por demônios.
Mt 8:28 - E, tendo chegado à outra margem, à província dos gadarenos, saíram-lhe
ao encontro dois endemoninhados, vindos dos sepulcros; tão ferozes eram, que
ninguém podia passar por aquele caminho.
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Por Pipe
Descontradizendo:
Não se trata de uma contradição. Trata-se apenas de relatos diferentes.
Mateus especifica que eram dois endemoninhados. Já Mateus e Lucas se limitam apenas a descrever a experiência de um deles em questão.
Como ninguém de nós estávamos lá para ver o ocorrido, não sabemos se o homem que Mc e Lc descrevem não era o mais agressivo dos dois.
Mateus especifica que eram dois endemoninhados. Já Mateus e Lucas se limitam apenas a descrever a experiência de um deles em questão.
Como ninguém de nós estávamos lá para ver o ocorrido, não sabemos se o homem que Mc e Lc descrevem não era o mais agressivo dos dois.
Percebam que Mt começa a descrever os dois endemoninhados rapidamente
dizendo que eram agressivos e cita as palavras deles a Jesus. Porém, as
palavras de Jesus são resumidas a um simples: "- Vão!".
Observem:
Mt 8:
28 - E, tendo chegado à outra margem, à província dos gadarenos, saíram-lhe ao encontro dois endemoninhados, vindos dos sepulcros; tão ferozes eram, que ninguém podia passar por aquele caminho.
29 - E eis que clamaram, dizendo: Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?
30 - E andava pastando distante deles uma manada de muitos porcos.
31 - E os demônios rogaram-lhe, dizendo: Se nos expulsas, permite-nos que entremos naquela manada de porcos.
32 - E ele lhes disse: Ide. E, saindo eles, se introduziram na manada dos porcos; e eis que toda aquela manada de porcos se precipitou no mar por um despenhadeiro, e morreram nas águas.
33 - Os porqueiros fugiram e, chegando à cidade, divulgaram tudo o que acontecera aos endemoninhados.
34 - E eis que toda aquela cidade saiu ao encontro de Jesus, e, vendo-o, rogaram-lhe que se retirasse do seu território.
Observem:
Mt 8:
28 - E, tendo chegado à outra margem, à província dos gadarenos, saíram-lhe ao encontro dois endemoninhados, vindos dos sepulcros; tão ferozes eram, que ninguém podia passar por aquele caminho.
29 - E eis que clamaram, dizendo: Que temos nós contigo, Jesus, Filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?
30 - E andava pastando distante deles uma manada de muitos porcos.
31 - E os demônios rogaram-lhe, dizendo: Se nos expulsas, permite-nos que entremos naquela manada de porcos.
32 - E ele lhes disse: Ide. E, saindo eles, se introduziram na manada dos porcos; e eis que toda aquela manada de porcos se precipitou no mar por um despenhadeiro, e morreram nas águas.
33 - Os porqueiros fugiram e, chegando à cidade, divulgaram tudo o que acontecera aos endemoninhados.
34 - E eis que toda aquela cidade saiu ao encontro de Jesus, e, vendo-o, rogaram-lhe que se retirasse do seu território.
Mc e Lc relatam o ocorrido da mesma forma. Diferem de Mt na quantidade
de endemoninhados. Porém, parecem indicar que estavam falando da mesma pessoa e
não de duas pessoas.
Vejamos:
Lc 8:
35 - E saíram a ver o que tinha acontecido e vieram ter com Jesus. Acharam, então, o homem de quem haviam saído os demônios, vestido e em seu juízo, assentado aos pés de Jesus; e temeram.
36 - E os que tinham visto contaram-lhes também como fora salvo aquele endemoninhado.
37 - E toda a multidão da terra dos gadarenos ao redor lhe rogou que se retirasse deles, porque estavam possuídos de grande temor. E, entrando ele no barco, voltou.
38 - E aquele homem de quem haviam saído os demônios rogou-lhe que o deixasse estar com ele; mas Jesus o despediu, dizendo:
39 - Torna para tua casa e conta quão grandes coisas te fez Deus. E ele foi apregoando por toda a cidade quão grandes coisas Jesus lhe tinha feito.
Vejamos:
Lc 8:
35 - E saíram a ver o que tinha acontecido e vieram ter com Jesus. Acharam, então, o homem de quem haviam saído os demônios, vestido e em seu juízo, assentado aos pés de Jesus; e temeram.
36 - E os que tinham visto contaram-lhes também como fora salvo aquele endemoninhado.
37 - E toda a multidão da terra dos gadarenos ao redor lhe rogou que se retirasse deles, porque estavam possuídos de grande temor. E, entrando ele no barco, voltou.
38 - E aquele homem de quem haviam saído os demônios rogou-lhe que o deixasse estar com ele; mas Jesus o despediu, dizendo:
39 - Torna para tua casa e conta quão grandes coisas te fez Deus. E ele foi apregoando por toda a cidade quão grandes coisas Jesus lhe tinha feito.
Mc 5:
15 - E foram ter com Jesus, e viram o endemoninhado, o que tivera a legião, assentado, vestido e em perfeito juízo, e temeram.
16 - E os que aquilo tinham visto contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado e acerca dos porcos.
17 - E começaram a rogar-lhe que saísse do seu território.
18 - E, entrando ele no barco, rogava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele.
19 - Jesus, porém, não lho permitiu, mas disse-lhe: Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez e como teve misericórdia de ti.
20 - E ele foi e começou a anunciar em Decápolis quão grandes coisas Jesus lhe fizera; e todos se maravilhavam.
Marcos e Lucas se limitaram a falar de um dos possessos apenas, porque
talvez tenha sido apenas ele quem de fato foi atrás de Jesus para seguí-lo. O
outro parece ter apenas sido liberto da possessa e não ter ido adiante.
Já Mateus, se preocupou apenas em relatar que eram dois e o ocorrido da manada de porcos possessa caindo no abismo.
Já Mateus, se preocupou apenas em relatar que eram dois e o ocorrido da manada de porcos possessa caindo no abismo.
Conclusão:
Fica implícito portanto,
que Mt fala de dois endemoninhados sem entrar em pormenores específicos. E, Mc
e Lc descrevem a experiência de um deles em especial. Portanto, não há nenhuma
contradição.
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
Livro: "Galileu na prisão e outros mitos sobre ciência e religião" de Ronald L. Numbers
Editora Gradiva
Até à década de 1970, o paradigma há muito dominante na história da ciência era o da ciência triunfante e da religião em conflito permanente e feroz com aquela. Este é o paradigma que ainda persiste nos principais meios de comunicação e em algumas publicações acadêmicas. Todavia, há uma nova geração de historiadores da ciência e historiadores da religião que se tem debruçado sobre os episódios destas duas disciplinas, analisando-os à luz dos valores e conhecimentos dos respectivos protagonistas.
Este livro é fruto de algumas dessas investigações. Juntamente com outros vinte e quatro académicos que se dedicam a esta nova história da ciência, Ronald L. Numbers esclarece vinte e cinco mitos – que define simplesmente como «afirmações falsas» -, contrariando a ideia de que ciência e religião estão perpetuamente numa luta sem quartel. Cada um dos capítulos de Galileu na Prisão mostra o quanto temos a ganhar em ver para além dos mitos. Numa obra simultaneamente informativa e lúdica, os autores – que incluem agnósticos, ateus e cristãos - desmontam ideias que têm sido apresentadas sob a capa de verdade histórica, desde o encarceramento de Galileu à conversão de Darwin no leito de morte, passando pela crença de Einstein num Deus pessoal que «não joga aos dados com o universo». Sendo o obscurantismo o maior inimigo do conhecimento, a leitura deste livro que o enfrenta é imprescindível.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Genealogia de Jesus (Mateus x Lucas) desde Davi.
Davi,
Salomão, Roboão, Abias, Asa, Josafá, Jorão, Uzias, Jotão, Acaz, Ezequias,
Manassés, Amom, Josias, Jeconias, Salatiel, Zorobabel, Abiúde, Eliaquim, Azor,
Sadoque, Aquim, Eliúde, Eleazar, Matã, Jacó, José, Jesus.
Mt 1:6-16
Davi, Natã, Matatá, Mená, Meleá, Eliaquim, Jonã, José, Judá, Simeão, Levi, Matate, Jorim, Eliézer, Josué, Er, Elmadã, Cosã, Adi, Melqui, Neri, Salatiel, Zorobabel, Resa, Joanã, Jodá, José, Semei, Matatias, Maate, Nagai, Esli, Naum, Amós, Matatias, José, Janai, Melqui, Levi, Matate, Eli, José, Jesus.
Davi, Natã, Matatá, Mená, Meleá, Eliaquim, Jonã, José, Judá, Simeão, Levi, Matate, Jorim, Eliézer, Josué, Er, Elmadã, Cosã, Adi, Melqui, Neri, Salatiel, Zorobabel, Resa, Joanã, Jodá, José, Semei, Matatias, Maate, Nagai, Esli, Naum, Amós, Matatias, José, Janai, Melqui, Levi, Matate, Eli, José, Jesus.
Lc 3:23-31
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Descontradizendo:
Gleason Archer:
"Mateus 1:1-16 registra a genealogia de Jesus por meio de José, que também era descendente do rei Davi. Sendo filho adotivo do carpinteiro de Nazaré, tornou-se seu herdeiro legal, com direito a herança.
Observe cuidadosamente as palavras dos versículo 16: "E jacó gerou José, marido de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo".
Essa declaração contrasta com a fórmula seguida nos versículos precedentes sobre a sucessão dos ancestrais de José: "Abraão gerou (egennesen) Isaque; Isaque gerou Jacó...".
Não está escrito que ele gerou a Cristo; antes, dele se diz apenas que era "marido de Maria, da qual (genitivo feminino) nasceu Jesus".Lucas 3:23-38 registra a linhagem genealógica de Maria, dirigindo-se ao passado remoto, pois ultrapassa Abraão até chegar a Adão, o início da raça humana. Isso está implícito nas palavras do versículo 23: "(Jesus) era, como se pensava, filho de José, filho de Eli".
A expressão "como se pensava" indica que na verdade Jesus não era um filho biológico de José, ainda que essa paternidade fosse presumida pelo povo.
Chama-nos também a atenção o fato de que Maria necessariamente foi Mãe de Jesus, sem que este tivesse tido pai humano.
Por intermédio dela, Jesus participou de uma linhagem que passava por Davi. Essa genealogia inicia-se com Eli, na verdade, com seu sogro, pois o pai de José chamava-se Jacó (Mt 1:16). A ascendência de Maria passava por Natã, filho de Bate-Seba (ou Bate-Sua, de acordo com 1 Cr 3:5), esposa do segundo rei de Israel.
Portanto, Jesus descendeu de Davi de forma natural, por meio de Natã e, de modo legal, por intermédio de Salomão".
"Mateus 1:1-16 registra a genealogia de Jesus por meio de José, que também era descendente do rei Davi. Sendo filho adotivo do carpinteiro de Nazaré, tornou-se seu herdeiro legal, com direito a herança.
Observe cuidadosamente as palavras dos versículo 16: "E jacó gerou José, marido de Maria, da qual nasceu Jesus, que é chamado Cristo".
Essa declaração contrasta com a fórmula seguida nos versículos precedentes sobre a sucessão dos ancestrais de José: "Abraão gerou (egennesen) Isaque; Isaque gerou Jacó...".
Não está escrito que ele gerou a Cristo; antes, dele se diz apenas que era "marido de Maria, da qual (genitivo feminino) nasceu Jesus".Lucas 3:23-38 registra a linhagem genealógica de Maria, dirigindo-se ao passado remoto, pois ultrapassa Abraão até chegar a Adão, o início da raça humana. Isso está implícito nas palavras do versículo 23: "(Jesus) era, como se pensava, filho de José, filho de Eli".
A expressão "como se pensava" indica que na verdade Jesus não era um filho biológico de José, ainda que essa paternidade fosse presumida pelo povo.
Chama-nos também a atenção o fato de que Maria necessariamente foi Mãe de Jesus, sem que este tivesse tido pai humano.
Por intermédio dela, Jesus participou de uma linhagem que passava por Davi. Essa genealogia inicia-se com Eli, na verdade, com seu sogro, pois o pai de José chamava-se Jacó (Mt 1:16). A ascendência de Maria passava por Natã, filho de Bate-Seba (ou Bate-Sua, de acordo com 1 Cr 3:5), esposa do segundo rei de Israel.
Portanto, Jesus descendeu de Davi de forma natural, por meio de Natã e, de modo legal, por intermédio de Salomão".
Fonte:
* Gleason Archer; "Enciclopédia de Temas Bíblicos"; ed. Vida;
pg.267.
Norman Geisler também concorda com Gleason Archer em
seu livro "A Inerrância da Bíblia"; ed. Vida; pg.81-82.
Josh McDowell e Don Stewart também compartilham
da mesma posição que Gleason Archer e Norman Geisler no livro "Respostas
aquelas perguntas"; ed. Candeia; pg.78-79.
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Guilherme
Born
Correção para melhor entendimento.
Pipe, nesta frase, ficou um ponto meio confuso, então vou
"corrigi-lo", apesar de não estar errado, mas vou melhorá-lo:
...Por intermédio dela, Jesus participou de uma linhagem que passava por Davi. Essa genealogia inicia-se com Eli, na verdade, com seu sogro (de José), pois o pai de José chamava-se Jacó (Mt 1:16). A ascendência de maria passava por Natã, filho de Bate-Seba (ou Bate-Sua, de acordo com 1 Cr 3:5), esposa do segundo rei de Israel.
O texto dá a entender que Eli é o sogro de Maria, porém na verdade é sogro de José. Isso acontece devido a expressão "Por intermédio dela".
Sei que você usou a fonte, porém só pra mostrar que a fonte deixa o texto confuso.
...Por intermédio dela, Jesus participou de uma linhagem que passava por Davi. Essa genealogia inicia-se com Eli, na verdade, com seu sogro (de José), pois o pai de José chamava-se Jacó (Mt 1:16). A ascendência de maria passava por Natã, filho de Bate-Seba (ou Bate-Sua, de acordo com 1 Cr 3:5), esposa do segundo rei de Israel.
O texto dá a entender que Eli é o sogro de Maria, porém na verdade é sogro de José. Isso acontece devido a expressão "Por intermédio dela".
Sei que você usou a fonte, porém só pra mostrar que a fonte deixa o texto confuso.
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Pipe
Realmente o texto estava meio confuso. Acho que na hora de traduzirem o
texto do Gleason, os tradutores não observaram isto. Mas agora ficou mas claro.
domingo, 15 de janeiro de 2017
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Livro: "A Arte e a Bíblia" de Francis A. Schaeffer
Editora Ultimato
O SENHORIO DE CRISTO DEVE INCLUIR O INTERESSE PELAS ARTES."
Para Francis Schaeffer, o cristão deve usar as artes para glorificar a Deus, não simplesmente como propaganda evangelística, mas como algo belo para a glória de Deus.
A Arte e a Bíblia é uma obra fundamental para cristãos atuantes no mundo das artes. Neste clássico, Schaeffer examina o registro escritural da utilização de várias formas artísticas e estabelece uma perspectiva cristã sobre a arte. Com clareza e vigor, ele explica por que "o cristão é alguém cuja imaginação deve voar além das estrelas".
* * *
"Excelente... Tanto para artistas quanto não-artistas."
Christianity Today
"A Arte e a Bíblia é um manual sobre criatividade bíblica e pode falar a uma geração completamente nova."
Michael Card, cantor e compositor, autor de Cristo e a Criatividade
O SENHORIO DE CRISTO DEVE INCLUIR O INTERESSE PELAS ARTES."
Para Francis Schaeffer, o cristão deve usar as artes para glorificar a Deus, não simplesmente como propaganda evangelística, mas como algo belo para a glória de Deus.
A Arte e a Bíblia é uma obra fundamental para cristãos atuantes no mundo das artes. Neste clássico, Schaeffer examina o registro escritural da utilização de várias formas artísticas e estabelece uma perspectiva cristã sobre a arte. Com clareza e vigor, ele explica por que "o cristão é alguém cuja imaginação deve voar além das estrelas".
* * *
"Excelente... Tanto para artistas quanto não-artistas."
Christianity Today
"A Arte e a Bíblia é um manual sobre criatividade bíblica e pode falar a uma geração completamente nova."
Michael Card, cantor e compositor, autor de Cristo e a Criatividade
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Quem ouviu Jesus orar no Getsêmane ?
"[...]Então chegaram a um lugar chamado Getsêmane, e disse Jesus a seus
discípulos: Sentai-vos aqui, enquanto eu oro.
33 E levou consigo a Pedro, a Tiago e a João, e começou a ter pavor e a angustiar-se;
34 e disse-lhes: A minha alma está triste até a morte; ficai aqui e vigiai.
35 E adiantando-se um pouco, prostrou-se em terra; e orava para que, se fosse possível, passasse dele aquela hora.
36 E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível; afasta de mim este cálice; todavia não seja o que eu quero, mas o que tu queres.
37 Voltando, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Simão, dormes? não pudeste vigiar uma hora?
38 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.
39 Retirou-se de novo e orou, dizendo as mesmas palavras.
40 E voltando outra vez, achou-os dormindo, porque seus olhos estavam carregados; e não sabiam o que lhe responder."
(Marcos 14:32-40)
ABSURDO:
Se Jesus ordenou que os 3 apóstolos ficassem vigiando...Se Jesus afastou-se deles para orar em privacidade...Se Jesus voltou e os flagrou dormindo...então...
33 E levou consigo a Pedro, a Tiago e a João, e começou a ter pavor e a angustiar-se;
34 e disse-lhes: A minha alma está triste até a morte; ficai aqui e vigiai.
35 E adiantando-se um pouco, prostrou-se em terra; e orava para que, se fosse possível, passasse dele aquela hora.
36 E dizia: Aba, Pai, tudo te é possível; afasta de mim este cálice; todavia não seja o que eu quero, mas o que tu queres.
37 Voltando, achou-os dormindo; e disse a Pedro: Simão, dormes? não pudeste vigiar uma hora?
38 Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.
39 Retirou-se de novo e orou, dizendo as mesmas palavras.
40 E voltando outra vez, achou-os dormindo, porque seus olhos estavam carregados; e não sabiam o que lhe responder."
(Marcos 14:32-40)
ABSURDO:
Se Jesus ordenou que os 3 apóstolos ficassem vigiando...Se Jesus afastou-se deles para orar em privacidade...Se Jesus voltou e os flagrou dormindo...então...
Quem afinal ouviu o que Jesus pronunciou em oração???
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Por Pipe
Vamos ao texto:
1ª vez
que Jesus se apartou para orar
Então Jesus foi com seus
discípulos para um lugar chamado Getsêmani e disse-lhes: "Sentem-se aqui
enquanto vou ali orar".
Levando consigo Pedro e os dois
filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se.
Disse-lhes então: "A minha
alma está profundamente triste, numa tristeza mortal. Fiquem aqui e vigiem
comigo".
Indo um pouco mais adiante,
prostrou-se com o rosto em terra e orou: "Meu Pai,
se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero,
mas sim como tu queres".
Então, voltou aos seus discípulos
e os encontrou dormindo. "Vocês não puderam vigiar comigo nem por uma
hora? ", perguntou ele a Pedro.
"Vigiem e orem para que não
caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca".
Mateus
26:36-41
2ª.vez
que Jesus se apartou para orar
E retirou-se outra vez para orar:
"Meu Pai, se não for possível afastar de mim este
cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade".
Quando voltou, de novo os
encontrou dormindo, porque seus olhos estavam pesados.
Mateus
26:42,43
3ª.vez
que Jesus se apartou para orar
Então os deixou novamente e orou
pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras.
Depois voltou aos discípulos e
lhes disse: "Vocês ainda dormem e descansam? Chegou a hora! Eis que o Filho
do homem está sendo entregue nas mãos de pecadores.
Mateus
26:44,45
Há várias opções de respostas quanto a isso. A primeira é que diante da
angústia de Jesus, talvez ele tenha orado em voz alta e foi ouvido pelos
discípulos que estavam perto, entre eles Pedro. Pois mesmo que ele os tenha
encontrado dormindo, isto não implica que dormiram no exato momento em que se
afastou deles. Pois o texto diz que Jesus os exortou por não terem conseguido
ficar acordados durante uma hora. E a distância de 20 a 30 mts com alguém em
angústia orando no silêncio da noite é completamente possível que tenha sido
ouvido por eles.
A outra questão, é que o próprio Senhor Jesus pode lhes ter comentado
acerca de sua oração depois de sua ressurreição. Pois ele ficou explicando
várias coisas a eles antes de sua ascensão.
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